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O corregedor-geral de Justiça da Bahia, desembargador Emílio Salomão Resedá, afirmou nesta segunda-feira (4) que a recomendação da Corregedoria-Geral da Justiça busca garantir o cumprimento de decisões judiciais em conflitos fundiários coletivos sem agravar traumas sociais.
A declaração foi feita em entrevista ao Bahia Notícias, ao comentar a recomendação editada em abril pelo Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), por meio da Corregedoria, com diretrizes para magistrados que atuam em processos envolvendo conflitos fundiários coletivos, tanto urbanos quanto rurais.
“Essa recomendação da Corregedoria visa alcançar a paz social, mesmo cumprindo uma decisão judicial. Nós estabelecemos caminhos para que as decisões nesse sentido sejam cumpridas, mas de forma a não trazer traumas mais acentuados para a sociedade”, afirmou o desembargador.
Durante a entrevista, Resedá também relacionou o tema ao Maio Laranja, mês dedicado à proteção de crianças e adolescentes vítimas de violência.
“Isso me lembra que nós estamos no Maio Laranja, mês dedicado à proteção de crianças e adolescentes vítimas de todo tipo de violência. Principalmente de violência sexual, nesse país em 2025 segundo dados do Fórum de Segurança Pública, 57 mil crianças e adolescentes foram abusadas”, declarou.
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Fernanda Melchionna
"A cantilena enfadonha da extrema direita e dos bolsonaristas chega a doer o ouvido. Um juiz, que foi um juiz ladrão, como mostrou a Vaza Jato, vem aqui tentar se mostrar como paladino da moral, como se lutasse contra a corrupção. É muita falta de vergonha na cara daqueles que votaram na PEC da bandidagem na Câmara dos Deputados vir aqui dizer que estão contra os corruptos".
Disse a deputada Fernanda Melchionna (Psol-RS) ao debater com o senador Sérgio Moro (PL-PR) durante a discussão do veto do presidente Lula ao projeto da dosimetria de penas, a deputada do Psol chamou Moro de “juiz ladrão”.