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O presidente da Fifa, Gianni Infantino, confirmou que o Irã estará na Copa do Mundo de 2026, mesmo diante de incertezas políticas envolvendo o país. A declaração foi feita nesta terça-feira (31), durante um amistoso da seleção iraniana na Turquia.
"Estamos felizes porque é uma equipe muito, muito forte", afirmou o dirigente ao assegurar a participação do Irã no torneio.
Nos últimos dias, surgiram especulações sobre uma possível exclusão da seleção, em meio a pressões internacionais relacionadas a questões políticas e de direitos humanos. A fala de Infantino, porém, afasta esse cenário e reforça a presença iraniana no Mundial.
Apesar disso, o principal entrave agora está na definição de onde o Irã disputará suas partidas. Inicialmente, a equipe teria jogos programados nos Estados Unidos, mas a federação do país indicou que pretende evitar atuar em solo americano.
O presidente da Federação Iraniana, Mehdi Taj, declarou que o país não pretende boicotar a Copa, mas não deseja jogar nos Estados Unidos, citando questões diplomáticas, segurança e dificuldades logísticas.
Diante do impasse, a possibilidade de transferir os jogos para o México passou a ser considerada. O governo mexicano já sinalizou que pode receber essas partidas, caso a Fifa opte por alterar o planejamento original. Classificado para o Grupo G, o Irã pode acabar tendo seus jogos deslocados.
O governo do Irã passou a seguir uma nova diretriz que restringe a participação de seleções e clubes em países considerados “hostis”. A medida pode impactar diretamente compromissos futuros do país, incluindo a Copa do Mundo de 2026.
Segundo informações divulgadas pela CNN, o Ministério dos Esportes iraniano determinou que as equipes nacionais não viajem para locais onde não existam garantias de segurança para atletas e delegações. A decisão surge em meio ao acirramento das tensões políticas entre Irã e Estados Unidos.
Um confronto do Tractor FC, pela Liga dos Campeões da Ásia, já entrou em dúvida após a implementação da nova regra, evidenciando os efeitos práticos da medida. Apesar de a diretriz não citar explicitamente o Mundial, o cenário gera incerteza. O Irã já está classificado para a Copa, que terá sedes nos Estados Unidos, Canadá e México — nações que podem se enquadrar nos critérios de "hostilidade" estabelecidos pelo governo de Teerã.
A partir de agora, a participação da Seleção no torneio passa a depender, além do desempenho esportivo, também do contexto político e diplomático dos próximos meses. Mesmo com o ambiente, a equipe mantém sua agenda e disputa um amistoso contra a Nigéria nesta sexta-feira (27).
A decisão do governo também ocorre após episódios recentes envolvendo a Seleção Feminina do país, onde as jogadoras do Irã adotaram uma postura de protesto silencioso na abertura de sua participação na Taça da Ásia.
Durante a execução do hino nacional antes da partida contra a Coreia do Sul, realizada no Estádio Cbus Super, as atletas permaneceram alinhadas sem proferir a letra da composição "Mehr-e Khavaran". O gesto ocorreu dentro do contexto de instabilidade na região do Oriente Médio, dias após o registro de ataques militares dos Estados Unidos e de Israel contra o território iraniano.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ciro Nogueira
"Tentam parar de todas as formas quem lidera as pesquisas de intenção de votos. Isso aconteceu comigo em 2018, faltando 15 dias para a eleição".
Disse o presidente nacional do partido Progressistas e senador piauiense Ciro Nogueira se pronunciou após ser alvo de uma operação da Polícia Federal (PF) que apura suposto envolvimento do parlamentar com o Banco Master, instituição ligada a um esquema de fraudes.