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Artigos

Cintia Deffontaines
Empresas, inspirem-se na Copa do Mundo

Empresas, inspirem-se na Copa do Mundo

A Copa do Mundo talvez seja o maior exercício de diversidade global que existe. Em nenhum outro evento esportivo – com exceção das Olimpíadas – vemos reunidas tantas nacionalidades, culturas, religiões e histórias diferentes compartilhando o mesmo palco. Por isso, além da paixão pelo futebol, ela nos convida a refletir sobre uma questão importante: será que a diversidade que vemos nos gramados se reflete nos espaços de poder e liderança das sociedades? 

Multimídia

Rosemberg prevê vitória de Jerônimo contra ACM Neto no 1º turno

 Rosemberg prevê vitória de Jerônimo contra ACM Neto no 1º turno
Em entrevista ao podcast Projeto Prisma, com Fernando Duarte, o deputado estadual Rosemberg Pinto (PT) afirmou ter confiança na vitória do atual governador Jerônimo Rodrigues na disputa contra ACM Neto (União) pelo governo do estado.

Entrevistas

Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto

Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
Foto: Divulgação / Agência AL-BA
De volta à Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) desde janeiro, após assumir a vaga aberta com a morte do deputado Alan Sanches, Luciano Ribeiro (União) concedeu entrevista ao Bahia Notícias na última semana e falou sobre a produtividade do Legislativo para 2026, ano que será marcado pela disputa eleitoral, e o cenário político para a corrida ao governo da Bahia. O deputado também tratou da formação da chapa de oposição e afirmou que, neste momento, descarta disputar a reeleição. Desde o seu retorno, Luciano passou a ocupar a vice-liderança da oposição e a vice-presidência da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa.

mundial 2026

Bon Jovi vira trilha das pausas para hidratação e embala torcedores na Copa do Mundo
Fotos: Divulgação / The Latin Recording Academy | Rafael Ribeiro / CBF

As pausas para hidratação da Copa do Mundo de 2026 ganharam uma trilha sonora própria. Enquanto os jogadores deixam o campo por alguns minutos para se hidratar, os alto-falantes dos estádios têm embalado torcedores com “Livin’ on a Prayer”, clássico do Bon Jovi lançado em 1986.

 

A canção, uma das mais conhecidas da banda norte-americana, passou a marcar um dos momentos mais comentados do Mundial. Em vez de silêncio ou apenas orientações das equipes, as paralisações têm sido acompanhadas por um coro nas arquibancadas, reunindo torcedores de diferentes países em torno do refrão conhecido mundialmente.

 

“Livin’ on a Prayer” foi lançada como single do álbum “Slippery When Wet”, trabalho que consolidou o Bon Jovi entre os principais nomes do rock dos anos 1980. A música chegou ao topo da Billboard Hot 100 e se tornou uma das faixas de maior alcance da carreira do grupo liderado por Jon Bon Jovi.

 

O som característico da música também é parte da identidade do hit. A introdução com o efeito de talk box na guitarra de Richie Sambora ajudou a transformar a faixa em uma das mais reconhecíveis do rock comercial da década.

 

Quarenta anos depois, a canção segue acumulando números expressivos nas plataformas digitais. No Spotify, “Livin’ on a Prayer” já ultrapassou a marca de 2 bilhões de reproduções. No YouTube, o videoclipe oficial também soma mais de 1,4 bilhão de visualizações.

 

Na Copa do Mundo, a música ganhou novo uso. Durante as pausas para hidratação, o refrão tem funcionado como ponto de encontro entre torcedores de diferentes nacionalidades. A escolha também chama atenção por combinar com a atmosfera dos estádios norte-americanos, onde músicas clássicas do rock costumam fazer parte da experiência esportiva.

 

As paralisações para hidratação são uma das novidades mais debatidas desta edição da Copa. A Fifa adotou o procedimento como medida relacionada às condições climáticas e ao desgaste dos atletas durante o torneio disputado em Estados Unidos, México e Canadá.

 

Dentro desse contexto, “Livin’ on a Prayer” acabou se tornando uma espécie de trilha informal desses intervalos. A música não muda o andamento da partida, mas transformou uma pausa técnica em um momento de participação das arquibancadas.

 

O resultado é uma cena recorrente no Mundial: jogadores recebendo orientações à beira do campo, comissões técnicas ajustando detalhes e milhares de torcedores cantando um clássico lançado quatro décadas antes da competição.

Com a França em campo, confira os jogos da Copa do Mundo desta terça-feira

Após as classificações de Brasil, Paraguai e Holanda às oitavas de final da Copa do Mundo de 2026 na segunda-feira (29), a competição segue nesta terça-feira (30) com outros três confrontos decisivos pela fase de 16 avos de final.

 

Abrindo a programação, Costa do Marfim e Noruega se enfrentam às 14h, no AT&T Stadium, em Arlington, no Texas. Mais tarde, às 18h, Suécia e França medem forças no MetLife Stadium, em Nova Jersey. Fechando o dia, o México encara o Equador às 22h, no Estádio Azteca, na Cidade do México.

 

CONFIRA OS HORÁRIOS E ONDE ASSISTIR AOS JOGOS DESTA TERÇA-FEIRA (30)

 

14h - Costa do Marfim x Noruega

Transmissão: TV Globo, SporTV, Globoplay, geTV, SBT, NSports e CazéTV

 

18h - Suécia x França

Transmissão: TV Globo, SporTV, Globoplay, geTV, SBT, NSports e CazéTV

 

22h - México x Equador

Transmissão: CazéTV

 

RESULTADOS DE SEGUNDA-FEIRA (29)

Brasil 2 x 1 Japão

Alemanha 1 x 1 Paraguai (Paraguai venceu por 4 a 3 nos pênaltis)

Holanda 1 x 1 Marrocos (Marrocos venceu por 3 a 2 nos penaltis) 
 

Campeão da Copa do Mundo pode faturar R$ 250 milhões; veja premiação do torneio
Foto: Divulgação / Fifa

A Copa do Mundo de 2026 vale muito mais do que prestígio esportivo. Além da taça mais cobiçada do futebol, as seleções participantes disputam uma premiação bilionária distribuída pela Fifa ao longo do torneio.

 

Ao todo, a entidade destinará US$ 655 milhões (cerca de R$ 3,2 bilhões) às 48 federações classificadas para o Mundial. A quantia representa um dos maiores volumes de premiação já distribuídos em uma competição esportiva.

 

Mesmo as seleções eliminadas na fase de grupos receberão uma parcela significativa. Cada participante tem garantidos US$ 9 milhões (aproximadamente R$ 45 milhões) apenas por disputar a competição.

 

Os valores aumentam à medida que as equipes avançam no mata-mata. O grande campeão levará US$ 50 milhões, o equivalente a cerca de R$ 250 milhões.

 

O vice-campeão receberá US$ 33 milhões (R$ 166 milhões), enquanto o terceiro e o quarto colocados embolsarão US$ 29 milhões (R$ 145 milhões) e US$ 27 milhões (R$ 135 milhões), respectivamente.

 

Confira a lista de premiação da Copa do Mundo: 
Campeão: US$ 50 milhões (R$ 250 milhões)
Vice-campeão: US$ 33 milhões (R$ 166 milhões)
3º lugar: US$ 29 milhões (R$ 145 milhões)
4º lugar: US$ 27 milhões (R$ 135 milhões)
Participação na fase de grupos: US$ 9 milhões (R$ 45 milhões)


Os valores da Copa do Mundo superam as principais premiações do futebol sul-americano e brasileiro. Para efeito de comparação, o Flamengo recebeu cerca de R$ 50 milhões pelo título do Campeonato Brasileiro da última temporada. Já a conquista da Libertadores rendeu ao clube carioca aproximadamente R$ 190 milhões.

 

Assim, a premiação destinada ao campeão mundial supera em cerca de R$ 60 milhões o valor pago ao vencedor da principal competição de clubes da América do Sul.

 

Embora a Fifa repasse os valores às federações nacionais, parte da quantia costuma ser distribuída aos atletas e membros das comissões técnicas.

 

Segundo reportagem do UOL, a CBF adota um modelo de divisão em caso de conquista brasileira. Do valor reservado para bonificação da delegação, 70% são destinados aos jogadores e os outros 30% são repartidos entre integrantes da comissão técnica e demais profissionais que acompanham a Seleção.

 

Com isso, além da chance de conquistar o hexacampeonato, os atletas brasileiros também podem receber uma recompensa financeira expressiva caso o Brasil levante a taça nos Estados Unidos, México e Canadá.

Vinícius Júnior projeta título da Copa e mira "recolocar Brasil no lugar de onde nunca deveria ter saído"
Foto: Leonardo Baran / Bahia Notícias

Um dos destaques da vitória por 3 a 0 sobre o Haiti, nesta sexta-feira (19), Vinícius Júnior deixou o campo com motivos de sobra para comemorar. Além de marcar um gol e participar diretamente da construção do resultado, o atacante falou sobre o principal objetivo da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2026: recolocar o país no topo do futebol mundial.

 

Em entrevista coletiva concedida à imprensa no Lincoln Financial Field, após a partida, o camisa 7 destacou a importância pessoal de conquistar o Mundial com a camisa da Seleção e afirmou que pretende seguir evoluindo ao longo da competição.

 

"Ganhar a Copa pelo Brasil significa muito pra mim. Espero poder seguir nesse nível e evoluindo para levar o Brasil ao lugar onde ele nunca deveria ter saído", declarou o camisa 7. 

 

O atacante também comentou a lesão sofrida por Raphinha ainda no primeiro tempo. Vinícius demonstrou preocupação com o companheiro e ressaltou a importância do jogador para o grupo comandado por Carlo Ancelotti.

 

"Acho que foi a posterior. Muito triste pelo Rafa [Raphinha]. Sofrer lesão é sempre complicado, ainda mais com o Rafa sendo um jogador muito importante para nós. Ele sofreu muito com lesões nessa temporada e esperamos que não seja nada grave e ele siga na Copa com a gente", lamentou. 

 

Durante o confronto, Vinícius atuou em uma função diferente da habitual, mais centralizado no ataque. Segundo ele, a mudança foi um pedido direto de Ancelotti, responsável por ajustar a equipe após a saída de Raphinha.

 

"Depende muito do jogo e depende muito do adversário. Hoje joguei numa posição diferente, onde o mister pediu para eu jogar por dentro, entre os dois zagueiros. A verdade é que eu não jogo muito por ali, mas sempre que o mister me pede e fala que tenho que jogar por ali eu marco gols. Tenho que escutar muito mais vezes ele. Seguramente ele vai falar para mim no vestiário que entende muito de futebol", contou Vini. 

 

Sobre o desempenho coletivo, o atacante avaliou que a equipe mostrou evolução em relação ao empate da estreia diante do Marrocos e destacou o ganho de confiança para a sequência do torneio.

 

"Sem dúvida a vitória de hoje nos dá confiança para seguir evoluindo dentro da competição e tranquilidade para a próxima partida. O primeiro jogo foi um pouco diferente pelo peso da estreia. Hoje todo mundo estava mais leve. O campo estava melhor e também nos ajudou a fazer o nosso futebol", avaliou. 

 

Vinícius também reservou elogios a Neymar, que segue em recuperação física e ainda busca condições para retornar aos gramados durante o Mundial. O atacante afirmou que a presença do camisa 10 no grupo tem papel importante nos bastidores da Seleção.

 

"O Ney é um jogador muito importante pra nós. Esperamos que ele possa jogar o próximo jogo. Estamos felizes com a evolução dele, e ele estar no grupo é algo muito importante pra nós. É o meu ídolo, que me deu muito suporte. Espero que possa nos ajudar no decorrer da Copa", concluiu. 

 

Vinícius Jr chegou a três participações em gols nesta Copa do Mundo. Contando com a partida de estreia, contra Marrocos, o camisa 7 soma dois gols e uma assistência concedida. 

Messi se torna o nono jogador a marcar três gols na estreia de sua seleção em uma Copa do Mundo; veja lista
Foto: x / @HQpcrt

O hat-trick de Lionel Messi na vitória da Argentina por 3 a 0 sobre a Argélia, na última terça-feira (16), no Estádio Arrowhead, em Kansas, colocou o camisa 10 em uma lista rara da história das Copas do Mundo. Com os três gols marcados no primeiro jogo da Argentina na edição de 2026, Messi se tornou apenas o nono jogador a registrar um hat-trick na partida de estreia de sua seleção em uma Copa do Mundo. 

 

Antes dele, o feito havia sido alcançado por Bert Patenaude (Estados Unidos, 1930), Guillermo Stábile (Argentina, 1930), Angelo Schiavio (Itália, 1934), Edmund Conen (Alemanha, 1934), Sándor Kocsis (Hungria, 1954), Just Fontaine (França, 1958), Gabriel Batistuta (Estados Unidos, 1994) e Miroslav Klose (Alemanha, 2002).

 

A marca não acontecia há 24 anos. O último jogador a conseguir o feito havia sido Klose, que marcou três gols na vitória da Alemanha sobre a Arábia Saudita por 8 a 0, na estreia alemã na Copa de 2002.

 

Messi também se tornou o terceiro argentino da história a integrar essa lista. O primeiro foi Guillermo Stábile, autor de três gols na vitória por 6 a 3 sobre o México, na Copa de 1930 e o segundo foi Gabriel Batistuta, autor de um hat-trick contra a Grécia, na estreia da Argentina na Copa de 1994. Outra curiosidade é que o argentino alcançou o feito em sua sexta participação em Copas do Mundo. Entre os outros sete jogadores da lista, todos haviam conseguido o hat-trick em sua primeira ou segunda participação no torneio.

 

Além da entrada nessa lista, os três gols contra a Argélia também ampliaram os números de Messi em Copas do Mundo e o colocaram entre os principais artilheiros da história da competição. Ele igualou Miroslav Klose, com 16 gols marcados ao todo. 

 

Confira a lista jogadores que marcaram hat-trick na estreia de suas seleções em uma edição de Copa do Mundo:

 

  • Bert Patenaude (Estados Unidos) – Paraguai, 1930;
  • Guillermo Stábile (Argentina) – México, 1930;
  • Angelo Schiavio (Itália) – Estados Unidos, 1934;
  • Edmund Conen (Alemanha) – Bélgica, 1934;
  • Sándor Kocsis (Hungria) – Coreia do Sul, 1954;
  • Just Fontaine (França) – Paraguai, 1958;
  • Gabriel Batistuta (Argentina) - Estados Unidos, 1994; 
  • Miroslav Klose (Alemanha) – Arábia Saudita, 2002;
  • Lionel Messi (Argentina) – Argélia, 2026.
Copa do Mundo estreia novas regras com ampliação do VAR e punições contra cera nesta quinta; veja mudanças
Foto: Divulgação / Fifa

Além das confirmadas 48 Seleções, a Copa do Mundo de 2026 começa com novidades em relação às regras de arbitragem, que devem ser adotadas posteriormente em outras competições de futebol.

 

Entre as principais mudanças está a ampliação do uso do árbitro de vídeo. O VAR, que antes se limitava a lances de gol, pênalti, cartão vermelho direto e erro de identificação de jogador, passará a atuar em novas situações.

 

A partir da Copa, o árbitro de vídeo também poderá corrigir a aplicação incorreta de um segundo cartão amarelo. Além disso, poderá intervir em marcações equivocadas de escanteio quando o lance deveria ter sido tiro de meta.

 

As mudanças também buscam reduzir a cera e aumentar o tempo de bola rolando durante as partidas. Para isso, algumas reposições passarão a ter contagem visível feita pelo árbitro.

 

No arremesso lateral, o jogador terá cinco segundos para realizar a cobrança. Caso ultrapasse o limite, a posse será revertida para a equipe adversária. O mesmo prazo valerá para o tiro de meta. Se a equipe demorar mais de cinco segundos, será marcado escanteio para o adversário.

 

As substituições também terão limite de tempo. O jogador substituído terá dez segundos para deixar o campo, exceto em caso de lesão que impeça claramente a saída rápida. Se a regra não for cumprida, o atleta sairá normalmente, mas o substituto só poderá entrar após 60 segundos, deixando a equipe temporariamente com um jogador a menos.

 

Outra mudança envolve atendimentos médicos. Jogadores que precisarem de assistência dentro de campo terão que sair e aguardar um minuto para retornar, também deixando o time com um a menos durante esse período.

 

A Copa ainda terá uma regra específica para evitar pausas estratégicas durante atendimentos a goleiros. Enquanto o arqueiro estiver recebendo atendimento médico, os demais jogadores não poderão se aproximar do banco de reservas.

 

O Mundial também estreia novas punições disciplinares. Jogadores que cobrirem a boca com a mão, o braço ou a camisa durante discussões com adversários poderão receber cartão vermelho.

 

A mesma punição poderá ser aplicada a jogadores ou membros da comissão técnica que abandonarem o campo em sinal de protesto contra decisões da arbitragem.

 

As novas regras serão observadas já na fase de grupos da Copa do Mundo de 2026, que começa nesta quinta-feira (11) com México e África do Sul fazendo o jogo de abertura, no Estádio Azteca. A estreia da Seleção Brasileira será no sábado (13), contra Marrocos, às 19h, pelo horário de Brasília, no MetLife Stadium, em Nova Jersey.

Fifa define uniformes do Brasil na fase de grupos da Copa; Seleção usará amarelo contra Marrocos e Escócia
Fotos: Rafael Ribeiro / CBF

A Seleção Brasileira já sabe quais uniformes utilizará nos três primeiros jogos da fase de grupos da Copa do Mundo de 2026. A Fifa divulgou, nesta terça-feira (2), o esquema de cores definido para as partidas contra Marrocos, Haiti e Escócia.

 

Na estreia, marcada para o dia 13 de junho, contra Marrocos, o Brasil entrará em campo com a camisa amarela, calção azul e meiões brancos. Os goleiros usarão uniforme totalmente preto, com camisa, calção e meias da mesma cor.

 

No segundo compromisso, diante do Haiti, no dia 19, a Seleção vestirá o uniforme azul. A combinação terá camisa azul, calção azul e meias pretas. Para os goleiros, a Fifa definiu uniforme magenta, também em conjunto completo.

 

Já na última rodada da fase de grupos, contra a Escócia, no dia 24, o Brasil voltará a usar a camisa amarela. Desta vez, porém, a combinação será com calções brancos e meias brancas. Os goleiros atuarão com uniforme vermelho completo.

 

A definição das cores é feita pela Fifa, que prioriza, sempre que possível, o uso dos uniformes principais das seleções. A entidade, no entanto, considera a necessidade de contraste claro entre as equipes para evitar confusão visual em campo, tanto para jogadores quanto para arbitragem, transmissão e torcedores.

 

Por isso, em alguns casos, as seleções podem ser obrigadas a misturar peças dos uniformes principal e alternativo. É o caso do Brasil contra a Escócia, quando a camisa amarela será mantida, mas com calções brancos.

 

A Fifa também divulgou o esquema de cores de todas as partidas da fase de grupos. A Copa do Mundo começa no dia 11 de junho, com México e África do Sul. No jogo de abertura, os donos da casa atuarão de verde, enquanto os sul-africanos jogarão totalmente de amarelo.

 

Confira abaixo as fotos dos uniformes divulgados pela Fifa: 

 



BN na Copa: Entenda os contextos políticos dos países-sede durante a preparação para o Mundial de 2026
Fotos: Divulgação/Casa Branca | Governo do México | Governo do Canadá

A Copa do Mundo de 2026 será disputada com a bola rolando em três países, mas seu centro de gravidade político estará concentrado em um deles. Sede de 78 dos 104 jogos do torneio, os Estados Unidos chegam às vésperas do Mundial diante de uma combinação de fatores que extrapolam o campo: política migratória mais rígida, reforço da segurança interna, pressão de entidades de direitos humanos, tensão diplomática com o Irã e a necessidade logística de receber milhões de torcedores estrangeiros no maior evento da história da Fifa.

 

Diante desse cenário, o Bahia Notícias preparou uma matéria especial dentro do quadro BN na Copa, com um levantamento sobre a conjuntura política dos países-sede e os possíveis impactos diretos na organização do Mundial. A proposta é mostrar como Estados Unidos, Canadá e México chegam ao torneio a partir de temas como imigração, segurança, circulação de torcedores, logística internacional e relações diplomáticas.

 

ESTADOS UNIDOS

Os Estados Unidos terão de administrar uma Copa atravessada por decisões governamentais e por uma ampla operação federal. Em março de 2025, a Casa Branca criou uma força-tarefa específica para coordenar as ações relacionadas ao Mundial de 2026. A estrutura reúne órgãos ligados à segurança, transporte, turismo e imigração, e foi desenhada para centralizar a atuação do governo federal junto às cidades-sede. O próprio governo norte-americano aponta que a força-tarefa ficará administrativamente vinculada ao Departamento de Segurança Interna.

 

Entre as medidas associadas à preparação do torneio estão o reforço da segurança em eventos de grande porte, apoio às cidades-sede e investimentos em tecnologia para proteção de estruturas estratégicas. O orçamento federal de 2027 também cita recursos voltados ao fortalecimento da capacidade estadual e local para eventos especiais, incluindo a Copa do Mundo de 2026 e os Jogos Olímpicos de Los Angeles, em 2028.

 

O ponto mais sensível de toda a operação está na entrada de torcedores estrangeiros no país. Para tentar reduzir "gargalos" no atendimento consular, foi criado o Fifa Pass, em parceria com o Departamento de Estado dos EUA. O sistema concede prioridade no agendamento de entrevistas de visto para torcedores que compraram ingressos diretamente pelos canais oficiais da Fifa e optaram pelo procedimento.

 

A medida busca dar maior previsibilidade ao fluxo de visitantes, mas não substitui a análise migratória tradicional. Na prática, o Fifa Pass não é um visto, não garante aprovação do pedido e também não assegura a entrada automática em território norte-americano. O torcedor segue obrigado a cumprir as exigências legais de viagem e imigração dos Estados Unidos.

 

Esse rigor ocorre em meio a um momento de endurecimento da política migratória dos EUA. Por conta disso, organizações de direitos humanos vêm pressionando a Fifa para garantir que o torneio mantenha compromissos de inclusão, segurança e liberdade de circulação. Os alertas envolvem riscos de restrições de visto, deportações, abordagens migratórias e impactos sobre torcedores, trabalhadores, comunidades imigrantes e profissionais da imprensa durante o Mundial.

 

CIDADES-SANTUÁRIO

A tensão política também se reflete no ambiente doméstico americano. Segundo informações da Reuters, o secretário de Segurança Interna dos EUA, Markwayne Mullin, alertou executivos do setor de viagens sobre a possibilidade de suspender o processamento alfandegário e migratório em aeroportos localizados em “cidades-santuário” — municípios que adotam políticas locais de proteção a imigrantes e não cooperam integralmente com determinadas diretrizes federais de imigração.

 

Ainda de acordo com as informações preliminares, a eventual medida foi associada ao período posterior à Copa do Mundo, mas o tema já entrou no debate público por envolver aeroportos de grande fluxo internacional. Entidades do setor de viagens e aviação manifestaram preocupação com possíveis impactos sobre passageiros, cargas e turismo, enquanto integrantes do próprio governo indicaram cautela sobre a adoção de restrições que afetem o funcionamento de aeroportos.

 

CONFLITO ENTRE EUA/ISRAEL E IRÃ

Para além da organização interna, a Copa também está inserida em um contexto de instabilidade geopolítica. O conflito envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã colocou a participação da seleção iraniana no centro de uma discussão diplomática e esportiva. O Irã está classificado para o Mundial e tem partidas previstas em território norte-americano, mas a tensão entre os países levou a questionamentos sobre vistos, segurança e circulação da delegação.


Embora a presença do Irã tenha sido tratada com incerteza nas últimas semanas, a Federação Iraniana confirmou a participação do país no torneio. Segundo informações divulgadas pela imprensa internacional, a federação apresentou condições relacionadas à emissão de vistos, segurança, tratamento da delegação, circulação de torcedores e atuação de profissionais de imprensa.


A situação segue acompanhada de perto pela Fifa. Em reunião recente com representantes da federação iraniana, a entidade afirmou ter mantido conversas positivas sobre questões operacionais. Ainda assim, a seleção do Irã iniciou preparação fora do país, em Antalya, na Turquia, em meio a pendências de visto. Parte da delegação também passou por procedimentos relacionados a solicitações de entrada no Canadá e nos Estados Unidos.


Do lado norte-americano, o secretário de Estado, Marco Rubio, declarou que Washington não se opõe à presença dos atletas iranianos na Copa. No entanto, o governo indicou que poderá aplicar restrições a integrantes de delegação ou comitiva que tenham ligação com a Guarda Revolucionária Islâmica, organização classificada como terrorista pelos Estados Unidos e pelo Canadá.


O caso iraniano também envolve a tabela do torneio. O Irã chegou a solicitar a transferência de seus jogos para o México, mas a Fifa manteve o calendário original. A seleção iraniana tem jogos previstos nos Estados Unidos na fase de grupos e poderá precisar entrar no Canadá em caso de avanço na competição.

 

Com isso, os Estados Unidos chegam à Copa de 2026 como principal sede esportiva e também como epicentro político da operação. A promessa de um Mundial histórico, impulsionado pelo crescimento do futebol no mercado norte-americano e pelo retorno do país ao posto de sede após 32 anos, convive com alguns desafios.

 

Contudo, os Estados Unidos representam apenas uma parte dessa engrenagem. Para compreender o funcionamento completo do torneio, também é preciso olhar para os papéis de Canadá e México. Embora fiquem com uma fatia menor do calendário, com 13 jogos cada, os dois vizinhos serão decisivos nas operações de fronteira, na logística de deslocamento entre países e na recepção do fluxo de torcedores que circulará pela América do Norte durante a competição.

 

MÉXICO

Enquanto os EUA lidam com os holofotes e as pressões de segurança do principal país-sede, o vizinho México assume um papel ponderado na geopolítica da Copa do Mundo de 2026. Historicamente posicionado como uma ponte diplomática, o país latino chamou atenção para si ao se colocar como resposta para um dos maiores impasses esportivos e militares recentes que antecedem o torneio: a participação do Irã.

 

A escalada da tensão militar no Oriente Médio, transferiu o conflito diretamente para as pranchetas da Fifa (Federação Internacional de Futebol). O Irã, sorteado no Grupo G ao lado de Bélgica, Egito e Nova Zelândia, tinha seus três jogos iniciais programados para Los Angeles e Seattle. Alegando falta de garantias de segurança em solo americano, reforçadas pelos movimentos do ministro dos Esportes do país, Ahmad Donyamali, que chegou a classificar a participação como impossível, a federação iraniana iniciou uma forte pressão para mudar seus jogos de sede.

 

Em meio ao impasse, o México se posicionou. A presidente Claudia Sheinbaum declarou publicamente que o país estava de portas abertas para acolher as demandas logísticas e de segurança da República Islâmica. 

 

O desfecho dessa costura de bastidores ganhou contornos oficiais neste sábado (23), quando o Irã confirmou a transferência de sua base de treinamentos. A delegação, que inicialmente ficaria em Tucson, no Arizona (EUA), cruzou a fronteira para se estabelecer em Tijuana, cidade mexicana colada no território americano. Embora o remanejamento dos locais das partidas ainda aguarde a chancela oficial da federação, a mudança da base para o México foi aprovada pela entidade máxima do futebol como um respiro humanitário e logístico diante das incertezas da guerra.

 

A CORRIDA CONTRA O TEMPO NA CAPITAL

Se na diplomacia o governo federal atua com folga, nos canteiros de obras das três cidades-sede (Monterrey, Guadalajara e Cidade do México) o cenário é de pura pressão. A menos de um mês para o início do torneio, a capital mexicana vive uma frenética corrida contra o tempo para entregar intervenções urbanas cruciais até o fim de maio, poucas semanas antes do jogo de abertura, no dia 11 de junho, entre México e África do Sul, no Estádio Azteca.

 

Um levantamento da agência Reuters aponta que as obras estruturais têm gerado forte controvérsia e dividido opiniões entre os moradores locais. Na Calzada de Tlalpan, uma das artérias viárias mais movimentadas da Cidade do México, equipes trabalham em turnos ininterruptos para erguer um corredor de dois quilômetros voltado para pedestres e ciclistas, gerando congestionamentos caóticos e protestos contra a poluição sonora noturna.

 

Parte da população critica as intervenções, acusando a gestão pública de priorizar a estética e o turismo em detrimento de melhorias estruturais urgentes para o dia a dia da comunidade, como a manutenção do antigo sistema de metrô de superfície. 

 

Por outro lado, as autoridades locais, representadas pelo diretor do metrô, Adrián Rubalcava, defendem que a vitrine da Copa do Mundo foi a oportunidade ideal para acelerar investimentos profundos em estações que precisavam de atenção urgente e que serão o verdadeiro legado de longo prazo para os mais de 1,2 bilhão de passageiros que utilizam o sistema anualmente.

 

“A OLA, SIM; O GRITO, NÃO”

Além da infraestrutura e do acolhimento, a Federação Mexicana de Futebol (FMF) trava uma batalha cultural interna para garantir que o país passe uma imagem de modernidade. Historicamente punida pela Fifa devido aos recorrentes gritos de cunho homofóbico entoados por sua torcida nos tiros de meta adversários, a entidade máxima do futebol mexicano lançou uma campanha de conscientização de massa.

 

Com o nome “A ola, sim; o grito, não”, a ação é apadrinhada por lendas do futebol local, como Hugo Sánchez e o técnico Javier Aguirre, além de outros integrantes do elenco histórico da Copa de 1986. 

 

Segundo a entidade, a estratégia utiliza a nostalgia para combater o preconceito: a campanha incentiva o torcedor a abafar os gritos discriminatórios levantando a famosa "ola", o movimento de onda humana nas arquibancadas que o próprio México popularizou para o mundo no Mundial de 86. A ação será massificada nas redes sociais e nos últimos amistosos preparatórios da seleção.

 

ACERTOS FINAIS

Para os torcedores que seguirão  rumo às 13 partidas que o México irá sediar, o governo estabeleceu medidas para facilitar o fluxo. Desde fevereiro, os turistas brasileiros que viajam por via aérea podem emitir um visto eletrônico de forma simplificada na internet, acelerando a imigração para o evento.

 

O plano nacional para a Copa prevê ainda um forte esquema de segurança unificado entre as forças federais e a inteligência da Fifa para blindar os pólos turísticos contra os recentes episódios de violência interna que preocupavam o comitê organizador. 

 

Para garantir que a festa seja inclusiva, o governo mexicano confirmou a criação de Fan Fests e exibições públicas gratuitas com transmissões dos jogos em praças de todo o país, descentralizando o evento para quem não conseguiu ingressos. 

 

Carregando a representatividade latina desta edição, o México Busca se provar como o porto seguro e o coração pulsante da América do Norte em 2026.



CANADÁ

Se os Estados Unidos concentram a maior pressão política e operacional da Copa do Mundo de 2026, o Canadá chega ao torneio tentando consolidar uma imagem de estabilidade institucional, segurança pública e abertura internacional. Mesmo com apenas 13 partidas distribuídas entre Toronto e Vancouver, o país terá papel estratégico na logística do Mundial, especialmente pela circulação constante de delegações e torcedores entre as três sedes norte-americanas.

 

A preparação canadense ocorre em meio a debates sobre imigração, custo de vida, segurança urbana e relações diplomáticas. Em abril de 2025, o Partido Liberal manteve o comando do governo após a saída de Justin Trudeau, e Mark Carney assumiu o cargo de primeiro-ministro em um cenário de desaceleração econômica, pressão sobre políticas migratórias e necessidade de ampliar investimentos em infraestrutura antes da Copa.

 

Apesar da mudança de liderança, o governo federal manteve o compromisso assumido com a Fifa de transformar o Mundial em uma vitrine internacional para o país. As autoridades canadenses tratam a competição como uma das maiores operações de segurança da história recente do Canadá, principalmente pelo aumento esperado no fluxo de visitantes estrangeiros e pela integração operacional com Estados Unidos e México.

 

CONTROLE DE FRONTEIRAS

Um dos principais desafios canadenses está na gestão das fronteiras. A realização conjunta do torneio obrigará o Canadá a atuar em coordenação direta com as agências migratórias e de segurança dos EUA, sobretudo em voos, conexões terrestres e deslocamentos de torcedores entre os três países durante a competição.

 

Nos últimos meses, o governo canadense ampliou investimentos em vigilância de fronteiras, inteligência e segurança cibernética. O foco está em evitar incidentes relacionados a terrorismo, crimes transnacionais, ataques digitais e ações extremistas durante grandes eventos internacionais.

 

Ao mesmo tempo, Ottawa tenta equilibrar a imagem de país receptivo com um discurso político mais cauteloso sobre imigração. O governo federal anunciou limites temporários para determinados programas migratórios e estudantis, alegando pressão sobre habitação, serviços públicos e custo de vida. O debate ganhou força dentro do Parlamento canadense às vésperas da Copa.

 

DIPLOMACIA E RELAÇÕES INTERNACIONAIS

O Canadá também aparece envolvido em temas diplomáticos que cercam o Mundial. Assim como os Estados Unidos, o país mantém a Guarda Revolucionária Islâmica do Irã em sua lista de organizações terroristas, fator que colocou as autoridades canadenses nas discussões relacionadas à eventual entrada de integrantes da delegação iraniana no território canadense durante a competição.

 

O tema ganhou relevância porque seleções classificadas poderão cruzar a fronteira canadense nas fases eliminatórias, aumentando a necessidade de coordenação diplomática e migratória entre os países-sede. 

 

Ao mesmo tempo, o Canadá busca utilizar o torneio como ferramenta de projeção internacional. O governo federal e as províncias envolvidas vêm destacando pautas ligadas à diversidade, inclusão e multiculturalismo como marcas da participação canadense na Copa. Vancouver e Toronto, as duas cidades-sede, já anunciaram programas culturais paralelos voltados para comunidades imigrantes e populações indígenas durante o período do Mundial.


 

INFRAESTRUTURA E PRESSÃO SOBRE AS CIDADES-SEDE

Apesar da imagem de estabilidade, o Canadá também enfrenta críticas internas relacionadas aos custos públicos da Copa. Em Toronto e Vancouver, parte da população questiona o aumento dos investimentos em estádios, segurança e mobilidade urbana em meio à crise habitacional que atinge diferentes regiões do país.

 

Autoridades locais defendem que os investimentos deixarão legado permanente em transporte, turismo e infraestrutura urbana, enquanto opositores apontam preocupação com gastos públicos elevados. Em Toronto, o foco das autoridades está na modernização do sistema de transporte e no reforço da capacidade hoteleira para receber turistas durante o torneio.

 

Dentro da estrutura da competição, o Canadá será peça importante para aliviar parte da pressão logística concentrada nos Estados Unidos. O país participa das negociações sobre integração tecnológica entre os três governos para compartilhamento de informações de segurança, controle de fronteiras e monitoramento de riscos durante o evento.

 

Assim, embora ocupe uma posição mais discreta em comparação aos Estados Unidos, o Canadá chega à Copa de 2026 tendo papel relevante na integração logística e migratória entre os três países-sede, sendo importante na engrenagem diplomática. Entre debates internos sobre imigração, pressão por infraestrutura e necessidade de coordenação internacional, o país tentará equilibrar a imagem de estabilidade global com os desafios de sediar um dos maiores eventos esportivos do planeta.

Espanha divulga convocados para a Copa do Mundo de 2026; confira lista
Foto: X / RFEF

A Espanha já tem os 26 jogadores definidos para a disputa da Copa do Mundo de 2026. O técnico Luis de la Fuente anunciou a convocação nesta segunda-feira (25), em Madri, e confirmou o grupo que representará a seleção no torneio disputado nos Estados Unidos, Canadá e México.

 

Entre os nomes chamados estão jogadores que formam a base recente da equipe, como Unai Simón, Pedri, Rodri, Fabián Ruiz, Nico Williams e Lamine Yamal. A lista também conta com atletas que atuam em clubes da Inglaterra, França e Alemanha, além de representantes de Barcelona, Atlético de Madrid, Athletic Bilbao e Real Sociedad.

 

Os convocados se apresentam no dia 30 de maio no CT Cidade do Futebol, em Las Rozas. Antes da estreia no Mundial, a Espanha fará dois amistosos preparatórios. O primeiro será contra o Iraque, no dia 4 de junho, em território espanhol. Depois, no dia 8, a equipe enfrenta o Peru, no México.

 

A Seleção Espanhola está no Grupo H da Copa do Mundo. A estreia será no dia 15 de junho, contra Cabo Verde, em Atlanta. Arábia Saudita e Uruguai completam a chave.

 

A Copa do Mundo de 2026 começa no dia 11 de junho, com México x África do Sul, no Estádio Azteca. Ao todo, a competição terá 104 partidas. A fase eliminatória começa em 28 de junho, e a final está marcada para 19 de julho, no Estádio MetLife.

 

Confira abaixo os convocados para defender a Espanha na Copa do Mundo de 2026: 

 

  • Goleiros: Unai Simón (Athletic Bilbao), David Raya (Arsenal) e Joan García (Barcelona).
  • Defensores: Cucurella (Chelsea), Grimaldo (Bayer Leverkusen), Cubarsí (Barcelona), Laporte (Athletic Bilbao), Pubill (Atlético de Madrid), Eric García (Barcelona), Marcos Llorente (Atlético de Madrid) e Pedro Porro (Tottenham).
  • Meio-campistas: Pedri (Barcelona), Fabián Ruiz (PSG), Martín Zubimendi (Arsenal), Gavi (Barcelona), Rodri (Manchester City), Álex Baena (Atlético de Madrid) e Mikel Merino (Arsenal).
  • Atacantes: Mikel Oyarzabal (Real Sociedad), Dani Olmo (Barcelona), Nico Williams (Athletic Club), Yeremy Pino (Crystal Palace), Ferran Torres (Barcelona), Borja Iglesias (Celta de Vigo), Víctor Muñoz (Osasuna) e Lamine Yamal (Barcelona).
Messi sente desconforto muscular, deixa jogo do Inter Miami e liga alerta na Argentina para a Copa do Mundo
Foto: Reprodução / AppleTV

A Seleção Argentina tem motivos para se preocupar às vésperas da Copa do Mundo. Neste domingo (24), Lionel Messi sentiu dores na parte posterior da coxa esquerda durante a partida entre Inter Miami e Philadelphia Union, no Nu Stadium, pela MLS, e precisou ser substituído no segundo tempo.

 

O camisa 10 deixou o gramado com pouco mais de 25 minutos da etapa final e seguiu direto para o vestiário. Segundo informações do jornalista Gastón Edul, da TyC Sports, Messi pediu a substituição por precaução após sentir o desconforto muscular, mas não sofreu lesão.

 

 

Ainda de acordo com o repórter argentino, o craque preferiu não permanecer em campo para evitar um agravamento da situação a poucas semanas da estreia da Argentina na Copa do Mundo.

 

Mesmo sem Messi na reta final da partida, o Inter Miami venceu o Philadelphia Union por 6 a 4, com atuação decisiva de Luis Suárez, autor de três gols.

 

A Argentina estreia no Mundial no dia 16 de junho, diante da Argélia, pela fase de grupos. A convocação oficial do técnico Lionel Scaloni deve ser divulgada nesta semana.

 

Caso a lesão não o tire da Copa, Lionel Messi disputará mais uma edição, aos 38 anos, pela Argentina. Campeão mundial em 2022 e bicampeão da Copa América, o atacante vive a expectativa de sua última participação em Mundiais.

Resgatando as raízes: Brasil volta a convocar maior número de atletas do futebol nacional desde o Penta em 2002
Foto: Joilson Marconne/CBF

Para além do verde, amarelo e azul, a Seleção Masculina de Futebol volta a ter cara de futebol brasileiro na Copa do Mundo de 2026, realizada nos Estados Unidos, Canadá e México. O técnico italiano Carlo Ancelotti, primeiro estrangeiro a ocupar o cargo de treinador mais alto do futebol nacional, foi o responsável por convocar o maior número de atletas em atividade no futebol brasileiro desde a conquista do Pentacampeonato, em 2002, sob o comando de Luiz Felipe Scolari, quando 13 jogadores que atuavam no país foram chamados.

 

Para esta edição, o treinador incluiu sete atletas do Brasileirão na lista final dos 26 convocados. Embora a maioria seja de defensores – uma característica que se manteve constante nos últimos seis ciclos de Copa do Mundo, como em 2018, quando os únicos representantes locais eram do setor defensivo – a lista atual traz nomes de peso para o meio e o ataque. 

 

Os representantes do futebol nacional em solo norte-americano serão: Weverton (Grêmio), Léo Pereira (Flamengo), Danilo (Flamengo), Alex Sandro (Flamengo), Lucas Paquetá (Flamengo), Danilo (Botafogo) e Neymar (Santos).

 


Jogadores atuantes do futebol brasileiro que foram convocados para Copa do Mundo 2026 – Fotos: Lucas Figueiredo e Rafael Ribeiro/CBF 

 

FATOR "CASEIRO" NAS CONQUISTAS HISTÓRICAS
Apesar das mudanças sofridas tanto no estilo de jogo, quanto na dinâmica do mercado global, o histórico da Amarelinha mostra que, sempre que o Brasil levantou a taça, a presença de atletas que atuavam em clubes nacionais era majoritária ou significativa:

 

1958: 22/22 jogadores atuavam no Brasil
1962: 22/22 jogadores atuavam no Brasil
1970: 22/22 jogadores atuavam no Brasil
1994: 11/22 jogadores atuavam no Brasil
2002: 13/23 jogadores atuavam no Brasil

 

A ausência de atletas do cenário local nas listas recentes é apontada por analistas como um dos principais motivos do afastamento das massas com o orgulho de vestir a camisa da Seleção. Antigamente, a ida para o exterior era o ponto de chegada após grandes feitos em solo nacional. 

 

Os jogadores precisavam consolidar carreiras por aqui antes de conquistar o mundo, seja por meio de títulos continentais expressivos – como a Libertadores conquistada pelo Santos de Pelé na década de 1960 ou pelo São Paulo de Telê Santana nos anos 1990 – ou por meio de grandes sequências de hegemonia nos campeonatos estaduais, que tinham peso de torneio nacional à época.

 

Hoje, esse fluxo mudou radicalmente. Gabriel Martinelli, por exemplo, recém-campeão da Premier League com o Arsenal e convocado para o Mundial de 2026, se consolidou na elite europeia sem nunca ter defendido um dos grandes clubes do futebol brasileiro ou conquistado um título de expressão por aqui.

 

"FALA, ANCELOTTI!"
Esse distanciamento geográfico e técnico foi o ponto central de questionamento ao treinador italiano durante a coletiva de imprensa realizada na última segunda-feira (18), após o anúncio dos 26 nomes. O jornalista Paulo Vinícius Coelho, também conhecido como PVC, questionou diretamente os critérios de escolha, comparando o atacante João Pedro, atualmente no Chelsea, com o atacante Neymar, do Santos.

 


Carlo Ancelotti, técnico da Seleção Masculina de Futebol – Foto: Rafael Ribeiro/CBF

 

"É um jogador de 15 partidas aqui no Brasil nesse ano e o João Pedro é um jogador de 15 gols na Premier League. Nesses 24 anos, a gente ouviu muitas vezes que o jogador que atua aqui não tem um nível tão alto para competições internacionais. Por que um jogador de 15 jogos no Brasil supera nessa concorrência um que estava no grupo e que tem 15 gols na Premier League?", indagou o jornalista.

 

"Bom, sim, entendo que se disse que o futebol europeu é diferente, tem mais intensidade, mas tem que considerar muitas coisas, e o temos falado também anteriormente. Aqui, jogar futebol é muito complicado, tem um calendário que aperta muito, viagem, calor, então é difícil comparar. E depois, as características individuais dos jogadores. Obviamente ficamos tristes por João Pedro, porque pela temporada que ele fez na Europa, provavelmente merecia estar nessa lista, mas infelizmente... E com toda a consciência possível, com todo o respeito possível, com toda a competência possível, escolhemos outros jogadores. Sinto muito por João Pedro, como todos os outros", explicou o mister.

 


Foto: Rafael Ribeiro/CBF

 

AGENDA DA SELEÇÃO RUMO AO MUNDIAL
Os jogadores convocados iniciam o processo de imersão no Mundial no dia 27 de maio, quando se apresentam na Granja Comary, em Teresópolis (RJ). Antes de embarcar, o Brasil faz o seu jogo de despedida da torcida no Maracanã, enfrentando a seleção do Panamá no dia 31 de maio, às 18h30 (horário de Brasília).

 

A delegação embarca no dia 1º de junho para Nova York, local escolhido como base para os treinamentos. No dia 6 de junho, o Brasil realiza seu último amistoso preparatório contra o Egito, em Cleveland, às 19h (horário de Brasília).

 

A estreia oficial da Canarinho na Copa do Mundo de 2026 acontece no dia 13 de junho, às 19h (horário de Brasília), contra o Marrocos, no MetLife Stadium, em Nova Jersey. O Brasil integra o Grupo C do torneio, ao lado de Marrocos, Haiti e Escócia.

 


Um dos representantes da Bahia na Copa, Danilo – Foto: Rafael Ribeiro/CBF

 

CONFIRA O RETROSPECTO RECENTE DE CONVOCADOS LOCAIS
2026: 7 convocados (Weverton, Léo Pereira, Danilo, Alex Sandro, Lucas Paquetá, Danilo, Neymar)
2022: 3 convocados (Weverton, Pedro, Éverton Ribeiro)
2018: 3 convocados (Cássio, Fagner, Geromel)
2014: 4 convocados (Jefferson, Victor, Fred, Jô)
2010: 3 convocados (Gilberto, Kléberson, Robinho)
2006: 3 convocados (Rogério Ceni, Mineiro, Ricardinho)
2002: 13 convocados (Marcos, Dida, Rogério Ceni, Belletti, Anderson Polga, Gilberto Silva, Juninho Paulista, Kaká, Kleberson, Ricardinho, Vampeta, Edilson, Luizão)

Com Neymar de volta, Carlo Ancelotti anuncia 26 convocados do Brasil para a disputa da Copa do Mundo de 2026
Foto: Rafael Ribeiro/CBF

Carlo Ancelotti anunciou, nesta segunda-feira (18), a lista final da Seleção Brasileira para a Copa do Mundo de 2026. Em evento realizado no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro, o treinador italiano definiu os 26 jogadores que representarão o Brasil no Mundial, que será disputado entre 11 de junho e 19 de julho nos Estados Unidos, México e Canadá.

 

A convocação marca a primeira Copa de Ancelotti no comando da Amarelinha. O técnico, que assumiu o cargo em 2025, conduzirá a equipe em busca do hexacampeonato. Vale lembrar que seu contrato já está renovado até o fim do Mundial de 2030.

 

Entre os nomes chamados, o grande destaque é a volta de Neymar Júnior. Ele voltará a vestir a amarelinha, além de retornar ao torneio em sua quarta e última participação na carreira. A presença do atacante do Santos era a principal expectativa do anúncio, já que a comissão técnica havia indicado que sua convocação dependeria da evolução física apresentada na reta final da temporada.

 

A lista também conta com os pilares deste ciclo, como Alisson, Marquinhos, Casemiro, Bruno Guimarães, Matheus Cunha e Vinícius Júnior. 

 

Outro nome que ficou de fora da convocação, foi o do lateral-esquerdo Luciano Juba, destaque do Bahia da última e atual temporada. O jogador vinha sendo citado por torcedores e parte da imprensa como um possível nome para a lista final, mas acabou não sendo incluído entre os convocados para a Copa do Mundo.

 

Antes de a bola rolar oficialmente, a Seleção Brasileira fará dois amistosos preparatórios: contra o Panamá, no dia 31 de maio, no Maracanã, e contra o Egito, no dia 6 de junho, já em solo americano. Essas partidas serão os últimos testes do treinador antes do início do torneio.

 

O Brasil está no Grupo C da Copa do Mundo, ao lado de Marrocos, Escócia e Haiti. A estreia oficial do canarinho será no dia 13 de junho (sábado), às 19h, contra Marrocos, no MetLife Stadium, em Nova Jersey.

 

Confira a seguir a lista completa dos convocados para a Seleção Brasileira: 
 

GOLEIROS

Alisson (Liverpool)
Ederson (Fenerbahçe)
Weverton (Grêmio)
 

DEFENSORES

Alex Sandro (Flamengo)
Bremer (Juventus)
Douglas Santos (Zenit)
Roger Ibanez (Al-Ahli)
Danilo (Flamengo)
Léo Pereira (Flamengo)
Gabriel Magalhães (Arsenal)
Marquinhos (PSG)
Wesley (Roma)
 

MEIO-CAMPISTAS

Casemiro (Manchester United)
Bruno Guimarães (Newcastle)
Danilo Santos (Botafogo)
Fabinho (Al-Ittihad)
Lucas Paquetá (Flamengo)

 

ATACANTES

Vini Jr. (Real Madrid)
Raphinha (Barcelona)
Igor Thiago (Brentford)
Rayan (Bournemouth)
Endrick (Lyon)
Luiz Henrique (Zenit)
Matheus Cunha (Manchester United)
Gabriel Martinelli (Arsenal)
Neymar Jr. (Santos)

Croácia divulga lista de convocados para a Copa do Mundo com algozes do Brasil em 2022; confira
Foto: Instagram / @hns_cff

A Croácia divulgou, na manhã desta segunda-feira (18), a lista dos 26 jogadores convocados para a Copa do Mundo de 2026. A relação foi anunciada pelo técnico Zlatko Dalic, que também apresentou sete suplentes para a disputa do Mundial nos Estados Unidos, México e Canadá. Esses jogadores poderão ser acionados em caso de corte antes ou durante o período permitido pelas regras da competição.

 

Entre os convocados, dois nomes chamam atenção pela ligação direta com a eliminação da Seleção Brasileira na Copa de 2022. Luka Modric, atualmente no Milan, e o goleiro Dominik Livakovic voltam a defender a Croácia em um Mundial. Ambos estiveram em campo nas quartas de final no Catar, quando os croatas eliminaram o Brasil nos pênaltis.

 

Por outro lado, Bruno Petkovic ficou fora da lista. O atacante foi o autor do gol de empate da Croácia contra o Brasil na prorrogação daquele confronto, resultado que levou a decisão da vaga para as penalidades.

 

A Croácia está no Grupo L da Copa do Mundo de 2026. A estreia será contra a Inglaterra, no dia 17 de junho. A chave também conta com Gana e Panamá.

 

Confira a lista completa abaixo: 

 

Adversário do Brasil no Grupo C, Haiti divulga lista de convocados para a Copa do Mundo
Foto: Divulgação / Haiti

O Haiti divulgou, nesta sexta-feira (15), a lista definitiva de convocados para a Copa do Mundo de 2026. O técnico Sébastien Migné definiu os 26 jogadores que representarão a seleção caribenha no Mundial, marcando o retorno do país ao torneio após 52 anos de ausência.

 

A última participação haitiana em uma Copa do Mundo aconteceu em 1974, na Alemanha Ocidental. Desde então, o país não disputava a principal competição entre seleções. O retorno em 2026 recoloca o Haiti no cenário mundial em uma edição que será disputada nos Estados Unidos, México e Canadá.

 

A Seleção Haitiana está no Grupo C, o mesmo do Brasil. A estreia será no dia 13 de junho, contra a Escócia, no Gillette Stadium. Na sequência, o Haiti enfrenta a Seleção Brasileira no dia 19, no Lincoln Financial Field. O último compromisso na fase de grupos será diante do Marrocos, no dia 24, no Mercedes-Benz Stadium.

 

A partida contra o Brasil será um dos principais jogos da campanha haitiana na primeira fase. A Amarelinha, comandada por Carlo Ancelotti, estreia no Mundial contra o Marrocos, também pelo Grupo C.

 

Confira abaixo a lista completa com os 26 convocados: 

 

 

Bélgica anuncia convocados para a Copa do Mundo de 2026; veja lista
Foto: Instagram / @belgianreddevils

A Bélgica anunciou, na manhã desta sexta-feira (15), a lista final de convocados para a Copa do Mundo de 2026. O técnico Rudi Garcia chamou 26 jogadores para representar a seleção no torneio, que será disputado nos Estados Unidos, México e Canadá.

 

Entre os principais nomes da relação estão o goleiro Thibaut Courtois, do Real Madrid; os meias Kevin De Bruyne, do Napoli, e Axel Witsel, do Girona; além dos atacantes Romelu Lukaku, também do Napoli, e Jeremy Doku, do Manchester City.

 

A seleção belga está no Grupo G da Copa do Mundo, ao lado de Egito, Irã e Nova Zelândia. Cabeça de chave, a Bélgica estreia no dia 15 de junho, contra o Irã, em Seattle.

 

A melhor campanha belga em Copas aconteceu em 2018, quando a equipe terminou na terceira colocação. Naquela edição, a Bélgica eliminou o Brasil nas quartas de final, com vitória por 2 a 1, mas foi derrotada pela França na semifinal. Em 1986, a seleção também chegou à semifinal, quando perdeu para a Argentina de Diego Maradona e encerrou o torneio em quarto lugar.

 

Confira abaixo os convocados da Bélgica para a Copa do Mundo de 2026:

 

Iraque tem jogadores sem visto para os EUA e vive impasse antes da Copa do Mundo
Foto: Divulgação

A preparação do Iraque para a Copa do Mundo de 2026 ganhou um problema fora de campo. A menos de um mês da abertura do torneio, jogadores da seleção iraquiana ainda não conseguiram visto de entrada para os Estados Unidos, uma das sedes da competição.

 

A situação foi revelada na noite da última terça-feira (12) por Ghalib Al-Zamili, membro da Federação Iraquiana de Futebol, em declaração à agência iraquiana Shafaq. Segundo o dirigente, cinco atletas seguem sem a autorização necessária para entrar em território norte-americano.

 

"Os jogadores que não receberam vistos de entrada são Ibrahim Bayesh, Muhannad Ali, Zaid Tahseen, Haider Abdul Karim e Ali Al-Hammadi, e até o momento não se sabem os motivos", afirmou o dirigente.

 

A federação pretende acionar a Fifa para tentar acelerar uma solução. Nos bastidores, o tema preocupa porque os jogadores citados integram a base da equipe e são tratados como nomes importantes para a campanha iraquiana no Mundial.

 

O caso amplia as discussões sobre a logística da Copa do Mundo de 2026, que será disputada nos Estados Unidos, Canadá e México. A abertura está marcada para o dia 11 de junho, enquanto a final será realizada em 19 de julho.

 

No sorteio da competição, o Iraque ficou no Grupo 9, ao lado de França, Noruega e Senegal.

Aos 78 anos, Dick Advocaat retorna ao comando de Curaçao e disputará a Copa do Mundo de 2026
Foto: Divulgação

Dick Advocaat estará na Copa do Mundo de 2026. Aos 78 anos, o experiente treinador holandês acertou o retorno ao comando da seleção de Curaçao, poucos meses após deixar o cargo para acompanhar o tratamento de saúde da filha. A informação é do jornal holandês De Telegraaf.

 

Em fevereiro deste ano, o treinador anunciou sua saída afirmando que “a família vem antes do futebol”. Durante o período de afastamento, Fred Rutten assumiu o comando da equipe, mas sua permanência foi curta. A pressão de jogadores e patrocinadores pela volta de Advocaat aumentou nas últimas semanas, especialmente após a histórica classificação de Curaçao para o Mundial.

 

Inicialmente, a Federação de Futebol de Curaçao demonstrava intenção de manter Rutten no cargo. O presidente da entidade, Gilbert Martina, chegou a afirmar que a decisão não seria baseada apenas no desejo do elenco. No entanto, diante do desgaste interno, Rutten decidiu deixar o posto, abrindo caminho para o retorno de Advocaat.

 

A curta passagem de Rutten terminou após um torneio amistoso na Austrália, onde a equipe sofreu derrotas para os donos da casa e para a China. A instabilidade tão próxima da Copa gerou desconforto, mas o retorno do antigo comandante promete pacificar o vestiário.

 

Advocaat é o grande arquiteto da campanha caribenha. Em novembro de 2025, ele conduziu Curaçao à sua primeira classificação para uma Copa, transformando o país de 150 mil habitantes na menor nação a disputar um Mundial em todos os tempos.

 

Com o retorno, o holandês quebrará um recorde: aos 78 anos, ele se tornará o técnico mais velho a comandar uma seleção em Copas do Mundo, superando o alemão Otto Rehhagel, que dirigiu a Grécia em 2010 aos 72 anos.

 

Curaçao fará sua estreia histórica na Copa do Mundo FIFA 2026 integrando o Grupo E. A seleção enfrentará Alemanha, Costa do Marfim e Equador na fase de grupos.

Bósnia e Herzegovina é a primeira seleção a anunciar convocados para a Copa do Mundo de 2026; veja lista
Foto: Instagram / @bih.reprezentacija

Última seleção a carimbar o passaporte para a Copa do Mundo e, curiosamente, a primeira a anunciar oficialmente seus convocados. Nesta segunda-feira (11), a Bósnia e Herzegovina divulgou a lista com os 26 jogadores que disputarão o Mundial nos Estados Unidos, México e Canadá.

 

A relação da equipe, que será comandada pelo técnico Sergej Barbarez, tem como principal referência o veterano Edin Dzeko. Além dele, destacam-se atletas que atuam em ligas europeias, como Sead Kolasinac, Amar Dedic, Ermedin Demirovic e Esmir Bajraktarevic.

 

A classificação bósnia veio de forma heroica após a eliminação da Itália, no estádio de Zenica. No Mundial, a Bósnia integra o Grupo B, ao lado de Canadá, Catar e Suíça. A estreia será no dia 12 de junho, contra os canadenses, no Toronto Field.

 

Confira abaixo abaixo a lista dos convocados da Bósnia:

  • Goleiros: Nikola Vasilj (FC St. Pauli), Martin Zlomislic (HNK Rijeka) e Osman Hadzikic (Slaven Belupo);
  • Defensores: Sead Kolasinac (Atalanta), Amar Dedic (Benfica), Nihad Mujakic (Gaziantep), Nikola Katic (Schalke 04), Tarik Muharemovic (Sassuolo), Stjepan Radeljic (Rijeka), Dennis Hadzikadunic (Sampdoria) e Nidal Celik (Lens);
  • Meio-campistas: Amir Hadziahmetovic (Hull City), Ivan Sunjic (Pafos), Ivan Basic (Astana), Dzenis Burnic (Karlsruhe), Ermin Mahmic (Slovan Liberec), Benjamin Tahirovic (Brøndby), Amar Memic (Viktoria Plze?) e Armin Gigovic (Young Boys);
  • Atacantes: Kerim Alajbegovic (Red Bull Salzburg), Esmir Bajraktarevic (PSV), Ermedin Demirovic (VfB Stuttgart), Jovo Lukic (Universitatea Cluj), Samed Bazdar (Jagiellonia Bia?ystok), Haris Tabakovic (Borussia Mönchengladbach) e Edin Dzeko (Schalke 04).

 

Fifa chama Irã para reunião na Suíça em meio a impasse sobre jogos da Copa do Mundo
Foto: Divulgação / Fifa

A Fifa convidou a Federação de Futebol da República Islâmica do Irã (FFIRI) para uma reunião em sua sede, em Zurique, na Suíça, antes do dia 20 de maio. O encontro tem como objetivo tratar da preparação da seleção iraniana para a Copa do Mundo de 2026, que será disputada entre 11 de junho e 19 de julho na América do Norte. A informação foi divulgada nesta terça-feira (5) pela AFP, com base em fontes próximas ao processo.

 

A participação do Irã no Mundial ainda gera atenção nos bastidores em meio à guerra no Oriente Médio, iniciada no fim de fevereiro, após bombardeios de Israel e dos Estados Unidos em território iraniano. Mesmo diante do cenário político e diplomático, o presidente da Fifa, Gianni Infantino, tem afirmado publicamente que a seleção iraniana disputará normalmente suas partidas da fase de grupos em solo norte-americano.

 

"Quero confirmar, sem ambiguidades, que o Irã vai participar da Copa do Mundo de 2026. E, com certeza, o Irã jogará nos Estados Unidos", reiterou Infantino, durante a abertura do 76º Congresso da Fifa, realizado em Vancouver, no Canadá, em 30 de abril.

 

A posição do dirigente também recebeu sinalização do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em declaração posterior.

 

"Se o Gianni falou, então estou de acordo", declarou Trump.

 

"Eu disse a ele: 'Faça o que quiser. Você pode ficar com eles' (...) Acho que eles devem poder jogar", acrescentou.

 

Em outras ocasiões, Trump havia indicado dúvidas sobre a segurança dos jogadores iranianos caso viajassem aos Estados Unidos. As declarações provocaram reação de dirigentes do futebol do Irã, que chegaram a avaliar um boicote antes de solicitar que os jogos da seleção fossem transferidos para o México. O pedido foi recusado pela Fifa.

 

Apesar da posição pública de Infantino, o Congresso da Fifa também expôs dificuldades operacionais envolvendo a presença do Irã no Mundial. A delegação iraniana cancelou sua participação no evento em Vancouver na véspera da abertura, alegando comportamento ofensivo por parte da polícia de imigração após a chegada ao aeroporto de Toronto.

 

O Canadá classifica a Guarda Revolucionária Iraniana, braço armado ideológico da República Islâmica, como grupo terrorista. O presidente da FFIRI, Mehdi Taj, é ex-integrante da organização.

 

Ao retornar ao Irã, Taj afirmou à imprensa local que pretendia ter "uma reunião" com a Fifa, na qual teria "muitas questões a tratar".

 

A entidade máxima do futebol espera uma resposta da federação iraniana até, no máximo, três semanas antes do início da Copa do Mundo.

 

O Irã está previsto para estrear no Mundial no dia 16 de junho, contra a Nova Zelândia, em Los Angeles. A segunda partida da seleção será contra a Bélgica, no dia 21, também em Los Angeles.

 

O encerramento da participação iraniana na fase de grupos está marcado para o dia 27 de junho, contra o Egito, em Seattle. Durante a competição, a seleção ficará concentrada em Tucson, no Arizona.

Nova diretriz do Irã restringe viagens de seleções e pode ameaçar participação na Copa de 2026
Foto: Divulgação / BBC

O governo do Irã passou a seguir uma nova diretriz que restringe a participação de seleções e clubes em países considerados “hostis”. A medida pode impactar diretamente compromissos futuros do país, incluindo a Copa do Mundo de 2026.

 

Segundo informações divulgadas pela CNN, o Ministério dos Esportes iraniano determinou que as equipes nacionais não viajem para locais onde não existam garantias de segurança para atletas e delegações. A decisão surge em meio ao acirramento das tensões políticas entre Irã e Estados Unidos.

 

Um confronto do Tractor FC, pela Liga dos Campeões da Ásia, já entrou em dúvida após a implementação da nova regra, evidenciando os efeitos práticos da medida. Apesar de a diretriz não citar explicitamente o Mundial, o cenário gera incerteza. O Irã já está classificado para a Copa, que terá sedes nos Estados Unidos, Canadá e México — nações que podem se enquadrar nos critérios de "hostilidade" estabelecidos pelo governo de Teerã.

 

A partir de agora, a participação da Seleção no torneio passa a depender, além do desempenho esportivo, também do contexto político e diplomático dos próximos meses. Mesmo com o ambiente, a equipe mantém sua agenda e disputa um amistoso contra a Nigéria nesta sexta-feira (27).

 

A decisão do governo também ocorre após episódios recentes envolvendo a Seleção Feminina do país, onde as jogadoras do Irã adotaram uma postura de protesto silencioso na abertura de sua participação na Taça da Ásia.

 

Durante a execução do hino nacional antes da partida contra a Coreia do Sul, realizada no Estádio Cbus Super, as atletas permaneceram alinhadas sem proferir a letra da composição "Mehr-e Khavaran". O gesto ocorreu dentro do contexto de instabilidade na região do Oriente Médio, dias após o registro de ataques militares dos Estados Unidos e de Israel contra o território iraniano.

Curtas do Poder

Ilustração de uma cobra verde vestindo um elegante terno azul, gravata escura e língua para fora
Vamos ver quem vai poder cantar "Amigo estou aqui". Porque às vezes é homenagem, às vezes é premonição. Mas preocupado mesmo eu estou com Gargamel. Enquanto isso, o São João chega com os clássicos: amendoim cozido, político dançando mal e Bruno de Wagner com uma combinação questionável. Mas decidiram cantar dessa vez, e aí foi uma surpresa - negativa - atrás da outra. Saiba mais!

Pérolas do Dia

Jerônimo Rodrigues

Jerônimo Rodrigues
Foto: Victor Hernandes / Bahia Notícias

"Não está no script". 


Disse o governador Jerônimo Rodrigues ao negar a possibilidade de afastamento do secretário estadual do Meio Ambiente, Eduardo Sodré, após citação nas investigações da Operação Compliance Zero, da Polícia Federal, que apura um esquema de irregularidades do Banco Master no sistema financeiro nacional. Em entrevista coletiva nesta segunda-feira (29), o petista disse ao Bahia Notícias que nenhum afastamento vai ocorrer “sem motivação concreta”. 
 

Podcast

Deputado Rosemberg Pinto (PT) é o entrevistado do Projeto Prisma desta segunda

Deputado Rosemberg Pinto (PT) é o entrevistado do Projeto Prisma desta segunda
Foto: Projeto Prisma
O deputado estadual Rosemberg Pinto (PT) é o entrevistado do Projeto Prisma desta segunda-feira (15). O podcast é transmitido ao vivo a partir das 16h no YouTube do Bahia Notícias.

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