Artigos
Semeando palavras, colhendo sonhos
Multimídia
João Roma diz que todos, exceto Lula, devem apoiar ACM Neto no governo da Bahia
Entrevistas
Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra
japaao
O Japão executou nesta sexta-feira (27), através de pena de morte o homem reconhecido por ser o “assassina do twitter”. O criminoso matou e esquartejou nove pessoas após entrar em contato com as vítimas pela rede social, atual X. A maioria das pessoas mortas eram mulheres, segundo publicação da CNN.
Takahiro Shiraishi foi o primeiro que passou pela pena na capital do país em quase três anos. De acordo com a reportagem, ele foi preso em 2017 e condenado em 2020 após se declarar culpado e autor dos crimes.
Sua prisão ocorreu quando a polícia realizou uma busca para investigar o desaparecimento de uma mulher de 23 anos que havia indicado pensamentos suicidas nas redes sociais.
Ele foi condenado à morte pelo estrangulamento e desmembramento de oito mulheres e um homem em 2017 em seu apartamento na cidade de Zama, em Kanagawa, perto de Tóquio.
Conforme a TV Asahi, via CNN, três caixas térmicas e cinco contêineres foram localizados no quarto de Shiraishi, contendo restos mortais das vítimas.
A emissora disse ainda que das vítimas tinham entre 15 e 26 anos, e foram contatadas por Shiraishi após realizarem posts nas redes sociais.
A execução de Takahiro é a primeira que o país vê desde julho de 2022, No país asiatico, a pena de morte ocorre por enforcamento, e as datas das execuções só são divulgadas após a execução.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Nikolas Ferreira
"Eu tenho empresa, sim, a maior escola de inglês para cristãos no Brasil. Dei palestra sobre comunicação, tenho plataforma sobre política e espiritualidade, três livros lançados. Minha rede social me dá condição de ter essas boas iniciativas".
Disse o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) ao reagir aos questionamentos, sobretudo de políticos e apoiadores da esquerda, por declarar à Justiça Eleitoral bens no total de R$ 3,8 milhões. Os dados apontam que o patrimônio do político mineiro saltou 8.850% ao longo de seu primeiro mandato no Congresso Nacional — em 2022, ele relatou ter R$ 36 mil.