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indigena morta
Uma indígena, de 44 anos, foi espancada até a morte em Prado, no Extremo Sul baiano. A vítima, identificada como Miscilene d’Ajuda Conceição, teve o corpo jogado em uma casa em chamas. O crime ocorreu na noite do último domingo (14) na aldeia Corumbalzinho. Quatro homens acusados pela morte da mulher foram presos nesta segunda-feira (15).
Segundo a Polícia Civil, via TV Santa Cruz, os quatro presos são parentes do marido da vítima, Lucimar Rocha da Silva, de 44 anos. Ele morreu no mesmo domingo em um incêndio na casa onde morava com Miscilene. Os acusados culparam a mulher pela morte do homem.
No entanto, a polícia apontou que o fogo começou após Lucimar, que estava alcoolizado, atear fogo em cédulas de dinheiro. Antes, o casal discutia sobre divisão de uma quantia oriunda da venda de artesanatos, ocorrida no sábado (13). Com o fogo, Miscilene conseguiu sair do local, mas o marido não, o que ocasionou na morte dele.
Assim que ficaram sabendo do fato, quatro homens, incluindo o pai e o irmão de Lucimar, foram até o local e espancaram a mulher. Ela ainda foi jogada no interior da casa até não resistir e ir a óbito. Ainda segundo informações, o quarteto também ameaçava moradores que queriam socorrer a mulher, afirmando que se tratava de “coisa de família”.
Os quatro acusados seguem presos à disposição da Justiça e devem passar por audiência de custódia.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.