Artigos
Os “meninus” do trio
Multimídia
Apesar de críticas, novo Sedur defende agilidade para avanços em Salvador
Entrevistas
Afonso Florence garante candidatura de Lula em 2026 e crava retorno ao Congresso: “Sou parlamentar”
japaao
O Japão executou nesta sexta-feira (27), através de pena de morte o homem reconhecido por ser o “assassina do twitter”. O criminoso matou e esquartejou nove pessoas após entrar em contato com as vítimas pela rede social, atual X. A maioria das pessoas mortas eram mulheres, segundo publicação da CNN.
Takahiro Shiraishi foi o primeiro que passou pela pena na capital do país em quase três anos. De acordo com a reportagem, ele foi preso em 2017 e condenado em 2020 após se declarar culpado e autor dos crimes.
Sua prisão ocorreu quando a polícia realizou uma busca para investigar o desaparecimento de uma mulher de 23 anos que havia indicado pensamentos suicidas nas redes sociais.
Ele foi condenado à morte pelo estrangulamento e desmembramento de oito mulheres e um homem em 2017 em seu apartamento na cidade de Zama, em Kanagawa, perto de Tóquio.
Conforme a TV Asahi, via CNN, três caixas térmicas e cinco contêineres foram localizados no quarto de Shiraishi, contendo restos mortais das vítimas.
A emissora disse ainda que das vítimas tinham entre 15 e 26 anos, e foram contatadas por Shiraishi após realizarem posts nas redes sociais.
A execução de Takahiro é a primeira que o país vê desde julho de 2022, No país asiatico, a pena de morte ocorre por enforcamento, e as datas das execuções só são divulgadas após a execução.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Janja da Silva
"Hoje estabelecemos um marco para a sociedade brasileira, representada pelos três poderes, aqui presentes. Todos assumiram o compromisso e a responsabilidade de tornar a nossa sociedade um lugar em que as mulheres possam viver em paz. Queremos ser respeitadas, queremos ser amadas, queremos ser livres, queremos nos manter vivas".
Disse a primeira-dama Janja Silva em um discurso emocionado e com direito a lágrimas, ao abrir a solenidade de lançamento do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio. A iniciativa do governo Lula, chamada de “Todos por Todas”, busca unir os três poderes em ações coordenadas para prevenir a violência letal contra meninas e mulheres no país.