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largo brasil
Vereadores de Maracás, no Vale do Jiquiriçá, querem esclarecimentos sobre a possível suspensão das operações da Largo Brasil, subsidiária da canadense Largo Resources, responsável pela extração de vanádio na zona rural de Maracás, no Vale do Jiquiriçá.
Segundo o Blog do Marcos Frahm, parceiro do Bahia Notícias, o pedido, feito por edis da base e da oposição, ocorreu durante sessão desta quinta-feira (9). O alerta surgiu após a divulgação de um card institucional da empresa, em que a mineradora diz enfrentar um momento “desafiador”.
No comunicado, a Largo menciona queda no preço internacional do vanádio, reorganização interna, tarifas impostas pelos Estados Unidos e dívidas com bancos e fornecedores, fatores que impactariam a operação. A empresa também estaria em atraso no repasse da Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (CFEM) ao município, situação que, segundo relatos, vem de gestões anteriores.
Ainda segundo o blog, o vereador Alex Gomes (PDT) apresentou um requerimento para a realização de uma audiência pública, com o objetivo de ouvir a mineradora e discutir alternativas caso haja suspensão das atividades. “Mesmo com a nota divulgada, a preocupação permanece. A população precisa saber a real situação da empresa, assim como foi informada no processo de implantação”, justificou o legislador.
A Largo Brasil é uma das principais geradoras de empregos e renda no município, além de manter projetos sociais que beneficiam mais de 1,5 mil pessoas.
O presidente da Câmara, Jonas Amorim (Republicanos), confirmou que o assunto já havia sido tratado informalmente com o prefeito Nelson Portela (PT), que reconheceu o atraso nos repasses financeiros. Jonas sugeriu que os vereadores realizem uma visita prévia à mineradora antes da audiência pública.
“Vamos buscar uma agenda com a empresa para entender melhor a situação. Maracás depende muito dessa mineradora, e precisamos dar uma resposta à população”, afirmou.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Tânia Scofield
"Na verdade, o que a gente encontra hoje na rua de Salvador é uma faixa de veículo assim, bem acima do necessário. Esse acima do necessário permite inclusive que um carro ultrapasse, porque às vezes tem 3 metros e meio, 3 metros, às vezes 4 metros".
Disse a presidente da Fundação Mário Leal Ferreira (FMLF), Tânia Scofield, durante entrevista nesta terça-feira (8) ao programa Bahia Notícias no Ar, ao comentar a preocupação de parte dos motoristas com a redução do espaço para os carros nas obras de requalificação da Avenida Lafayette Coutinho, popularmente como Avenida Contorno é uma "percepção um pouco equivocada".