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Artigos

Alex Bastos
Avanços na cadeia produtiva dos jumentos no Nordeste
Foto: Divulgação

Avanços na cadeia produtiva dos jumentos no Nordeste

A decisão do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) reconheceu, sem questionamentos, a legalidade da atividade dentro das normas vigentes. Essa decisão está em plena consonância com o arcabouço jurídico brasileiro que regula a produção e a inspeção de produtos de origem animal. O Poder Legislativo por meio das Leis Federais nº 1.283/1950 e nº 7.889/1989 estabeleceram as bases da inspeção industrial e sanitária desses produtos no país, criando um sistema de fiscalização estruturado e reconhecido internacionalmente.

Multimídia

Após deixar Podemos, Raimundo da Pesca comenta convites e explica escolha pelo PSD

Após deixar Podemos, Raimundo da Pesca comenta convites e explica escolha pelo PSD
O deputado federal Raimundo Costa (PSD) comentou, nesta segunda-feira (9), sua filiação ao Partido Social Democrático (PSD) após deixar o Podemos. Em declaração ao Projeto Prisma, podcast do Bahia Notícias, ele detalhou a motivação da mudança partidária.

Entrevistas

VÍDEO: Sílvio Humberto fala sobre cultura de Salvador, critica Executivo e comenta pré-candidatura a deputado; confira entrevista

VÍDEO: Sílvio Humberto fala sobre cultura de Salvador, critica Executivo e comenta pré-candidatura a deputado; confira entrevista
Foto: Divulgação
O vereador Sílvio Humberto (PSB), presidente da Comissão de Cultura da Câmara Municipal de Salvador, falou sobre o cenário cultural da capital baiana, criticou a gestão municipal, comentou a relação entre o Legislativo e o Executivo e também abordou a possibilidade de disputar uma vaga na Câmara dos Deputados nas eleições de 2026. Em entrevista ao Bahia Notícias, o parlamentar avaliou o Plano Municipal de Cultura, fez críticas à administração do prefeito Bruno Reis e afirmou que pretende ampliar o debate sobre representação política e desenvolvimento da cidade.

investigacao

Moro ameaça convocar Rui Costa e Jerônimo Rodrigues na CPI e senador petista retira convocação de ACM Neto
Foto: Geraldo Magela/Agência Senado

A pedido do senador Humberto Costa (PT-PE), a CPI do Crime Organizado do Senado retirou da pauta de votações o requerimento para convocação do ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (União Brasil). A comissão está reunida nesta quarta-feira (18) para votar diversas convocações de autoridades, além de quebras de sigilo e compartilhamento de informações.

 

O documento para convocação de ACM Neto foi contestado pelo senador Sérgio Moro (União-PR) no início da reunião. Moro disse não haver relação da atuação do ex-prefeito de Salvador com o foco de investigação da CPI, que é a atuação do crime organizado no Brasil. 

 

Para Moro, a tentativa do PT de convocar não apenas ACM Neto, mas outros nomes como o do presidente do PL, Valdemar Costa Neto, do ex-presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, e do ex-ministro da Fazenda, Paulo Guedes, caracterizava manobra política e eleitoral a partir da CPI. 

 

O senador paranaense disse que se a CPI fosse adentrar em investigações sobre relações do Banco Master com autoridades da Bahia, ele exigiria também a votação dos requerimentos que apresentou para convocação do ministro da Casa Civil, Rui Costa, e do governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues. 

 

“Esse requerimento envolvendo o ex-prefeito ACM Neto, se nós formos verificar a questão do Banco Master na Bahia, a principal suspeito recai sobre o senhor Rui Costa, o ministro da Casa Civil. É conhecida essa história de que através do CredCesta, deram exclusividade ao Banco Master, e do outro lado ainda proibiram os servidores da Bahia que tivessem a portabilidade para escolher taxas de juros menores do que o consignado. Então a observação que faço aqui é que se vai investigar, investigue todo mundo, mas não se utilize essa CPI como instrumento para criação e exploração de fatos políticos que não têm nenhuma relação, ou que se faça uma seleção de alvos”, afirmou Moro.

 

“Se vamos adentrar na questão da Bahia, então vamos convocar o ministro Rui Costa e o governador Jerônimo Rodrigues, que deu continuidade a essa relação do governo baiano com o Master”, completou Sérgio Moro.

 

Na justificativa para a convocação de ACM Neto, o senador Humberto Costa afirma ser necessária para que ele esclareça na CPI se houve tráfico de influência, lavagem de dinheiro ou outras irregularidades na relação entre ele e o Banco Master. Costa citou relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), que revelou que a empresa de consultoria de ACM Neto recebeu R$ 3,6 milhões do Banco Master e da empresa de investimentos Reag entre 2023 e 2024. 

 

Outro pedido que foi retirado pelo senador Humberto Costa pedia a quebra de sigilo bancário, fiscal e telefônico do ex-prefeito de Salvador. O senador petista disse que iria pedir votação desses requerimentos em reuniões futuras. 

 

Uma terceira solicitação que teve sua votação adiada foi o pedido, também do senador Humberto Costa, que pedia a quebra dos sigilos bancário, fiscal, telefônico e telemático da empresa A&M Consultoria Empresarial. A empresa tem como administrador principal o ex-prefeito de Salvador, e recebeu R$ 3,6 milhões do Banco Master e da empresa de investimentos Reag entre 2023 e 2024. 

Gilmar Mendes concede habeas corpus a Leila Pereira e CPMI do INSS cancela sessão para ouvir a dona da Crefisa
Foto: Reprodução Redes Sociais

Com a decisão do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), de desobrigar a presidente do banco Crefisa e do Palmeiras, Leila Pereira, de comparecer à CPMI do INSS, o presidente do colegiado, senador Carlos Viana (Podemos-MG), cancelou a reunião que será realizada na manhã desta quarta-feira (18). Essa foi a terceira vez que a comissão cancelou uma tentativa de ouvir a dona da Crefisa.

 

Além de ter concedido habeas corpus e desobrigado Leila Pereira de comparecer à CPMI, Gilmar Mendes proibiu que a comissão decidisse realizar uma condução coercitiva para forçar a ida da dirigente ao colegiado. O senador Carlos Viana havia prometido optar pela condução para garantir o depoimento. 

 

Na sua decisão, Gilmar Mendes apontou que a convocação de Leila Pereira indicaria possível desvio de finalidade e extrapolação do objeto investigado pela comissão.

 

“Os limites constitucionais estabelecidos aos poderes investigativos das comissões parlamentares de inquérito e as garantias fundamentais da requerente impedem que tal convocação ocorra em dissonância com os fatos determinados que deram origem à instalação da CPMI e em frontal colisão com o direito fundamental à não autoincriminação”, afirmou Mendes.

 

O relator da CPMI, deputado Alfredo Gaspar (União-AL), defendia a convocação de Leila Pereira afirmando que a presidente do grupo Crefisa precisaria comparecer à comissão para esclarecer informações prestadas pelo presidente do INSS, Gilberto Waller Júnior, durante depoimento no início de fevereiro. O depoente teria prestado informações objetivas sobre a atuação da Crefisa em relação a crédito consignado a aposentados e pensionistas.

 

Em nota publicada nas redes sociais, o senador Carlos Viana afirmou ter recebido com indignação a decisão. “Vemos medidas judiciais sendo utilizadas para limitar a atuação do Parlamento na busca pela verdade”, destacou.

 

“A testemunha tem dever legal de comparecer e colaborar com o esclarecimento dos fatos. Autorizar o não comparecimento, por meio de mandado de segurança, representa um precedente extremamente preocupante e fragiliza diretamente o poder investigatório do Congresso Nacional”, escreveu Viana.
 

CPI do Crime Organizado votará pedido de convocação de ACM Neto apresentado por senador petista
Foto: Gabriel Lopes / Bahia Notícias

Está marcada para as 9h desta quarta-feira (18) uma reunião administrativa da CPI do Crime Organizado, do Senado, na qual serão votados 37 requerimentos de convocação de autoridades, quebras de sigilo e compartilhamento de informações. Entre os requerimentos que serão apreciados está um apresentado pelo senador Humberto Costa (PT-PE), que pede a convocação do ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (União Brasil). 

 

Na justificativa do requerimento, o senador petista afirma ser necessária a convocação para que ACM neto esclareça na CPI se houve tráfico de influência, lavagem de dinheiro ou outras irregularidades na relação entre ele e o Banco Master. 

 

Costa cita relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), que revelou que a empresa de consultoria de ACM Neto recebeu R$ 3,6 milhões do Banco Master e da empresa de investimentos Reag entre 2023 e 2024. O senador lembra que o Banco Master, por sua vez, é investigado pela Polícia Federal na Operação Compliance Zero por um esquema de fraude bilionária no sistema financeiro, com conexões com o Primeiro Comando da Capital (PCC), o que, para ele, justificaria a investigação da CPI.

 

“O próprio sr. ACM Neto confirmou o recebimento dos valores, alegando se tratar de pagamentos por serviços de consultoria. No entanto, a natureza desses serviços e a razão pela qual uma empresa de consultoria recém criada por um político de projeção nacional foi contratada por um banco no epicentro de um escândalo de lavagem de dinheiro precisa ser  esclarecida”, afirma o senador petista. 

 

“É importante esclarecer que essa medida não exorbita os limites do plano de trabalho desta CPI, que estabelece como escopo o ingresso do crime organizado nos mercados aparentemente lícitos, fenômeno conhecido como novos ilegalismos”, conclui Humberto Costa.

 

Além da convocação de ACM Neto, pode ser votado também pela CPI outro requerimento de Humberto Costa que pede a quebra dos sigilos bancário, fiscal, telefônico e telemático da empresa A&M Consultoria Empresarial. A empresa tem como administrador principal o ex-prefeito de Salvador, e recebeu R$ 3,6 milhões do Banco Master e da empresa de investimentos Reag entre 2023 e 2024. 

 

Segundo afirmou o senador petista no seu requerimento, a quebra dos sigilos da A&M Consultoria permitirá à CPI do Crime Organizado rastrear o fluxo de recursos, verificar a origem e o destino dos valores recebidos, e apurar se os serviços de consultoria alegados são compatíveis com os pagamentos efetuados. 

 

“A análise dos dados bancários, fiscais e telemáticos é fundamental para determinar se houve tráfico de influência, lavagem de dinheiro ou outras irregularidades na relação entre a empresa de consultoria e o Banco Master”, afirma Humberto Costa.

 

A CPI do Crime Organizado é presidida pelo senador Fabiano Contarato (PT-ES), e tem como relator o senador Alessandro Vieira (MDB-SE). A comissão tem 11 membros, e para que seja aprovado um requerimento, são necessários seis votos.

 

Na semana passada, o pré-candidato ao governo da Bahia, ACM Neto, divulgou um vídeo em suas redes sociais com esclarecimentos sobre a divulgação de pagamentos do banco Master/ Reag feitos a uma empresa dele. O ex-prefeito afirmou que iria acionar o Supremo Tribunal Federal e a Procuradoria-Geral da República para pedir a apuração do que classificou como vazamento criminoso de dados sigilosos, e se colocou à disposição das autoridades para prestar esclarecimentos.

 

“Ainda no dia de hoje, estamos dando entrada junto ao Supremo Tribunal Federal e à Procuradoria-Geral da República, com um requerimento, solicitando que se apure o vazamento criminoso de dados sigilosos, um vazamento manipulado que foi amplamente noticiado na imprensa. Neste mesmo requerimento, eu vou me colocar inteiramente à disposição desses dois órgãos para prestar qualquer tipo de esclarecimento", afirmou.

 

Na sua declaração, Neto levantou a hipótese de motivação política por trás da divulgação das informações. "É claro que esse vazamento que aconteceu faz com que a gente se pergunte se não tem política por trás disso. Nós sabemos que a gente está na boca de uma eleição, e é muito estranho isso acontecer", disse.

CPMI do INSS marca novo depoimento de Leila Pereira e senador fala em condução coercitiva caso ela não compareça
Foto: Reprodução Redes Sociais Palmeiras

O presidente da CPMI do INSS, senador Carlos Viana (Podemos-MG), agendou para esta quarta-feira (18) a terceira tentativa do colegiado de ouvir o depoimento da presidente do Banco Crefisa e do clube Palmeiras, a empresária Leila Pereira. A reunião da CPMI está marcada para as 9h. 

 

A primeira tentativa de oitiva com Leila Pereira foi marcada para o dia 9 de março, mas ela não compareceu por causa de uma decisão do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF). O ministro anulou a votação da CPMI que aprovou uma série de requerimentos em globo, entre eles quebras de sigilos e convocações para depoimentos.

 

A decisão de Dino, contudo, anulava apenas as aprovações de quebras de sigilo, mas o ministro só deu essa explicação no dia 11. Como havia dúvida se a ordem dele valia para os demais requerimentos, quem foi convocado para prestar depoimento não compareceu à CPMI.

 

O depoimento de Leila, portanto, foi remarcado para o dia 12 de março. O ministro Flávio Dino, entretanto, afirmou que, devido ao curto prazo entre a decisão dele e a data da sessão, não seria adequada a aplicação de medidas mais duras para obrigar o comparecimento, como a condução coercitiva. 

 

Segundo o ministro, a presidente da Crefisa poderia optar por comparecer na data inicialmente prevista ou solicitar uma nova sessão. Essa nova sessão, portanto, foi marcada para esta quarta (18). 

 

“Leila Pereira vai depor como colaboradora, não como investigada. A defesa dele recorreu e eles perderam. O ministro André Mendonça determinou que ela compareça porque ela é testemunha”, afirmou o presidente da CPMI do Senado. Segundo o senador, se ela novamente não comparecer, ele pensa em impor condução coercitiva para garantir a oitiva. 

 

O relator da CPMI, deputado Alfredo Gaspar (União-AL) afirma que a presidente do grupo Crefisa está sendo chamada a depor para esclarecer informações prestadas pelo presidente do INSS, Gilberto Waller Júnior, durante depoimento à comissão no início de fevereiro. O depoente teria prestado informações objetivas sobre a atuação da Crefisa em relação a crédito consignado a aposentados e pensionistas.

 

Gaspar destacou no requerimento em que convocou Leila Pereira que a Crefisa teria assumido “papel central” ao se tornar a maior vencedora do pregão que definiu o pagamento de novos benefícios a aposentados do INSS, concentrando boa parte de toda a operação.
 

Celular de Vorcaro tem muitos vídeos íntimos, mas nada que se relacione com CPMI do INSS, dizem parlamentares
Foto: Reprodução CNN

Ao sair, na tarde desta segunda-feira (16), da sala-cofre da CPMI do INSS onde estão armazenadas as informações sobre a quebra de sigilo do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, o deputado Paulo Pimenta (PT-RS) disse à imprensa que o material não tem relação com as investigações da comissão. Pimenta é um dos parlamentares da bancada governistas na CPMI. 

 

“Do que vi até agora, não vi absolutamente nada que tenha qualquer relação com o objeto da investigação da CPMI. Não vi nenhum documento que trate de crédito conciliado ou de desconto associativo do INSS. Existe um volume muito grande de informações. Uma parte dessas informações não tem nenhuma relevância do ponto de vista investigativo”, afirmou o deputado Paulo Pimenta (PT-RS) a jornalistas.

 

Segundo outras informações obtidas pelo site Metrópoles, o conteúdo sigiloso do celular do banqueiro Daniel Vorcaro conteria muitos vídeos íntimos do dono do Master e fotos de caciques políticos em momentos de descontração. A maioria dos políticos que aparecem nas imagens, de acordo com parlamentares ouvidos pelo site, são de partidos do chamado Centrão que tinham relação próxima com o banqueiro.

 

Os parlamentares da CPMI do INSS estão podendo acessar os documentos que foram extraídos pela Polícia Federal do celular do dono do Banco Master. Os dados estão desde a semana passada guardados em uma sala-cofre no Senado, com monitoramento 24 horas. 

 

A medida foi determinada pelo presidente da comissão, senador Carlos Viana (Podemos-MG), após episódios de vazamento de informações envolvendo o material sob investigação. O acesso ao local é restrito a deputados e senadores que integram o colegiado e a um assessor de cada parlamentar. 

 

Nesta segunda, além de Paulo Pimenta, também estiveram na sala-cofre os deputados Rogério Correia (PT-MG) e Alencar Santana (PT-SP), além dos senadores Izalci Lucas (PL-DF) e Damares Alves (Republicanos-DF). Segundo relatos de parlamentares governistas, no material pesquisado não há menções a integrantes da gestão atual ou de filiados ao PT, mas haveria citações a nomes do governo Bolsonaro. O sigilo dos dados, no entanto, impede a verificação das declarações.

 

Para reforçar a segurança, foi instalado um detector de metais na entrada da sala-cofre da CPMI. Celulares e outros dispositivos eletrônicos são deixados por parlamentares ou assessores em envelopes lacrados, sendo permitida a entrada apenas com papel e caneta. 
 

CPMI do INSS rejeita convocação da amiga de Lulinha; lobista avisou ao Palácio do Planalto que não "cairia sozinha"
Foto: Reprodução Redes Sociais

Em reunião nesta quinta-feira (12), a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito que investiga as fraudes do INSS votou uma série de requerimentos, e entre os que foram rejeitados, está o de convocação da empresária e lobista Roberta Luchsinger. A lobista é apontada como o elo entre Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, e o empresário Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS. 

 

A Polícia Federal investiga se Roberta Luchsinger recebeu dinheiro oriundo dos descontos ilegais de aposentadorias e se atuou como caixa de despesas de outras pessoas, como o filho do presidente Lula, que vive na Espanha. A defesa de Roberta nega que ela tenha relações comerciais com o Careca. 

 

No dia 26 de fevereiro, a CPMI quebrou o sigilo bancário e fiscal da lobista. Alguns dias depois, entretanto, o ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), anulou a votação da comissão.

 

Ao fundamentar sua decisão, Flávio Dino destacou que a aprovação de 87 requerimentos de forma conjunta pela comissão — a chamada votação "em globo" — teria violado o devido processo constitucional. Dino determinou que, caso as informações sigilosas já tivessem sido enviadas à CPMI, elas deveriam ser preservadas sob sigilo pela presidência do Senado Federal até o julgamento do mérito da ação.

 

Na semana passada, nota publicada pela coluna Radar da revista Veja afirmava que um emissário de Roberta Luchsinger teria levado a um auxiliar do presidente Lula uma mensagem direta. A nota afirma que a lobista estaria “desesperada”, exigia proteção e avisava que não iria cair sozinha. 

 

“Roberta, segundo esse emissário teria informado a assessores de Lula, teria dito ainda que “não aceita ser abandonada”. 
 

Mensagens mostram que Vorcaro xingou Bolsonaro de "idiota" e "beócio" por ter criticado ação envolvendo o Master
Foto: Reprodução Instagram Jair Bolsonaro

Jair Bolsonaro é um “beócio”, um “idiota”, e por causa dele até o cunhado Fabiano Zettel teve que fechar por um tempo a área de comentários do Instagram. Esses foram alguns dos comentários feitos pelo dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, em conversa com sua noiva, Martha Graeff, segundo mensagens obtidas pela imprensa após a quebra de sigilo das conversas do banqueiro.

 

Em uma dessas conversas, em agosto de 2024, Vorcaro reclama de uma postagem feita por Bolsonaro na rede X, sobre uma operação de compras de títulos do Banco Master. A publicação de Bolsonaro era referente a uma reportagem do jornal O Globo que dizia que gerentes da Caixa Econômica Federal foram demitidos depois de barrarem uma operação de R$ 500 milhões envolvendo compras de títulos do Master, por considerarem a ação “arriscada” e “atípica”. 

 

“Os senhores não leram errado. Impediram de acontecer e foram DEMITIDOS. Não é mais questão de todo dia, mas sim a cada hora. Por isso o sistema está agindo com tanto afinco em suas ações”, escreveu Bolsonaro, na ocasião.

 

Na conversa com sua noiva, Vorcaro se mostrou irritado com o comentário, xingou Bolsonaro e disse ter recebido mensagem do senador Ciro Nogueira (PP-PI) sobre o assunto.

 

Martha Graeff: “Surreal”
Vorcaro: “O pior de ontem foi ter o Bolsonaro”
               “Postado”
              “Recebi mais de mil msgs Instagram”
Martha Graeff: “E você lida com tudo tão bem”
                         “Postou aonde”
Vorcaro: “No twetter dele”
               “Idiota”
Martha Graeff: “Wow, não acredito”
Vorcaro: “Depois todos os amigos, o próprio Ciro”
               “Ligou”
               “Mas não tinha como tirar”
               “Cara é um beocio”
              “Alguém falou que era coisa PT e ele postou”
Martha Graeff: “Ahhhhh, entendi”
                         “Twitter é terra de ninguém”

 

Em outro conjunto de mensagens, Daniel Vorcaro diz que seu cunhado, Fabiano Zettel, fechou os comentários de seu perfil no Instagram porque “teve negócio do Bolsonaro”.

 

Martha Graeff: “Tava olhando o Instagram do seu cunhado Fabiano”
Vorcaro: “E daí”
Martha Graeff: “Hahahahahaaha”
                         “Nada”
                         “Ele fechou os comentários?”
                         “Não sabia que era irmão da Bela”’
Vorcaro:  “Ele não é irmão da Bela”
                “Só são amigos”
                “Turma confunde mesmo”
                “Fechou pq teve negócio do Bolsonaro, teve negócio de monique, que tudo caiu pra ele”
Martha Graeff: “Coitado”

 

Nas eleições de 2022, o cunhado de Vorcaro, Fabiano Zettel, doou R$ 3 milhões para a campanha de Bolsonaro. Foi a maior doação individual da candidatura do ex-presidente.
 

Colunista revela conteúdo de conversas de Vorcaro com sua noiva em que cita encontro com Alexandre de Moraes
Foto: Montagem com imagem da Agência Brasil e reprodução de redes sociais

O jornalista Tácio Lorran, em sua coluna no site Metrópoles, divulgou o conteúdo de mensagens interceptadas pela Polícia Federal, em que o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), teria sido citado em uma conversa entre o empresário Daniel Vorcaro e sua noiva, Martha Graeff. Na conversa, que se deu em abril de 2025, Vorcaro diz à sua noiva que teve um encontro com Moraes. 

 

De acordo com o colunista, uma das menções a Alexandre de Moraes teria ocorrido às 17h22 do dia 19 de abril de 2025. Na ocasião, Vorcaro encaminha a seguinte mensagem para Martha Graeff: “To indo encontrar alexandre moraes aqui perto de casa”.

 

Em seguida, Martha Graeff diz: "Como assim amor / Ele está em Campos???? / Ou foi pra te ver?"

 

Vorcaro, então, responde: "Ele ta passando feriado".

 

O jornalista Tácio Lorran afirma que a segunda menção ocorre dez dias depois. Vorcaro afirma, às 22h48 do dia 29/4, à então noiva que “to aqui nossa casa” e faz uma ligação de vídeo com a mulher. A chamada dura 2 minutos. Após o fim da ligação, Martha pergunta: "Quem era o primeiro cara?"

 

Vorcaro responde: "Alexandre moraes".

 

"Morri", prossegue Martha. "Ele gostou da casa amor!?? / Tá muito mais astral".

 

Vorcaro completa: "Sin / Falou que e bem melhor / E ele adorava apto".

 

Por fim, a então noiva brinca: "Falou pra te agradar / Que vergonha eu tava de pijama"

 

A coluna procurou o ministro Alexandre de Moraes para confirmar se o encontro realmente aconteceu. Não houve resposta ainda do ministro do STF.
 

Alcolumbre rejeita recurso e confirma quebra do sigilo bancário de Lulinha aprovada pela CPMI do INSS
Foto Lula Marques/Agência Brasil

Em resposta a um recurso apresentado por parlamentares governistas, o presidente do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre (União-AP), decidiu nesta terça-feira (3) manter a decisão tomada na CPMI do INSS de aprovar requerimento para quebra dos sigilos bancários de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

 

A aprovação do requerimento se deu em tumultuada sessão da CPMI na última quinta (26), e os deputados e senadores governistas alegavam que o presidente da comissão, Carlos Viana (Podemos-MG), teria “fraudado” a votação. Esses parlamentares defendiam que havia número favorável à rejeição do requerimento, e que Viana teria manobrado a votação, transformando-a em simbólica. 

 

Com a decisão, fica mantida a quebra de sigilo de Lulinha, que passou a ser alvo da CPMI após pessoas investigadas terem afirmado que ele seria um “sócio oculto” do lobista Antonio Carlos Camilo Antunes, o “Careca do INSS”. Há relatos dessas mesmas pessoas de que Lulinha recebia uma mesada de R$ 300 mil do Careca do INSS. 

 

Na semana passada, após a aprovação do requerimento, o presidente da CPMI disse que já tinha enviado ao Banco Central um ofício requerendo as informações bancárias de Fábio Luís da Silva. 

 

Para tomar a sua decisão a respeito da legalidade da quebra de sigilo, o senador Davi Alcolumbre conversou com parlamentares tanto do governo quanto da oposição, além de ter pedido à sua assessoria para analisar a filmagem do momento da votação. Alcolumbre também consultou a Advocacia do Senado para respaldar juridicamente a sua decisão. 

 

"No caso concreto, sustenta-se que 14 parlamentares teriam se manifestado contrariamente aos requerimentos submetidos à apreciação. Ainda assim, esse número de votos contrários não seria suficiente para a configuração da maioria. Esta presidência conclui que a suposta violação das normas regimentais e constitucionais pelo presidente da CPMI não se mostra evidente e inequívoca. Não se faz necessária a intervenção do presidente da Mesa do Congresso Nacional", afirmou Davi Alcolumbre em nota. 

Lulinha teria admitido que o Careca do INSS lhe pagou viagem de 1º classe e hospedagem em Portugal, revela jornal
Foto: Reprodução Redes Sociais

Alvo de um requerimento de quebra de sigilo aprovado na semana passada pela CPMI do INSS, o empresário Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, teria feito uma viagem a Portugal com passagem aérea e hospedagem pagas pelo lobista Antônio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS. Essa viagem teria sido relatada por Lulinha a pessoas próximas.

 

Foi o que revelou nesta segunda-feira (2) uma reportagem do jornal Estado de S.Paulo, que foi informado de que Lulinha teria dito que viajou com o Careca do INSS para visitar uma fábrica de produção de cannabis com fins medicinais. O filho do presidente Lula, entretanto, nega fechado negócios ou ter recebido qualquer outro pagamento do lobista.

 

Os nomes de Fábio Luís Lula da Silva e do Careca do INSS foram conectados quando um ex-funcionário do lobista afirmou à Polícia Federal que os dois eram sócios e que o advogado pagava R$ 300 mil mensais ao filho do presidente. A Polícia Federal abriu investigação para apurar as conexões entre Lulinha e o Careca do INSS. 

 

Em sua reportagem, o Estadão apurou com pessoas próximas que Fábio Luís Lula da Silva disse ter se aproximado do lobista porque ele era um amigo em comum com a empresária Roberta Luchsinger, também investigada pela Polícia Federal por ter recebido pagamentos de Antunes. Os interlocutores de Lulinha relataram ao Estadão que ele teria sido convidado a visitar uma fábrica de cannabis medicinal com Antunes em Portugal. 

 

De acordo com relatos obtidos pelo Estadão, Lulinha teria voado com o lobista no fim de 2024, em primeira classe, e ficou em hotel com tudo pago por Antunes. Esses interlocutores afirmam ainda que o filho do presidente diz ter sido apresentado ao Careca do INSS por Roberta Luchsinger, ex-mulher do ex-delegado e ex-deputado Protógenes Queiroz. 

 

A relação entre Lulinha e o Careca do INSS é um dos principais alvos da oposição na CPMI do INSS. A votação de um requerimento para quebra de sigilo do filho do presidente, na última quinta (26), foi seguida de bate-boca e agressões e virou alvo de disputa regimental. 

 

O caso foi levado pelos parlamentares governistas ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), que foi instado a decidir sobre a validade da decisão. Integrantes governistas da CPI apresentaram a Alcolumbre um recurso por escrito pedindo a anulação da votação por fraude.

 

Além da CPMI, o filho do presidente Lula também sofre um avançado certo da Polícia Federal. No final do mês de janeiro, o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), quebrou os sigilos bancário, fiscal e telemático de Fábio Luís Lula da Silva, atendendo a um pedido da PF.

 

O pedido da PF foi feito há cerca de um mês, e a decisão de Mendonça foi tomada antes de a CPMI que apura descontos indevidos em benefícios do INSS aprovar a mesma quebra de sigilo.

 

Sobre as suspeitas envolvendo o seu filho, o presidente Lula disse, em entrevista no início do mês de fevereiro, que conversou com Fábio, após o nome dele ter sido citado na CPMI do INSS. Lula contou que chamou Lulinha no Palácio do Planalto para uma conversa e que alertou o filho de que se ele tivesse algum envolvimento com os descontos indevidos, ele deveria “pagar o preço”.

 

“Quando saiu o nome do meu filho, chamei ele e disse: só você sabe a verdade. Se você tiver alguma coisa, vai pagar o preço, mas se não tiver, se defenda”, afirmou o presidente.

 

A defesa de Lulinha afirma que ele não teve nenhuma participação nas fraudes do INSS e não cometeu nenhum crime. Marco Aurélio de Carvalho, coordenador do grupo Prerrogativas, diz que Fábio já havia se colocado à disposição do STF através do advogado que constituiu, que é Guilherme Suguimori, para prestar esclarecimentos à Justiça.

 

"Não é a primeira vez que envolvem o meu nome com o objetivo de desgastar o meu pai, o governo dele, o PT, a mim mesmo, então isso não é novidade. O que eu quero saber é: cadê a chave da minha Ferrari de ouro, número um? Número dois: cadê a chave da porteira da fazenda onde eu crio milhares de cabeças de gado? E número três: cadê os dividendos da Friboi, porque eu era sócio da Friboi até ontem”, teria dito Lulinha, segundo relatos do seu advogado.
 

CPMI do INSS aprova quebra de sigilo de Lulinha, governistas protestaram e sessão acabou em briga e confusão
Foto: Reprodução Youtube

Em uma sessão marcada por muitas discussões e confusão, a CPMI do INSS aprovou, nesta quinta-feira (26), um requerimento para quebra de sigilo bancário fiscal de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha. Logo após a votação, a bancada governista foi até a mesa diretora dos trabalhos e um grande empurra-empurra levou o presidente da comissão, senador Carlos Viana (Podemos-MG), a suspender a sessão. 

 

 

O filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva teve o nome citado como um dos possíveis beneficiários do esquema de desvios em uma das fases da Operação Sem Desconto, da Polícia Federal. Investigadores da PF colheram depoimentos com menções diretas e indiretas a Lulinha que o apontam como um possível “sócio oculto” de Antonio Camilo Antunes, o “Careca do INSS”.

 

Em depoimento à Polícia Federal, Edson Claro, ex-funcionário do “Careca do INSS”, afirmou que Lulinha recebia uma mesada de R$ 300 mil de Antunes. Esse mesmo valor é citado em uma troca de mensagens entre Antunes e a empresária Roberta Luchsinger. Na conversa, Antunes diz que tem que repassar R$ 300 mil para o “filho do rapaz”.

 

Após a votação do requerimento, houve confusão e empurra-empurra na sessão. Governistas se aproximaram da mesa diretora para protestar diante do resultado, quando começou o tumulto. Alguns socos foram desferidos, mas não acertaram ninguém.

 

Parlamentares que ameaçavam brigar, inclusive, tiveram de ser separados. Entre os envolvidos na confusão estão o deputado Rogério Correa (PT-MG), o relator Alfredo Gaspar (União-AL), os deputados Evair de Melo (PP-ES) e Luiz Lima (Novo-RJ).

 

A comissão também aprovou nesta quinta (26) a convocação do ex-assessor do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-PB), Gustavo Gaspar, e do ex-CEO do Banco Master, Augusto Ferreira Lima, para prestarem depoimentos. 

 

Foram aprovados ainda durante a sessão outros requerimentos relacionados ao Banco Master, como a quebra de sigilo bancário e fiscal da empresa.

André Mendonça autoriza ida de Vorcaro à CPMI do INSS, mas afirma que ele pode decidir se quer ou não depor
Foto: Luiz Silveira/STF

Em decisão tomada na noite desta quinta-feira (19), o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), liberou o banqueiro Daniel Vorcaro da obrigatoriedade de comparecer à CPMI do INSS. A oitiva do dono do Banco Master está marcada para a próxima segunda-feira (23). 

 

A decisão de Mendonça se deu junto com a autorização para o deslocamento de Vorcaro a Brasília. Nesta quinta, o presidente da CPMI do INSS, senador Carlos Viana (Podemos-MG), pediu ao ministro André Mendonça autorização para que Daniel Vorcaro viaje a Brasília em avião particular para prestar o depoimento.

 

Mendonça, entretanto, negou o pedido feito por Carlos Viana. O ministro, que na semana passada assumiu a relatoria do caso Master no STF em substituição a Dias Toffoli, determinou que Vorcaro pode se deslocar a Brasília em um voo comercial de carreira ou em uma aeronave da Polícia Federal. 

 

O empresário atualmente cumpre medidas cautelares, como uso de tornozeleira eletrônica, desde que deixou a prisão, em novembro do ano passado.

 

A comissão parlamentar mista que aguarda a oitiva de Vorcaro investiga supostas irregularidades nas operações de crédito consignado do Banco Master. A defesa de Vorcaro combinou com o presidente do colegiado que ele só iria responder a perguntas sobre essas operações envolvendo aposentados e pensionistas. 

 

Segundo o jornal Folha de S.Paulo, o banqueiro disse a pessoas próximas que avalia não ir ao interrogatório. Quando anunciou o adiamento anterior do depoimento, o presidente da comissão, afirmou, em entrevista, que poderia determinar a condução coercitiva caso Vorcaro não compareça.

 

Inicialmente previsto para o dia 5 deste mês, o depoimento havia sido adiado para o dia 26 em razão de um problema de saúde alegado pela defesa de Vorcaro. Nesta quarta (18), entretanto, o senador Carlos Viana anunciou a antecipação da oitiva para as 16h de segunda (23).

 

A CPMI apura, entre outros pontos, um processo administrativo do INSS, de novembro do ano passado, segundo o qual o banco Master deixou de apresentar 251.718 documentos que comprovariam contratos de crédito consignado. O número corresponde a 74,3% de um universo de 338.608 acordos que a instituição relatou ter firmado com beneficiários da Previdência entre outubro de 2021 e setembro de 2025.
 

Uefa abre investigação após denúncia de racismo envolvendo Vinicius Júnior
Foto: Reprodução/Instagram

A UEFA confirmou a abertura de um processo para apurar possível conduta discriminatória na partida entre Benfica e Real Madrid, válida pelo playoff do mata-mata da Liga dos Campeões, na última terça-feira (17). O duelo terminou com clima tenso após denúncia feita por Vinícius Júnior contra o argentino Gianluca Prestianni. 

 

Em nota oficial, a entidade informou que designou um inspetor de Ética e Disciplina para conduzir a apuração. 

 

“O inspetor de Ética e Disciplina da Uefa foi nomeado para investigar alegações de comportamento discriminatório”, diz o comunicado, que acrescenta que novas atualizações serão divulgadas oportunamente.

 

A confusão começou no segundo tempo, quando Vini Jr afirmou ter sido alvo de racicmo por parte de Prestianni. Segundo o atacante do Real, o comentário feito pelo adversário teve teor racista. O jogador do Benfica nega a acusação e sustenta que houve um mal-entendido.

 

O protocolo antirracismo da Uefa foi acionado e a partida ficou paralisada por cerca de 11 minutos. O árbitro francês François Letexier interrompeu o jogo e seguiu os procedimentos previstos pela entidade.

 

Companheiros de Vinícius no Real Madrid, entre eles Kylian Mbappé, afirmaram ter ouvido o comentário direcionado ao brasileiro. Imagens da transmissão mostraram Prestianni cobrindo a boca com a camisa enquanto falava com o atacante.

 

O episódio ocorreu pouco depois de Vini Jr marcar o gol que abriu o placar. Na comemoração, ele celebrou próximo à bandeirinha de escanteio, em direção ao setor ocupado pela torcida do Benfica, e acabou advertido com cartão amarelo por celebração considerada excessiva. Logo em seguida, o brasileiro procurou a arbitragem para relatar o suposto insulto, dando início à aplicação do protocolo.

André Mendonça é sorteado novo relator do caso Master; ministro criticou PF por investigar Toffoli sem autorização
Foto: Gustavo Moreno/STF

Em sorteio realizado pelo Supremo Tribunal Federal na noite desta quinta-feira (12), o ministro André Mendonça foi escolhido como o novo relator da investigação que apura possíveis fraudes cometidas pelo Banco Master. Mendonça assume o lugar que foi deixado pelo ministro Dias Toffoli.

 

A decisão de Toffoli de deixar a relatoria do processo foi tomada após uma longa reunião comandada nesta quinta pelo presidente do STF, Edson Fachin, e que contou com a presença de todos os ministros. A reunião teve início por volta das 16h15 e se estendeu até às 19h, quando os ministros fizeram uma pausa, para depois retomarem as conversas das 20h até às 20h30.

 

O ministro André Mendonça agora vai herdar todas as provas e atos relacionadas ao processo do Banco Master. A saída de Toffoli e o sorteio de um novo relator aconteceu após uma reunião em que participaram todos os magistrados. 

 

Os magistrados decidiram rejeitar a ação que podia retirar Toffoli da relatoria e o ministro pediu que o presidente da Corte fizesse um novo sorteio para a escolha de outro relator. Em uma nota assinada por todos os 10 ministros, os colegas de Corte expressaram apoio pessoal a Toffoli e rejeitaram a existência de indícios que apontassem para a suspeição do então relator. 

 

“Respeitando a dignidade de Sua Excelência, bem como a inexistência de suspeição ou de impedimento. Anote-se que Sua Excelência atendeu a todos os pedidos formulados pela PF e PGR”, diz o texto assinado pelos ministros.

 

Segundo a jornalista Monica Bergamo, durante a reunião, os ministros fizeram críticas à Polícia Federal por investigar Dias Toffoli sem autorização. De acordo com fontes consultadas pela jornalista, o novo relator, André Mendonça, teria sido o que verbalizou a crítica mais contundente à PF, com a maioria dos magistrados concordando com suas observações.

 

“Não acho que isso seja aceitável, eu não gostaria disso para ninguém”, teria dito o ministro André Mendonça, em relatos feitos à jornalista da Folha de S.Paulo.

 

Para investigar um integrante do Supremo, a PF precisa de autorização da própria Corte. Para ministros do tribunal, o relatório entregue pela corporação a Fachin deixa evidente que os indícios apresentados pela PF contra Toffoli não foram encontrados por acaso pelos agentes.
 

Em nota, Toffoli nega ter relação com Vorcaro e busca explicar pagamentos recebidos de fundo ligado ao Master
Foto: Antonio Augusto/STF

Em nota pública divulgada nesta quinta-feira (12), o ministro Dias Toffoli, por meio do seu gabinete no Supremo Tribunal Federal (STF), negou ter qualquer relação pessoal ou financeira com o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Master. O ministro também buscou esclarecer sua sociedade com a empresa Maridt.

 

Segundo informação divulgada na noite desta quarta (11) pela jornalista Monica Bergamo, da Folha de S.Paulo, o ministro do STF havia recebido dinheiro da Maridt, que vendeu sua participação no resort Tayayá em 2021 para um fundo ligado aos negócios de Daniel Vorcaro. Mensagens sobre essa operação apareceram na perícia feita pela Polícia Federal no celular do dono do Banco Master e de outras pessoas envolvidas nas investigações.

 

Na nota pública, o gabinete de Dias Toffoli explica que a Maridt é uma empresa familiar organizada como sociedade anônima de capital fechado, registrada na Junta Comercial e com declarações regularmente apresentadas à Receita Federal. Segundo o gabinete, todas as declarações da empresa e de seus acionistas “sempre foram devidamente aprovadas”.

 

O ministro integra o quadro societário, mas a administração da empresa é feita por parentes. A nota afirma que essa condição é permitida pela Lei Orgânica da Magistratura (Loman), que veda apenas que magistrados exerçam atos de gestão.

 

A nota informa que a Maridt integrou o grupo Tayaya Ribeirão Claro até 21 de fevereiro de 2025, quando foi concluída sua saída por meio de duas operações sucessivas: venda de cotas ao Fundo Arllen, em 27 de setembro de 2021; alienação do saldo remanescente à PHD Holding, em 21 de fevereiro de 2025.

 

Ainda segundo o gabinete, todas as operações foram declaradas à Receita Federal e ocorreram “dentro de valor de mercado”. O gabinete afirma também que a ação relativa à tentativa de compra do Banco Master pelo BRB foi distribuída ao ministro em 28 de novembro de 2025, “quando há muito a Maridt não fazia mais parte do grupo Tayaya Ribeirão Claro”.

 

Um relatório entregue pela Polícia Federal ao presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Edson Fachin, reúne mensagens trocadas entre o banqueiro Daniel Vorcaro e seu cunhado, Fabiano Zettel, nas quais os dois discutem transferências financeiras relacionadas à empresa Maridt. 

 

O conteúdo do documento elaborado pela PFfoi compartilhado por Fachin com outros ministros do STF. A Polícia Federal sustenta que Dias Toffoli seria suspeito para continuar na relatoria do processo que envolve o banco Master, ligado ao grupo controlado por Vorcaro. 

 

O ministro Edson Fachin, conforme descrito no relatório, já teria notificado Dias Toffoli para que ele apresente explicações sobre os fatos mencionados.

 

Leia abaixo a íntegra da nota de Toffoli:

 

"A Maridt é uma empresa familiar, constituída na forma de sociedade anônima de capital fechado, prevista na Lei 6.404/76, devidamente registrada na Junta Comercial e com prestação de declarações anuais à Receita Federal do Brasil. Suas declarações à Receita Federal, bem como as de seus acionistas, sempre foram devidamente aprovadas. O Ministro Dias Toffoli faz parte do quadro societário, sendo a referida empresa administrada por parentes do Ministro.

 

De acordo com a Lei Orgânica da Magistratura, no artigo 36 da Lei Complementar 35/1979, o magistrado pode integrar o quadro societário de empresas e dela receber dividendos, sendo-lhe apenas vedado praticar atos de gestão na qualidade de administrador. A referida empresa foi integrante do grupo Tayaya Ribeirão Claro até 21 de fevereiro de 2025.

 

A participação anteriormente existente foi integralmente encerrada por meio de duas operações sucessivas, sendo a primeira a venda de cotas ao Fundo Arllen, em 27 de setembro de 2021, e a segunda a alienação do saldo remanescente à empresa PHD Holding, em 21 de fevereiro de 2025.

 

Deve-se ressaltar que tudo foi devidamente declarado à Receita Federal do Brasil e que todas as vendas foram realizadas dentro de valor de mercado. Todos os atos e informações da Maridt e de seus sócios estão devidamente declarados à Receita Federal do Brasil sem nenhuma restrição.

 

A ação referente à compra do Banco Master pelo BRB foi distribuída ao Ministro Dias Toffoli no dia 28 de novembro de 2025. Ou seja, quando há muito a Maridt não fazia mais parte do grupo Tayaya Ribeirão Claro. Ademais, o Ministro desconhece o gestor do Fundo Arllen, bem como jamais teve qualquer relação de amizade e muito menos amizade íntima com o investigado Daniel Vorcaro. Por fim, o Ministro esclarece que jamais recebeu qualquer valor de Daniel Vorcaro ou de seu cunhado Fabiano Zettel"

 

PF recuperou mensagens apagadas e descobriu conversas de Vorcaro com parlamentares e presidente de partido
Foto: criação feita por Inteligência Artificial

Após a perícia feita no aparelho celular do banqueiro Daniel Vorcaro, além de conversas dele com o ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), a Polícia Federal teria encontrado diversas menções a políticos com foro privilegiado. O material foi levado pelo diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, ao presidente do STF, ministro Edson Fachin, na última segunda-feira (9).

 

Segundo reportagem da CNN, a perícia realizada pela Polícia Federal identificou conversas de Vorcaro com deputados e senadores desde 2022. Entre esses políticos, foram identificados contatos do dono do Banco Master com pelo menos um presidente de partido político.

 

Além disso, a PF teria conseguido encontrar citações a parlamentares feitas em trocas de mensagens entre Daniel Vorcaro e seu cunhado, Fabiano Zettel, também empresário.

 

Apesar de estar protegido por senha, a corporação conseguiu acessar o conteúdo do aparelho, além de recuperar mensagens apagadas. A partir do material colhido, o diretor-geral da PF solicitou ao presidente do STF que indicasse novas frentes de investigação envolvendo pessoas com foro e sem foro.

 

Com a citação de parlamentares e do próprio ministro Dias Toffoli, fica praticamente descartada a possibilidade de o caso Master sair do STF e passar para outra instância da Justiça. 
 

Segundo a PF, celular de Vorcaro teria conversas dele com Toffoli e pedidos de pagamentos; "são ilações", disse ministro
Foto: Assessoria de Comunicação / STF

Em nota divulgada na noite desta quarta-feira (11), o Gabinete do ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou que a Polícia Federal não teria legitimidade para pedir a suspeição do magistrado no inquérito que apura as fraudes que envolvem o Banco Master, liquidado pelo Banco Central. 

 

A nota foi divulgada pouco depois de vir a público a informação de que o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, em reunião na última segunda (9) com o presidente do STF, Edson Fachin, teria solicitado a suspeição do ministro Dias Toffoli como relator do inquérito sobre as fraudes do Master. No encontro com Fachin, o diretor da PF relatou que os aparelhos telefônicos de Daniel Vorcaro possuíam conversas entre ele e Toffoli.

 

Além das conversas, segundo a CNN, mensagens periciadas pela PF no celular do dono do Banco Master teriam menções de pagamentos ao ministro Dias Toffoli. O primo de Vorcaro, Fabiano Zettel, também alvo das investigações, aparece nas mensagens fazendo referências a esses pagamentos.

 

As mensagens no celular de Vorcaro teriam sido apagadas, com a Polícia Federal teria conseguido recuperar as conversas.

 

Na nota divulgada nesta noite, o Gabinete do ministro Toffoli afirma que os motivos que levaram a PF a pedir a suspeição se tratariam de “ilações”. 

 

Leia a nota na íntegra:

 

Nota do gabinete do ministro Dias Toffoli

 

O gabinete do Ministro Dias Toffoli esclarece que o pedido de declaração de suspeição apresentado pela Polícia Federal trata de ilações. Juridicamente, a instituição não tem legitimidade para o pedido, por não ser parte no processo, nos termos do artigo 145, do Código de Processo Civil. Quanto ao conteúdo do pedido, a resposta será apresentada pelo Ministro ao Presidente da Corte.
 

Telefone de Vorcaro possui conversas dele com Toffoli e PF entregou material ao presidente do STF, afirma site
Foto: Montagem com foto Assessoria STF / Reprodução Redes Sociais

Apuração dos jornalistas Fábio Serapião e Daniela Lima para o site Uol indica que a Polícia Federal teria encontrado nos aparelhos telefônicos do banqueiro Daniel Vorcaro uma série de conversas dele com o ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF). O material, segundo a jornalista, teria sido entregue pelo diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, ao presidente do STF, ministro Edson Fachin. 

 

As conversas entre Toffoli e Vorcaro, se forem confirmadas, ampliam a percepção de que havia uma relação próxima entre ambos. Com o material entregue a Fachin, a Polícia Federal pediu ao presidente do STF a autorização para novas investigações envolvendo o Banco Master e as ligações de Daniel Vorcaro com autoridades. 

 

De acordo com o site Uol, o material levaria à abertura de ao menos três novas frentes de apuração. Além de Dias Toffoli, os aparelhos de Vorcaro indicariam conversas também com outras pessoas que possuem foro privilegiado.

 

Fontes dos jornalistas Fábio Serapião e Daniela Lima indicam que a Polícia Federal agora aguarda uma decisão do presidente do STF, com o encaminhamento técnico e jurídico que deve ser adotado daqui pra frente em cada uma das novas averiguações.

 

Como o ministro Dias Toffoli é o relator de uma das investigações referentes às fraudes cometidas pelo Banco Master, a Polícia Federal espera a deliberação do presidente do Supremo Tribunal Federal sobre o destino dos novos pedidos de investigação e também uma análise detalhada do material que menciona que o ministro do STF.
 

MP-PR aponta mensagens de Popó para filho em investigação sobre manipulação de jogos: “Quem você está se tornando?”
Foto: Reprodução

O Ministério Público do Paraná (MP-PR) identificou mensagens trocadas entre o ex-boxeador Acelino Freitas, conhecido como Popó, e seu filho, o empresário Igor Freitas, no âmbito da investigação que apura tentativa de aliciamento de jogadores para manipulação de partidas do futebol brasileiro. A informação foi veiculada inicialmente pelo site ge.globo.

 

Igor Freitas é um dos denunciados pelo MP-PR à Justiça na Operação Derby, deflagrada em setembro de 2025. A apuração teve início a partir da suspeita de oferta de R$15 mil a pelo menos três atletas do Londrina para que recebessem cartão amarelo em uma partida válida pela Série C do Campeonato Brasileiro. Segundo a denúncia, o grupo investigado também teria abordado o lateral-esquerdo Reinaldo, do Mirassol.

 

Troca de mensagens entre Popó e filho |  Foto: Reprodução

 

Capturas de tela mostram que a denúncia inclui conversas registradas em 29 de abril de 2025, portanto anteriores à deflagração da operação. De acordo com o MP-PR, após uma ligação telefônica, Igor Freitas recebeu do pai a mensagem: “Quem vc está se tornando”.

 

Ainda conforme a acusação, Igor respondeu com dois áudios em tom defensivo. Para os promotores, o conteúdo dessas mensagens indica relação direta com o suposto esquema de aliciamento de jogadores, reforçando os elementos já reunidos na investigação.

 

Na sequência, Popó enviou novo áudio ao filho. Segundo a transcrição citada na denúncia, ele afirmou: “Igor, você, você foi indireto aí meu velho. Você indicou, o cara foi lá e fechou com outro, mas quem indicou foi você”.

CPI do Crime Organizado vai votar convocação da esposa de Moraes por contrato de R$ 129 milhões com Master
Foto: Divulgação / STF

Está marcada para o próximo dia 11 de fevereiro uma reunião da CPI do Crime Organizado, e a pauta inclui a votação de diversos requerimentos apresentados pelos membros do colegiado. Um dos requerimentos que será votado é o que foi protocolado pelo relator da comissão, o senador Alessandro Vieira (MDB-SE), para convocar a advogada Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal.

 

Além de convocar a advogada, Vieira também quer quebrar o sigilo do escritório comandado por Viviane. O motivo da quebra, segundo o requerimento, é o contrato de R$ 129 milhões de reais celebrado entre o Banco Master e o escritório de advocacia da esposa de Moraes.

 

Alessandro Vieira argumenta que convocar a advogada Viviane Barci para depor na CPI é para avaliar uma possível instrumentalização de serviços jurídicos com o objetivo de lavar dinheiro. O relator afirma que há “fundadas suspeitas” de que o contrato de R$ 129 milhões entre o Master e o escritório de advocacia seja “produto direto” da lavagem de dinheiro de organizações criminosas.

 

As cifras envolvidas nos honorários, alega o senador, destoam da prática de mercado e sugerem o risco de se tratar de “um negócio jurídico simulado”. Ao justificar as afirmações, Vieira mencionou que as investigações da Operação Carbono Oculto apontam que o Master teria sido capitalizado por meio de fraudes e dinheiro oriundo do tráfico de drogas.

 

Nos diversos requerimentos que protocolou nesta semana, o relator pede a quebra dos sigilos bancário, fiscal, telefônico e telemático do escritório Barci de Moraes. Vieira também pediu a retirada dos sigilos da empresa Lex Instituto de Estudos Jurídicos, que é dona de imóveis e carros de luxo da família Moraes.

 

A CPI do Crime Organizado possui 11 senadores titulares e sete suplentes. Para aprovar os requerimentos de convocação da esposa de Alexandre de Moraes e de quebra de sigilo são necessários seis votos. 
 

Oitiva de Daniel Vorcaro na CPMI do INSS foi adiada para depois do Carnaval e dono do Master não pretende ficar calado
Foto: Divulgação Banco Master

Marcada inicialmente para acontecer na próxima quinta-feira (5), a oitiva do dono do Banco Master na Comissão Parlamentar de Inquérito do INSS só deve ser realizada após o Carnaval. Foi o que afirmou nesta terça (3) o presidente da CPMI, senador Carlos Viana (Podemos-MG).

 

A decisão foi tomada por Viana após se reunir com o ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), além de negociar o comparecimento com a defesa do banqueiro. Para estar na CPMI, o Vorcaro precisa de autorização do STF, já que cumpre diversas medidas cautelares, como uso de tornozeleira eletrônica.

 

Viana afirmou que a nova oitiva, em 26 deste mês, foi combinada também com os advogados de Daniel Vorcaro. O presidente da CPMI disse que a defesa do banqueiro teria se comprometido a não ingressar com pedido de habeas corpus no STF a fim de que ele fique calado durante o depoimento. 

 

A convocação de Daniel Vorcaro tem como objetivo questioná-lo sobre questões relativas a contratos do Master para empréstimos consignados a aposentados e pensionistas. Segundo o senador Carlos Viana, 250 mil contratos de empréstimos consignados do Banco Master foram suspensos pelo INSS diante de “falta de comprovação da documentação”.

 

"Ele [Vorcaro] terá de explicar como o Banco Master adquiriu esses contratos e, se tantas pessoas que não tinham comprovação, como os descontos ocorreram sem autorização”, disse o presidente da CPMI.

 

Mesmo com a ausência de Daniel Vorcaro, a CPMI do INSS se reunirá pela primeira vez em 2026, e a primeira parte do encontro será para a votação de dezenas de requerimentos, entre eles, a convocação do filho do presidente Lula, o Lulinha. A CPMI também deve ouvir o presidente do INSS, Gilberto Waller Júnior.

 

Sobre a reunião com Toffoli, Carlos Viana disse ainda que o ministro teria se comprometido em repassar parte do inquérito sobre o Banco Master para a CPMI do INSS.
 

Deputado do PL protocola pedido de criação da CPMI do Master com 280 assinaturas de deputados e senadores
Foto: Reprodução Redes Sociais

Acompanhado de diversos parlamentares da oposição, o deputado federal Carlos Jordy (PL-RJ) protocolou, nesta terça-feira (3), um requerimento para a criação de uma comissão parlamentar mista de inquérito destinada a investigar as fraudes cometidas pelo Banco Master. O pedido será submetido agora à checagem de assinaturas.

 

Em vídeo nas suas redes sociais, Jordy comunicou que o requerimento para criação da CPI Mista alcançou um total de 280 assinaturas. Foram, no total, 42 apoios de senadores e 238 por parte de deputados federais. 

 

O número de assinaturas alcançado no pedido ficou muito acima do mínimo necessário, que é de 27 senadores e 171 deputados. Da bancada da Bahia, apenas o deputado Capitão Alden (PL) assinou o requerimento.

 

Para o deputado Carlos Jordy, a quantidade de adesões reflete a atenção do Parlamento à gravidade dos fatos.

 

“Nunca houve tantas assinaturas para a abertura de uma CPMI. O recorde anterior era da CPMI dos Correios, com 223 assinaturas. Isso reflete a indignação da população e a revolta da população com este que é o maior caso de corrupção na nossa história. O mais escandaloso, envolvendo políticos, membros do STF, pessoas poderosas que estão trabalhando para impedir a investigação, para que haja uma blindagem”, disse o deputado.

 

O parlamentar destacou que o apoio recorde à CPMI isola a tentativa de lideranças governistas de barrar as investigações. De acordo com o deputado, os parlamentares de esquerda justificam a ausência na lista de apoios alegando que a oposição quer “politizar” o caso. 

 

Em entrevista coletiva após protocolar o requerimento, Carlos Jordy disse que a CPMI do Banco Master precisa investigar o caso. Para ele, a apuração das fraudes deve ocorrer “doa a quem doer”, independentemente de atingir políticos de direita ou de esquerda.

 

Para que a comissão seja instalada, é preciso que o presidente do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre (União-AP), convoque uma sessão conjunta de deputados e senadores e faça a leitura do pedido. Após essa leitura, o presidente do Congresso determina uma data para a instalação do colegiado.
 

VÍDEO: MP do Pará investiga delegados, promotor e juiz por suspeita de propina e manipulação de processos em Belém
Foto: Reprodução / Google Maps

O Ministério Público do Pará (MPPA) investiga dois delegados da Polícia Civil, um promotor de Justiça e um juiz suspeitos de envolvimento em um esquema voltado a burlar a distribuição de processos e cobrar propina de investigados em Belém. Além deles, outros servidores, advogados e assessores também são investigados por participação nas irregularidades.

 

 

 

De acordo com a apuração, o grupo teria solicitado vantagens indevidas em processos que tratavam de dívidas cíveis, acidentes de trânsito e casos relacionados a influenciadores que atuam com jogos de aposta. O relatório que detalha o suposto esquema tem 552 páginas e foi elaborado pela Procuradoria-Geral de Justiça, instância máxima do Ministério Público estadual. O documento foi enviado ao Tribunal de Justiça do Pará (TJPA), onde o processo tramita em segunda instância devido ao envolvimento de promotores e de um magistrado de primeira instância.

 

O Ministério Público pediu o afastamento de parte dos suspeitos dos cargos públicos, a quebra de sigilos bancário e fiscal e a realização de buscas para avanço das investigações, conduzidas por promotores do Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (Gaeco). Em decisão de 12 de dezembro, a desembargadora Eva do Amaral Coelho acatou os pedidos e determinou buscas e apreensões em imóveis de 12 investigados, quebras de sigilo de 14 pessoas e o afastamento de dois delegados e um promotor de Justiça.

 

Foram suspensos os delegados Arthur Afonso Nobre de Araújo, apontado como figura central do esquema, e Carlos Daniel Fernandes de Castro, que ocupava o cargo de diretor metropolitano da Polícia Civil. O promotor afastado é Luiz Márcio Teixeira Cypriano. O juiz Jackson Sodré Ferraz também é alvo da investigação. A Justiça determinou a quebra de sigilos bancário e fiscal da esposa e do filho dele, suspeitos de receber vantagens indevidas. A promotora Juliana Dias Nobre, esposa do delegado Arthur, também é investigada sob suspeita de ter movimentado dinheiro ilícito em contas pessoais.

 

Segundo o Ministério Público, os investigados teriam identificado vítimas em potencial para solicitar vantagens indevidas e, a partir disso, atuavam para avocar processos ou instaurar inquéritos policiais que servissem de instrumento de pressão. O delegado Arthur Nobre é suspeito de ter instaurado inquéritos sobre casos de inadimplência e desacordos comerciais — normalmente da esfera cível — para simular a cobrança de valores. Em um dos episódios, que envolve influenciadores digitais ligados a jogos de aposta, o pagamento de propina teria chegado a R$ 547 mil.

 

As investigações apontam que medidas cautelares foram concedidas pelo juiz investigado durante plantões judiciais e que, em seguida, outros membros do grupo atuavam na cobrança de propina. O relatório também cita que o núcleo liderado pelo delegado Arthur teria movimentado cerca de R$ 4 milhões de forma irregular desde 2021. Há ainda indícios de lavagem de dinheiro por meio de contas de terceiros e saques em espécie.

 

Em nota, o Ministério Público informou que as investigações começaram há mais de um ano e seguem sob condução do Gaeco. O órgão afirmou esperar reunir provas suficientes para responsabilizar “todos os envolvidos que tiverem cometido algum crime”. A Polícia Civil do Pará declarou que instaurou processo disciplinar e afastou os delegados assim que recebeu notificação sobre o caso.

 

A defesa do promotor afastado informou que ainda não teve acesso integral aos autos e, por isso, manterá o silêncio. A defesa do delegado Carlos Daniel afirmou que o processo corre em sigilo e reafirmou a inocência do investigado. O Tribunal de Justiça do Pará disse que não comenta investigações em andamento. A defesa do juiz Jackson Sodré negou as acusações e afirmou que as supostas irregularidades “não se sustentam diante de um contraditório justo”.

 

O relatório do Ministério Público afirma que os agentes públicos envolvidos “instalaram uma associação criminosa no cerne do Ministério Público, da Polícia Civil e do Judiciário”, o que teria colocado em xeque o sistema de segurança e justiça do estado. O documento descreve o caso como uma “completa inversão do exercício de suas funções” e indica que os integrantes do grupo agiram para enriquecimento ilícito por meio da cobrança de propinas e manipulação de processos.

Presidente do TCU nega que liquidação do banco Master será revertida e sai em defesa da atuação do relator
Foto: Divulgação TCU

Em entrevista nesta quarta-feira (7) para a CNN, o ministro Vital do Rego, presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), afirmou que cabe somento ao Supremo Tribunal Federal (STF) uma eventual decisão sobre reversão da liquidação extrajudicial do Banco Master. O ministro salientou que o TCU não tem poder de modificar a decisão do Banco Central. 

 

“Esse processo de ‘desliquidação’ do Master não cabe ao TCU, cabe ao Supremo Tribunal Federal, porque há um processo em andamento naquela Corte”, disse o ministro.  

 

Vital do Rego reforçou que o papel institucional do TCU é técnico e se restringe a fornecer subsídios ao STF. 

 

“O que o TCU pode oferecer, como já vem oferecendo ao Supremo, são elementos para a apuração da legalidade da operação”, afirmou.

 

Desde o final do ano passado, o setor financeiro e outros segmentos da economia brasileira vêm criticando a atuação do TCU na avaliação da decisão do BC sobre o caso Master. As críticas se intensificaram após o relator do caso no TCU, ministro Jhonatan de Jesus, determinar a realização de uma inspeção no BC com o objetivo de apurar os procedimentos adotados na liquidação. 

 

Além de negar publicamente a intenção do Tribunal de reverter a liquidação, Vital do Rêgo enviou mensagens aos demais ministros da Corte afirmando que o TCU está sendo alvo de ataques. O ministro argumentou que o TCU vem atuando dentro de suas prerrogativas e pedindo união em defesa da Corte, além do apoio ao relator do caso do Banco Master, ministro Jhonatan de Jesus. 

 

Segundo o presidente do TCU, o aprofundamento da investigação foi autorizado pelo ministro relator com base em fundamentos legais. Vital lembra que os resultados da investigação ainda serão submetidos ao julgamento do plenário.
 

Maioria na CPMI impede convocação do filho de Lula, acusado por testemunha de ter recebido dinheiro do Careca do INSS
Foto: Reprodução Redes Sociais

A maioria dos membros da CPMI do INSS votou, nesta quinta-feira (4), para rejeitar a convocação de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Foram 19 votos pela rejeição, enquanto outros 12 parlamentares votaram pela convocação.

 

O requerimento de convocação do filho mais velho do presidente Lula foi apresentado em virtude de indícios apurados pela Polícia Federal de que ele teria mantido relação de proximidade e até uma sociedade empresarial com Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”.  

 

Segundo reportagem divulgada pelo site Poder360, depoimentos dados à PF revelaram que Lulinha teria recebido uma cifra de 25 milhões das mãos do Careca do INSS. Além disso, o filho do presidente Lula também é acusado de ter recebido pagamentos mensais de cerca de R$ 300 mil. 

 

O site Poder360 menciona ainda viagens que teriam sido realizadas por Fábio Luís da Silva junto com o Careca do INSS para Portugal. Essa acusação também teria sido feita em depoimento coletado nas investigações. 

 

“Essas informações eram até agora desconhecidas com esse nível de detalhe e foram fornecidas por Edson Claro, ex-funcionário do Careca do INSS e que se diz ameaçado pelo ex-patrão”, diz a reportagem do Poder360, que teve acesso aos dados por meio de integrantes da CPMI do INSS.

 

Edson Claro é um dos alvos da investigação que está em curso na Polícia Federal. Ele prestou depoimento em 29 de outubro de 2025. O conteúdo chegou para alguns integrantes da CPMI e o site Poder360 também teve acesso na condição de não divulgar a íntegra. 

 

No depoimento, Edson Claro teria feito revelações graves contra Lulinha – embora não tenha havido até agora coleta de provas para comprovar o que afirma o ex-funcionário do Careca do INSS.

 

O site procurou o ax-advogado e amigo de Fábio Luís da Silva, Marco Aurélio Carvalho, para tentar um contato com o filho de Lula. O advogado refutou as acusações.

 

“Não consegui falar com Fábio, talvez por causa do fuso horário. Mas acho que essa acusação é absolutamente pirotécnica e improvável. É mais uma tentativa de desgastar a imagem de Fábio Luís”, disse Marco Aurélio. 
 

Polícia confirma ossada de menino quilombola desaparecido há quase 2 anos na Bahia
Foto: Reprodução / Portal Jaguarari

A Polícia Civil confirmou nesta quarta-feira (26) que uma ossada encontrada em Campo Formoso, no Piemonte Norte do Itapicuru, pertence a Pedro Sousa Santos. Nesta mesma quarta, familiares puderam fazer o sepultamento do garoto na comunidade quilombola Gameleira do Dida, mesmo local em que desapareceu no 15 de dezembro de 2023.

 

Exames de DNA ajudaram na identificação. Segundo o G1, os restos mortais foram localizados no dia 2 de maio deste ano, em uma área de mata fechada em Gameleira do Dida. A perícia, porém, não conseguiu determinar a causa da morte devido ao grau de degradação da ossada.

 

Conforme o Departamento de Polícia Técnica (DPT), o material biológico chegou ao laboratório em Salvador no dia 13 de maio. O primeiro exame, entregue em julho, foi inconclusivo. Um novo teste foi realizado, confirmando o parentesco e a identidade da vítima.

 

A Polícia Técnica informou ainda que a unidade de Senhor do Bonfim, na mesma região de Campo Formoso, tentou contato com a família diversas vezes antes de repassar o resultado e liberar os restos mortais.

 

Ainda segundo informações, a delegacia de Campo Formoso mantém diligências para esclarecer as circunstâncias da morte. Não há, até o momento, indicação de suspeitos ou hipóteses divulgadas. Pedro tinha seis anos quando foi visto pela última vez. 

PF e CGU deflagram operação contra fraude em licitações na prefeitura de Itacaré
Foto: Divulgação / Polícia Federal

A Polícia Federal (PF) e a Controladoria-Geral da União (CGU) deflagraram nesta terça-feira (25) a Operação Gênesis. A ação investiga uma suspeita de esquema de fraude em licitação, peculato, corrupção e lavagem de dinheiro em contratos da prefeitura de Itacaré, no Litoral Sul.
 

Além de Itacaré, cerca de 30 mandados de busca e apreensão são cumpridos em Itabuna, Ilhéus, Itajuípe, Ubaitaba, Jequié, além de Cachoeiro de Itapemirim (ES).

 

A Justiça Federal também determinou o afastamento cautelar de sete agentes públicos e autorizou o sequestro de bens de investigados, que pode chegar a R$ 20 milhões.
 

Segundo a PF, as investigações apontam que o grupo atuou entre 2018 e 2024. Duas empresas locais, registradas em nome de laranjas e sem estrutura para executar contratos de grande porte, teriam recebido mais de R$ 30 milhões em recursos públicos.
 

Ainda conforme a corporação, parte expressiva desse valor foi desviada por agentes públicos municipais, com a participação de empresas e intermediários.

 

Nesta fase, a ação busca aprofundar a coleta de provas sobre o funcionamento do esquema e o envolvimento de cada investigado, além de garantir o ressarcimento ao erário.

 

Os suspeitos podem responder por fraude em licitação, peculato, corrupção ativa e passiva, além de lavagem de dinheiro. Outros crimes podem ser incluídos conforme o avanço das apurações.

Dois empresários presos pela PF em operação do Banco Master são soltos
Foto: TV Globo

Dois empresários presos na operação que investiga um esquema fraudulento no Banco Master foram soltos na noite da última quinta-feira (20), e deixaram a sede da Superintendência da corporação, em São Paulo.

 

De acordo com o g1, foram liberados da prisão André Felipe de Oliveira Seixas Maia, diretor de uma empresa suspeita de envolvimento no esquema; Henrique Souza Silva Peretto, sócio de empresa investigada por ligação com o esquema.

 

A liberação dos dois aconteceu porque o pedido de prisão de ambos era temporário, com validade de três dias, e não foi renovado.

 

Os outros cinco presos na operação Compliance Zero, são executivos do banco e continuam a disposição da PF, já que diferente dos empresários anteriores, o pedido de prisão deles é preventivo.

 

Entre os presos está Daniel Vorcaro, dono e presidente do Banco Master, Augusto Lima, ex-CEO e sócio do Mater, Ângelo Antônio da Silva, sócio do Master, Luiz Antônio Bull, que é diretor de Riscos, Compliance, RH, Operações e Tecnologia do Master e Alberto Felix de Oliveira Neto, superintendente executivo de Tesouraria do Master.

Órgão ambiental analisa pedido de ampliação de empresa sobre aterro sanitário de Salvador
Foto: Divulgação

O Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema) segue em análise de um pedido de ampliação do aterro sanitário de Salvador, apresentado pela empresa Battre, responsável pela operação do local. O processo tem gerado debates entre ambientalistas, gestores públicos e entidades de fiscalização.

 

Apesar do avanço no processo, o tema enfrenta resistência de ambientalistas, que criticam a renovação do contrato da empresa por mais 20 anos e argumentam que há falta de responsabilidade ambiental na gestão do aterro.

 

O caso também é alvo de investigação do Ministério Público da Bahia (MP-BA) e já chegou ao conhecimento do governador Jerônimo Rodrigues.

 

Em resposta às críticas, técnicos do Inema afirmam que o processo está sendo conduzido de forma técnica, com “máxima transparência”. 

Mandante de execução de influenciador em Feira é preso ao dar entrada em hospital; crime ocorreu em avenida movimentada
Foto: Reprodução / Redes Sociais

Um homem apontado como mandante da execução do empresário e influenciador Marcos Edilho Pereira Marinho, em março de 2023, em Feira de Santana, foi preso. A captura ocorreu no Hospital Geral do Estado (HGE), em Salvador.

 

 

O suspeito, identificado como “Coroinha”, estava internado após sofrer um atentado no interior do estado. Segundo o Acorda Cidade, parceiro do Bahia Notícias, a Delegacia de Homicídios de Feira de Santana (DH/Feira), responsável pelas investigações, informou que Coroinha teve a prisão preventiva decretada pela Vara do Júri com base no conjunto de provas que o ligam ao crime.

 

Marcos Marinho, que reunia mais de 1 milhão de seguidores e compartilhava conteúdos de rotina, viagens e negócios, foi morto a tiros no dia 12 de março de 2023, na Avenida Fraga Maia, uma das mais movimentadas de Feira de Santana. Câmeras de segurança registraram a ação criminosa.

 

Ele havia acabado de sair de um restaurante com a companheira quando foi surpreendido por homens armados em uma Fiat Toro branca, que efetuaram diversos disparos de pistola e calibre 12. A vítima não teve chance de reação.

 

Foto: Ed Santos / Acorda Cidade

 

As investigações apontam que o crime teria sido motivado por ciúmes e desavenças pessoais, disfarçadas como cobranças comerciais. Além do mandante, outros dois envolvidos já foram denunciados pelo Ministério Público por homicídio qualificado.

 

O grupo também é investigado por participação em outros atentados, incluindo ações contra um ex-cunhado de Marcos, ocorrido em Ipirá, na Bacia do Jacuípe.

 

Após troca de informações entre unidades policiais, foi confirmado que Coroinha havia dado entrada no HGE, em Salvador, após ser alvo de uma tentativa de homicídio em Ibotirama, no Oeste baiano.

 

Equipes do DHPP se deslocaram ao hospital e cumpriram o mandado de prisão no leito do hospital. Ao receber alta, o investigado será encaminhado para uma carceragem.  

 

As apurações seguem para identificar a atuação de outros envolvidos e possíveis conexões do grupo com crimes na região de Feira de Santana.

Victor Ramos abre o jogo sobre suposto envolvimento na Operação Penalidade Máxima: "Quem não deve, não teme"
Foto: Igor Barreto/Bahia Notícias

Convidado do episódio #82 do podcast BN na Bola, do Bahia Notícias, o zagueiro Victor Ramos, atualmente na Juazeirense, detalhou os bastidores de um capítulo difícil em sua carreira: a investigação na Operação Penalidade Máxima, ocorrido em 2023, quando o defensor estava na Chapecoense.

 

“A situação mexeu muito com todos nós, comigo e com minha família, mas é algo que faz parte. Eu estava com a consciência tranquila, porque em momento algum eu iria sujar a minha carreira por uma coisa dessas. Minha carreira sempre foi limpa e transparente. Jamais iria sujar meu nome”, afirmou o atleta.

 

Victor Ramos ressaltou que o contato com o apostador realmente existiu, mas que no momento em que ele entendeu que se tratava de uma abordagem para que ele fizesse parte do esquema de manipulação de jogos, fez questão de “cair fora”.

 

“Eu não gosto de mentira. Eu realmente tive contato com um cara, mas eu não sabia que era para isso (esquematizar participação em manipulação de jogos), mas aí eu ‘caí fora’. Mas por existir esse contato, viram e acharam que eu estava envolvido. Graças a Deus foi tudo bem esclarecido”

 

Hoje Victor é zagueiro da Juazeirense, mas na época era uma das principais peças da Chapecoense. Capitão da equipe, ele fez questão de seguir atuando, mesmo com as investigações acontecendo, enfatizando que ‘quem não deve, não teme’.

 

“Ainda assim, eu segui jogando pela Chapecoense. Eu era o capitão da equipe e tinha uma boa relação com o atual presidente, que era vice-presidente na época, o Alex Passos, então disse para ele que queria continuar jogando, porque quem não deve não teme. Eu estava tranquilo”, afirmou.

 

A Operação Penalidade Máxima, iniciada em 2022 pelo Ministério Público do Estado de Goiás, é um conjunto de investigações que têm o intuito de combater os esquemas de manipulação de resultados e apostas no futebol brasileiro.

Quatro homens são presos em Itororó suspeitos de estuprar mulher com deficiência mental
Foto: Divulgação / Polícia Civil

Quatro homens foram presos na zona rural de Itororó, no Médio Sudoeste da Bahia, suspeitos de cometer estupro de vulnerável contra uma mulher, de 34 anos. Segundo informações da Polícia Civil, a última prisão ocorreu nesta segunda-feira (17), após investigações da delegacia do município.

 

Ainda conforme a polícia, os suspeitos teriam praticado ou facilitado abusos sexuais contra a vítima em julho deste ano. As apurações apontam que os homens se aproveitaram da condição física e mental da mulher para cometer os crimes. O caso foi denunciado em 24 de outubro.

 

A polícia também informou que os investigados foram localizados nas fazendas Rancho Alegre e Boa Esperança, entre a última quarta-feira (12) e esta segunda.

 

Após serem detidos, foram encaminhados à sede da delegacia de Itororó, onde passaram por exame de corpo de delito. Os quatro seguem custodiados e à disposição da Justiça, enquanto as investigações seguem em andamento.

Mulher sepulta feto errado após aborto espontâneo na Bahia; funcionária de hospital é afastada
Foto: Divulgação / Sesab

Uma moradora de Irecê, no Centro Norte, descobriu que havia enterrado o feto errado após sofrer um aborto espontâneo. O caso ocorreu no Hospital Regional Mário Dourado Sobrinho e segue investigado pela Polícia Civil e pela Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab).

 

Segundo o G1, a mulher sofreu o aborto no dia 12 de novembro. Dois dias depois, o hospital liberou o feto para sepultamento, realizado pela família. No dia seguinte, um funcionário da unidade entrou em contato, pedindo o retorno do casal. Ao chegar ao local, os pais foram informados da troca e que o feto entregue não era o do feto deles.

 

Com isso, a família autorizou a exumação e realizou um novo sepultamento, desta vez com o feto correto. Ainda segundo informações, a 1ª Delegacia de Irecê já iniciou as investigações, ouvindo testemunhas. Outras diligências devem ser feitas para esclarecer o ocorrido.

 

Devido ao ocorrido, a Sesab também abriu uma sindicância para apurar o erro. Segundo o órgão, a direção do hospital, administrado pelas Obras Sociais Irmã Dulce (Osid), identificou uma falha na conferência da identificação de um natimorto.

 

Assim que percebeu o equívoco, a unidade acionou a polícia, contatou o cemitério e as famílias envolvidas, realizou a troca dos fetos e prestou assistência aos parentes. A colaboradora responsável pela liberação foi afastada preventivamente até a conclusão das apurações.

 

A pasta prometeu ainda que vai reforçar os protocolos de segurança e de identificação para evitar outros casos.

Mais de mil jogadores do futebol turco são investigados por escândalo de apostas
Foto: Samet Yalcin/AP

A Federação de Futebol Turca (TFF) divulgou, nesta segunda-feira (10), que 1.024 jogadores estão sendo investigados pelo comitê disciplinar da entidade, incluindo 27 da Superliga, a Primeira Divisão nacional, por envolvimento no escândalo de apostas que foi revelado no fim de outubro.

 

A federação considerou essa atitude como uma “medida preventiva”. No entanto, a investigação da TFF já resultou em sanções para 149 árbitros e na renúncia de 45 delegados de jogos. Na última semana, o Ministério Público da Turquia também determinou a prisão de 21 pessoas, incluindo 17 árbitros e Murat Ozkaya, presidente do Eyupospor, clube da primeira divisão.

 

A lista de jogadores encaminhados ao comitê disciplinar inclui dois atletas do Galatasaray, dois do Besiktas e um do Trabzonspor. Com exceção do Fenerbahçe, todos os clubes que figuram atualmente entre os dez primeiros colocados do campeonato possuem ao menos um jogador sob investigação.

 

Nas divisões inferiores, o número de suspeitos é ainda maior: 77 na segunda, 282 na terceira e 629 na quarta divisão. Diante da dimensão do caso, a TFF suspendeu por duas semanas as competições da terceira e quarta divisão.

 

A entidade informou que mantém diálogo com a Fifa para ampliar em 15 dias a janela de transferências de inverno, devido ao impacto das investigações nos elencos. Apesar da gravidade das denúncias, a federação afirma não ter encontrado provas de manipulação de resultados, e destaca que a maioria dos árbitros investigados teria registrado prejuízos nas apostas.

Polícia apreende R$ 120 mil em dinheiro vivo em ação contra agiotagem em Capela do Alto Alegre
Foto: Divulgação / Polícia Civil

Uma ação apreendeu nesta quinta-feira (6) mais de R$ 120 mil contra um grupo investigado por agiotagem [prática de empréstimos ilegais com juros abusivos] em Capela do Alto Alegre, na Bacia do Jacuípe. Segundo a Polícia Civil, o fato ocorreu durante a Operação Cupiditas.

 

Durante o cumprimento dos mandados de busca e apreensão, os policiais encontraram mais de R$ 120 mil em dinheiro vivo, além de diversos materiais utilizados nas transações ilícitas, como notas promissórias, cheques, escrituras de imóveis e uma motocicleta.  

 

De acordo com a investigação, os valores apreendidos são provenientes da atividade criminosa. As apurações apontam que o grupo atuava há anos em Capela do Alto Alegre, oferecendo empréstimos com juros abusivos que levavam as vítimas a um endividamento contínuo.

 

O esquema, acrescenta a polícia, impedia o pagamento das dívidas e mantinha os devedores sob coação financeira, o que caracterizava usura e retenção indevida de documentos.

 

Ainda segundo informações, os mandados foram expedidos pela Comarca de Capela do Alto Alegre e cumpridos por equipes da 15ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin/Serrinha) e da delegacia de Capela do Alto Alegre. O material apreendido deve passar por perícia como parte das investigações da operação.

PF prende homem em Barra da Estiva que participava de rede de compartilhamento de abuso sexual infantil
Foto: Reprodução / Blog do Anderson

Um homem foi preso em flagrante em Barra da Estiva, na Chapada Diamantina, acusado de armazenar material de pornografia infantojuvenil. A ação ocorreu na manhã desta quinta-feira (5) no âmbito da Operação Infância Segura deflagrada pela Polícia Federal (PF).

 

Durante as investigações, a PF identificou um grupo em rede social com mais de 1,2 mil participantes, que compartilhavam conteúdo de abuso sexual infantil. O investigado participava ativamente dessas trocas, utilizando plataformas digitais e redes sociais para manter contato com outros criminosos de diferentes estados do país.

 

No cumprimento do mandado de busca e apreensão, os agentes federais encontraram diversos arquivos com cenas de abuso sexual de crianças e adolescentes nos dispositivos eletrônicos do suspeito, incluindo celular e computador.

 

Também foram localizadas mensagens que comprovam o compartilhamento do conteúdo criminoso. Diante das evidências, o homem foi preso em flagrante e encaminhado à sede da Polícia Federal em Vitória da Conquista, no Sudoeste baiano.

 

O material apreendido será submetido à perícia especializada para identificar outros envolvidos e ajudar na localização das vítimas.

 

Em nota, a PF alertou para a importância da prevenção e do diálogo familiar para proteger crianças e adolescentes de crimes virtuais. Segundo o órgão, é essencial que pais e responsáveis acompanhem o uso da internet, observem mudanças de comportamento e orientem os menores sobre riscos e segurança online.

 

“A prevenção, aliada à informação, é a forma mais eficaz de garantir a segurança e o bem-estar dos menores”, destacou a PF em nota. A operação também chama atenção para o uso correto da terminologia: o termo “abuso sexual de crianças e adolescentes” é o mais adequado para tratar desses crimes, por evidenciar a violência e o dano às vítimas.

Polícia Federal cumpre mandado de busca em desdobramento de 8ª fase da Operação Overclean
Foto: Reprodução / Redes Sociais

A Polícia Federal (PF) cumpriu, nesta quinta-feira (6), um mandado de busca e apreensão em Sumaré (SP), como parte do desdobramento da oitava fase da Operação Overclean, deflagrada no último dia 31 de outubro. A ação visa desarticular uma organização criminosa suspeita de envolvimento em fraudes em licitações, desvio de recursos públicos, corrupção e lavagem de dinheiro.

 

Conforme o Metrópoles, o alvo seria o atual secretário de educação de Sumaré, Danilo de Azevedo Costa, que já atuou na prefeitura de Goiânia [Goiás] e foi secretário estadual de Educação do Tocantins.

 

Conforme a PF, o mandado judicial foi expedido pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e faz parte da continuidade das investigações que apuram esquemas de corrupção em contratos públicos e operações financeiras irregulares.

 

Durante o cumprimento da ordem, os agentes apreenderam dispositivos eletrônicos, que serão submetidos à perícia especializada. O material deve auxiliar na identificação de outros envolvidos e no aprofundamento das investigações sobre o suposto grupo criminoso.

 

A Operação Overclean, iniciada em dezembro do ano passado com ações na Bahia, pretende identificar e interromper esquemas de desvio de verbas públicas e práticas ilícitas em licitações em diferentes estados.

 

As fases anteriores resultaram em prisões, apreensões de documentos e bloqueios de valores ligados aos investigados. (Atualizado às 10h55)

Senado instala CPI do Crime Organizado com Contarato, do PT, na presidência e Alessandro Vieira como relator
Foto: Reprodução TV Senado

O senador Fabiano Contarato (PT-ES) foi eleito nesta terça-feira (4) como o presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito que vai investigar o crime organizado no Brasil. Contarato teve seis votos, e derrotou o candidato apresentado pela oposição, o senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS), que recebeu cinco votos.

 

A sessão de instalação da CPI foi comandada pelo senador Otto Alencar (PSD-BA). Após a eleição de Contarato, Otto sugeriu que o senador Mourão fosse eleito como vice-presidente da CPI, nome aprovado por unanimidade pelos membros do colegiado.

 

Ao ser empossado como presidente, Fabiano Contarato indicou o senador Alessandro Vieira (MDB-SE) para ser o relator da comissão de inquérito. Vieira foi o autor do requerimento para a criação da CPI do Crime Organizado.

 

Para Vieira, o avanço do crime organizado é resultado de diversos problemas como o abandono pelo poder público, a corrupção e a incompetência.

 

“Essa tragédia tem solução, como mostram exemplos dentro e fora do Brasil, mas a construção de caminhos vai exigir coragem, conhecimento técnico, espírito público e união de esforços entre municípios, Estados, União e sociedade civil. Não é pauta eleitoreira, é urgência nacional”, afirmou o relator.

 

Após falar de suas expectativas e objetivos no comando da comissão de inquérito, o senador Contarato pediu um minuto de silêncio pelas vítimas da operação policial no Rio de Janeiro, na semana passada.

 

A CPI teve seu requerimento de criação lido em junho no plenário do Senado pelo presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP), mas não havia começado os trabalhos até agora. Com a repercussão da operação que terminou com 121 mortos no Rio de Janeiro e a pressão da opinião pública, os senadores decidiram iniciar os trabalhos da comissão.

 

Governo e oposição decidiram escalar senadores de peso para a CPI, que pretende mirar o “modus operandi” de facções como o Comando Vermelho (CV) e o Primeiro Comando da Capital (PCC) e a atuação de milícias. O objetivo do colegiado será apurar a estruturação, a expansão e o funcionamento de milícias e facções.

 

A CPI tem 11 titulares e sete suplentes. Entre os nomes indicados, há quadros experientes e figuras centrais na disputa entre governo e oposição. Pela oposição, foram escalados os senadores Flávio Bolsonaro (PL-RJ), Sergio Moro (União-PR), Marcos do Val (Podemos-ES), Magno Malta (PL-ES) e Hamilton Mourão. 

 

Por parte do governo, farão parte da CPI os senadores Jaques Wagner (PT-BA), Otto Alencar (PSD-BA), Angelo Coronel (PSD-BA), Rogério Carvalho (PT-SE), Fabiano Contarato (PT-ES) e Randolfe Rodrigues (PT-AP). 

 

A CPI tem um prazo de funcionamento de 120 dias e pretende apurar questões como a estrutura e expansão de facções como PCC e CV e de milícias; as fontes de financiamento e lavagem de dinheiro; o domínio territorial e prisional; as conexões regionais e transnacionais; a atuação e possível infiltração no poder público.

 

Os senadores da comissão também pretendem elaborar propostas de mudanças legislativas com objetivo de endurecer a penalização de membros de organizações criminosas.

Presidente da câmara de Canavieiras é acusado de interferência política no processo seletivo do SAMU
Fotos: Reprodução / Redes Sociais / TJ-BA

A política de Canavieiras, município do Sul da Bahia, está sob um momento de apreensão. O Ministério Público da Bahia (MP-BA) solicitou uma investigação sobre possíveis irregularidades e interferência política no processo seletivo destinado à contratação de atendentes para o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) pela prefeitura.

 

Segundo a denúncia, servidores que participaram da seleção perceberam que nomes indicados pelo presidente da Câmara Municipal, vereador Ronald Souza (Avante), pontuaram acima de outros candidatos, ignorando critérios previamente estabelecidos no edital.

 

Além disso, o resultado foi divulgado sem possibilidade de contestação, o que comprometeu o direito de solicitar recursos administrativos. 

 

Ainda segundo a apuração do MP-BA, uma das principais concorrentes não recebeu pontuação em uma etapa da avaliação, enquanto outro candidato alega que diversos documentos entregues não foram contabilizados.

 

A denúncia também aponta que o vereador interferiu deliberadamente na escolha de candidatos específicos, conduta que, segundo o Ministério Público, configura crime e compromete a lisura do processo custeado com recursos públicos.

 

Os investigados são o atual prefeito da cidade, Paulo Carvalho, e o presidente da Câmara de Vereadores, Ronald Souza, conhecido nas urnas como ‘Roni da Pesca’. Ambos pertencem ao partido Avante. Junto às lideranças, a ex-secretária da Saúde do município, Diala Magalhães, também é alvo por não garantir a lisura do processo.

 

Após a denúncia de quatro candidatos, o MP instaurou inquérito civil e identificou diversos problemas adicionais no processo seletivo. Entre eles, a constatação de que os candidatos aprovados receberam pontuações idênticas, 70 pontos cada, sem justificativa, mesmo sem experiência prévia na função, e precisaram ser enviados para treinamento em outro município distante de Canavieiras.

 

O inquérito também revelou a convocação de um candidato que não constava na lista oficial de aprovados, reforçando a suspeita de manipulação nos resultados. Outro ponto questionado foi a publicação tardia de um documento complementar, contendo informações essenciais, como o salário, divulgadas somente após o término da seleção.

 

Um dos denunciantes afirmou que, considerando os certificados apresentados, sua pontuação inicial deveria ter sido de, pelo menos, 75 pontos, superior à dos candidatos convocados.

 

Durante o processo, uma das responsáveis pela seleção confirmou a interferência política, além de relatar que a pontuação final divulgada pela Secretaria de Saúde não correspondia aos cálculos por ela realizados. Segundo seu depoimento, nenhum candidato havia atingido a pontuação máxima, embora alguns tenham obtido notas superiores aos 70 pontos divulgados.

 

Com essas irregularidades, o Ministério Público recomendou a suspensão do processo seletivo e a correção imediata dos resultados, medida que não foi acatada pela Secretaria Municipal de Saúde de Canavieiras.

 

O processo segue em andamento no Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) e tramita em segredo de justiça. O BN procurou os três acusados e investigados para manifestação até o levantamento desta matéria, mas nenhum deles se pronunciou até o momento.

Governo mobiliza sua base aliada e consegue evitar convocação do irmão do presidente Lula na CPMI do INSS
Foto: Reprodução Redes Sociais

Por 19 votos a 11, a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito do INSS rejeitou, nesta quinta-feira (16), a convocação de José Ferreira da Silva, conhecido como “Frei Chico”. Vice-presidente do Sindnapi (Sindicato Nacional dos Aposentados, Pensionistas e Idosos), Frei Chico é irmão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e é um dos principais alvos da oposição na comissão.

 

A CPMI investiga o esquema de fraudes e descontos indevidos em benefícios de aposentados e pensionistas do INSS. O Sindnapi, a qual pertence o irmão do presidente Lula, teve recentemente, pelo STF, o bloqueio de R$ 390 milhões em bens e valores, que teriam sido arrecadados pela entidade de forma ilegal, ou seja, sem autorização dos segurados do INSS, entre 2021 e 2025.

 

A possibilidade de depoimento de Frei Chico na CPMI após operação da Polícia Federal na semana passada que contou com ações no sindicato. A Operação Sem Desconto da PF investiga se o Sindnapi teria usado empresas de fachada e dirigentes para lavar dinheiro desviado de aposentados.

 

Parlamentares ligados ao governo afirmaram que não há qualquer relação entre o cargo ocupado por Frei Chico e as apurações de desvios ligadas ao INSS, e por isso mobilizaram a base aliada para evitar a convocação para depoimento. A CPMI também rejeitou a quebra de sigilos bancários do ex-ministro da Previdência, Carlos Lupi. 

 

“Não foi citado em investigação da CGU, da Polícia Federal. Não há nada, em lugar nenhum que cite ele em qualquer coisa eu envolva as irregularidades que estão sendo apuradas pela PF ou essa CPMI nesse sindicato”, afirmou o deputado Paulo Pimenta (PT-RS), que coordena as ações do governo dentro da comissão.
 

Jovem de 25 anos é encontrada morta dentro de casa em Guanambi
Foto: Reprodução / Achei Sudoeste

Um morte foi registrada ainda no Bairro Santa Luzia, em Guanambi, no sudoeste baiano, na manhã desta quarta-feira (15). A jovem Maria de Souza, de 25 anos, foi encontrada morto dentro de sua própria casa. As circunstâncias da morte estão sendo investigadas. 

 

Segundo informações do Achei Sudoeste, parceiro do Bahia Notícias, foram os vizinhos que localizaram a jovem desacordada acionaram imediatamente o 17º Batalhão de Polícia Militar (BPM). A equipe confirmou o óbito no local.

 

Para a realização dos procedimentos cabíveis, o Departamento de Polícia Técnica (DPT) foi chamado para efetuar o levantamento cadavérico. O corpo de Maria Eduarda foi posteriormente encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Guanambi.

 

Um laudo pericial será emitido para determinar a causa da morte. A Polícia Civil já iniciou a investigação do caso.

Dois adolescentes de 14 anos morrem em acidente de moto na BA-161 no oeste baiano
Fotos: Reprodução / Notícias da Lapa

Dois adolescentes, ambos de 14 anos, morreram em um grave acidente de motocicleta ocorrido na tarde desta terça-feira (30) no município de Bom Jesus da Lapa, na região oeste da Bahia. O acidente aconteceu por volta das 17h30, na rodovia BA-161, em um trecho conhecido como Projeto Formoso.


As vítimas foram identificadas como Iure Primo Santana e Wener Macoully de Jesus Sena. Os corpos dos jovens foram encontrados caídos ao solo, próximo de uma área de pista. A motocicleta em que estavam era uma CG 150 Start de cor preta.


Segundo informações do Achei Sudoeste, parceiro do Bahia Notícias, a 38ª Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM) foi a primeira a chegar ao local, realizando o isolamento da área.  O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu 192) foi acionado para presatar socorro, ao chegar no local apenas confirmou o óbito das vítimas no local.


Os corpos foram encaminhados ao Instituto Médico Legal (IML) de Bom Jesus da Lapa. A Polícia Civil abriu uma investigação para apurar as circunstâncias e determinar as causas exatas que levaram à colisão fatal.

Na CPMI, Careca do INSS afirma ser inocente e causa tumulto ao se recusar a responder perguntas do relator
Foto: Reprodução Redes Sociais

O aguardado depoimento na Comissão Parlamentar Mista do INSS do empresário Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”, começou com confusão e bate-boca nesta quinta-feira (25). 

 

Após a leitura de sua defesa, na qual rejeitou qualquer responsabilidade por descontos indevidos nos benefícios de aposentados, o Careca do INSS causou tumulto ao se negar a responder perguntas do relator, Alfredo Gaspar (União-AL), e acusar o deputado de ter formado julgamento prévio a respeito dele. 

 

“O relator me chamou de ladrão do dinheiro dos aposentados, sem me dar a chance de defesa. O relator me ligou a esse escândalo e me condenou sem sequer me ouvir, por isso não responderei a nenhuma pergunta do relator”, disse o Careca, que reforçou que apenas responderia a perguntas dos deputados e senadores.

 

A fala do depoente causou grande confusão, principalmente quando o deputado Alfredo Gaspar pediu a palavra e reiterou a acusação feita ao Careca, de que ele seria o autor do maior roubo já feito no bolso dos aposentados. A fala do relator revoltou o advogado do depoente, que começou a gritar pedindo a palavra.

 

Alguns parlamentares gritaram de volta com o advogado, e o deputado Zé Trovão (PL-SC) foi na direção dele com o dedo em riste para exigir que ele respeitasse o parlamento. Nesse momento o vice-presidente da comissão, deputado Duarte Jr. (PSB-MA), suspendeu a sessão para acalmar os ânimos.

 

Na volta dos trabalhos, o relator fez diversas perguntas e acusações, e o depoente Antônio Carlos Camilo Antunes ficou em silêncio e não respondeu a qualquer pergunta. O Careca do INSS alegou estar protegido por habeas corpus concedido pelo Supremo Tribunal Federal.

 

Antes da confusão, na sua fala inicial, o Careca do INSS afirmou que uma de suas empresas prestou serviços a associações investigadas pelas fraudes na Previdência, mas rejeitou qualquer responsabilidade por descontos indevidos.

 

Preso pela Polícia Federal no último dia 12, Antunes é apontado como um facilitador do esquema que desviou recursos de aposentados e pensionistas. Os investigadores afirmam que empresas ligadas a ele operaram como intermediárias financeiras de associações investigadas na fraude.

 

“Minha empresa sempre prestou serviço a associações, tendo como destinatário final o aposentado associado, mas sem ter qualquer ingerência ou responsabilidade sobre descontos incidentes em seus benefícios previdenciários”, disse o empresário.

 

“O personagem 'Careca do INSS' não reflete quem eu sou", afirmou. O depoimento do "Careca do INSS" era o mais aguardado pelos membros da CPI. Ele foi um dos primeiros convocados a depor pelo colegiado.

 

Antônio Carlos Camilo Antunes chegou a confirmar participação na última segunda (15), mas recuou com base em uma decisão do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), que facultou a presença no colegiado.

 

Ao longo do depoimento desta quinta, Antunes terá o direito a ficar em silêncio e não responder perguntas para evitar autoincriminação

 

Segundo a Polícia Federal, empresas de Antunes recebiam dinheiro das entidades e, depois, repassavam os valores a pessoas ligadas às associações ou a servidores do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
 

Homem é morto com golpe de faca após ser chamado ao portão de sua residência em Irecê
Foto: Reprodução / Blog do Braga

Um crime chocou os moradores do bairro Iêda Dourado I, em Irecê. Identificado com Edrierson Alves Dourado Júnior, foi morto com um golpe de faca em frente à sua residência nesta madrugada desta quarta-feira (24). A Polícia civil segue investigando as circunstâncias, até o momento ninguém foi preso. 

 

Segundo relatos obtidos pelo Blog do Braga, parceiro do Bahia Notícias, ele teria sido chamado ao portão por um homem e, ao atender, foi surpreendido pelo ataque. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), no entanto, a vítima não resistiu à gravidade do ferimento e morreu no local.

 

O corpo foi levado para o Instituto Médico Legal (IML) da cidade, onde passou por exames antes de ser liberado para o velório e sepultamento. A Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), que faz parte da 14ª Coorpin, está investigando o caso para esclarecer as circunstâncias do crime e identificar o autor.

VÍDEO: Explosão em antiga delegacia de Valença assusta moradores e causa danos
Foto: Reprodução / Redes Sociais / Blog do Valente

Moradores de Valença, no Baixo Sul da Bahia, foram surpreendidos por uma forte explosão no fim da tarde desta sexta-feira (19). O som, que se assemelhava a um "digno de guerra", segundo relatos de moradores, foi ouvido em diversos bairros da cidade e gerou uma grande nuvem de fumaça, causando pânico na população.

 

Informações preliminares alegam que explosão ocorreu na antiga delegacia, que atualmente funciona como Departamento de Polícia Técnica (DPT) do município. Apesar do susto e dos danos estruturais, não há registro de feridos. Veja momento registrado por morador:

 

O delegado Dr. José Raimundo, Coordenador da 5ª Coorpin, confirmou que uma investigação foi aberta para apurar as causas do incidente e garantir a segurança do local.

MP-BA investiga prefeito de Caculé por suspeita de propina e irregularidades
Foto: Reprodução / Redes Sociais

O Ministério Público da Bahia (MP-BA) instaurou uma investigação contra o prefeito de Caculé, Pedro Dias da Silva, conhecido como Pedrão, seu sobrinho Paulo Dias da Silva e a atual gestão municipal. A apuração busca esclarecer suspeitas de cobrança de propina e irregularidades em contratos públicos.

 

Segundo investigações do Achei Sudoeste, parceiro do Bahia Notícias, a principal delas é o suposto pagamento de propina em contratos firmados em 2024 com a empresa L&M Serviços de Limpeza Ltda.

 

Além disso, o MP-BA apura a contratação de uma técnica de enfermagem para manutenção da frota municipal e de um borracheiro para atuar como pedreiro, ambos sem comprovação de que os serviços foram prestados.

 

Em nota pública, a Prefeitura de Caculé se manifestou sobre as acusações, negando qualquer irregularidade. O prefeito Pedro Dias afirmou que todas as contratações seguiram a Nova Lei de Licitações (Lei n.º 14.133/2021) e que os procedimentos foram realizados com total transparência.

 

A gestão também destacou que as denúncias, segundo o prefeito sem fundamento, surgem em um período pré-eleitoral, levantando suspeitas de motivação política. O gestor colocou a administração municipal à disposição do MP-BA para colaborar com as investigações, expressando sua confiança de que os procedimentos serão arquivados.

 

Leia a nota enviada ao Blog Vilson Nunes:

 

"A Prefeitura Municipal de Caculé, por meio do Prefeito Pedro Dias da Silva, vem a público manifestar-se sobre a matéria jornalística intitulada “Caculé: Ministério Público investiga gestão municipal, prefeito e sobrinho por suposto recebimento de propina”, veiculada em 5 de setembro de 2025.

 

Desde o início da atual gestão, a administração do Município de Caculé pauta todas as suas ações pela estrita observância aos princípios constitucionais da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência. A transparência na gestão dos recursos públicos e a busca incessante pelo bem-estar da população caculeense são os pilares que norteiam cada decisão e cada procedimento administrativo.

 

É com essa premissa que recebemos as informações sobre a instauração de procedimentos pelo Ministério Público do Estado da Bahia (MP-BA), que, segundo a matéria jornalística, visam apurar supostas irregularidades em contratações públicas, incluindo a investigação de “suposto recebimento de propina” e de situações envolvendo a contratação de uma técnica de enfermagem para manutenção da frota municipal e de um borracheiro para serviços de pedreiro em obras públicas, ambas sem a comprovação de serviços prestados.

 

Ressaltamos que a referida notícia se baseia em denúncias que, conforme já demonstramos às autoridades competentes, carecem de fundamentação fática e jurídica, e que, lamentavelmente, surgem em um período de aproximação das eleições municipais, o que levanta preocupações legítimas quanto a motivações de cunho meramente político, buscando criar um cenário de instabilidade e induzir os órgãos de controle em erro. A Administração Municipal entende o papel fiscalizador do Ministério Público e o valoriza como pilar da democracia, mas reitera a necessidade de que tal instrumento não seja utilizado de forma irresponsável, pautado por “denuncismos” infundados.

 

Em resposta às alegações, cumpre esclarecer os seguintes pontos fundamentais, amparados pelos documentos e pareceres jurídicos que instruem os respectivos processos:


Todos os contratos mencionados, inclusive o que deu origem às denúncias relativas à empresa L&M Serviços de Limpeza LTDA, foram conduzidos dentro da mais absoluta legalidade e transparência, por meio de procedimentos de credenciamento ou outras modalidades previstas na Lei nº 14.133/2021, a Nova Lei de Licitações e Contratos Administrativos. O credenciamento é uma modalidade legítima de contratação que permite a ampla participação de interessados, garantindo a isonomia e a escolha da proposta mais vantajosa para a Administração Pública, desde que observados os requisitos legais.

 

Os editais e seus anexos foram devidamente publicados nos veículos oficiais, incluindo o Portal Nacional de Contratações Públicas (PNCP), assegurando a ampla publicidade e o acesso irrestrito a todos os cidadãos e interessados, conforme exigido pela Lei nº 14.133/2021.

 

Contrariando as alegações de “funcionários fantasmas” ou de ausência de contraprestação, a Prefeitura de Caculé reafirma que todos os serviços contratados, inclusive os prestados por Paloma da Costa Pereira Rodrigues e por Almir Oliveira da Silva Júnior foram devidamente executados. Não houve qualquer prejuízo ao erário municipal, pois os serviços foram efetivamente prestados para atender às demandas das Secretarias e, consequentemente, à população local.

 

A conduta da gestão municipal de Caculé sempre foi pautada pela boa-fé e pelo interesse público, sem qualquer intenção ilícita ou má-fé, elementos essenciais para a caracterização de improbidade.

 

A Prefeitura Municipal de Caculé e o Prefeito Pedro Dias da Silva reafirmam sua total confiança na seriedade e imparcialidade do Ministério Público e do Poder Judiciário. Acreditamos que, após a análise aprofundada dos fatos e documentos que já foram ou serão apresentados, ficará evidente a lisura de todas as contratações e a inconsistência das denúncias.

 

Estamos à disposição para prestar todos os esclarecimentos necessários e colaborar integralmente com as investigações, na certeza de que a verdade prevalecerá e que os procedimentos em curso serão devidamente arquivados, confirmando a probidade e a transparência da administração municipal.

 

Reiteramos nosso compromisso inabalável com uma gestão pública ética, eficiente e voltada para o desenvolvimento de Caculé e o bem-estar de seus cidadãos", finaliza a gestão. 

 

Polícia Federal divulga fotos de quatro foragidos suspeitos de assaltos a bancos pela Bahia
Foto: Reprodução / Polícia Federal

A Polícia Federal está à procura de foragidos no âmbito da Operação Krampus, que apura a procura de suspeitos em assalto a banco pela Bahia, nesta terça-feira (09) foi divulgado a foto de quatro dos seis foragidos.

 

São eles: Clesnilson Ferreira da Silva, Ian Moreira Silva, Tiago Lopes do Vale e Lucival Santos Silva. Os quatro são procurados desde junho deste ano, data da deflagração da primeira fase da Operação Krampus. Ainda são alvos da operação Elcio Antônio e Joseilson Barbosa Camelo.

 

A divulgação das informações está amparada por decisão judicial, emitida pela 2ª Vara Criminal de Salvador — Seção Judiciária da Bahia. Para enviar informações, a pessoa pode entrar em contato pelo telefone (71) 3319-6190/6191 ou pelo e-mail: [email protected]

 

AS OPERAÇÕES KRAMPUS

Ao mesmo tempo ocorre a operação Krampus 2, deflagrada pela Secretaria de Segurança Pública da Bahia e pelo Ministério Público do Estado (MP-BA), investiga o desaparecimento de Pedro Segundo Curaçá Chaves, de 63 anos, e Rafael Pereira da Silva, de 32 anos.

 

O fato ocorreu no dia 18 de outubro do ano passado, no povoado de Folha Larga, zona rural de Campo Formoso. Pedro Segundo era proprietário do sítio, e Rafael Pereira, funcionário. Desde então, os dois nunca mais foram vistos.

 

Vítimas seguem desaparecidas / Foto: Reprodução / Redes Sociais

 

(Atualizado às 17h57 para correção da distinção de duas operações diferentes)

 

Corpo de jovem é despido e jogado em via pública após homicídio no sudoeste baiano; polícia investiga
Foto: Reprodução / Blog do Marcos Frahm

Um corpo de um jovem de 19 anos, identificado como Cristiano, foi encontrado despido com diversas perfurações de bala em Jequié, no sudoeste baiano. O crime ocorreu nesta quinta-feira (28), e o corpo foi localizado em uma via pública da cidade. Até o momento, nenhum suspeito foi preso.

 

Uma equipe do Departamento de Polícia Técnica (DPT) foi acionada para realizar a perícia no local, com o acompanhamento da Polícia Militar e da Polícia Civil. Após os procedimentos, o corpo de Cristiano foi levado para o Instituto Médico Legal (IML).

 

Segundo a Polícia Civil ao Blog do Marcos Frahm, parceiro do Bahia Notícias, um inquérito já foi instaurado para investigar o caso. A polícia trabalha para identificar e localizar os autores, que, segundo informações, teriam invadido a casa da vítima e a retirado do local antes de cometer o assassinato.

Dono de hit "Gagnam Style" é investigado por esquema de remédios controlados na Coreia do Sul
Foto: Reprodução

O cantor sul-coreano Psy, conhecido mundialmente pelo seu hit “Gangnam Style”, é alvo de uma investigação policial em Seul, na Coreia do Sul, após ser acusado de ter retirado medicamentos controlados de forma irregular. 

 

Segundo o jornal britânico The Sun, o artista K-pop de 47 anos, cujo verdadeiro nome é Park Jae-sang, teria obtido receitas de medicamentos para ansiedade e distúrbios do sono sem as consultas exigidas por lei. 

 

Ainda conforme o jornal, a investigação identificou que a prática teria ocorrido desde 2022 com a ajuda de seu empresário e outras pessoas. Um médico também é investigado por suspeita de violar o Lei de Serviços Médicos do país, mas o profissional nega qualquer irregularidade. 

 

A polícia teria chegado ao caso através e uma denúncia anônima. Em nota, a gravadora de Psy, a P Nation, reconheceu a existência de falhas no procedimento e pediu desculpas pelo ocorrido, destacando que o cantor sofre de insônia crônica.

 

O próprio cantor falou sobre o caso e descreveu o episódio como “um erro claro e negligência” e lamentou a preocupação que causou em seus fãs. 
 

Zagueiro do Volta Redonda é investigado por suspeita de manipulação de apostas
Foto: Reprodução

O zagueiro Gabriel Bahia, do Volta Redonda, está sob investigação por suspeita de envolvimento em manipulação de resultados em jogos da Série B do Campeonato Brasileiro. O defensor, que negocia uma transferência para o Botafogo, teria recebido cartões em circunstâncias que levantaram alertas entre casas de apostas. A informação foi veiculada inicialmente pelo site ge.globo.

 

Ainda de acordo com a apuração do ge, três advertências ao jogador chamaram atenção das operadoras, que reportaram os episódios à CBF e ao Governo Federal na semana passada. O caso é tratado em sigilo pela Unidade de Integridade da confederação.

 

A situação mais recente ocorreu quando Gabriel Bahia recebeu dois cartões amarelos e foi expulso na partida contra o CRB, válida pela 22ª rodada da Série B. Na súmula, o árbitro Lucas Casagrande descreveu os lances como "faltas táticas para impedir um ataque promissor" e registrou que o atleta "saiu de campo normalmente".

 

Outro episódio investigado aconteceu em 19 de julho, na derrota do Volta Redonda para o Athletico-PR, pela 17ª rodada. O juiz Fabiano Monteiro dos Santos justificou o cartão amarelo aplicado como "entrada contra um adversário de maneira temerária".

 

De acordo com as operadoras, houve volume atípico de apostas em cartões aplicados ao zagueiro, principalmente no confronto contra o CRB. Parte significativa das apostas partiu de Volta Redonda, o que reforçou as suspeitas. Em alguns casos, esse tipo de aposta representou 5% do total, quando o normal é menos de 1%.

 

As empresas comunicaram o caso à Secretaria de Prêmios e Apostas (SPA), órgão do Ministério da Fazenda responsável pela regulamentação do setor. Em nota, a secretaria afirmou que "não se manifesta sobre casos concretos. Quando recebe casos desse tipo, a secretaria analisa e, caso considere haver indícios suficientes, encaminha ao Ministério Público Federal, quando se trata de campeonatos nacionais".

 

O Volta Redonda informou, por meio de sua assessoria, que não comentará o assunto. O empresário do atleta, João Paulo de Oliveira Tardim, disse não ter conhecimento das denúncias, ressaltou confiança em Gabriel Bahia e defendeu que "os lances investigados são normais de jogo".

 

Diante da repercussão, algumas operadoras já suspenderam a possibilidade de apostas relacionadas a cartões para o jogador.

 

Gabriel Bahia, de 24 anos, é natural de Juazeiro (BA) e defende o Volta Redonda desde 2023. Na atual temporada, disputou 27 partidas e marcou três gols. Ele foi titular em toda a campanha do Campeonato Carioca, quando a equipe alcançou a semifinal.

Curtas do Poder

Ilustração de uma cobra verde vestindo um elegante terno azul, gravata escura e língua para fora
Na política, o de cima sobe e o de baixo desce. Mas, às vezes, tentando fazer você acreditar que o mundo tá ao contrário. Exemplo: quando o Soberano tá "sobrevivendo" e Cunha acredita que não tá quase na porta do Sine. Mas o presente que o Galego ganhou de aniversário também não foi lá dos melhores. Mas vale lembrar os políticos de há de se ter prioridades. Parece que tem gente que só foca em trend, enquanto deixa a aula de português de lado... Saiba mais!

Pérolas do Dia

Flávio Bolsonaro

Flávio Bolsonaro
Foto: Reprodução Redes Sociais

"Lula vai ficar do lado de criminosos?"

 

Disse o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao fazer duras críticas à atuação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na área da segurança pública. Flávio, pré-candidato do PL a presidente nas eleições de outubro, citou o projeto de lei antifacção, aprovado pelo Congresso Nacional em fevereiro e que ainda não foi sancionado por Lula. 

Podcast

Projeto Prisma entrevista deputada federal Lídice da Mata nesta segunda-feira

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A deputada federal Lídice da Mata (PSB) é a entrevistada do Projeto Prisma nesta segunda-feira (16). O programa é exibido ao vivo no YouTube do Bahia Notícias a partir das 16h.

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