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O ex-prefeito de Salvador, Antônio Carlos Magalhães (ACM) Neto, avaliou o cenário da saúde e segurança pública na Bahia, nesta quinta-feira (5), durante evento em Irecê, município no centro-norte baiano. Ao liderar o Fórum S.O.S Bahia, iniciativa da Fundação Índigo em parceria com o União Brasil, em reunião com lideranças políticas e especialistas, o atual vice-presidente do partido afirmou que os dados sobre ambos os setores indicam que o atual governo estadual, liderado por Jerônimo Rodrigues (PT), “virou as costas para as pessoas mais pobres”.
“Eu acho que os dois problemas acabam mostrando como está sendo tratada a vida dos baianos. Os baianos mais pobres, os baianos que dependem do sistema de saúde, que esperam dentro de casa a fila da regulação, que esperam dentro de uma ambulância na porta do hospital, que esperam numa maca no corredor do hospital. Do outro lado, os baianos que morrem vítimas do crime organizado, das balas perdidas, do tráfico de drogas, do banditismo que tomou conta do nosso território”, frisou Neto.
Ele que é pré-candidato ao governo estadual nas eleições estaduais de outubro, pleiteando o cargo de Governador da Bahia, disse ainda que esse cenário “mostra que o PT da Bahia, que depois de 20 anos, virou as costas das pessoas mais pobres, deixou de lado o cuidado com a vida das pessoas, não está nem aí para quem precisa, não protege o cidadão não cuida do seu filho”, sucinta.
Na mesma ocasião, Neto comentou sobre acusações de que o governo estadual estaria “segregando” propositalmente as cidades as quais os prefeitos não demonstrassem apoio à sua reeleição. “Eu também espero que ele se faça presente, porque nada justifica a ausência do governador. Não é porque o prefeito integra um partido adversário ao governo do estado que isso justifica a ausência ou a omissão por parte do governador. O que está presente tem que garantir os investimentos, é isso que a gente espera que aconteça. Caso, infelizmente, prevalência de sedição política, descaso político, não tem nada não, porque isso já tem data para acabar”, conclui.
Durante a 3ª edição do Fórum S.O.S Bahia, em Irecê, no interior do estado, o pré-candidato ao governo do estado e presidente da Fundação Índigo, ACM Neto (União), fez críticas aos governos do PT pela condução das políticas públicas voltadas ao semiárido baiano. Em coletiva de imprensa nesta quinta-feira (5), Neto afirmou que, mesmo após duas décadas de gestão petista no estado, não houve a execução de obras estruturantes capazes de garantir segurança hídrica à população mais vulnerável.
O Fórum S.O.S Bahia é uma iniciativa da Fundação Índigo em parceria com o União Brasil e tem como tema “Caminhos para Transformar a Realidade do Semiárido Baiano”. A programação inclui debates com lideranças políticas, como o pré-candidato ao governo do Ceará, Ciro Gome (PSDB), e especialistas sobre os impactos da seca no estado.
O dirigente do União Brasil destacou que o semiárido ocupa cerca de 85% do território baiano e abriga metade da população do estado, mas, ainda assim, segue sem investimentos consistentes.
“Mais uma vez, a gente mostra que o PT, que se diz defensor dos mais pobres, que se diz protetor das pessoas que mais precisam, vira as costas para algo que toca no coração das pessoas mais pobres da Bahia. Quando a gente olha, em 20 anos de governo do PT, não houve o início e a conclusão de uma grande obra para reforçar a segurança hídrica em todo o semiárido da Bahia. Não há, por exemplo, uma barragem que tenha sido começada e concluída pelo governo do PT no semiárido que eles possam mostrar”, disse.
ACM Neto apontou que a escassez de água afeta diretamente o abastecimento humano, a produção agrícola e a criação de animais, com reflexos em toda a economia local. Segundo ele, os impactos da seca ultrapassam a zona rural e atingem também os centros urbanos.
“A gente olha a situação de diversos municípios: falta água para o abastecimento humano, falta água para garantir a produção animal, falta água para a produção de alimentos. O pequeno produtor foi esquecido. Não existe apoio técnico, não existe linha de crédito, não existe acesso à água. Isso acaba vitimando não só quem vive na zona rural, mas tem um efeito em cascata. Em algumas cidades, compromete a economia, o comércio gira menos, tem menos emprego e isso impacta diretamente na arrecadação das prefeituras”, afirmou.
Presente na 3ª edição do Fórum S.O.S Bahia, iniciativa da Fundação Índigo em parceria com o União Brasil, o ex-governador do Ceará, Ciro Gomes, reforçou seu apoio ao pré-candidato ao governo estadual da Bahia, Antônio Carlos Magalhães (ACM) Neto (União). Em entrevista coletiva, o político afirmou que a Bahia “têm uma alternativa de mudança que não é um salto no escuro”.
“É preciso mudar. A sorte da Bahia é que vocês têm uma alternativa de mudança que não é um salto no escuro. Ao contrário, é uma experiência que tem longa tradição nas construções da Bahia Moderna, mas é uma renovação impressionante, recém praticada em Salvador”, afirma Ciro.
Em sua fala, Ciro completou que “o Neto é um sopro de modernidade um sopro de competência, um sopro de seriedade numa esclerose múltipla que tomou conta do poder político da Bahia, que é o abuso de poder”. Ao citar indiretamente o governoe estadual, liderado pelo PT há cerca de 20 anos, o ex-ministro da integração nacional diz que “[Eles, políticos vinculados ao PT] Brigam violentamente entre si, mas se juntam para poder conservar o poder sem projeto, sem estratégia, sem compromisso, renovando promessas”.
Entre as promessas, o ex-líder do PDT cita a Ponte Salvador-Itaparica. “A ponte de Itaparica talvez seja a caricatura maior, desde que eu me entendo por gente que essa gente do PT promete a Ponte de Itaparica que vai ser, mas tem muitas outras promessas”, destaca.
Especialmente sobre a disputa eleitoral à presidência, que vem se estruturando entre a tentativa de reeleição de Lula e a articulação de pré-candidatos no campo da oposição, Ciro avalia que, a posiçção de Gilberto Kassab, líder nacional do PSD, é inteligênte. Atualmente o PSD nacional reúne um grupo de sete governadores estaduais, entre eles Ronaldo Caiado (Goiás), Ratinho Júnior (Paraná) e Eduardo Leite (Rio Grande do Sul), todos se apresentando como potenciais candidatos ao Palácio do Planalto.
“Acho que o Kassab é uma pessoa muito inteligente e muito visionária”, destaca Ciro. “Eu acho que ele está sentindo que tem uma parte grande de brasileiros que está votando no A porque odeia o B e está votando no B porque odeia o A. E que se tivesse um C, provavelmente poderiam votar. E ele está, acho que, explorando essa possibilidade de lançar um C. Acho que isso é muito bom para o país”, conclui.
O ex-governador do Ceará, Ciro Gomes (PSDB), se reuniu com lideranças do Uniao Brasil nesta quinta-feira (5), em Irecê, no centro-norte da Bahia. A reunião ocorre em meio ao Fórum S.O.S Bahia, iniciativa da Fundação Índigo em parceria com o União Brasil, com a temática de “Caminhos para Transformar a Realidade do Semiárido Baiano”, que prevê a mobilização de lideranças políticas e especialistas para discutir os impactos da seca no estado.
Sobre a temática do evento, o político cearense relembra sua trajetória em cargos de gestão, em especial no cargo de ex-ministro da Integração Nacional, no governo Lula 1, entre 2003 e 2006.
“Quando eu cheguei lá, eu fechei o ministério por 30 dias, porque o ministério encarregado disso simplesmente era um anto de roubalheira, de clientelismo, de fisiologia. Não havia projeto para absolutamente nada. E veja que ali estão as responsabilidades por infraestrutura hídrica, ali está a responsabilidade por defesa civil, ali está a responsabilidade por irrigação”, relembrou Ciro.
Tendo como base a experiência do ministério há mais de uma década, Ciro Gomes, que atualmente se apresenta como um potencial candidato ao governo cearense, destaca que “falta ao Brasil um projeto estratégico que enfrente o problema do semiárido, que é o endereço da miséria e da pobreza mais sofrida do país”.
“Você tem muita pobreza nas periferias das grandes cidades, o fundão da Amazônia também é o endereço de muita pobreza, mas a miséria mais sofrida, o polo mais hostil de expulsão de pessoas pela migração, é o semiárido do Nordeste”, contextualiza o cearense. E ele complementa: “E o nosso semiárido nordestino brasileiro é de todos os semiáridos do mundo, o que tem a melhor condição de resolver o seu problema”.
Ele cita ainda que existem possibilidades para a resolução da questão, ainda que estejam no papel oou em estágio embrionário. “A Bahia tem dois projetos fundamentais do ponto de vista macroestruturante que estão a passo de caga do manco. Um deles nem sai do papel, que é o canal de sertões baianos, e o projeto [de irrigação] BaixIo de Irecê, que na verdade se chama de Irecê, mas é de Xique-Xique. Uma banda está andando, a iniciativa privada entrou, os dois primeiros lotes estão prontos, mas lembre-se, são nove lotes. Você precisa garantir o abastecimento humano, nem isso está garantido”, afirmou.
Ele destaca que as estratégias para solucionar o problema “é sobre o que nós vamos conversar hoje”. “Uma cidade importante como Irecê sofre de falta d'água para o abastecimento das pessoas. Quanto mais cidades menores. Eu me preparei para essa conversa aqui. A Bahia tem, nesse momento, 65 municípios em condição crítica, de seca, de falta d'água, e 2 milhões de pessoas passando essa dificuldade”, conclui Ciro.
O governador do estado de Goiás e pré-candidato a Presidência da República, Ronaldo Caiado (União-GO), destacou os avanços das políticas públicas de segurança pública em Goiás e voltou a alfinetar a gestão baiana. Em entrevista coletiva no evento da Fundação Índigo, entidade civil ligada ao partido União Brasil, a qual preside, nesta quinta-feira (5), o governador diz que o Goiás está em “outro nível de industrialização” em relação à Bahia e ao Brasil.
“Em qualquer lugar do Estado [do Goías], o cidadão pode andar com o celular, com o relógio, o que quiser, mas, é outro clima, é outro nível de industrialização, outro nível de oferta e de oportunidade. Hoje, é um estado que avança na inteligência artificial, vive um outro momento para juventude brasileira, em tecnologia e inovação. O Estado vem e decora [a nova política de segurança] com muita velocidade e muita capacidade”, afirma.
Ao lado do o ex-juíz e atual Senador, Sérgio Moro (União-PR), e do vice-presidente do União, ACM Neto (União-BA), o pré-candidato a presidência afirma que o evento serve para auxiliar o Governo Estadual a adotar políticas efetivas de combate ao crime organizado.
“A gente está caminhando no Brasil, mostrando o que a gente faz, não é com teorias, falar de propostas sem ter o que mostrar. Ela [a ação] está aqui. Cheguei no Governo, fiz a reforma que fizemos no Estado de Goiás, administrativa, de segurança, de educação. [O Goiás] É o primeiro lugar no Brasil nas políticas sociais, mostrando a capacidade de gestão, infraestrutura, segurança pública plena”, defende.
O vice-presidente do União Brasil, ACM Neto, voltou a falar da crise de segurança pública na Bahia e teceu críticas diretas ao atual governador, Jerônimo Rodrigues (PT). Em evento da Fundação índigo, entidade civil ligada ao partido União Brasil a qual preside, nesta quinta-feira (5), o ex-prefeito de Salvador afirmou que “o que falta na Bahia é governador”.
O encontro desta quinta recebe nomes da política, incluindo o pré-candidato a Presidência, Ronaldo Caiado (União-GO), para falar de segurança pública. “Nós temos um governador omisso, passivo, que fecha os olhos, que vira as costas e que desconhece o problema tão grave vivido hoje na segurança pública do nosso Estado. A Bahia tem dez anos consecutivos, em primeiro lugar no número de homicídios do país. A Bahia tem sete das dez cidades mais violentas de todo o Brasil e a Bahia se tornou, infelizmente, um péssimo exemplo nacional no enfrentamento à criminalidade, no combate à violência”, destaca.
O gestor da Fundação Índigo, garante, no entanto, que “o propósito desse evento é também trazer luz para caminhos mostrar que existem alternativas”. ACM ressalta que ao final do encontro, o grupo deve enviar uma carta formal ao gabinete do Governo estadual, sugerindo propostas para a melhoria da pasta de segurança.
“Aprendemos que Jerônimo Rodrigues ainda tem um ano e meio de governo pela frente e a gente quer contribuir, para ver se ele muda alguma coisa. Mas não com a postura dele, de um governador que definitivamente não tem mostrado seriedade e compromisso com o enfrentamento de um tema tão sério”, conclui.
O deputado federal Capitão Alden (PL-BA), afirmou que a ordem de prisão do Supremo Tribunal Federal (STF) contra a deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) fere as prerrogativas da Câmara e é uma ação ilegal. Em evento da Fundação índigo, entidade civil ligada ao partido União Brasil, nesta quinta-feira (5), o deputado defendeu a correligionária.
“Ela [Carla Zambelli] não foi presa em flagrante delito e nem foi autorizada pela Câmara de Deputados, esta prisão. Então, ela [a prisão] é ilegal, isso demonstra mais uma vez que, infelizmente, o STF tem rasgado a Constituição e tem ferido de mortes as prerrogativas os parlamentares da República”, afirma.
Alden alegou que a bancada do PL e oposição deve pressionar o presidente da Câmara, Hugo Motta, contra a ordem de prisão da correligionária. “A gente tem cobrado um posicionamento firme de Hugo Motta, para que ele se posicione contra esses desmandos que vêm ocorrendo, especialmente uma fronta contra a instituição [Câmara] e a Constituição Federal”, conclui.
O presidente da Câmara, Hugo Motta, foi notificado pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes sobre a ordem de prisão de Carla Zambelli, nesta quarta (4). A Câmara pode deliberar, em 45 dias, sobre a manutenção ou não da ordem de prisão.
A reunião do conselho fiscal do União Brasil encerrou com um racha entre os membros do grupo. O encontro, que aprovaria as contas da Fundação Índigo, presidida pelo ex-prefeito de Salvador ACM Neto (União), ocorreu durante a manhã desta quinta-feira (23). Dois integrantes do conselho prometeram acionar o Ministério Público Federal (MPF) e o Tribunal de Contas para investigar a gestão da fundação.
O conselho é formado por dois deputados federais: Elmar Nascimento, que preside o grupo, e Pauderney Avelino e por dois assessores: Ricardo Motta Lobo e Rodrigo Gomes Furtado. Segundo informações do Blog Lauro Jardim, do O Globo, os assessores querem pedir as investigações contra ACM Neto sobre os uso de recursos do fundo partidário.
Ricardo Motta e Rodrigo Furtado redigiram um documento acusando o conselho de não terem apresentados informações necessárias para a aprovação das contas da Fundação Índigo. Na reunião, Elmar decidiu levar as contas para a aprovação do Conselho Curador, ou seja, uma instância superior dentro do partido.
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Os assessores afirmaram que a medida adotada pelo deputado baiano desrespeita o Estatuto do partido e reforçaram sua posição de desaprovação das contas da fundação liderada por ACM Neto. Em documento, eles pedem que os órgãos competentes fiscalizem as ações.
“Ante ao exposto, mantém a desaprovação das referidas contas nos termos previstos do regramento estatuário, e informando que o respectivo requerimento está sendo encaminhado ao Ministério Público Federal e ao Tribunal de Contas da União, para conhecimento, apuração e indiciamento dos respectivos responsáveis, objetivando a preservação do erário público”, diz o texto.
A Fundação Índigo, braço de formação política do União Brasil apresentou, nesta terça-feira (26), a agenda de atividades e eventos para a Bahia. A fundação tem como seu presidente ACM Neto, ex-prefeito de Salvador e secretário-geral do União Brasil, e é considerada um centro de formação, estudos e pesquisas sobre políticas públicas do partido.
Na Bahia, cinco cidades já estão com encontros programados até o final deste ano: Feira de Santana, Alagoinhas, Barreiras, Ilhéus e Salvador.
Em Feira de Santana, nesta quinta-feira (28), o evento da fundação recebe nomes como Christiane Pelajo, jornalista; Henrique Mandetta, ex-deputado e ex-ministro da Saúde filiado ao União Brasil; Dilma Campos; Leana Mattei e PC Bernardes.
A iniciativa terá parcerias com instituições de ensino acadêmico e a RenovaBR. Segundo Neto, o encontro tem o objetivo de preparar e formação de novos líderes políticos e gestores públicos com visão crítica da sociedade e não estarão relacionadas com vínculos eleitorais.
“O ambiente vai estar vinculado ao mundo acadêmico e universitário. Não vamos tratar de política nos debates. Eventualmente podem surgir algumas coisas […] Em cada uma dessas praças tem estrutura definida, antes e depois, dentro do ambiente vamos tratar. Feira chego mais cedo, converso com a imprensa e lideranças. Dentro da universidade o objetivo é estar focado no debate acadêmico. Não há impedimento de que se tenha outras agendas e pautas no interior que vão acontecer inclusive neste ano no interior eleitoral, mas a gente não mistura com essa agenda não”, disse.
O ex-prefeito de Salvador ressaltou ainda que o evento não terá o caráter de servir como crítica diretas a governos e gestões políticas e que as atividades vão acontecer preferencialmente dentro de universidades reunindo pessoas de diferentes setores. Neto apontou ainda que não irá tratar sobre postular cargos antes de 2025.
“Instituições de ensino privadas demonstraram interesse em fazerem esses eventos. Faculdades estão fazendo esses eventos. Não tem critérios políticos, são as primeiras e queremos avançar ao longo deste ano e no próximo.[...] Tanto que esse projeto a gente vai tocar sempre em parceria com uma instituição de ensino superior. Vamos trazer essa visão aspiracional, nós não vamos estar presos necessariamente a discussão ou debate de problemas. E não tem esse caráter, nem mesmo de abrir uma linha de crítica direta a governo A ou B, a gestão A ou B. O objetivo é essa visão de futuro e portanto é essa perspectiva aspiracional que a gente quer trazer”, revelou.
CONFIRA PROGRAMAÇÃO:
- 28/09 - FEIRA DE SANTANA
- 05/10 - ALAGOINHAS
- 19/10 - BARREIRAS
- 09/11 - ILHÉUS
- 30/11 - SALVADOR
Após meses em silêncio, o ex-prefeito ACM Neto (União) falou com o Bahia Notícias, durante a sua cerimônia de posse como presidente da Fundação Índigo, nesta quarta-feira (10), em Brasília.
Em conversa com o BN, Neto esclareceu que o seu tempo sumido foi necessário e sua volta hoje será marcada com um novo desafio.
"Às vezes o silêncio é enriquecedor, às vezes a gente precisa de um tempo para ouvir, para pensar na vida, organizar as ideias. Então a gente volta agora com esse novo desafio da Fundação Índigo”, iniciou o discurso.
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O ex-prefeito também esclareceu que sua volta, principalmente como agora presidente da Índigo, tem um propósito de direcionar os jovens para a política.
“A fundação vai ser o espaço principal do meu Brasil para discutir o presente e sobretudo projetar o futuro do país. Quando falamos de futuro, claro que temos que pensar no jovem, então um dos projetos que eu pretendo desenvolver é uma escola de formação de jovens líderes dentro da fundação para aproximar a juventude da atuação política, para descobrir vocações e talentos”, noticiou.
ACM Neto revelou que este projeto, de buscar o maior engajamento dos jovens na atividade política, será uma de suas tarefas mais desafiadoras à frente da Fundação do União Brasil.
“Nós temos que olhar para o futuro, e o jovem é o futuro do País. Por isso queremos furar a bolha e buscar esses jovens que estão desencantados com a política. Temos que quebrar essa desconexão que há entre a juventude e a atividade partidária. Vamos atrás dessas vozes invisíveis que podem e muito contribuir com a construção do Brasil que a gente sonha”, afirmou.
Quando questionado sobre um possível vice-prefeito aliado à candidatura de Bruno Reis, Neto disse que se esquivou disse não saber os nomes e que o “prefeito é que tem que conduzir esse processo, que não é agora, na hora certa ele vai abrir essa discussão”.
Apesar de dizer que não sabe um nome para tentar a candidatura futuramente, o político fez questão de elogiar a atual vice-prefeita do atual gestor, Ana Paula Matos, e da condução que Reis vai tomar sobre a escolha. “Eu vou deixar na condução dele, ele tem muita competência”, concluiu.
A Fundação Índigo, que agora terá ACM Neto como presidente, é o braço de formação, de difusão do ideário, de promoção de debates, estudos e pesquisas sobre políticas públicas do União Brasil, partido que é liderado na Câmara pelo deputado Elmar Nascimento (BA). Em seu estatuto, o Índigo afirma que norteia suas atividades em quatro pilares de atuação: educação política, gestão pública, políticas públicas e governança.
Como destacou o ex-prefeito ACM Neto em seu discurso na noite desta quarta-feira, "a fundação tem como uma de suas principais missões preparar novos líderes políticos, gestores públicos e cidadãos com visão liberal, democrática e crítica de mundo".
O ex-prefeito de Salvador ACM Neto (União) tomará posse como presidente da Fundação Índigo, nesta quarta-feira (10). A cerimônia está marcada para acontecer às 19h, no Complexo Brasil 21, em Brasília.
No final de abril, Neto foi escolhido para presidir a Índigo, braço de formação política do União Brasil. Neto é secretário-geral do partido e a eleição dele para o órgão é comentada nos bastidores desde o final de 2022, após o segundo turno das eleições. Esse é o primeiro cargo exercido pelo ex-gestor desde então.
O ex-prefeito ficará à frente da gestão por três anos, até abril de 2026. Ele vai substituir o deputado federal Mendonça Filho, que ocupou a posição no órgão no último ano. A troca de faixa será marcada por um coquetel que reunirá parlamentares de vários partidos e membros do União Brasil.
A previsão é de que Neto discurse às 20h. Além dele, deve falar o Deputado Federal Luciano Bivar. O novo cargo significará a continuidade do que o secretário-geral do União Brasil vem construindo ao longo da carreira política. "Muito antes de entrar na política partidária, já participava de debates e discussões sobre o futuro do país. Fato que foi aprofundado durante os anos que exerci cargos públicos e pude apresentar e concretizar projetos que transformaram a vida de milhões de pessoas”, afirma.
À frente da Fundação Índigo, Neto pretende trabalhar para melhorar a vida da população e facilitar a formação de líderes. “Vamos trabalhar com a busca de soluções para os problemas vividos diariamente pelos cidadãos brasileiros, com a formação de lideranças capacitadas e com visão estratégica. Acredito que o jovem precisa ser protagonista da transformação que desejamos para o Brasil, construindo caminhos mais inovadores, justos e plurais", almeja.
A Fundação Instituto Índigo é o braço de formação, estudos e pesquisas sobre políticas públicas e governança do União Brasil. O foco é a preparação de novos líderes políticos, gestores públicos e cidadãos capazes de exercer uma visão crítica do mundo e criar soluções para os desafios da sociedade.
O ex-prefeito de Salvador, ACM Neto, foi escolhido para presidir a Fundação Índigo, braço de formação política do União Brasil. ACM Neto é secretário-geral do partido e a eleição dele para o órgão é comentada nos bastidores desde o final de 2022, após o segundo turno das eleições. Esse é o primeiro cargo exercido pelo ex-gestor desde então.
"Com a experiência que acumulei ao longo de todos esses anos na vida pública, assumo esse novo desafio de presidir a Fundação Índigo para contribuir com a discussão do futuro do país. Vamos percorrer o Brasil, construir uma agenda propositiva e debater os temas mais relevantes com todos os segmentos da sociedade, sempre de olho na importância de formar jovens líderes para oxigenar a política brasileira”, destacou durante a reunião. ACM Neto vai suceder o deputado federal Mendonça Filho (PE), que comandou a fundação ao longo do último ano.
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“Na minha gestão, a Fundação vai ser o reflexo da visão aspiracional que nós temos para o Brasil”, acrescentou ACM Neto.
A posse da nova gestão será realizada na próxima semana, em Brasília. ACM Neto vai exercer mandato de três anos à frente do Instituto Índigo, desempenhando o cargo de Presidente até o final de abril de 2026.
FUNDAÇÃO
A Fundação Instituto Índigo é o braço de formação, estudos e pesquisas sobre políticas públicas e governança do União Brasil. O foco é a preparação de novos líderes políticos, gestores públicos e cidadãos capazes de exercer uma visão crítica do mundo e criar soluções para os desafios da sociedade.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Luiz Inácio Lula da Silva
"Cuba não está passando fome porque não sabe produzir, porque não sabe construir sua energia. Cuba está passando fome porque não querem que Cuba tenha o que todo mundo deveria ter direito".
Disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao afirmar que a crise alimentar em Cuba não é resultado de incapacidade produtiva, mas consequência de decisões políticas que, segundo ele, impedem a ilha de ter acesso ao que deveria ser um direito básico.