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palhacos do rio vermelho
Os Palhaços do Rio Vermelho, movimento cultural que se transformou em patrimônio reconhecido pelo município, já tem data definida para desfilar em 2026.
A festa acontecerá no dia 31 de janeiro, último final de semana do mês, e para 2026, a expectativa do público é de uma festa ainda maior após o reconhecimento da Câmara Municipal de Salvador.
A saída das fanfarras acontece da quadra da Paciência, percorrendo o Rio Vermelho com destino a rua Fonte do Boi.
O movimento, que já tinha sido reconhecido no Calendário Oficial de Eventos da capital baiana, foi contemplado com o reconhecimento de Patrimônio Cultural de Salvador, e com isso, a festa recebe mais atenção, além de ações de preservação, valorização e registro, por parte dos órgãos públicos.
Em entrevista ao Bahia Notícias, a servidora pública Lúcia Menezes, presidente do Instituto Artístico e Sociocultural Palhaços do Rio Vermelho, e uma das idealizadoras do movimento que completou 15 anos em 2025, frisou a importância da celebração para a região.
"São 15 anos de resistência, nós somos resistentes e como eu digo sempre eu não largo o osso. Eu estou desde o início e na luta, porque é uma batalha anual, é uma batalha grande para gente conseguir recursos, eu já botei muitas vezes no meu bolso, porque todo ano, tem essa ameaça de não sair. E fazendo parte do calendário oficial da Prefeitura, os recursos, a infraestrutura, a logística, passa a ter esse apoio municipal para acontecer. Não que eles vão pagar tudo, mas com isso, iremos receber uma ajuda de custo para a realização, o que é essencial."
É oficial, a Festa dos Palhaços do Rio Vermelho se tornou um dia oficial no calendário de eventos da capital baiana.
O Projeto de Lei apresentado pelo vereador Sílvio Humberto (PSB), presidente da Comissão de Cultura, foi aprovado na Câmara Municipal de Salvador.
Promovido pelo Instituto Artístico e Sociocultural Palhaços do Rio Vermelho, o desfile acontece sempre no penúltimo sábado antes do Carnaval, reunindo milhares de pessoas nas ruas do bairro com um cortejo gratuito, sem cordas e repleto de fantasias, cores, música e performances.
A festa, que surgiu na contramão do que o mercado pedia para o Carnaval, mantém a tradição da folia e reúne um público diverso para brincar nas ruas de um dos bairros mais turísticos da capital.
Com a inclusão da festa no calendário oficial de celebrações da capital baiana, e consequentemente a criação do Dia Municipal do Desfile dos Palhaços do Rio Vermelho, a servidora pública Lúcia Menezes, presidente do Instituto Artístico e Sociocultural Palhaços do Rio Vermelho, entende que o movimento terá mais força para acontecer e ser organizado de uma forma que dê menos dor de cabeça e mais diversão para quem faz e quem curte.
"São 15 anos de resistência, nós somos resistentes e como eu digo sempre eu não largo o osso. Eu estou desde o início e na luta, porque é uma batalha anual, é uma batalha grande para gente conseguir recursos, eu já botei muitas vezes no meu bolso, porque todo ano, tem essa ameaça de não sair. E fazendo parte do calendário oficial da Prefeitura, os recursos, a infraestrutura, a logística, passa a ter esse apoio municipal para acontecer. Não que eles vão pagar tudo, mas com isso, iremos receber uma ajuda de custo para a realização, o que é essencial."
A festa dos Palhaços do Rio Vermelho ainda pode ser transformada em Patrimônio Imaterial de Salvador.
"Tudo era apenas uma brincadeira, e foi crescendo, crescendo, me absorvendo, e de repente…", a Festa dos Palhaços do Rio Vermelho se transformou em uma tradição no calendário soteropolitano de festas do verão.
Diferente da história cantada por Peninha em 'Sonhos', a história dos Palhaços do Rio Vermelho tem uma continuação feliz, porque está longe de ter um final. E a relação com a música não é apenas uma piada, tudo realmente começou como uma brincadeira que foi crescendo.
A movimentação para salvaguardar tradições populares em Salvador segue a todo vapor, e após projetos de indicação envolvendo estilos musicais e outros fazeres culturais, a tentativa da Câmara Municipal de Salvador é de proteger e valorizar outra iniciativa 100% soteropolitana: dar a festa "Palhaços do Rio Vermelho" o título de Patrimônio Cultural Imaterial do Município de Salvador.
Foto: Fernando Naiberg/ Divulgação
Em entrevista ao Bahia Notícias, a servidora pública Lúcia Menezes, presidente do Instituto Artístico e Sociocultural Palhaços do Rio Vermelho, e uma das idealizadoras do movimento que completou 15 anos em 2025, falou sobre a festa, que teve início antes mesmo da folia arrastar mais de 15 mil pessoas pelas ruas do bairro.
"Em 86, quando a gente se juntou com o Rui Santana, que é meu irmão e foi o criador dessa festa, eram 20 pessoas, amigos, irmãos, na minha casa fazendo esse movimento, de sair fantasiado de palhaços na avenida. Passamos quatro anos assim, e foi crescendo, 20, 40, 80, 120 pessoas… Naquele momento eu falei: ‘Vamos dar uma segurada, porque já tá muito grande’."
A festa surgiu na contramão do que o mercado pedia para o Carnaval. Era a época em que os abadás estavam estourando na avenida, e as fantasias, tradição de quem brincava a folia na rua, passou a ser “aposentada” pelo público.
Foto: Fernando Naiberg/ Divulgação
“Naquele momento a gente estava muito na contramão porque a fantasia já tinha sumido, os blocos de índios já não tinham mais tanta força, tudo estava acontecendo tipo um rolo compressor. Só que em 2010, quando a gente saiu de palhaço nos Mascarados, a gente viu que poderia ir além. Mas não pensávamos nunca que chegasse aonde chegou. Quando eu penso em, 5 mil, 8 mil, 10 mil pessoas, me dá um frio na barriga."
Promovido pelo Instituto Artístico e Sociocultural Palhaços do Rio Vermelho, o desfile acontece sempre no penúltimo sábado antes do Carnaval, reunindo milhares de pessoas nas ruas do bairro com um cortejo gratuito, sem cordas e repleto de fantasias, cores, música e performances.
"Quando a gente começou, a festa atraía mais o pessoal +50. Hoje a gente atrai todas as gerações. Já tinha essa coisa lúdica da criança fantasiada, mas, esse ano, por exemplo, alguém colocou um pula-pula na quadra, tinha muitas crianças lá esperando a saída do desfile. Nosso movimento não foi proposital, foi algo espontâneo que as pessoas se identificaram com isso, com o som das marchinhas, com essa brincadeira que existe, com perna de pau, com malabares. Foi espontâneo e não existe nada melhor na vida do que você saber que você é responsável ou saber que você proporcionou uma coisa tão espontânea. E a espontaneidade, eu acho, é o que faz acontecer para mim."
Foto: Ulisses Gama
Segundo Lúcia, a festa cresceu a ponto de trazer pessoas do interior do estado para participar do desfile.
"Nós temos coletivos e diversas outras manifestações do interior do estado que participam da festa. São mais de 500 pessoas trabalhando para colocar o movimento na rua, a gente tem pessoas envolvidas entre receptivo de ônibus, acompanhar para alimentação, local de se vestirem, onde estacionar os carros, as vans. Alguns são voluntários e outros já remunerados."
Ao site, Lúcia pontua a importância da festa para a cultura baiana e para o turismo na capital, e como calendarizar o movimento consegue impactar na realização e consolidação da festa.
"Foi um salto grande que demos. A gente ser reconhecido como um movimento que agrega e que atende a demanda, a carência do que a sociedade, do que a comunidade precisa. A festa tem impacto cultural, além de fomentar o turismo, a economia. Não é só a brincadeira, nós movimentamos o comércio com a venda de fantasias, adereços, os ambulantes, os bares que estão lotados, então, se você somar tudo que está em volta desse movimento da gente, é realmente é muito forte sim."
Com a inclusão da festa no calendário oficial de celebrações da capital baiana, e consequentemente a criação do Dia Municipal do Desfile dos Palhaços do Rio Vermelho, Lúcia entende que o movimento terá mais força para acontecer e ser organizado de uma forma que dê menos dor de cabeça e mais diversão para quem faz e quem curte.
Foto: Fernando Naiberg/ Divulgação
"São 15 anos de resistência, nós somos resistentes e como eu digo sempre eu não largo o osso. Eu estou desde o início e na luta, porque é uma batalha anual, é uma batalha grande para gente conseguir recursos, eu já botei muitas vezes no meu bolso, porque todo ano, tem essa ameaça de não sair. E fazendo parte do calendário oficial da Prefeitura, os recursos, a infraestrutura, a logística, passa a ter esse apoio municipal para acontecer. Não que eles vão pagar tudo, mas com isso, iremos receber uma ajuda de custo para a realização, o que é essencial."
Ao ser transformado em Patrimônio Imaterial de Salvador, faz com que o movimento tenha garantido a salvaguarda do patrimônio; o respeito ao patrimônio cultural imaterial das comunidades, grupos e indivíduos envolvidos; a conscientização no plano local, nacional e internacional da importância do patrimônio cultural imaterial e de seu reconhecimento recíproco; e a cooperação e a assistência internacionais.
Para além da folia de verão, a presidente do Instituto Artístico e Sociocultural Palhaços do Rio Vermelho, afirma que a intenção do movimento é de "promover trabalhos sociais na área da educação, do esporte". "Estamos com planos para capacitar as costureiras, e promover ações muito maiores do que só o entretenimento, que já é bacana, é, mas o social é carente, a gente precisa fazer."
Os Palhaços do Rio Vermelho irão debutar em 2025. O movimento cultural que promove o resgate da cultura popular através do Carnaval de fantasia, celebra 15 anos de história com um desfile especial.
A festa irá acontecer no dia 15 de fevereiro, no Rio Vermelho, a partir das 19h. A saída das fanfarras acontece da quadra da Paciência com destino a rua Fonte do Boi.
Apesar dos 15 anos de desfile, a história dos Palhaços do Rio Vermelho teve início em 1980, quando amigos e familiares se uniram para celebrar o Carnaval das antigas, sem as amarras dos abadás, cordas e camarotes, que já tinham invadido os grandes circuitos.
A história é contada pelo artista plástico Ruy Santana, no documentário ‘Palhaços do Rio Vermelho – o curta’, lançado em 2021.
O desfile de tornou cativo no calendário de festas da capital baiana e cumpriu o objetivo de promover o resgate da tradição, reunindo desde os mais velhos que curtiam o Carnaval nos moldes antigos, aos mais novos, curiosos pela nostalgia da liberdade da festa.
Tradicional no pré-carnaval de Salvador, os Palhaços do Rio Vermelho vão invadir as ruas do bairro boêmio da capital baiana na noite deste sábado (27), a partir das 19h. Para a realização do desfile, a Transalvador informa que o tráfego de veículos no bairro sofrerá algumas alterações.
O trânsito será interditado das 17h às 23h na seguintes vias: Rua da Paciência (Saída quadra poliesportiva), Rua Guedes Cabral, Rua Borges dos Reis, Praça Colombo, Largo da Mariquita, Rua Odilon Santos, Rua da Fonte do Boi (Chegada Hotel Ibis).
Ocorrerá o desvio do tráfego de veículos, das 17h às 23h, nas seguintes vias: Av. Oceânica (na altura da Rua da Paciência, na interseção com a Rua Eurycles de Mattos), Av. Cardeal da Silva (na altura da Rua Almirante Barroso), Rua Conselheiro Pedro Luiz (na altura do Largo da Mariquita), Largo da Mariquita, Rua João Gomes na interseção com o Largo de Santana para a Av. Cardeal da Silva.
Os veículos que circulam pelo trecho interditado, terão como opções de tráfego;
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Provenientes da Rua Oswaldo Cruz e Rua Conselheiro Pedro Luiz: Av. Juracy Magalhães Jr. / Rua do Canal, Rua Lucaia, Av. Anita Garibaldi ou Rua João Gomes, Av. Cardeal da Silva;
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Com destino a Pituba: Rua Eurycles de Mattos, Av. Anita Garibaldi, Rua Lucaia, Av. Juracy Magalhães Jr;
Haverá instalação de barreiras móveis, das 17h às 23h, nos seguintes pontos:
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Av. Cardeal da Silva / Rua Cel. José Galdino de Souza (SEMOB);
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Rua da Paciência / Rua Eurycles de Mattos;
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Rua João Gomes / Largo de Santana (desvio para Av. Cardeal da Silva).
A partir das 18h às 23h, haverá instalação das barreiras móveis na Av. Cardeal da Silva com a Rua Almirante Barroso.
Em continuidade, haverá a implantação de barreiras móveis, desta vez a partir das 19h às 23h, no Largo da Mariquita (sentido Rua Odilon Santos, desvio para a Rua João Gomes). Será proibido o estacionamento de veículos, das 6h às 23h, na Rua do Meio.
Os acessos aos residentes e/ou domiciliados nas vias interditadas serão liberados mediante comprovação de endereço.
A Transalvador destaca que o tráfego de veículos nas vias interditadas e na Rua Conselheiro Pedro Luiz voltará à normalidade desde que as condições de segurança no trânsito permitam.
A festa dos Palhaços do Rio Vermelho já tem data definida para acontecer em 2024.
Tradição do pré-Carnaval na capital baiana, o desfile realizado pelos moradores do bairro do Rio Vermelho irá acontecer no dia 27 de janeiro, uma semana antes da festa de Iemanjá, a partir das 19h. O anúncio foi feito na página oficial do movimento.
Criado na década de 80, a celebração ganhou força nas ruas de um dos bairros mais boêmios da capital baiana em 2009. A ideia é levar para as ruas a energia dos carnavais antigos, com bandas de marchinha, confete, serpentina e fantasias.
O desfile acontece entre as ruas da Paciência e Guedes Cabral, na orla do Rio Vermelho.
Os Palhaços do Rio Vermelho celebram 10 anos de existência em 2020, consagrando o espírito lúdico da infância através da figura do palhaço. Neste ano, o grupo desfila neste sábado (8), com concentração às 17h, na Quadra Esportiva na Rua da Paciência e saída às 19h.
Para o desfile, os Palhaços vão intensificar ainda mais a sua atuação, ampliando as intervenções artístico-cultural no bairro. O Movimento vai aproximar várias linguagens artísticas como artes plásticas, circenses e teatrais, através de ações que vão transformar o Rio Vermelho em um picadeiro cultural. O desfile ganha uma nova ala batizada do Rei da Coringada, que será acompanhada do grupo percussivo Toca Tambor.
“A expectativa é bem grande, ano passado foi um público que a gente não imaginava e sempre vem aumentando. Um público que vem fantasiado, com grupos de amigos e família, é sempre prazeroso. O nosso objetivo sempre foi isso, é uma retomada desse carnaval do povo para o povo, sem amarras, sem cordas”, explica Ruy Santana, um dos fundadores do movimento.
Para Bruno Leal, produtor do projeto, o desfile deixou de ser alegórico. “Trata-se da manutenção das principais manifestações folclóricas e culturais de todo o estado da Bahia. Aos poucos nos tornamos visibilidade para que o interior seja percebido pela população da capital e dos turistas que por aqui estão. Próximo passo é fixarmos o dia do nosso desfile no calendário anual das festas populares do município e do estado. É irreversível!”, conclui.
Embalados pelo som do Micro Trio e de O Povo Pediu, os Palhaços do Rio Vermelho realizam um ensaio pré-Carnaval neste domingo (27), a partir das 15h, no Parador Z1, no Largo da Dinha, em Salvador. Na ocasião, Andrezão Simões e Márcia Short entregam suas coroas e cetros para os novos reis: o cantor Jau e a gestora do Teatro Sesi Rio Vermelhom Rosa Villas-Boas. Este ano o artista plástico Guache Marques assina a camisa artística do movimento, que será lançada durante o ensaio geral e poderá ser adquirida por R$ 40.
SERVIÇO
O QUÊ: Ensaio Geral dos Palhaços do Rio Vermelho
QUANDO: Domingo, 27 de janeiro, às 15h
ONDE: Parador Z1 - Largo de Santana – Rio Vermelho – Salvador (BA)
Os Palhaços do Rio Vermelho irão coroar os novos reis do Carnaval 2019 durante o Ensaio Geral no dia 27 de janeiro, no Parador Z1, no Rio Vermelho, a partir das 15h convocam a todos para a coroação dos novos reis do carnaval 2019.
A “palhaçada” contará com o som do Micro Trio e de O Povo Pediu. Este ano, os homenageados do evento são o professor Nelson Pretto e a educadora Anna Penido, ex-coordenadora do projeto comunitário Bairro – Escola Rio Vermelho.
Durante a festa será lançada a edição de 2019 da camisa artística do movimento cultural, que este ano é assinada pelo artista plástico Guache Marques.
SERVIÇO
O QUÊ: Ensaio Geral Palhaços do Rio Vermelho
QUANDO: Domingo, 27 de janeiro, às 15h
ONDE: Parador Z1, Largo de Santana, Rio Vermelho
VALOR: R$40
Os grupos “O Bagunçado”, “Zambiapunga de Taperoá”, “Grupo Cultural” e “O Povo Pediu” serão responsáveis por puxar o cortejo. Além de uma trupe circense de malabaristas e pernas de pau do "Tudo X Transforma", um carro alegórico com o homenageado Cacau do Pandeiro e os reis dos palhaços, Sylvia Patrícia e o cantor Magary Lord, também participam da festa. O "Palhaços do Rio" pretende levar 10 mil pessoas às ruas do bairro.
Aberto ao público, o desfile tem participação gratuita e os participantes são convidados a se caracterizar de palhaço. Durante a concentração, maquiadores cênicos estarão disponíveis para atender aos interessados. A Transalvador e a Polícia Militar estarão presentes para monitorar o evento.
Desfile dos Palhaços do Rio Vermelho
Atrações: Banda Marmelada, Zambiapunga de Taperoá, Bagunçaço, O Povo Pediu, Tudo X Transforma, trupe circense e carro alegórico com Magary Lord, Sylvia Patrícia e Cacau do Pandeiro
Data: 23 de janeiro (sábado), com concentração a partir das 17h e saída às 19h
Roteiro: saída da rua Fonte do Boi com destino ao Largo de Santana, passando pelas ruas Osvaldo Cruz e João Gomes
Participação: Gratuito
*Camisa opcional à venda no restaurante Pós Tudo, Boteco do França e Dona Xica
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ricardo Maia
"Sim [estive em contato com aliados de ACM Neto]. Conversamos com todo mundo. Colegas deputados federais, temos a disputa dos dias de campanhas, mas depois abrimos o diálogo com todos os partidos. Mas nada foi formalmente dito, pois acredito que minha postura política é de estar ao lado de Jerônimo".
Disse o deputado federal Ricardo Maia (MDB) ao descartar qualquer movimento de migração do seu apoio para a base de oposição ao governador Jerônimo Rodrigues (PT), em 2026.