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A última pesquisa Quaest antes das eleições presidenciais,divulgada neste sábado (24), mostra o senador Flávio Bolsonaro (PL) na liderança da disputa pelo segundo turno da eleição presidencial, contando apenas os votos válidos, somando 51% das intenções de voto. O candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), contabiliza 49%.
Os votos brancos e nulos somam 3%, enquanto 2% dos entrevistados estão indecisos ou não quiseram responder.
Com margem de erro fixada em dois pontos percentuais para mais ou para menos e nível de confiança de 95%, o levantamento ouviu 3.702 pessoas entre os dias 23 e 24 e reflete o cenário político às vésperas da votação decisiva, marcada para este domingo (25).
A pesquisa foi encomendada pelo GLOBO e pela TV Globo com registro junto à Justiça Eleitoral sob o código BR-09158/2026.
A aprovação do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) subiu de 44% para 45%, enquanto a desaprovação recuou de 49% para 48%, segundo a primeira pesquisa Quaest, divulgada nesta quarta-feira (14).
O percentual de entrevistados que não souberam responder ou não opinaram permaneceu em 7%. O estudo foi encomendado pela Globo e pelo jornal O Globo.
A pesquisa ouviu 2.154 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 10 e 13 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, e o nível de confiança é de 95%. O levantamento está registrado na Justiça Eleitoral sob o número BR-08729/2026.
O eleitorado brasileiro está exatamente dividido quanto ao receio do resultado das eleições presidenciais. Segundo dados da pesquisa Quaest publicados nesta quarta-feira (14), 43% dos entrevistados afirmam ter mais medo da reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), enquanto outros 43% declaram temer a volta da família do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) ao comando do país.
O resultado aponta para um empate numérico entre as duas opções. No levantamento anterior do instituto, divulgado em 21 de setembro, o receio da continuidade do governo Lula registrava 43%, ante 42% que temiam o retorno do grupo político de Bolsonaro.
Na pesquisa atual, 7% dos entrevistados afirmaram ter medo de ambos os cenários, enquanto 3% disseram não temer nenhuma das alternativas. Outros 2% não souberam ou não quiseram responder. A sondagem da Quaest expõe diferenças significativas nas respostas quando analisada por segmentos específicos do eleitorado:
- Público feminino: 47% das mulheres afirmam ter mais medo do retorno da família Bolsonaro ao poder, contra 37% que citam a permanência de Lula no governo.
- Beneficiários do Bolsa Família: A rejeição à volta do grupo bolsonarista atinge 57% entre os atendidos pelo programa social, enquanto 30% manifestam mais medo da reeleição do atual presidente.
A amostragem abrange a percepção pública após anúncios recentes do Executivo federal, como as restrições e proibição das empresas de apostas virtuais (bets) no país, formalizadas na última sexta-feira (25). A pesquisa ouviu 2.004 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 24 e 27 de setembro.
Encomendado pelo jornal O Globo e pela TV Globo, o levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-06520/2026. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%.
Pesquisa Quaest divulgada nesta quinta-feira (24) mostra que 56% dos entrevistados aprovam o governo de Jerônimo Rodrigues (PT) na Bahia, enquanto 35% desaprovam. Outros 9% não souberam ou não responderam.
Na comparação com o levantamento realizado em 27 de agosto, a aprovação oscilou de 57% para 56%, enquanto a desaprovação passou de 34% para 35%. O percentual dos que não souberam ou não responderam permaneceu o mesmo.
Já na avaliação da gestão, 38% consideram o governo positivo, mesmo percentual registrado em agosto. A avaliação regular caiu de 33% para 28%.
Por outro lado, a parcela que classifica a administração como negativa passou de 25% para 29%. O percentual dos que não souberam ou não responderam foi de 4% para 5%.
O levantamento ouviu 900 pessoas entre os dias 20 e 23 de setembro. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BA-01850/2026.
Flávio Bolsonaro e Lula lideram rejeição em nova pesquisa Quaest; fatia de indecisos cai no 1º turno
A nova pesquisa Quaest divulgada nesta segunda-feira (21) mostra que a proporção de eleitores indecisos para o primeiro turno da eleição presidencial caiu de 10% para 8%. O movimento acompanha um cenário de alta rejeição aos principais nomes da disputa, liderada pelo senador Flávio Bolsonaro (PL), com 56%, e pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), com 55%.
O levantamento foi encomendado pela Globo e pelo jornal O Globo. A Quaest consultou os entrevistados sobre quais pré-candidatos conhecem e não votariam de forma alguma. A taxa de rejeição registrada pelos concorrentes foi de:
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Flávio Bolsonaro (PL): 56% (eram 55% no levantamento anterior)
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Lula (PT): 55% (eram 55%)
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Romeu Zema (Novo): 43% (eram 40%)
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Ronaldo Caiado (PSD): 40% (eram 42%)
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Renan Santos (Missão): 35% (eram 30%)
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Escritor Augusto Cury (Avante): 28% (eram 26%)
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Rui Costa Pimenta (PCO): 25% (eram 24%)
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Samara Martins (UP): 13% (eram 13%)
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Edmilson Costa (PCB): 13% (eram 12%)
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Hertz Dias (PSTU): 11% (eram 11%)
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Veterinário Wilson Grassi (Democrata): 10% (eram 11%)
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Clariana Barão (DC): 9% (eram 11%)
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Leonardo Avalanche (PRTB): 7% (não constava no levantamento anterior)
Também ocorreu uma redução dos eleitores indecisos no primeiro turno, algo que reflete uma maior consolidação das escolhas do eleitorado a poucas semanas do pleito:
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Indecisos no 1º turno: 8% (eram 10% na pesquisa anterior)
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Branco / Nulo / Não vai votar: 7% (eram 7%)
Entre os eleitores que declararam opção por algum candidato no primeiro turno, o nível de convicção é elevado:
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Decisão definitiva: 79%
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Ainda pode mudar de voto: 21%
Essa tendência de queda no total de indecisos também se repetiu no principal cenário testado para o segundo turno entre Lula e Flávio Bolsonaro, no qual o percentual de indecisos recuou de 5% para 3%. A Quaest ouviu 2.004 pessoas de 16 anos ou mais entre os dias 17 e 20 de setembro.
A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-06004/2026.
Pesquisa Quaest divulgada nesta segunda-feira (21) aponta o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 37% das intenções de voto no primeiro turno da eleição presidencial, seguido pelo senador Flávio Bolsonaro (PL), que soma 33%. O levantamento foi encomendado pela Globo e pelo jornal O Globo.
Na pesquisa divulgada há uma semana, Lula registrava 36%, enquanto Flávio Bolsonaro marcava 31%. Na modalidade estimulada, na qual os nomes dos pré-candidatos são apresentados aos entrevistados, os resultados foram:
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Lula (PT): 37% (eram 36%)
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Flávio Bolsonaro (PL): 33% (eram 31%)
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Escritor Augusto Cury (Avante): 6% (eram 7%)
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Ronaldo Caiado (PSD): 4% (eram 4%)
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Renan Santos (Missão): 3% (eram 4%)
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Romeu Zema (Novo): 1% (era 1%)
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Samara Martins (UP): 1% (era 0%)
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Clariana Barão (DC): 0% (era 0%)
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Edmilson Costa (PCB): 0% (era 0%)
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Hertz Dias (PSTU): 0% (era 0%)
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Rui Costa Pimenta (PCO): 0% (era 0%)
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Veterinário Wilson Grassi (Democrata): 0% (era 0%)
-
Leonardo Avalanche (PRTB): 0% (não constava na pesquisa anterior*)*
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Indecisos: 8% (eram 10%)
-
Branco / Nulo / Não vai votar: 7% (eram 7%)
Entre os eleitores que declararam preferência por algum candidato:
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Decisão definitiva: 79%
- Ainda pode mudar de voto: 21%
A Quaest entrevistou 2.004 pessoas de 16 anos ou mais entre os dias 17 e 20 de setembro. A margem de erro do levantamento é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE)sob o número BR-06004/2026.
Uma pesquisa Quaest divulgada nesta segunda-feira (14) aponta que 37% das pessoas consideram que o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça tem agido de forma correta no embate com Alexandre de Moraes. Outros 16% veem Moraes como quem age corretamente.
O levantamento também apontou que 20% dos entrevistados consideram que "nenhum dos dois" tem agido de forma correta, e 25% não souberam responder. A margem de erro da pesquisa é de 2 pontos percentuais.
Os dados foram coletados em meio ao acirramento de uma disputa entre Moraes e Mendonça, que também transbordou para a corrida presidencial. Nesta terça-feira, o Supremo Tribunal Federal (STF) marcou sessão para decidir se abre investigação contra Moraes, depois que um relatório da Polícia Federal (PF) apontou diálogos entre o ministro e o banqueiro Daniel Vorcaro às vésperas da prisão dele, em 2025.
Uma nova pesquisa realizada pelo instituto Quaest e contratada pela Rede Bahia, divulgada nesta quinta-feira (27), apresenta o panorama das intenções de voto para a eleição de 2026. Os dados apontam um cenário de empate técnico entre os primeiros colocados na pesquisa estimulada, além de igualdade técnica na simulação de segundo turno.
O levantamento possui um nível de confiança de 95% e margem de erro de três pontos percentuais para mais ou para menos. Os resultados correspondem ao formato de pesquisa estimulada, no qual é apresentada ao entrevistado uma cartela com os nomes dos candidatos.
NO CENÁRIO 1
No primeiro cenário testado:
- ACM Neto (União): 40%;
- Jerônimo Rodrigues (PT): 37%;
- Maria Bona (PCO): 1%;
- Aroldo Felix (UP): 1%;
- Ronaldo Mansur (PSOL): 1%;
- Indecisos: 13%;
- Brancos, nulos ou nenhum: 7%.
NO CENÁRIO 2
No segundo cenário, com a inclusão de Ariel e a presença de ACM, a equivalência técnica na liderança é mantida:
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ACM Neto (União): 39%;
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Jerônimo Rodrigues (PT): 37%;
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Aroldo, Maria, Ariel Capristano e Ronaldo Mansur: 1% cada (com variação estimada de 0% a 4% dentro da margem);
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Indecisos: 12%;
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Brancos, nulos ou anularia: 8%.
SIMULAÇÃO NO 2° TURNO
O instituto também avaliou um eventual confronto direto de segundo turno, que também registra empate técnico:
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ACM: 44% (com variação entre 41% e 47% no limite da margem);
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Jerônimo: 41% (com variação entre 44% e 39% no limite da margem);
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Indecisos: 9%
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Votos em branco ou nulos: 6%
A pesquisa ouviu no total 900 eleitores entre os dias 23 e 26 de agosto, com votos de pessoas a partir de 16 anos.
O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), registrou apenas um ponto de queda na avaliação negativa do governo entre maio e junho. Segundo as informações do levantamento Genial/Quaest, divulgado nesta quarta-feira (10), o presidente apresenta uma avaliação negativa de 38% da população, cerca de um ponto a menos que os 39% registrados em maio.
A Quaest ouviu 2.004 eleitores de 16 anos ou mais por meio de entrevistas pessoais, domiciliares e presenciais feitas de 5 a 8 de junho. O nível de confiança das estimativas é de 95%, e a margem de erro máxima prevista é de cerca de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos. A pesquisa está registrada sob o código BR-07661/2026.
Para além da estabilidade na percepção negativa, os números positivos do governo também foram mantidos. Nesta pesquisa de junho, Lula manteve a avaliação positiva do governo junto a 34% dos eleitores, o mesmo índice de maio. Por fim, para 26% dos entrevistados, o governo Lula tem uma administração considerada “regular”. O índice subiu um ponto em comparação ao mês de maio.
Pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (8) confirma a recuperação da aprovação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva que outros levantamentos já tinham mostrado. Nos números mais recentes, com pesquisas realizadas nos primeiros cinco dias de outubro, a Quaest apurou que a aprovação de Lula subiu de 46% para 48%.
Já a desaprovação teria caído dos 51% verificados na pesquisa de setembro para 49% agora em outubro. O resultado mostra um empate técnico dentro da margem de erro de dois pontos.
O crescimento da aprovação do presidente Lula revela uma rápida recuperação após ter chegado ao pior momento do seu governo no mês de maio. Na pesquisa Quaest daquele mês, a desaprovação de Lula estava em 57%, e a aprovação em 40%, uma diferença de 17%.
Em cinco meses a diferença entre desaprovação e aprovação caiu para apenas um ponto percentual. O melhor desempenho de Lula visto até então foi em janeiro, com 47%.
Desde julho o crescimento da aprovação do presidente passou a ser mais acelerado, principalmente por conta da reação do governo ao tarifaço imposto aos produtos brasileiros pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, com foco na defesa da soberania nacional.
O tarifaço foi anunciado por Trump, entre outras coisas, pelo julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no Supremo Tribunal Federal (STF), na ação sobre tentativa de golpe de Estado em 2022.
Outra influência positiva que pode ter ajudado a melhorar o desempenho de Lula tem relação com a aprovação do projeto que eleva a faixa de isenção do Imposto de Renda para pessoas que ganham até R$ 5 mil. O projeto é considerado a maior prioridade do governo Lula, e sua aprovação por unanimidade na Câmara dos Deputados, no último dia 1º, tem potencial para elevar em alguns pontos a aprovação do presidente e do governo federal.
Para o levantamento, a Quaest ouviu 2.004 pessoas, pessoalmente, entre 2 e 5 de outubro. A margem de erro é de 2%. O nível de confiança é de 95%.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Valdemar Costa Neto
"Não gostei".
Disse o presidente nacional do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto ao comentar a carta divulgada por Flávio Bolsonaro (PL), candidato derrotado à Presidência nesta quarta-feira (28). No pronunciamento, Flávio afirma que pretende liderar a oposição brasileira do exterior.