Bad Bunny faz história com show no intervalo do Super Bowl e recebe crítica de Trump: "Terrível"
Por Redação
O porto-riquenho Bad Bunny fez história ao se apresentar no intervalo do Super Bowl no último domingo (8). O artista, o mais ouvido do Spotify em todo o mundo em 2025, foi assistido por cerca de 135 milhões de pessoas nos Estados Unidos, levando toda latinidade existente para o Levi's Stadium em Santa Clara, Califórnia.
Com um forte discurso contrário a política de Donald Trump, Bad Bunny levou para o "palco" artistas latinos Pedro Pascal, Becky G, Cardi B, Ricky Martin e Jessica Alba, e evitou citar diretamente o ICE, serviço de imigração norte-americano, mas deu seu recado através da música, lembrando aos estadunidenses que 'América' se refere a todo o continente, e não exclusivamente aos Estados Unidos.
Entre as músicas apresentadas por Bad Bunny no show estavam 'Nuevayol', 'Lo Que Paso a Hawaii', 'El Apagón', 'Café con Ron', 'Tití Me Preguntó', 'Yo Perreo Sola', e o grande encerramento com 'DtMf', que leva o nome do icônico álbum 'DeBÍ TiRAR MáS FOToS', vencedor do Grammy de 2026.
A performance contou com expressões latinas identificadas pelo público, um casamento com a "benção" de Lady Gaga, surpresa da noite, que adaptou a música 'Die With a Smile', dueto dela com Bruno Mars, para uma versão latina, e um ato poderoso de Bad Bunny ao citar todos os países que compõem a América ao final do show.
Sem citar o nome de Benito, Trump criticou a apresentação em um dos eventos esportivos mais importantes da cultura estadunidense.
"Absolutamente terrível, um dos piores de todos os tempos! Não faz sentido nenhum, é uma afronta à grandeza da América e não representa nossos padrões de sucesso, criatividade ou excelência. Ninguém entende uma palavra do que esse cara está dizendo, e a dança é repugnante", afirmou o presidente.
