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ACM Neto (União), candidato ao governo da Bahia, é o convidado nesta segunda-feira (21) da sabatina do Projeto Prisma, podcast do Bahia Notícias (BN). Ao comentar uma de suas principais propostas para a saúde, o Pix Saúde, ele também direciona críticas ao atual governador e adversário nas urnas, Jerônimo Rodrigues.
O Pix Saúde prevê a contratação de hospitais particulares e filantrópicos para ampliar o atendimento a pacientes do SUS em situações de urgência. Como ponto central para sua execução, ACM pontua a escolha da tabela (ferramenta que organiza os dados sobre os leitos de um hospital) e afirma se inspirar na paulista.
“O ponto central para viabilizar o projeto é a tabela que você vai definir. Portanto, quanto é que você vai pagar por aquele leito e por aquele atendimento médico? A nossa inspiração é a tabela de São Paulo, a tabela paulista. Eles não ficam apenas com o valor da tabela SUS, eles pagam um valor superior ao da tabela SUS”, afirma.
O candidato justifica a escolha argumentando que o governo do estado paga a tabela do SUS ao passo que, segundo ele, muitos hospitais não a aceitam. Ao direcionar a fala para a gestão de Jerônimo Rodrigues, ACM argumenta que o governador tende a omitir problemas voltados à saúde do povo baiano, como problemas na fila de regulação e casos de urgência e emergência.
“A realidade é diferente da propaganda de Jerônimo”, comenta.
CONFIRA NO PRISMA:
O candidato ao governo da Bahia ACM Neto (União) apresentou, nesta terça-feira (15), detalhes do Pix Saúde, proposta que prevê a contratação de hospitais particulares e filantrópicos para ampliar o atendimento a pacientes do SUS em situações de urgência.
Neto explicou que a ideia é credenciar unidades de saúde de diferentes regiões do estado e estabelecer uma tabela própria de remuneração, com valores superiores aos pagos atualmente pelo SUS. “A ideia do Pix Saúde é a gente fazer um credenciamento em toda a Bahia de hospitais filantrópicos e hospitais particulares”, afirmou em entrevista à Bahia Meio Dia, da TV Bahia.
Segundo ele, a remuneração adicional teria como objetivo estimular a oferta de leitos e procedimentos à rede pública. A proposta teria como prioridades tratamentos oncológicos, procedimentos ortopédicos e casos de urgência e emergência com risco à vida. Neto citou como referência um modelo adotado em São Paulo, que complementa os valores pagos pelo SUS.
Apesar do nome, o programa não prevê transferência de dinheiro para os pacientes. O pagamento seria feito diretamente pelo governo aos hospitais credenciados, após a realização e comprovação dos procedimentos. Neto também afirmou que o modelo teria mecanismos de fiscalização e transparência, com acompanhamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE-BA), do Ministério Público (MP-BA) e da Controladoria do Estado.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Valdemar Costa Neto
"Não gostei".
Disse o presidente nacional do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto ao comentar a carta divulgada por Flávio Bolsonaro (PL), candidato derrotado à Presidência nesta quarta-feira (28). No pronunciamento, Flávio afirma que pretende liderar a oposição brasileira do exterior.