Artigos
Sobre memória, esquecimento e a hora do voto
Multimídia
Diego Castro minimiza divergências entre Michelle e Flávio Bolsonaro: “Acontece nas melhores famílias”
Entrevistas
Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
pancreas
O Reino Unido está desenvolvendo um equipamento capaz de identificar o câncer de pâncreas por meio da respiração. A tecnologia, chamada Vapor, funciona de forma semelhante a um bafômetro e detecta substâncias químicas liberadas no ar expirado pelos pacientes.
A pesquisa é conduzida pelo Imperial College London, com apoio da organização sem fins lucrativos Pancreatic Cancer UK. O estudo prevê a testagem do aparelho em cerca de 6 mil pacientes distribuídos em 40 cidades do país. Até o momento, não há previsão para a conclusão dessa etapa.
De acordo com a Pancreatic Cancer UK, os resultados iniciais são considerados positivos. Em agosto, a entidade informou que os testes mostraram capacidade de identificar o câncer de pâncreas com precisão, inclusive em fases iniciais da doença.
Em outubro, a diretora executiva da organização, Diana Jupp, afirmou que o Vapor pode representar a invenção mais relevante para salvar vidas nas últimas cinco décadas. O dispositivo é visto como promissor por atuar em um dos principais desafios do combate à doença, que é o diagnóstico precoce.
Segundo o livro, que estará à venda a partir da próxima segunda-feira (24), Jobs optou por tratamentos alternativos e gastou fortunas com pesquisas médicas.
O biógrafo relata que Jobs confessou a ele que, no final, arrependeu-se da decisão de adiar a cirurgia. E recebeu tratamento contra o câncer em segredo, ao mesmo tempo em que dizia para as pessoas que estava curado.
De acordo com Isaacson, os médicos disseram a Jobs, em 2003, quando foi diagnosticado com a doença, que a enfermidade "estava entre os 5% dos cânceres de pâncreas que podem ser curados".
"Mas Steve Jobs não quis ser operado. (...) Tentou tratar a enfermidade com dieta. Visitou pessoas espíritas. Tentou diversas formas de tratamento macrobiótico", contou.
Apesar de pessoas próximas aconselharem o empresário a interromper as medicinas alternativas, apenas 9 meses depois ele optou pela operação. “Foi muito tarde porque, no momento da cirurgia, os médicos se deram conta de que o mal havia se espalhado aos tecidos próximos ao pâncreas”, lembra Isaacson.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Manno Góes
"A festa baiana enfrenta hoje a forte concorrência de capitais como São Paulo. Consequentemente, os turistas de fora deixaram de vir com a mesma frequência, e o público atual tem sido sustentado pelo turismo interno, com moradores do interior da Bahia se deslocando para a capital".
Disse o músico e compositor Manno Góes analisou o atual cenário cultural da Bahia e fez reflexões sobre os desafios e a estagnação do Carnaval de Salvador, durante entrevista concedida ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador.