Modo debug ativado. Para desativar, remova o parâmetro nvgoDebug da URL.

Usamos cookies para personalizar e melhorar sua experiência em nosso site e aprimorar a oferta de anúncios para você. Visite nossa Política de Cookies para saber mais. Ao clicar em "aceitar" você concorda com o uso que fazemos dos cookies

Marca Bahia Notícias
Você está em:
/
/
Tag

Artigos

Adriano Sampaio
E se o maior erro das previsões eleitorais não estiver nas pesquisas, mas na forma como interpretamos o eleitor indeciso?

E se o maior erro das previsões eleitorais não estiver nas pesquisas, mas na forma como interpretamos o eleitor indeciso?

Modelo proprietário desenvolvido pela Duplamente Inteligência de Mercado desafia a distribuição proporcional dos votos e propõe uma nova leitura das trajetórias eleitorais brasileiras

Multimídia

Mansur diz que candidatura feminina no PSOL deve ser decidida pelas mulheres

Mansur diz que candidatura feminina no PSOL deve ser decidida pelas mulheres
O candidato ao Governo da Bahia pelo PSOL, Ronaldo Mansur, afirmou que a legenda tem ampliado a participação feminina nas disputas majoritárias, mas é necessário que "as mulheres decidam" disputar um lugar na majoritária. A declaração ocorreu durante entrevista à série especial “Vota BN”, do Projeto Prisma, do Bahia Notícias, com Fernando Duarte. Para ele, a escolha precisa partir das próprias integrantes do partido.

Entrevistas

Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra

Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra
Nesta segunda-feira (10), a ministra da Igualdade Racial, Rachel Barros, esteve em Salvador para participar do Colóquio Internacional Cultura, Relações Exteriores, Desenvolvimento e Reparação. O evento, que acontece nas cidades de Salvador e Cachoeira, integra as celebrações pelos 25 anos de fundação do FENEBA e desdobra as discussões iniciadas no 9º Congresso Panafricano, sediado em Lomé, no Togo.

joias sauditas

Ex-ajudante de Bolsonaro, Mauro Cid prestará novo depoimento à PF na terça-feira
Foto: Lula Marques / EBC

O tenente-coronel do Exército Mauro Cid, ex-ajudante de Ordens do ex-presidente Jair Bolsonaro, prestará novo depoimento à Polícia Federal (PF), na próxima terça-feira (19), em Brasília. Cid fechou acordo de colaboração premiada após ter sido preso no âmbito do inquérito que apura fraudes em certificados de vacinação contra a Covid-19. As informações são da Agência Brasil.

 

Além do caso referente às vacinas, ele cooperou com a investigação sobre a tentativa de golpe de Estado que teria sido elaborada no alto escalão do governo Bolsonaro e também é implicado no esquema de venda de joias e presentes entregues ao ex-presidente por autoridades estrangeiras.

 

O advogado de Cid, Cezar Bittencourt, disse à Agência Brasil, neste domingo (17), que não há “nenhuma preocupação” da defesa de que o acordo de delação de Cid seja reavaliado. Segundo Bittencourt, é comum que novas informações surjam durante o inquérito e a polícia procure novamente as pessoas que estão sendo investigadas.

 

Mas, se a Polícia Federal concluir que Mauro Cid não cumpriu as obrigações do acordo, o ex-ajudante de ordens poderá ser alvo de um pedido de rescisão da colaboração. A medida não anularia a delação, mas cancelaria os benefícios, entre eles, o direito de permanecer em liberdade.

 

Mauro Cid foi preso em 3 maio de 2023, no âmbito da Operação Venire, que investiga a inserção de dados falsos de vacinação contra a Covid-19 nos sistemas do Ministério da Saúde. Ele ficou preso em um batalhão da Polícia do Exército, em Brasília, até 9 de setembro, quando firmou a colaboração premiada com a PF e foi solto por decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes.

 

As investigações apontaram que o ex-presidente Bolsonaro e integrantes de seu governo, incluindo ministros de Estado e militares, formularam uma minuta, com a participação de Bolsonaro, que previa uma série de medidas contra o Poder Judiciário, incluindo a prisão de ministros da Suprema Corte. Esse grupo também promoveu reuniões para impulsionar a divulgação de notícias falsas contra o sistema eleitoral brasileiro.

 

Mensagens encontradas no celular de Mauro Cid mostram que, apesar de relatórios e reuniões garantirem que as urnas eletrônicas são seguras, deu-se continuidade à elaboração da minuta do golpe.

 

Em março deste ano, Cid foi preso novamente por descumprimento de cautelares impostas e por obstrução de Justiça. Na ocasião, houve o vazamento de áudios em que o ex-ajudante de ordens critica a atuação do relator dos casos, ministro Alexandre de Moraes, e afirma que foi pressionado pela PF a delatar episódios dos quais não tinha conhecimento ou “o que não aconteceram”. 

 

Mauro Cid foi solto novamente em maio, em liberdade provisória concedida pelo ministro.

 

Alexandre de Moraes decidiu manter a validade do acordo de delação após a confirmação das informações pelo militar, durante a audiência na qual ele foi preso.

Ministério Público Federal diz à PF que viu indícios de crime de Bolsonaro no caso das joias sauditas
Foto: Reprodução

O procuradores do Ministério Público Federal (MPF) viram indícios de peculato do ex-presidente da República, Jair Bolsonaro (PL), no caso das joias sauditas. 

 

No pedido inicial enviado pelos procuradores à Polícia Federal no dia 20 de março deste ano, a que a Globo News teve acesso, eles dizem que existe no caso a possibilidade de desvio de recursos públicos por parte do ex-presidente. "Importante ressaltar que, a partir da decretação de perdimento dos bens, os bens passam a ter natureza eminentemente pública descabendo qualquer destinação particular", disseram.

 

O ex-presidente no início do mês informou à PF que conversou pessoalmente com o ex-chefe da Receita Federal Júlio César Vieira Gomes sobre as joias enviadas pela Arábia Saudita e retidas com a comitiva do governo brasileiro no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, em outubro de 2021.

 

Os procuradores ainda falaram no documento que "o primeiro ponto a se destacar é a tentativa do senhor Marcos André dos Santos [ex-assessor do então ministro Bento Albuquerque] de ingressar no país através do canal 'nada a declarar' com os presentes recebidos na Arábia Saudita, qual seja: o conjunto de joias. E, por conta disso, da detida análise dos fatos e provas apresentadas verificou-se indícios do crime [de peculato]".

Em depoimento à PF, Bolsonaro confirma que conversou com ex-chefe da Receita Federal sobre as joias
Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) confirmou que conversou pessoalmente com o ex-chefe da Receita Federal, Júlio César Vieira Gomes, sobre as joias sauditas que foram retidas no Aeroporto de Guarulhos em outubro de 2021. As informações foram publicadas pela TV Globo, que teve acesso aos depoimentos.

 

LEIA TAMBÉM:

 

"O declarante [Bolsonaro] solicitou ao ajudante de ordens, coronel Cid, que obtivesse informações acerca de tais fatos; que o ajudante de ordens oficiou a Receita Federal para obter informações; que neste ínterim o declarante estabeleceu contato com o então chefe da Receita Federal, Júlio, cujo sobrenome não se recorda, e salvo engano, determinou que estabelecesse contato direto com o ajudante de ordem; que as conversas foram pessoalmente, pelo o que se recorda", diz um dos trechos.

 

Segundo a TV Globo, Bolsonaro se contradisse sobre ter tentado resgatar as joias, avaliadas em R$ 16,5 milhões, no fim de seu mandato. Primeiro, o ex-presidente diz que "a intenção de que as joias fossem retiradas na Alfândega antes do declarante viajar para os Estados Unidos era para não deixar qualquer pendência para o próximo governo e evitar um vexame diplomático" e que esse 'vexame' seria "em razão de aparentar descaso com o presente de uma nação amiga, permitindo seu leilão".

 

Depois, ao ser questionado sobre "o motivo pelo qual Mauro Cid, Julio Cesar e José de Assis se empenharam tanto para tentar retirar as joias pela Alfândega no dia 29/12/2022, inclusive com ligação pessoal do Julio Cesar para o integrante da Ajudância de Ordens que foi retirar as joias (Jairo), mesmo sabendo que não estava pronta a documentação necessária, o declarante afirma não ter ideia de tal possível empenho. Que, em razão do tumulto que foram seus últimos dias de governo, sequer teve cabeça para se preocupar com o assunto em questão."

 

O ex-presidente também informou que foi avisado sobre a existência das joias sauditas entre o final de novembro e começo de dezembro de 2022. Ele disse não se lembrar quem o avisou sobre os itens, mas que é possível que tenha sido alguém ligado ao Ministério de Minas e Energia.

Ajudante de Bolsonaro diz que "resgate" de joias milionárias começou com pedido do ex-presidente
Foto: Reprodução / Redes Sociais

A operação para tentar recuperar as joias sauditas que estavam retidas na alfândega do Aeroporto de Guarulhos teria sido iniciada com um pedido do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). De acordo com depoimento do ex-ajudante de ordens Mauro Cid à Polícia Federal, ele teria sido informado dos presentes retidos pela Receita Federal em dezembro de 2022, e foi orientado a checar a regularização dos itens.

 

Segundo o Blog de Andréia Sadi, do g1, no depoimento, Cid afirmou que não houve ordem de recuperação do presente por parte do ex-presidente, mas sim uma solicitação. Mauro Cid era ajudante de ordens de Bolsonaro no período em que foi solicitado o resgate dos presentes sauditas.

 

Após o pedido do ex-presidente, Cid teria entrado em contato com Júlio César Vieira Gomes, então secretário especial da Receita, que confirmou que havia um pacote retido e que já havia um pedido de liberação dos itens datado de novembro de 2021, em nome do ex-ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque.

 

No depoimento, Cid afirmou que Júlio César o orientou sobre como deveria ser feito o documento para solicitar à Receita a retirada do presente, inclusive sobre quem deveria assinar o pedido. A maior parte das tratativas aconteceu por meio do WhatsApp, de acordo com o ex-ajudante de ordens.

 

Segundo Cid, esta ocasião foi a primeira vez que a ajudância de ordens acionou a Receita Federal para pedir a incorporação de bens ao ex-presidente, mas que era comum que ele buscasse presentes para Bolsonaro em todo o país.

Bolsonaro não menciona Michelle em seu depoimento à Polícia Federal
Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil

O ex-presidente Jair Bolsonaro não mencionou o nome de sua esposa, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, durante seu depoimento à Polícia Federal nesta quarta-feira (5/4) sobre o caso das joias que ganhou da Arábia Saudita.

 

Segundo fontes da PF e da defesa de Bolsonaro, Michelle não foi mencionada pelo marido em nenhum momento da oitiva, que durou cerca de três horas. Isso apesar de a ex-primeira-dama ter sito citada por personagens do caso.

 

LEIA TAMBÉM:

 

A autoridades da Receita Federal, o ex-ministro de Bento Albuquerque chegou a dizer que o conjunto de joias no valor estimado de R$ 16,5 milhões que foi retido na alfândega do Aeroporto de Guarulhos seria um presente para Michelle. As informações são do Metrópoles, parceiro do Bahia Notícias.

 

Bento também não teria sido citado por Bolsonaro no depoimento. O ex-ministro, como se sabe, foi o responsável por trazer as joias ao Brasil. Os objetos foram apreendidos pela Receita com um membro de sua comitiva, no momento do desembarque.

 

A íntegra do depoimento de Bolsonaro ainda não será divulgada pela PF agora. O motivo é que uma das dez pessoas que seriam ouvidas nesta quarta acabou não prestando depoimento. A íntegra só será divulgada após essa décima oitiva.

Joias sauditas: Bolsonaro é intimado pela PF a depor no dia 5 de abril
Foto: Reprodução

O ex-presidente da República Jair Bolsonaro (PL), que volta ao Brasil nesta quinta-feira (30), e seu antigo ajudante de ordens, o tenente-coronel Mauro Cid, vão depor no dia 5 de abril, às 14h30, sobre o caso das joias sauditas. Isso porque eles foram intimados pela Polícia Federal (PF). Quem também prestará esclarecimentos à PF é Marcelo Câmara, segurança do ex-presidente.

 

O tenente-coronel Mauro Cid enviou um ofício, em nome do Gabinete Pessoal do Presidente da República, para o então chefe da Receita Federal no dia 28 de dezembro de 2022, pedindo a liberação das joias apreendidas com a comitiva do ex-ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, no aeroporto de Guarulhos, em São Paulo. De acordo com o documento, os presentes seriam incorporados ao Gabinete. “A este órgão da União”, diz a mensagem enviada.

 

As joias trazidas em 2021 são avaliadas em R$ 16,5 milhões. Um pacote de joias foi retido pela Receita Federal no aeroporto de Guarulhos. O segundo estava em posse de Bolsonaro e foi entregue por sua defesa, após determinação do Tribunal de Contas da União (TCU).  

Curtas do Poder

Ilustração de uma cobra verde vestindo um elegante terno azul, gravata escura e língua para fora
Do jeito que as coisas vão, não sei se o Soberano chega inteiro em outubro. Mas não foi o único que levou bola nas costas também. Tiveram que recorrer até ao passado pra lembrar da conexão entre o Pernambucano e o Capitão, por exemplo. Enquanto isso, o passado deixa outros tristes. Não é, Ferragamo? Mas o futuro também tira o sono de alguns. Alice no País das Maravilhas, por exemplo, já tem seu plano B. Saiba mais!

Pérolas do Dia

André Viana

André Viana
Foto: Antena 1 Salvador

"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade". 


Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.

Podcast

Vota BN: Projeto Prisma entrevista o candidato ao governo da Bahia Ronaldo Mansur (PSOL) nesta segunda

Vota BN: Projeto Prisma entrevista o candidato ao governo da Bahia Ronaldo Mansur (PSOL) nesta segunda
A sabatina faz parte da série especial "Vota BN", dedicada a sabatinar as principais lideranças políticas na disputa pelo Executivo estadual e pelo Senado nas eleições de 2026. O programa é transmitido ao vivo a partir das 16h no YouTube do Bahia Notícias.

Mais Lidas