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Documentos perdidos no Festival Virada Salvador 2026 podem ser retirados na sede da Guarda Municipal
A Guarda Civil Municipal divulgou que os documentos perdidos durante os cinco dias do Festival Virada Salvador 2026 já podem ser recuperados pelo público. Carteiras de identidade, Carteiras Nacionais de Habilitação, bolsas e um celular estão entre os itens encontrados na Arena O Canto da Cidade, na orla da Boca do Rio, durante a realização do evento.
Todos esses documentos podem ser retirados na sede da GCM, situada na Avenida San Martin, onde ficará disponível para retirada até o dia 30 de janeiro, das 9h às 16h.
De acordo com a Guarda Civil Municipal (GCM), foram localizados 213 documentos ao longo da festa. Após o prazo, os documentos serão encaminhados aos órgãos responsáveis pela emissão.
“Estamos empenhados em tentar estabelecer contato com os proprietários de todos os itens”, diz o coordenador de Ações de Prevenção à Violência da GCM, James Azevedo.
Para reaver os itens, é necessário apresentar um documento oficial com foto, nome completo e data de nascimento, além de um boletim de ocorrência, caso exista. A Guarda Civil orienta que os proprietários procurem o atendimento o quanto antes, para evitar contratempos no processo de devolução. O relatório com a lista dos documentos encontrados estará disponível no site da instituição (https://www.gcm.salvador.ba.gov.br/).
Durante o Festival Virada Salvador 2026, a Guarda Civil Municipal montou um posto de atendimento no próprio espaço da festa para facilitar a recuperação dos itens perdidos. Na ocasião, os documentos ficaram sob responsabilidade da base da Coordenadoria de Ações de Prevenção à Violência (CPREV), garantindo maior agilidade no atendimento ao público.
O penúltimo dia do Festival Virada Salvador, nesta terça-feira (30), trouxe uma programação intensa e atrações de peso que fizeram a Arena O Canto da Cidade, na Boca do Rio, vibrar do início ao fim. A abertura ficou por conta do Olodum, que agitou o público ao som de clássicos como “Alegria Geral” e apresentou faixas como “Ginga Olodum”, lançamento recente em parceria com o BaianaSystem, além de “Avisa Lá”, “Prefixo de Verão” e “Baianidade Nagô”.
Em seguida, o DJ Alok eletrizou a plateia com remixes animados, incluindo “I Gotta Feeling”, do Black Eyed Peas. Com show pirotécnico e efeitos de luz, o artista levantou a galera e iluminou os céus de Salvador.
O clima carnavalesco continuou com Bell Marques, que fez um simbólico “Coração Grandão” na plateia e transformou a arena em uma “Selva Branca” de energia e alegria. O cantor apresentou clássicos como “Cabelo Raspadinho” e “Cometa Mambembe”.
Sucesso nas redes sociais, Felipe Amorim foi a penúltima atração da noite e subiu ao palco com um repertório que mistura pop, piseiro, funk e trap. Entre as músicas tocadas estiveram “Na Pegada do Vaqueiro”, “Potoque” e “Eu Vou na Sua Casa”.
Encerrando a festa, Belo trouxe seu romantismo característico com canções como “Reinventar”, “Perfume” e “Pura Adrenalina”.
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Ele não foi na sua casa e nem bateu em sua porta, mas foi a penúltima atração do Festival Virada Salvador, nesta terça-feira (30). Com um repertório cheio de hits, o cantor Felipe Amorim animou o público presente na Arena Canto da Cidade, na Boca do Rio.
O cantor trouxe ao palco soteropolitano sucessos como “Na Pegada do Vaqueiro”, “Potoque” e “Eu vou na sua casa”. Misturando pop, piseiro, funk e trap, o artista cearense é responsável por outros grandes hits como “Tá Rocheda”, dos Barões da Pisadinha.
O penúltimo dia de Festival Virada Salvador será encerrado com um show carregado de romance com o cantor Belo. Na quarta-feira (31), último dia do festival e do ano de 2025, terá shows de Xanddy Harmonia, Jorge e Mateus, Ivete Sangalo, Mari Fernandez, Manu Bahtidão e Timbalada.
O cantor Felipe Amorim, um dos responsáveis do hit “Eu Vou na Sua Casa”, foi a quarta atração do Festival Virada Salvador, na madrugada desta quarta-feira (31). O artista revelou, durante coletiva de imprensa antes da apresentação, o desejo de gravar um dia com Léo Santana.
Felipe revelou ter vontade de agregar o pagodão e a música da Bahia em suas produções, como faz com o funk ou pop.“Na verdade, hoje, a arrochadeira já vem de uma vibe lá do pagodão, aquela batidinha que a galera usa muito nas redes sociais fazendo a dancinha do Tiktok, aquele swing gostoso da Bahia”, comentou Felipe.
O artista explicou ainda que esse som já está em seu repertório e que sua música tem um “pouquinho de tudo” e que gosta tanto do estado que gostaria de gravar com Léo Santana.
Amorim comentou ainda sobre o processo de criação de seu novo projeto “Romantidog”, que conta com uma mistura de romantismo e “cachorrada”. Foi do projeto que surgiu os hits “Eu vou na sua casa” e “Pena que não é o meu caso”.
Não é de agora que o Axé Music vem retomando o seu posto, que para alguns nunca foi desocupado. A música do Carnaval 2025 e o retorno de projetos como o “Trivela” é um indicativo do movimento, que, segundo Bell Marques é “um ciclo”.
Em coletiva de imprensa, nesta terça-feira (30), antes de seu show no Festival Virada Salvador, na Arena O Canto da Cidade, na Boca do Rio, o cantor veterano defendeu o movimento.
Bell Marques defende movimento de retorno ao Axé Music: “Existe um ciclo”
— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) December 31, 2025
Confira ?? pic.twitter.com/eWEevhUtlA
“Os projetos da Axé Music que aconteciam, eles todos vão retornar, não somente eu. Existe um ciclo e você acaba andando com ele, onde as pessoas voltam a se adaptar”, declarou o cantor.
Bell explicou ao Bahia Notícias que, antigamente, a estrutura das músicas era composta por um refrão e uma participação maior do público e que esse contato foi sendo perdido, seguindo um caminho com menor contato, sem, por exemplo, um “movimento de mão”.
Esse movimento é de responsabilidade não só dos cantores, mas dos compositores. “Quando eles perdem esse caminho, assim como qualquer profissional, as vezes começa a somente chutar a bola na trave, a música fica meio capenga e hoje eles estão retomando”, conta Bell.
O cantor conta ainda que fazer música “simples, mas contagiante” não é fácil. “Eles [os compositores] estão fazendo isso com mais facilidade e eu tenho certeza que daqui a pouco todos os projetos, como a música baiana, ela volta com força total”, defendeu.
“Eu não posso fazer sucesso sozinho, Durval não pode fazer sucesso sozinho. Nós precisamos de muitos artistas pra fazer sucesso e voltar a sermos o que era antigamente, uma das músicas mais desejadas, o caminho, a rota mais desejada da música na música baiana”, completou.

Foto: Bruno Concha / Saltur
O público da Arena Canto da Cidade já pode fazer um “coração grandão”, em meio a uma simbólica "selva branca", pois o cantor Bell Marques entrou ao palco do Festival Virada Salvador, desta terça-feira (30), com o repertório clássico para agitar a todos.
“Selva Branca”, “Cabelo Raspadinho” e “Cometa Mambembe” foram alguns dos hits cantados pelo artista durante o início de seu show. Uma das atrações mais esperadas da noite, o artista é o terceiro a se apresentar na penúltima noite do Festival.
No público, uma multidão de antigos chicleteiros curtiram a performance do artista, que lançou recentemente a canção “Saliva na Boca” com Alexandre Peixe. Os portões da Arena Canto da Cidade foram abertos ao público por volta das 16h, ainda se apresentam nesta noite, Felipe Amorim e Belo.
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Foto: André Carvalho / Bahia Notícias
O DJ Alok destacou nesta terça-feira (30), após sua apresentação no penúltimo dia do Festival Virada Salvador, o carinho especial que mantém pela cidade e sua relação com o Carnaval local. Segundo o artista, a capital baiana é o melhor lugar do mundo para se estar durante a folia.
“Salvador sempre foi um lugar pelo qual tive muito carinho. Venho para cá desde que era muito pequeno, e a primeira vez que participei do Carnaval da cidade foi tocando. Depois daquele momento, falei: ‘nunca mais deixo de vir pra cá’, porque acho que talvez vocês tenham noção, mas muita gente não tem, de que o melhor lugar do mundo pra se estar nesse período do Carnaval é sempre em Salvador”, afirmou o artista.
Alok também comentou sobre o EP em homenagem a Gilberto Gil, ressaltando a responsabilidade de trabalhar com a obra do cantor e a repercussão internacional do projeto. “O EP é uma honra, de verdade, porque quando eu trabalho numa obra do Gil, primeiro tem a questão de ter o máximo respeito, de não fazer algo que os fãs dele acabem rejeitando. Mas o mais legal é que essa obra está alcançando DJs de todo o mundo. O Gil me pediu para conectar com outra geração, com outro público, e isso está acontecendo muito rápido. Ele é atemporal”, explicou.
Além disso, o DJ será homenageado pela Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA) com a Comenda 2 de Julho, a mais alta honraria concedida pela Casa. “Uma honra”, destacou.
A proposta foi aprovada em 22 de dezembro e reforça o reconhecimento do artista aos projetos sociais realizados pelo Instituto Alok no sertão baiano.


O DJ Alok foi a segunda atração a subir ao palco da Arena Canto da Cidade, na Boca do Rio, nesta terça-feira (30). O artista goianiense já é figurinha conhecida do Festival Virada Salvador, tendo estado em edições anteriores como em 2024.
O artista deu início a sua apresentação ao som de remixes animados, incluindo “I Gotta Feeling”, do Black Eyed Peas. Com direito a show pirotécnico, o produtor musical tirou o público presente na arena do chão e encheu o céu soteropolitano de luzes.
Os portões da Arena Canto da Cidade foram abertos ao público por volta das 16h, ainda se apresentam nesta noite, Bell Marques, Felipe Amorim e Belo.
O Olodum foi a primeira atração a se apresentar no quarto e penúltimo dia do Festival Virada Salvador 2026, nesta terça-feira (30). Durante entrevista à Dinho Junior, a banda fez um pedido a Prefeitura de Salvador.
Referência no samba-reggae, o vocalista Lucas de Fiori pediu um reconhecimento maior ao gênero musical e sua contribuição para a música tanto baiana, quanto mundial, relembrando a colaboração feita com o rei do pop Michael Jackson.
“O samba reggae é nosso, é soteropolitano, criado no Pelourinho por esse cara aqui: Neguinho do Samba e ele já deixou de ser nosso, a partir do momento que Paul Simon foi quem deu o pontapé inicial [na] década de 90 e depois vem o Michael Jackson”, comenta.
“E a gente fala que a cidade é afro, a nossa cidade é afro, é negra, a gente tem a cidade da música, e a gente exige, prefeito, uma estátua, um busto de Neguinho do Samba lá no Largo do Pelourinho para que se transforme esse local, que um dia foi de dor, em amor, em alegria”, pediu Lucas.
Fim de ano para o baiano tem duas certezas: a escolha do look do Réveillon e as apostas - ainda que imaginárias - sobre o que fazer com o prêmio da Mega da Virada. Em 2025, o sorteio ganha ainda mais atenção por conta do valor recorde de R$ 1 bilhão em jogo.
Para entender como o público mistura superstição, tradição e sonhos de Ano-Novo, a reportagem do Bahia Notícias conversou com pessoas que marcaram presença no Festival Virada Salvador, na Arena O Canto da Cidade, na Boca do Rio.
As respostas passaram por todas as cores e planos possíveis. Para Jorge, o azul é a escolha certa para começar o ano. “Para mim, é uma cor que abre caminhos, me dá clareza, me deixa mais vivo”, contou. É com essa mesma sorte que ele espera contar na Mega da Virada, embora prefira manter mistério sobre os planos caso leve o prêmio. “Isso é uma coisa que a gente não fala, apenas faz. Primeiro tem que ganhar”, disse, em tom bem-humorado.
Já Cláudio segue o clássico branco, apostando na tradição de atrair paz para o novo ano. Outros preferem ousar um pouco mais, como quem escolhe o dourado para chamar riqueza - e, quem sabe, já começar 2026 milionário. “[Se ganhasse na Mega da Virada], eu deixaria lá guardado e rendendo. Nem ia mexer”, brincou um dos entrevistados.
Tem também quem não leve tão a sério as regras da superstição, mas não dispense uma ajudinha da sorte. Almir contou que pretende virar o ano usando camisa verde e cueca vermelha. Sobre o prêmio da Mega da Virada, não hesitou: “Faria investimentos, ajudaria a família e conheceria o mundo”.
FESTIVAL VIRADA SALVADOR
Em sua penúltima noite, nesta terça-feira (30), o Festival Virada Salvador reúne atrações de peso na Arena O Canto da Cidade. Sobem ao palco Olodum, Bell Marques, Alok, Felipe Amorim e Belo.


A apresentadora baiana Val Benvindo, responsável pelo comando da Virada Salvador, revelou os projetos que tem engatilhado para o ano de 2026. A profissional ainda comentou sobre o clima de final de ano.
A apresentadora deixou a Band em março deste ano e participou de novos projetos como o Casamento às Cegas, da Netflix. Parte da Agência Una, casa de criadores da Rede Bahia, Benvindo compartilhou ao Bahia Notícias alguns projetos preparados para o próximo ano.
“Eu tô na Una, a agência da Rede Bahia, então nós temos alguns projetos aí pra rolar. Tem também o ‘Preta’, que é o podcast do iBahia, que eu tô duplando ali com Lucas Salles”, contou.
A profissional confirmou ainda o retorno “com força total” do projeto “Humor Negro”, idealizado por Benvindo que teve sua primeira temporada em 2023. Val comentou ainda sobre adorar trabalhar no Réveillon.
“Eu adoro essa energia de renovação, de recomeço e aí trabalhar com essa energia, com a galera ali conversando, a galera curtindo, a galera vibrando, a galera esperando pra ver os seus ídolos….”, comentou.
Primeira atração a subir ao palco do Festival Virada Salvador no penúltimo dia de festa, nesta terça-feira (30), o Olodum reafirmou sua conexão histórica com o público. Durante a apresentação, integrantes da banda desceram do palco e levaram a percussão para os braços da multidão.
Ao som de “Alegria Geral”, a banda deu início ao show embalada por um compilado de imagens que revisitam momentos marcantes de sua trajetória. O samba-reggae, marca registrada do Olodum, conduziu a entrada do grupo e deu o tom da apresentação desde os primeiros minutos.
A plateia demonstrou animação e respondeu com entusiasmo à abertura do festival. O repertório da noite incluiu sucessos como “Ginga Olodum”, lançamento recente em parceria com o BaianaSystem, além de “Avisa Lá”, “Prefixo de Verão” e “Baianidade Nagô”, antecipando o clima do Carnaval de Salvador.


Sem Lazinho, o grupo Olodum é o responsável por inaugurar os trabalhos nesta terça-feira (30), na Arena Canto da Cidade, na Boca do Rio. O local recebe o penúltimo dia de festa do Festival Virada Salvador.
Ao som de “Alegria Geral” e acompanhado de um compilado de momentos históricos da banda, Olodum entrou no palco carregando consigo o samba-reggae já conhecido pelos fãs.
O público do começo desta noite está agitado e aguardou, ansioso, pelo começo da apresentação. Com um salve para Lazinho, o repertório contou com sucessos como "Avisa Lá", "Prefixo de Verão" e "Baianidade Nagô" dando um gostinho do Carnaval de Salvador.
O grupo se apresenta nesta terça sem a presença de Lazinho, afastado dos trabalhos do verão 2026 por recomendação médica. Os portões da Arena Canto da Cidade foram abertos ao público por volta das 16h, ainda se apresentam nesta noite Alok, Bell Marques, Felipe Amorim e Belo.



Foto: Alana Dias / Bahia Notícias
Avisa lá, que os fãs do Olodum não vão chegar mais tarde! Na verdade, vários já se encontram presentes e ansiosos no aguardo da primeira atração do Festival Virada Salvador, nesta terça-feira (30).
De Salvador e fora da capital, os fãs de longa data da banda soteropolitana de samba-reggae esperam pela chance de assistir a banda nessa despedida de 2025. Entre o público, fãs mais velhos até os mais novos, entre amigos e familiares.
Zete, moradora de Feira de Santana, acompanha o Olodum desde que nasceu e chegou à Arena Canto da Cidade, na Boca do Rio, ansiosa para cantar “Rosa” com o grupo. Para além do repertório, o Olodum carrega outros graus de importância para seus fãs.
Para Jair Silva Costa, morador da Boca do Rio, que acompanha o grupo há 23 anos, o Olodum é importante por “tudo, é o reggae, é a mensagem que passa, de paz, o que faz pra essas crianças e para comunidade do Pelourinho e o mundo”, conta.

Foto: Alana Dias / Bahia Notícias
Já para Vera Lúcia, moradora de Feira de Santana e fã do Olodum desde 1990. A banda é importante “porque tem tudo a ver com a raça negra, tá no sangue da gente”. “Mexe com a gente demais”, conta.



Foto: Alana Dias / Bahia Notícias
O penúltimo dia do Festival Virada Salvador começou com público tímido na Arena O Canto da Cidade, na Boca do Rio, no início da noite desta terça-feira (30). Nas primeiras horas, a circulação no espaço está sendo marcada principalmente pela presença de ambulantes, enquanto os fãs chegavam de forma gradual, sem registro de filas nos acessos ao evento.
A expectativa é de que o fluxo de pessoas aumente ao longo da noite, impulsionado pela programação de shows. As apresentações no palco principal têm início previsto para às 19h, com Olodum, Alok, Bell Marques, Felipe Amorim e Belo.
Além do palco principal, o festival também conta com o Palco Brisa, que recebe nesta noite apresentações de Sarjane, Tiri, DJ Belle, Malê Dembalê e Aila Menezes.



O cantor Natanzinho Lima protagonizou um momento de interação com o público durante o terceiro dia do Festival Virada Salvador, ao receber um fã no palco da Arena O Canto da Cidade, na Boca do Rio.
??VÍDEO: Fã sobe ao palco e canta clássico do Grupo Só Pra Contrariar com Natanzinho Lima no Festival Virada Salvador
— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) December 30, 2025
Confira:??????? pic.twitter.com/p8BN2lYpLx
Gilmar Jr. levou um cartaz pedindo para cantar com o artista. “Natanzinho, meu sonho é cantar com você”, dizia a mensagem exibida pelo fã, que foi atendido pelo cantor. No palco, os dois dividiram os vocais na música “Que Se Chama Amor”, sucesso do grupo Só Pra Contrariar, acompanhados pelo público que cantou junto.

Além da participação do fã, Natanzinho também recebeu no palco o vocalista da banda Ah Chapa. Ao lado de Alexsandro Aragão, conhecido como Lekinho e que se apresenta como “Rei do Naipe”, o cantor dividiu os vocais na música “Tropa do 244”.

Nattan diz que vai interromper agenda de shows para acompanhar nascimento da filha com Rafa Kalimann
Após o show no Festival Virada Salvador, o cantor Nattan falou sobre como pretende conciliar a agenda profissional com o nascimento da filha, Zuza, fruto do relacionamento com a influenciadora Rafa Kalimann. Em entrevista coletiva, o artista afirmou que a chegada da bebê está prevista entre os dias 3 e 4 de janeiro e que já definiu uma pausa temporária nos compromissos profissionais.
Segundo Nattan, os shows serão suspensos a partir do dia 3 de janeiro e a pausa deve seguir até o dia 8. “Dia 3 de janeiro eu paro meus shows. Fico até o dia 8, porque é o período em que ela deve nascer”, explicou. O cantor ressaltou, no entanto, que o nascimento pode acontecer antes do previsto e que, por isso, se preparou para qualquer eventualidade.
O artista contou que deixou um avião de prontidão para retornar imediatamente caso seja surpreendido pelo início do trabalho de parto enquanto estiver viajando. “Se ela sentir a primeira contração, se vier inesperadamente, eu pego o avião e vou embora. Não vou perder o nascimento da minha filha de jeito nenhum”, afirmou.
Nattan destacou que a decisão foi tomada em conjunto com a família e que, apesar do compromisso com o trabalho e com os fãs, a prioridade será a vida pessoal neste momento. “Eu respeito muito o meu trabalho e os meus fãs, mas prometi para mim mesmo e para minha família que a família vem em primeiro lugar”, disse.
“Todos os meus amigos artistas dizem que é a experiência mais linda da vida de um homem. Esse momento eu não posso perder na minha vida”, concluiu.

O RELACIONAMENTO
Rafa Kalimann e Nattan estão juntos desde dezembro de 2024. Os dois anunciaram no início do ano que serão pais. Eles escolheram o nome Zuza para a bebê como forma de homenagear a avó do artista, que se chamava Josefina, mas foi apelidada pela família de Zuza. Ela morreu pouco antes da influenciadora anunciar que estava grávida.
Um dos principais nomes do arrocha e do piseiro romântico na atualidade, o cantor Natanzinho Lima se apresentou no Festival Virada Salvador na noite desta segunda-feira (29), terceiro dia do evento. Antes de subir ao palco, o artista comentou sobre a possibilidade de trazer para Salvador o projeto “Cortando Chão”, iniciativa que já passou por cidades como Teresina e Cuiabá com gravações e shows totalmente gratuitos.
Segundo Natanzinho, a ideia é manter o formato itinerante do projeto, que percorre diferentes cidades do país. “Todo mês a gente quer estar gravando um e, com certeza, a Bahia e Salvador vão estar recebendo esse projeto gratuito para a galera”, afirmou.
O “Cortando Chão” é um projeto musical gratuito do cantor que promove grandes apresentações em praças públicas e tem como proposta homenagear a classe dos caminhoneiros, público frequentemente citado pelo artista como parte fundamental de sua trajetória.
Figura recorrente entre os artistas mais ouvidos na Bahia, Natanzinho Lima também revelou planos para 2026. Entre eles, está a intenção de tirar do papel um projeto musical com repertório diferente do que costuma apresentar nos palcos. “Tenho um projeto que estou tentando fazer em janeiro, com músicas do meu gosto pessoal, do que eu escuto enquanto estou ali tomando minha cerveja, como Tim Maia e Cazuza. Fazer um repertório bem diferente”, destacou.


Durante a apresentação no Festival Virada Salvador, na noite desta segunda-feira (29), o cantor Nattan protagonizou momentos de interação direta com o público ao pagar R$ 1 mil a um fã e distribuir bebidas alcoólicas durante o show realizado na Arena O Canto da Cidade, na Boca do Rio.
Segunda atração do terceiro dia do festival, o artista chamou um fã ao palco e entregou a quantia em dinheiro em meio à apresentação. Em tom descontraído, comentou a situação com o público. “Não posso dar mais. Agora sou pai de família, já já Zuza está chegando”, disse, em referência à filha que espera com a influenciadora Rafa Kalimann.

Além do pagamento em dinheiro, Nattan também distribuiu bebidas durante o show. Com uma garrafa em mãos, o cantor chamou fãs para beber junto com ele no palco, oferecendo doses de cachaça, tequila e cerveja, utilizando um copo acoplado ao microfone.
Em meio à interação, o artista brincou com o público presente. “Hoje eu só saio daqui quando todo mundo estiver bêbado”, afirmou, arrancando risos da plateia.

O prefeito de Salvador, Bruno Reis (União Brasil), explicou nesta segunda-feira (28) os motivos que levaram a cantora Anitta a não integrar a programação do Festival Virada Salvador deste ano. Segundo o gestor, a decisão está relacionada à disputa por valores de cachês no mercado de shows de réveillon.
De acordo com Bruno Reis, o município avaliou possibilidades durante a montagem da grade, mas fatores como custo e a concorrência com outras cidades acabaram inviabilizando a contratação da artista. “Não deu para trazer a Anitta este ano por conta dessa disputa que há, o valor do cachê, como em outros lugares, mas ela sempre será bem-vinda”, afirmou em entrevista concedida na terceira noite do evento, na Arena O Canto da Cidade, na Boca do Rio.
Sucesso na última edição, a cantora ficou de fora da grade deste ano, que reúne nomes como Ivete Sangalo, Léo Santana, Belo, Jorge e Matheus, e mais.
Questionado sobre a existência de uma negociação direta, o prefeito disse não se recordar dos detalhes específicos da tratativa. Segundo ele, o fechamento da programação envolve diferentes variáveis, como a agenda dos artistas e a estratégia de diversificação do line-up. “Quando nós fechamos a grade, eu não me recordo qual foi exatamente o motivo, se não tinha disponibilidade ou se ela não estaria fazendo réveillon no Brasil”, declarou.
Bruno Reis acrescentou que, além das limitações orçamentárias, a organização do festival também busca abrir espaço para novos nomes e ampliar a diversidade de atrações. “Quando a grade veio para a gente formar, também procuramos trazer outras novidades, outras atrações, para estar dando oportunidades a outros artistas”, concluiu.
FESTIVAL VIRADA SALVADOR
O evento teve início no último Sábado (27), na Arena O Canto da Cidade, e seguirá até esta quarta-feira (31). Nesta segunda-feira (29, passam pelo palco nomes como Durval Lelys, que abriu a festa, Nattan, Natanzinho Lima, Matheus e Kauan e Psirico.


O prefeito Bruno Reis (União Brasil) destacou que o Festival Virada Salvador tem impacto direto no turismo, na economia e na arrecadação municipal, com cerca de 20% do público formado por visitantes de fora da capital. A declaração foi feita em entrevista coletiva no terceiro dia do evento, nesta segunda-feira (29).
Segundo o gestor, o movimento financeiro gerado pelo turismo e pelos grandes eventos deve ultrapassar R$ 2 bilhões. “A conta é simples: serviços, hospedagem, transporte, alimentação. Esse aquecimento gera arrecadação e retorno para a cidade”, explicou.
Bruno Reis destacou ainda que parte desses recursos retorna ao município por meio de impostos e taxas, possibilitando novos investimentos. “Os números mostram que esse é um investimento que gera emprego, renda e oportunidades, além de permitir que a prefeitura reinvista na cidade e siga promovendo transformações”, afirmou.

Durante a coletiva, o prefeito também mencionou dados divulgados nesta segunda-feira pelo Salvador Bahia Airport, integrante da rede VINCI Airports, que ultrapassou a marca de 8 milhões de passageiros em 2025. Para ele, o resultado reforça a estratégia adotada pelo município. “Isso mostra que a estratégia dos grandes eventos, do turismo esportivo, religioso e de negócios, aliada ao cuidado com o dia a dia da cidade, tem dado resultado”, disse.
O gestor citou ainda investimentos na recuperação do patrimônio histórico, na abertura de novos equipamentos culturais e na requalificação da orla como fatores que fortalecem o setor turístico.
Bruno Reis ressaltou também que o impacto do Festival Virada vai além da economia local. “Se a gente fosse pagar pela visibilidade que Salvador ganha no Brasil e no mundo nesses dias de evento, isso seria impagável”, concluiu.
FESTIVAL VIRADA SALVADOR
O evento teve início no último Sábado (27), na Arena O Canto da Cidade, e seguirá até esta quarta-feira (31). Nesta segunda-feira (29, passam pelo palco nomes como Durval Lelys, que abriu a festa, Nattan, Natanzinho Lima, Matheus e Kauan e Psirico.

O Festival Virada Salvador, que começou no último sábado (27) e segue até esta quarta-feira (31), na Arena O Canto da Cidade, na Boca do Rio, também reserva espaço para atrações voltadas ao público familiar. Entre elas, a roda-gigante gratuita tem chamado a atenção de quem passa pelo evento e busca uma experiência diferente entre um show e outro.
O brinquedo costuma formar filas ao longo da programação, reunindo pessoas interessadas em observar a arena e os palcos de novos ângulos. No terceiro dia de festa, a reportagem do Bahia Notícias acompanhou de perto a movimentação no local e conversou com alguns dos participantes.

Participando do festival pela primeira vez, Beatriz Rocha, de 22 anos, contou que foi ao evento com amigas para acompanhar o show do cantor sergipano Natanzinho Lima e aproveitou a oportunidade para entrar na roda-gigante. “Achei sensacional [ter uma roda-gigante] e estamos super animadas para participar. Adoro adrenalina”, afirmou.

O clima familiar também marcou presença na atração. O soteropolitano José levou os filhos Luís Gustavo, de 13 anos, e David Guilherme, de 12, para conhecer o brinquedo. “Ainda não tinha trazido eles este ano. As expectativas são ótimas”, disse o pai.
Entre as crianças, a empolgação era visível. Na fila, Cristal, de 9 anos, e Ezequiel, de 5, aguardavam a vez de subir. Questionada sobre o medo de altura, Cristal respondeu com naturalidade: “Não [tenho medo]. Lá em cima é muito alto”, disse, acompanhada dos amigos.

O cantor e compositor Durval Lelys abriu a terceira noite do Festival Virada Salvador, nesta segunda-feira (29), na Arena O Canto da Cidade, na Boca do Rio. O artista iniciou a apresentação ao som do clássico “Quebra Aê”, levando o público a cantar junto logo nos primeiros minutos do show.
??VÍDEO: Ao som de “Quebra Aê”, Durval Lelys abre terceiro dia do Festival Virada Salvador
— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) December 29, 2025
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Ex-vocalista da banda Asa de Águia, Durval conduziu a apresentação com um repertório marcado por sucessos do axé. O setlist reuniu por canções como “Simbora”, “Dança do Vampiro”, “Com Amor”, “Tô à Toa” e “Qual É”, resgatando músicas que marcaram diferentes fases da carreira do cantor.
Durante o show, o artista também apresentou a tradicional música "Salvador Dalino", em homenagem a Salvador Dalí, vestido a caráter.

Em outro momento, o cantor trouxe ao palco o personagem "Conde Draculino" ao som de "Dança do Vampiro".
FESTIVAL VIRADA SALVADOR
Além de Durval, a programação da noite contará ainda com apresentações de Nattan, Natanzinho Lima, da dupla Matheus e Kauan e da banda Psirico.


Atualizado às 20h51
Fãs começaram a chegar à Arena O Canto da Cidade, na Boca do Rio, no início da noite desta segunda-feira (29), para acompanhar o terceiro dia do Festival Virada Salvador. O público se distribuiu pelo espaço desde cedo, reunindo admiradores de diferentes estilos musicais e artistas que integram a programação da noite.
Entre os primeiros a entrar na arena estavam Mirela Cintra, de 49 anos, e a filha, Lisa Cintra, de 15. Moradora de Salvador, Mirela contou que acompanha Durval Lelys há mais de duas décadas, desde a época do Asa de Águia. “Acompanho Durval desde carnavais passados, quando ainda tinha 20 anos. Adoro as músicas antigas e já fui a vários shows”, disse ao Bahia Notícias. A filha, por sua vez, vive a estreia em apresentações de seus ídolos do sertanejo. “Estou muito animada. Vai ser muito legal”, afirmou Lisa, que foi ao festival para ver Matheus e Kauan e Nattan.

O piseiro também levou fãs ao local. Vanessa Trindade, de 23 anos, saiu de Macaé, no Rio de Janeiro, ao lado do marido, para curtir o show de Natanzinho Lima e celebrar quatro anos de relacionamento. “No momento, [viemos ouvir] ‘Sonho de Amor’, porque estou aqui com meu marido e a música faz muito sentido para a gente. Estamos comemorando quatro anos de namoro”, contou.

O sertanejo também marcou presença entre o público da terceira noite. Luciana de Souza Xavier, de 39 anos, disse que, embora também queira ver Durval Lelys e Psirico, Matheus e Kauan são sua principal atração. “Gosto mais de sertanejo, com um pouquinho de axé. Amanhã venho ver o Olodum e, na quarta-feira (31), Ivete Sangalo e Timbalada”, relatou.
Entre os fãs de Durval Lelys, Caio da Silva, de 24 anos, e Ediene Souza, de 41, aguardavam clássicos como “Quebra Aê”. “Gosto dele desde antes de ter minha filha, que hoje tem 20 anos”, afirmou Ediene. Ela contou ainda que está presente pela terceira noite consecutiva do festival e pretende retornar nos dois últimos dias da programação.

O Festival Virada Salvador 2026 chega ao segundo dia, neste domingo (28), com mais shows na Arena O Canto da Cidade, no bairro da Boca do Rio. Sobem ao palco Edson Gomes, Claudia Leitte, Simone Mendes, Pablo e Tony Salles.
As apresentações começam a partir das 19h30, mas os portões serão abertos às 15h. Quem abre a noite é Edson Gomes, seguido por Claudia Leitte. Assim como nos demais dias, o público confere cinco atrações por noite, com exceção do dia 31, quando seis artistas se apresentam, e a festa está prevista para seguir até as 6h30.
No primeiro dia do Virada Salvador 2026, passaram pelo palco Léo Santana, Wesley Safadão, Parangolé, Xand Avião e Léo Foguete. Ao todo, são cinco dias de festa com mais de 20 atrações nacionais. No dia da virada, a tradicional contagem regressiva ficará por conta de Ivete Sangalo.
PALCO BRISA
A programação do Festival Virada Salvador também conta com o Palco Brisa, reunindo artistas e DJs que representam diferentes gerações e linguagens da música produzida na Bahia.
Confira a programação do Palco Brisa neste domingo (28), a partir das 18h:
Lary
Playlist
AfroCidade
OQuadro
Playlist
Ju Moraes e Sambaiana
O forrozeiro potiguar Xand Avião termina o ano de 2025 comemorando um retorno importante as suas raízes musicais. O artista, que é a quarta atração do dia de abertura do Festival Virada Salvador, neste sábado (27), revela que trouxe de volta os sons metálicos, produzidos por instrumentos como o triangulo e o agogô, e a mudança foi bem recebida.
Em 2024, Xand revelou ao Bahia Notícias o desejo de transformação e, um ano depois, ele garante que a mudança fez diferença: “Foi muito boa a avaliação. Praticamente fui obrigado a voltar para os metais, meus fãs me massacravam nas redes sociais”, brincou o artista.
Xand conta que iniciou sua carreira no forró mais tradicional e acabou migrando para um som mais eletrônico ao final da sua tradicional banda Aviões do Forró, marcando o início de sua carreira solo. “Mas eu quis dar uma mudada mesmo quando a Sol [Solange Almeida, ex-companheira do artista na Banda Aviões do Forró] saiu e eu fiquei como Xand Avião, e eu quis dar uma mudada no som da banda. Passei quatro anos sem metais”, relata.
“Assim, eu adoro os metais, acho que quanto mais músicos no palco, melhor e eu acho que muito positivo a volta deles e, com certeza, agora eu não vou tirar mais. Eles vão ficar para sempre”, completa o artista.
O artista cearense, Wesley Safadão, embalou o público soteropolitano na primeira noite do Festival Virada Salvador 2026, neste sábado (27). No palco principal da Arena O Canto da Cidade, o artista se celebrou a conexão com o público baiano ao som de seus hits tipicamente nordestinos, que misturam forró, piseiro e arrocha.
O artista começou o show com “Solteiro De Novo”, hit gravado ao lado de Ronaldinho Gaúcho, iniciando uma sequência de canções que celebram a solteirice, pelos quais o artista é conhecido. Com o embalado do público baiano, Safadão se declarou aos baianos: “É por essas e outras que eu amo vocês, Salvador”, disse o artista durante a apresentação.
Ele reiterou dizendo: “Muito obrigado mais uma vez e eu queria registrar que eu me lembro das primeiras vezes que eu toquei em Salvador, é um privilégio, eu não me acostumo. Não é a primeira vez que eu estou no Festival da Virada, mas sempre que eu chego aqui eu me sinto privilegiado diante de todos os artistas que passam por esse palco”, destaca.


Foto: Alana Dias / Bahia Notícias
O show ainda contou com hits como “Ar Condicionado no 15” e “Mentira Importada”, esta última sendo uma parceria com Natanzinho Lima.
O Festival Virada Salvador tem música, entretenimento e diversão para múltiplos gostos, mas para o público que comparecer à Arena O Canto da Cidade entre os dias 27 e 31 de dezembro, também há muitas opções de comidas e bebidas para aguçar o paladar e renovar as energias.
Neste sábado (27), que foi o primeiro dia de Festival, o Bahia Notícias mapeou os valores das barracas de comida e comerciantes de bebidas, para aqueles que ainda vão passar pelo Festival Virada neste final de ano. Confira:
VALORES DAS BEBIDAS (tabeladas):

Foto: Alana Dias/Bahia Notícias
Água: R$ 4 (1 unidade)
Refrigerante: R$ 5 (1 unidade)
Energético: R$ 16 (1 unidade)
Cerveja Brahma: R$ 13 (2 unidades)
Cerveja Budweiser: R$ 15 (2 unidades)
Cerveja Spaten: R$ 8 (1 unidade)
Cerveja Stella Artois: R$ 10 (1 unidade)
Cerveja Corona: R$ 10 (1 unidade)
Cerveja Skol Beats: R$ 18 (2 unidades)
Cerveja Skol Beats 1L: R$ 30 (1 unidade)
VALORES DAS COMIDAS:

Foto: Alana Dias/Bahia Notícias
1. Barraca O Dogão:
R$ 20 (30 cm) e R$ 13 (tradicional)
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Foto: Alana Dias/Bahia Notícias
2. Barraca Carne do Sol Beijo Café
Pastel frito: R$25
Beiju: R$ 25
Carne do Sol: R$35 (porção individual e acompanha pirão de aipim ou batata frita) e R$50 (porção para duas pessoas com pirão e batata frita)

Foto: Alana Dias/Bahia Notícias
3. Barraca Siri Cascudo
Pirão de aipim: R$ 30 (porção M com carne do sol e salada) e R$ 40
Arrumadinho: R$ 30 (porção com carne do sol, farofa e salada)
Espetinho: R$ 20
Baguete: R$ 20 (sanduíche com carne de churrasco e molhos)
"Caprichadão": R$ 40 (acompanha feijão, carne do sol, pirão de aipim e batata palha)
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Foto: Alana Dias/Bahia Notícias
4. Barraca Sukiyaki
Yakissoba: R$ 38

Foto: Alana Dias/Bahia Notícias
5. Barraca Crepe da Barra
Crepe francês: R$ 25 (valor único com doze sabores)
6. Barraca Acarajé de Oyá
Acarajé com camarão: R$ 20
Acarajé sem camarão: R$ 18

Foto: Alana Dias/Bahia Notícias
7. Barraca Mãe Toya
Acarajé com camarão: R$ 20
Acarajé sem camarão: R$ 18
O artista baiano Léo Santana foi a segunda atração do Festival Virada Salvador 2026, neste sábado (27), e contou com a participação ativa de milhares de fãs na Arena O Canto da Cidade. Como uma das atrações mais aguardadas da noite, o cantor iniciou o show com o clássico "Negro Lindo".
Logo em seguida, com "Sacudir", o GG manteve o show "lá em cima", relembrando seus 20 anos de carreira, comemorados este ano. No show ele agradeceu aos fãs e destacou: "Tocar em casa é bom demais!". Já divulgando o hit que deve embalar o próximo verão do Gigante, Léo Santana ainda apresentou o hit "Desliza", em parceria com a cantora Melody.
Em um show de mais de uma hora, ainda teve espaço para os seus trabalhos já conhecidos de carnavais passados em Salvador, como "Zona de Perigo" e "Contatinho".
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Foto: Reprodução / Prefeitura de Salvador
O prefeito da capital baiana, Bruno Reis, destacou, neste sábado (27) durante entrevista coletiva no primeiro dia de Festival Virada Salvador, que fazer investimentos em atrações internacionais em Salvador ainda é “algo complexo”. Ao citar o exemplo do projeto “Todo Mundo no Rio”, financiado pela prefeitura do Rio de Janeiro junto a entes privados, o gestor soteropolitano diz que um investimento tão alto “não seria bem recebido” pelos cidadãos.
“Gente, é algo complexo. Lá no Rio de Janeiro, o Eduardo Paes paga R$ 30 milhões para levar a Maddona e é aplaudido. Se eu fizesse isso aqui, não seria bem recebido”, ressalta. Ele comenta ainda sobre o show de Guns N' Roses, uma das maiores bandas de rock do mundo, que anunciou um show em Salvador no dia 15 de abril de 2026.
Bruno Reis faz comparação com Eduardo Paes e avalia que contratação de artistas internacionais "não seria bem recebida" em Salvador
— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) December 28, 2025
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“Inclusive eu já recebi lá no meu gabinete o empresário que está organizando a vinda do Guns N' Roses, que já é um verdadeiro sucesso. Há 15 dias já tínhamos vendido algo em torno de 70% dos ingressos, e ele estava me passando os números. Destes 70%, 20% eram de pessoas que estavam vindo de fora e já tinham comprado ingressos, algo em torno de 6 mil pessoas de fora”, contextualiza.
O gestor completa que “um evento como esse vai lotar nossos hotéis, bares, restaurantes, consumo e serviço, locação de van, uber, AirBnb, então é um evento importante para a economia, mas você explicar isso não é fácil”. “As pessoas não entendem com facilidade você pagar um cachê e o que isso dá de retorno para a cidade”, afirma Bruno Reis.
Questionado sobre a tentativa de trazer uma atração internacional em 2023, em parceria com uma rede de televisão, ele conta que faria sentido, pois a cidade não se responsabilizaria pelo cachê. No entanto, o evento foi negado pelo artista, que cancelou a própria agenda. Para o prefeito da capital baiana, a vinda do Guns N' Roses ajuda a desmistificar a “falta de praça” para os eventos em Salvador.
“De lá para cá, a gente fez grandes eventos com os artistas nacionais e não passou mais pelo radar trazer um artista internacional. Estamos apoiando esses eventos [internacionais], inclusive tem várias empresas já para o ano que vem, articulando outros shows internacionais aqui na cidade. Até para desmistificar algo que tinha no mercado desse segmento, que a praça, que a cidade de Salvador, às vezes não se viabilizava economicamente. Com sucesso, o Guns N' Roses está desmistificando isso”, destacou.
O prefeito garante que, apesar dos desafios, a partir de outubro de 2026, deve ficar mais fácil trazer atrações internacionais para Salvador, seja na iniciativa privada ou pública, com a inauguração da Arena Multiuso, também na Boca do Rio. “A cidade não tinha um espaço com tratamento acústico, com infraestrutura e com capacidade grande de voo. Nós vamos ter agora a Arena [Multiuso]. Então, com a nossa arena pronta, a partir de outubro do ano que vem, vai ficar mais fácil, sabe, trazer show dos internacionais, que a prefeitura vai aí sim poder estimular, devem aumentar gradativamente”, ressalta.
Entre os incentivos está uma flexibilização e/ou diminuição nos impostos no setor de eventos. "A gente tem um decreto que regulamenta essa questão dos eventos na cidade e isenta algumas taxas. Então, para você estimular um evento desse internacional que gera essa receita para a cidade, então vamos iniciar isentando algumas taxas, para ser uma forma de estimular, quem sabe, em outro momento da cidade, possa-se ter espaço para, de repente, fazer grandes shows", finaliza o prefeito. (A reportagem foi atualizada às 21h30)
O prefeito de Salvador, Bruno Reis (União), relevou neste sábado (27), que realizou negociações para tentar estender os eventos de final de ano na Arena O Canto da Cidade até o dia 1° de janeiro com uma comemoração gospel. Em entrevista durante o primeiro dia do Festival Virada Salvador 2026, o gestor municipal afirmou que "tentou muito" negociar um show do Bispo Bruno Leonardo, líder da Igreja Batista Avivamento Mundial.
VIDEO: Bruno Reis revela que tentou contratar show do Bispo Bruno Leonardo para o dia 1º de janeiro
— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) December 28, 2025
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"Eu confesso a vocês que eu tentei, tentei muito, quem me acompanha sabe disso, trazer para o dia 1° o Bispo Bruno Leonardo, que é outra pessoa com quem a gente tem uma relação e um carinho muito especial", afirmou. "Só que o Bispo estava programado em fazer no dia 11 de janeiro a Visita do Profeta [evento realizado pelo líder religioso em todo o país] dele a Salvador, que vai ser lá no Parque de Exposições", explica Bruno.
Ao lado da esposa, Rebeca, e o do secretário de Governo, Cacá Leão (PP), o prefeito conclui que "nós não conseguimos, já estava programada toda a agenda do ano, mas não faltarão oportunidades para a gente fazer um evento com o Bispo Leonardo". "Então também tentei fazer um evento gospel, não foi da vontade de Deus, mas quem sabe para as próximas edições, seja do Natal ou do Festival da Virada", afirmou.
Tradicionalmente, Salvador recebe no dia 1º de janeiro o Pôr do Som, projeto criado por Daniela Mercury há 26 anos, e que já fez parte da programação do Festival Virada. Porém, desde a edição do ano passado, o evento de Daniela não integra mais a grade do Réveillon organizado pela prefeitura. Em 2026, assim como neste ano, o Pôr do Som acontece em frente ao Farol da Barra.
Natural de Salvador, o bispo possui mais de 60 milhões de inscritos no YouTube e já realizou eventos em Salvador, no Parque de Exposições e na Arena Fonte Nova, mobilizando milhares de pessoas. (A reportagem foi atualizada às 21h39)
PaGGodin: Léo Santana promete novo audiovisual de pagode e faz balanço de 2025: “Muitas realizações”
Após mais de um ano desde o lançamento do PaGGodin Parte 1, o artista baiano Léo Santana prometeu voltar ao ritmo do pagode com um novo projeto audiovisual, o “PaGGodin na Varanda”. Em entrevista neste sábado (27), antes de subir ao palco da primeira noite de Festival Virada Salvador, na Arena O Canto da Cidade, o “Gigante” releva que o novo projeto é um audiovisual muito mais “intimista”.
“Um conteúdo no YouTube do que eu fiz na varanda de casa, que é tipo uma roda de samba mais intimista, cantando tudo que vem dentro”, explicou o artista. O primeiro “PaGGodin” foi lançado em 2024, com um audiovisual dividido em duas partes, e, ainda naquele ano, o Léo Santana do pagode saiu das telinhas e iniciou ma turnê em 12 cidades brasileiras. Já o “PaGGodin 2” ganhou o mundo este ano, com participações de pagodeiros e sambistas como Alexandre Pires, Thiaguinho e Péricles.
Em entrevista coletiva neste sábado, o “GG” ainda fez um balanço sobre o último ano em sua vida profissional e pessoal: “Ave Maria foi bênção, tá? Sem hipocrisia e demagogia alguma assim, eu não tenho o que reclamar. Família com saúde, realizações acontecendo, shows incríveis pelo Brasil, minha filha cada dia mais linda, meu casamento com minha esposa muito mais sólido, equipe muito mais redonda, os amigos de sempre ao redor, os novos chegando.” relembrou.
Segundo Léo, “foi um ano de glorificar de pé a Deus porque foi especial”. Este ano, o artista comemorou vinte anos de carreira em uma gravação especial em Salvador. O “DNA de GG” foi realiza em evento gratuito, com a presença de milhares de fãs, no Comércio. Durante o evento, o artista aproveitou o marco para realizar o chá revelação da segunda gravidez da sua esposa, a dançarina Lorena Improta.
Com a diversão e alegria das festas de final de ano, o Festival Virada Salvador, que inicia neste sábado (27), na Arena O Canto da Cidade, na Boca do Rio, também é sinônimo de trabalho para os vendedores ambulantes que atuam na festa pública. Em uma noite com shows de Léo Foguete, Léo Santana, Wesley Safadão, Xand Avião e Parangolé, os trabalhadores esperam que o movimento se converta em vendas.
Segundo informações da Prefeitura de Salvador, cerca de 650 pessoas foram oficialmente cadastradas para atuar no Festival. O Bahia Notícias conversou com a vendedora soteropolitana Eliene Batista de Jesus, que já espera boas vendas nos próximos cinco dias.
"Eu tenho uma expectativa boa, porque hoje só vai ter atração boa, então tudo está certo aqui", afirma. Ela diz que já participou de outras edições do evento e já estava na Arena durante os shows de Frei Gilson e Roberto Carlos que ocorreram às vésperas do Festival. "Eu estava no [evento] da Igreja [show de Frei Gilson], estava ontem no de Roberto Carlos, eu totalmente durmo aqui." Ela revela ainda que recebe ajuda da família para garantir um descanso durante o trabalho.
Com os preços tabelados, os ambulantes credenciados para atuar no festival deste ano receberam os kits oficiais de venda e demarcaram seus pontos fixos de atuação ainda no início da semana.

Foto: Alana Dias / Bahia Notícias
Para Edileuza Barbosa, que já participou de outras edições, "a gente espera, para quem vem trabalhar, que tenham boas vendas". "As atrações são ótimas, então eu espero que seja muito bom", reitera.
O jovem ambulante Kaique dos Santos, por sua vez, se manifestou com relação a algumas dificuldades enfrentadas no evento, inclusive no diálogo com a Secretaria Municipal de Ordem Pública (Semop), órgão responsável pela gestão do uso dos espaços públicos e comércio ambulante em Salvador.
Ele teme que a redução número de caixas disponíveis para cada vendedor diminua a margem de lucro dos comerciantes. "Com relação às vendas de hoje, em questão a Semop, a gente tem que se reunir, todos os ambulantes, para denunciar eles porque eles estão tirando as caixas [térmicas], e querendo ou não está reduzindo nosso lucro. Querendo ou não, a gente só tem esse final do ano para tirar o nosso lucro e a Semop está atrapalhando nossas vendas", diz o vendedor.
O Bahia Notícias conversou com agentes da Semop que atuavam no local e, segundo eles, a retiradas das caixas citadas se deu pois alguns materiais encontrados junto aos vendedores não fazia parte do material incluso no kit disponibilizado pela Prefeitura e permitido no espaço do evento.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Hugo Motta
"A PEC da redução da jornada de trabalho 6x1 é uma destas agendas. A tramitação via Proposta de Emenda Constitucional é, ao mesmo tempo, o respeito das prerrogativas da deputada Erika Hilton e do deputado Reginaldo Lopes, que apresentaram seus projetos, e a oportunidade de promover um debate amplo. O equilíbrio e a responsabilidade são essenciais numa matéria de tamanho impacto".
Disse o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB) ao comentar sobre a colocação na pauta sobre o fim da escala 6x1 e indicar anteriormente que seria “vender um sonho que não se sustenta”.