Artigos
Violência política segue como barreira persistente para mulheres que ousam liderar no Brasil
Multimídia
"Nosso grupo tem 14 anos que não faz política em Salvador", diz Bacelar
Entrevistas
Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
piramides financeiras
A CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) das Pirâmides Financeiras aprovou nesta quarta-feira (23), a quebra de sigilo bancário dos artistas Cauã Reymond, Tatá Werneck e Marcelo Tas. A decisão foi divulgada no site oficial da Câmara dos Deputados.
Os atores são investigados por atuar em propagandas da empresa Atlas Quantum. O dono da empresa, Rodrigo Marques dos Santos, também teve a quebra de sigilo bancário autorizada.
O pedido foi do deputado federal Paulo Bilynskyj (PL-SP). "Requer que esta CPI decrete a quebra do sigilo bancário da empresa Atlas Quantum, pertencente à Rodrigo Marques dos Santos, e dos contratados, os senhores Cauã Reymond Marques e Marcelo Tristão Athayde de Souza, e a senhora Talita Werneck Arguelhes, assim como o acesso aos contratos e aos dados do pagador relativos às campanhas realizadas".
Tatá e Cauã chegaram a ser convocados para a comissão, mas não compareceram após conseguirem habeas corpus emitido pelo Supremo Tribunal Federal.
A Atlas Quantum foi acusada de aplicar golpes de mais de R$ 7 bilhões, lesando cerca de 200 mil investidores, Marcelo Tas, que fez propaganda da empresa também foi um deles. Enquanto a empresa ainda operava, Tatá, Cauã e Tas participaram de campanhas publicitárias com depoimentos de que acreditavam na empresa e no investimento em criptomoedas.
A equipe da atriz enviou ao Metrópoles, parceiro do Bahia Notícias, uma nota falando sobre o caso.
“Tatá Werneck, por seus advogados Maíra Fernandes, Guilherme Furniel e Ricardo Brajterman, afirma que recebe com profunda indignação a ordem de quebra de sigilo, pois não praticou crime algum. Apenas participou de campanha publicitária, cinco anos atrás, quando a empresa era considerada sólida em seu mercado. Como artista, ela jamais poderia prever que a empresa se envolveria em fraudes anos depois. Admitir que os artistas sejam punidos por possíveis erros futuros de empresas para as quais tenham feito propaganda – e pelas quais sequer continuem contratados – significaria o fim da publicidade no Brasil. Ela jamais foi sócia, investidora ou participou dos lucros da empresa, motivo pelo qual considera a quebra de sigilo absurda e totalmente descabida para o que se pretende investigar na CPI. A defesa acrescenta que tomará todas as medidas judiciais cabíveis”, finaliza o documento.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Raimundinho da Jr
"Mulher negra de coração branco".
Disse o deputado Raimundinho da JR (PL) ao parabenizar Olívia Santana (PCdoB) durante a sessão da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) desta quarta-feira (25), que a parlamentar era uma mulher “de coração branco”.