Artigos
Violência política segue como barreira persistente para mulheres que ousam liderar no Brasil
Multimídia
"Nosso grupo tem 14 anos que não faz política em Salvador", diz Bacelar
Entrevistas
Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
estilo
A Escola Livre de Moda, Arte e Cultura da Bahia, Àbámodá lança, no próximo dia 25 de março, a primeira cápsula da coleção “Cabaça do Mundo”, intitulada “Manifesto”. O evento acontece na sede da instituição, em Cachoeira, no Recôncavo baiano, e será marcado por um desfile que também celebra a aula inaugural da nova turma de alunas que inicia a formação em 2026.
Com proposta que alia estética afro-indígena, cultura territorial e impacto social, a coleção apresenta peças como camisetas, vestidos, saias e calças, que traduzem reflexões sobre o feminino como origem da vida, cuidado e potência criadora. As criações trazem estampas autorais e frases que reforçam o corpo da mulher como território de existência, memória e continuidade.
Concebida por Luísa Mahin, diretora da Àbámodá, em conjunto com a direção criativa da escola, a coleção inaugura um ciclo conceitual que será desenvolvido ao longo de 2026. A cápsula “Manifesto” é a primeira de cinco lançamentos previstos dentro do tema “Cabaça do Mundo”, que será explorado em diferentes perspectivas nas atividades formativas e criativas da instituição.
“A coleção é moda, posicionamento e reverência. É um chamado para reconhecer o sagrado feminino como potência criadora e combater todas as formas de violência contra mulheres e meninas”, afirma Luísa Mahin.
A cabaça, símbolo central da coleção, aparece como metáfora do útero-mundo. Presente em culturas afro-diaspóricas e originárias, o elemento representa fertilidade, proteção e cuidado, além de estar associado ao armazenamento de itens essenciais à vida. As peças também incorporam a simbologia da serpente, ligada à transformação e renovação, e trazem frases de afirmação feminina como “O mundo começa em nós”.
Além do conceito estético, a coleção reflete os princípios da Àbámodá, primeira escola livre e gratuita de moda, arte e cultura da Bahia. A instituição atua na formação profissional e no fortalecimento do empreendedorismo feminino e negro, a partir de uma proposta de moda decolonial que valoriza saberes afro-indígenas e tradições locais.
O projeto é realizado por meio da Lei Rouanet, com incentivo do Ministério da Cultura e Governo Federal, patrocínio do Banco BV, e integra a Rede de Escolas Livres de Arte e Cultura.
Siga o @bnhall_ no Instagram e fique de olho nas principais notícias.
A Escola Livre de Moda, Arte e Cultura da Bahia, Àbámodá lança, no próximo dia 25 de março, a primeira cápsula da coleção “Cabaça do Mundo”, intitulada “Manifesto”. O evento acontece na sede da instituição, em Cachoeira, no Recôncavo baiano, e será marcado por um desfile que também celebra a aula inaugural da nova turma de alunas que inicia a formação em 2026.
Com proposta que alia estética afro-indígena, cultura territorial e impacto social, a coleção apresenta peças como camisetas, vestidos, saias e calças, que traduzem reflexões sobre o feminino como origem da vida, cuidado e potência criadora. As criações trazem estampas autorais e frases que reforçam o corpo da mulher como território de existência, memória e continuidade.
Concebida por Luísa Mahin, diretora da Àbámodá, em conjunto com a direção criativa da escola, a coleção inaugura um ciclo conceitual que será desenvolvido ao longo de 2026. A cápsula “Manifesto” é a primeira de cinco lançamentos previstos dentro do tema “Cabaça do Mundo”, que será explorado em diferentes perspectivas nas atividades formativas e criativas da instituição.
“A coleção é moda, posicionamento e reverência. É um chamado para reconhecer o sagrado feminino como potência criadora e combater todas as formas de violência contra mulheres e meninas”, afirma Luísa Mahin.
A cabaça, símbolo central da coleção, aparece como metáfora do útero-mundo. Presente em culturas afro-diaspóricas e originárias, o elemento representa fertilidade, proteção e cuidado, além de estar associado ao armazenamento de itens essenciais à vida. As peças também incorporam a simbologia da serpente, ligada à transformação e renovação, e trazem frases de afirmação feminina como “O mundo começa em nós”.
Além do conceito estético, a coleção reflete os princípios da Àbámodá, primeira escola livre e gratuita de moda, arte e cultura da Bahia. A instituição atua na formação profissional e no fortalecimento do empreendedorismo feminino e negro, a partir de uma proposta de moda decolonial que valoriza saberes afro-indígenas e tradições locais.
O projeto é realizado por meio da Lei Rouanet, com incentivo do Ministério da Cultura e Governo Federal, patrocínio do Banco BV, e integra a Rede de Escolas Livres de Arte e Cultura.
Siga o @bnhall_ no Instagram e fique de olho nas principais notícias.
Muito bem agasalhado, vestindo meias com estampa do Bob Esponja e calçando crocs, o cantor e compositor mineiro Milton Nascimento publicou uma foto com um figurino inusitado e brincou sobre o frio sentido no Brasil nos últimos dias. “Quem aí também fica mais estiloso no inverno?”, diz legenda da fotografia divulgada nas redes sociais do artista.
Em resposta, o público mostrou gostar da brincadeira, falou sobre as baixas temperaturas registradas em várias cidades do país e aprovou a roupa de Milton. "Com frio de 8 graus aqui em Nova Friburgo/RJ, só uma meia linda dessas... Amoooo", comentou uma fã. "Querido Milton, gostei muito da meia do Bob Esponja e no inverno precisamos ficar bem aquecidos com uma coberta pelo sofá", disse seguidora. "Eu também faço isso! O dia inteiro com o cobertozinho! Kkkk Tá muito estiloso!", comentou outra. "Vc é lindo no inverno, primavera, verão e outono!", declarou uma terceira. "Bituca em seu inverno multi-cores...", pontuou um seguidor.
Estilo musical tipicamente argentino praticada nas ruas Buenos Aires, o tango, caracterizado pelo contato próximo e o rosto colado, precisou ser suspenso por pelo menos 15 dias. A interrupção das reuniões públicas para prática cultural surgiu em decorrência do risco de disseminação do coronavírus.
Segundo informações do UOL, pessoas que ganham a vida através das apresentações do tango, consideram que a situação irá comprometer a cultura tradicional e o sustento. A medida, no entanto, se adequa às tentativas de conter a Covid-19, que contaminou 65 pessoas e já provocou duas mortes no país.
"Temos que mudar nossa maneira de pensar durante um tempo... Há muitas pessoas mais idosas dançando tango nas milongas (reuniões de tango) e fazendo aulas, e eles são a população em risco”, avaliou Alejandro Ferreyra, dançarino e instrutor de tango.

‘Homens de Preto 3’ contará com aliens bem diferentes dos que apareceram nas sequência anteriores do filme. Segundo o maquiador do longa, Rick Baker, os extraterrestres serão no estilo dos filmes antigos de ficção científica.
Baker revelou que, desta vez, os aliens serão baseados nos filmes B dos anos 50 e 60 ao contrário dos vistos hoje em dia. "O que é legal é que terá uma viagem no tempo como um elemento do filme", disse o maquiador ao site ‘Coming Soon’. "Onde eu me diverti é que vamos voltar para a sede dos Homens de Preto nos anos 60. A primeira coisa que eu disse é que deveríamos ter aliens ‘retrô’, não aliens de 2012. Mais baseado em filmes B dos anos 50 e 60. Então, um monte deles é baseado nisso. Cabeças em forma de aquário, figurinos espaciais e armas que soltam raios", acrescentou.
No terceiro filme da franquia, o Agente J, interpretado por Will Smith, volta ao passado para encontrar uma versão mais jovem do Agente K, de Jones, interpretado por Josh Brolin.
‘Homens de Preto 3’, que será exibido também em IMAX 3D, estreia nos cinemas no dia 25 de maio de 2012.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Raimundinho da Jr
"Mulher negra de coração branco".
Disse o deputado Raimundinho da JR (PL) ao parabenizar Olívia Santana (PCdoB) durante a sessão da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) desta quarta-feira (25), que a parlamentar era uma mulher “de coração branco”.