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O Reino Unido está desenvolvendo um equipamento capaz de identificar o câncer de pâncreas por meio da respiração. A tecnologia, chamada Vapor, funciona de forma semelhante a um bafômetro e detecta substâncias químicas liberadas no ar expirado pelos pacientes.
A pesquisa é conduzida pelo Imperial College London, com apoio da organização sem fins lucrativos Pancreatic Cancer UK. O estudo prevê a testagem do aparelho em cerca de 6 mil pacientes distribuídos em 40 cidades do país. Até o momento, não há previsão para a conclusão dessa etapa.
De acordo com a Pancreatic Cancer UK, os resultados iniciais são considerados positivos. Em agosto, a entidade informou que os testes mostraram capacidade de identificar o câncer de pâncreas com precisão, inclusive em fases iniciais da doença.
Em outubro, a diretora executiva da organização, Diana Jupp, afirmou que o Vapor pode representar a invenção mais relevante para salvar vidas nas últimas cinco décadas. O dispositivo é visto como promissor por atuar em um dos principais desafios do combate à doença, que é o diagnóstico precoce.
Segundo o livro, que estará à venda a partir da próxima segunda-feira (24), Jobs optou por tratamentos alternativos e gastou fortunas com pesquisas médicas.
O biógrafo relata que Jobs confessou a ele que, no final, arrependeu-se da decisão de adiar a cirurgia. E recebeu tratamento contra o câncer em segredo, ao mesmo tempo em que dizia para as pessoas que estava curado.
De acordo com Isaacson, os médicos disseram a Jobs, em 2003, quando foi diagnosticado com a doença, que a enfermidade "estava entre os 5% dos cânceres de pâncreas que podem ser curados".
"Mas Steve Jobs não quis ser operado. (...) Tentou tratar a enfermidade com dieta. Visitou pessoas espíritas. Tentou diversas formas de tratamento macrobiótico", contou.
Apesar de pessoas próximas aconselharem o empresário a interromper as medicinas alternativas, apenas 9 meses depois ele optou pela operação. “Foi muito tarde porque, no momento da cirurgia, os médicos se deram conta de que o mal havia se espalhado aos tecidos próximos ao pâncreas”, lembra Isaacson.
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Navi Pillay
"Talvez dividiria com Trump".
Disse a vencedora do Prêmio Nobel da Paz de 2026 nesta sexta-feira (9), a jurista sul-africana Navanethem "Navi" Pillay ao brincar com a reação do público e declarou que, se os aplausos continuassem, "talvez dividiria o prêmio com Trump". Em tom descontraído, a premiada questionou se o anúncio era real: "Como advogada e juíza, ainda quero verificar se tudo isso é verdade", brinca.