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Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra
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A apresentadora Ana Maria Braga, de 77 anos, fez fortes revelações sobre sua vida pessoal e posicionamentos em entrevista à revista Veja. No bate-papo, a comunicadora relembrou um aborto realizado no passado, abordou suas tentativas de relacionamentos afetivos, comentou a dinâmica familiar com os filhos e desabafou sobre o impacto doloroso da perda de Tom Veiga, intérprete do papagaio Louro José.
Ao tratar de um dos temas mais delicados de sua história, Ana Maria confirmou ter interrompido uma gravidez no passado devido a restrições financeiras. "Sim, fiz e foi péssimo. Não recomendo", declarou a artista, explicando que, na época, ainda não conseguia se sustentar adequadamente e acreditava não ter outra alternativa, ressaltando que não guarda culpas pelo ato. Apesar de definir a experiência como negativa, a apresentadora posicionou-se a favor da legalização do aborto. Para Ana Maria, a escolha sobre dar prosseguimento ou não a uma gestação deve ser fundamentada na liberdade individual de cada mulher.
Durante a entrevista, a comunicadora também compartilhou aspectos de sua busca amorosa, como a época em que já considerou se relacionar com mulheres em um período em que esteve desacreditada dos homens.
Questionada sobre o contexto familiar envolvendo sua filha, Mariana Maffeis, e o ex-marido dela, contra quem há um pedido de medida protetiva, Ana Maria informou que nunca presenciou situações estranhas entre o casal. "Na minha relação com meus dois filhos, sempre disse, e eles sabem: cada um é responsável por seus atos. Não sou de interferir", explicou a apresentadora, reforçando que cabe exclusivamente à filha decidir como conduzir o casamento e a criação dos filhos.
Por fim, Ana Maria Braga também falou sobre a perda de Tom Veiga, intérprete do boneco Louro José, classificando o episódio como um dos momentos mais difíceis de sua vida.
A apresentadora recordou que esteve com o parceiro de trabalho apenas dois dias antes de seu falecimento, durante a pandemia, quando apresentavam o programa juntos a partir de casa. “Era um irmão, filho, parceiro, amigo", disse Ana Maria. "Até hoje não consigo falar dele", disse a veterana.
Flávio Bolsonaro “não tem nada a oferecer”, “nunca trabalhou na vida” e foi eleito vereador com a ajuda do crime organizado do Rio de Janeiro. Essas e outras declarações foram dadas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em entrevista nesta quarta-feira (30) aos influenciadores Ricardo Mello, Bárbara Carine, Lauany Schultz e Kenji Normose.
Lula também criticou eleitores com formação universitária que apoiam o bolsonarismo e disse se sentir “constrangido” ao observar o comportamento político de parte da população.
“Eu quando vejo um cara, sabe, com diploma universitário, economista, cientista, votar no Bolsonaro, eu fico pensando o que esse cara espera da vida? O que esse cara aprendeu de política na vida?”, questionou.
Em seguida, o presidente Lula citou diretamente o seu adversário, Flávio Bolsonaro, e fez diversas críticas a ele.
“Ele não tem biografia, nunca trabalhou na vida, ele foi eleito vereador com 21 anos de idade, já apoiado pelo crime organizado do Rio de Janeiro, pelo miliciano, e nunca mais parou”.
O presidente Lula também direcionou críticas ao ex-presidente Jair Bolsonaro. “O pai nunca trabalhou, o pai foi pro Exército, tentou estourar um quartel, foi expulso e foi fazer o quê? Foi ser deputado”, afirmou.
Ao comentar o comportamento dos apoiadores de Jair Bolsonaro, Lula afirmou que enxerga uma relação entre a falta de propostas e o aumento do fanatismo político. Segundo o presidente, “quanto menos ele oferece, mais os bolsonaristas são fanáticos”.
Na entrevista desta quarta aos influenciadores, o presidente Lula também voltou a associar a família Bolsonaro ao fundador do Banco Master, Daniel Vorcaro.
“[Bolsonaro] Tem um filho conspirando contra o Brasil, um deputado que recebe dinheiro do Vorcaro, aquele famoso dinheiro do filme, para mandar para a sobrevivência do Eduardo”.
A fala de Lula se referiu ao áudio divulgado pelo site Intercept Brasil que relaciona Flávio a Vorcaro. O senador negociou com o banqueiro o envio de cerca de R$ 65 milhões para financiar o filme “Dark Horse”, cinebiografia de Jair Bolsonaro.
Ivete Sangalo esteve no programa "Angélica ao Vivo", do GNT, na última quinta-feira (24). Na ocasião, a cantora abordou os desafios enfrentados antes de se tornar uma das artistas mais reconhecidas do país, revelando que passou por necessidades financeiras e, aos 17 anos, precisou vender quentinhas para ajudar a família.
A artista explicou que seu pai faleceu e, apenas cinco meses depois, seu irmão morreu em decorrência de um atropelamento, e, após isso, a situação emocional e financeira de sua família decaiu. “Minha mãe deprimida, não tinha condomínio, não pagava luz, não tinha comida; o bicho começou a pegar mesmo. Não tinha dinheiro para pegar um ônibus”, afirmou.
A cantora relembrou um ensinamento aprendido com seu pai, afirmando que ele a orientou a nunca vender o lugar onde morava. Ao buscar por soluções, Ivete explica que sua mãe decidiu penhorar um anel para angariar fundos e, com o dinheiro arrecadado, a família começou a vender “quentinhas”, as famosas marmitas, nas ruas da cidade. “Penhoramos [o anel], pegamos o dinheiro e fizemos compras. Nós botamos em quentinhas que tínhamos em casa e saímos para vender”. A artista, que entregava entre 100 e 150 quentinhas por dia, destacou que esse período de sua vida a ensinou bastante e contribuiu para sua construção como pessoa.
“Minha mãe preparava e a gente fazia a embalagem, colocava no isopor, colocava papelão entre as quentinhas. E eu ia de ônibus, parando, fazia um itinerário. A última quentinha tinha que ser entregue ao meio-dia. Então, às 10h40, a gente saía e eu ia parando nos pontos”, detalhou Ivete.
A cantora destacou que acreditava em um futuro melhor e na “construção de alguma coisa”. “Eu era artista, ainda que não soubesse tanto, eu já era artista, eu gostava de cantar. Eu sentia que aquilo ali era um aprendizado de construção da pessoa que eu queria ser. Aguerrida, olhando sempre para frente, percebendo sempre o lado bom das coisas”, afirmou a artista.
“Era uma menina que eu dizia: ‘bicho, nós já temos o almoço’, a quentinha já gerava o nosso almoço. E aí depois foi gerando a janta. E, quando eu me tornei cantora, eu fiquei submetida muito tempo à administração dessa carreira, porque também estava começando, eu estava aprendendo. E aí, quando eu me dei conta, eu já tinha os meus fãs, já era cantora reconhecida”, finalizou Ivete.
O atacante Endrick, do Real Madrid, comentou sobre a pressão enfrentada pelos jogadores de futebol durante entrevista à TV Globo. Convocado para a Seleção Brasileira, o jovem reconheceu os desafios da carreira, mas destacou os privilégios financeiros e as oportunidades proporcionadas pela profissão.
Para o camisa 9, os atletas precisam valorizar as condições que o futebol oferece, especialmente a possibilidade de transformar a realidade financeira de seus familiares. Endrick também comparou a rotina dos jogadores à de trabalhadores que enfrentam longas jornadas e pouco tempo de descanso.
"A gente (jogadores de futebol) tem uma pressão enorme, mas tem que ser agradecido pelo que o futebol proporciona para a gente. Claro que tem momentos de pressão, mas o futebol proporciona coisas maravilhosas para a gente, que podem mudar a vida das nossas famílias", disse o camisa 9.
O atacante reforçou a avaliação ao destacar as dificuldades enfrentadas por profissionais de outras áreas.
"Não é difícil ser jogador. Sim, algumas coisas que acontecem são difíceis, mas a gente não pode falar que é difícil ser jogador. Difícil é ser uma pessoa que acorda às 5h da manhã para ir trabalhar, trabalhando de segunda a domingo", pontuou.
Endrick também ressaltou a importância de reconhecer as oportunidades oferecidas pelo esporte. "A gente está dentro do futebol, fazendo o que a gente mais ama e ganhando um dinheiro que pode mudar a vida da nossa família. A gente só tem que agradecer a Deus por esse momento", complementou.
Após ser titular no empate por 1 a 1 com a Austrália, na última sexta-feira (25), Endrick pode perder a vaga entre os titulares no segundo amistoso contra os australianos, marcado para terça-feira (29).
A Seleção Brasileira ainda enfrentará a Índia no sábado (3), no último compromisso da Data Fifa. Depois, o atacante retornará ao Real Madrid para dar sequência à temporada europeia.
Convocado pela primeira vez para a Seleção Brasileira, Martinelli destacou a importância da oportunidade de trabalhar com Carlo Ancelotti e afirmou que pretende aproveitar a experiência ao máximo. Em entrevista à CBF TV, o meio-campista ressaltou a dificuldade de chegar à equipe nacional e classificou a convocação como um privilégio.
“Todo jogador quer vestir o escudo da Seleção. Só tenho que agradecer a Deus por essa oportunidade, pelo professor e por todo o staff. E a cada dia que passa aqui estou desfrutando ao máximo, vivendo intensamente, porque a gente sabe como é difícil estar aqui. Temos que nos sentir privilegiados e dar a nossa vida pela Seleção”, comemorou.
A convocação coroou a trajetória de Martinelli no Fluminense. O jogador era frequentemente citado por torcedores do clube como nome que poderia receber uma oportunidade na Seleção. Pelo Tricolor, conquistou os Campeonatos Cariocas de 2022 e 2023, a Libertadores de 2023 e a Recopa Sul-Americana de 2024.
“Fiquei feliz quando meu nome foi especulado. Quando eu fiquei sabendo que estava na lista larga, fiquei mais feliz ainda. Só de estar ali, era um motivo de muita alegria para mim. Quando eu passava na zona mista dos jogos, o pessoal comentava, mas eu tinha que estar focado no meu clube para que eu faça o meu melhor desempenho, para que eu possa chegar na Seleção e corresponder à altura”, afirmou.
Martinelli integra um grupo de nove jogadores que fizeram sua estreia em convocações nesta Data Fifa. Além dele, Mauro Júnior, Otávio, Jair, Arthur Dias, Breno Bidon, Matheuzinho, Gabriel Bontempo e Pedro Morisco também foram chamados pela primeira vez.
O meio-campista não participou do empate por 1 a 1 com a Austrália, na última sexta-feira (25), em Townsville. A Seleção volta a enfrentar os australianos na terça-feira (29) e encerra a Data Fifa diante da Índia, no sábado (3). Para Martinelli, a renovação do elenco pode contribuir para a formação da equipe que disputará a próxima Copa do Mundo.
“É um novo ciclo que está se iniciando, se criando. Teve bastante mudança da última convocação para essa, que tem vários estreantes. Acho que é importante, sim, para o Brasil. você vai criando bagagem, vai dando casca, porque estar aqui é muito diferente de jogar pelo clube. São jogos de muito alto nível, são os melhores do mundo de cada seleção. Acho que cada oportunidade é um passo para criar casca, mostrar seu futebol e se sentir à vontade, para que nesses quatro anos possa ser criado um grande time, para que a gente possa chegar forte na Copa", analisou.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva quer “comprar voto por R$ 90”, ao anunciar o reajuste no benefício do programa Bolsa Família. A opinião foi dada nesta sexta-feira (18) pelo candidato Ronaldo Caiado (PSD), em entrevista ao jornal Gazeta do Povo, do Paraná.
“À véspera de uma eleição, você vê uma atitude populista como essa aí, de querer dizer: 'Agora eu vou aumentar R$ 91 no Bolsa Família.' Isso é brincar com a inteligência do brasileiro, desrespeitar a inteligência do brasileiro e achar que o cidadão, a 16 dias, pode mudar e comprar o voto por mais R$ 90”, disse Caiado.
Nesta quinta (17), o presidente Lula anunciou um reajuste do Bolsa Família em cerca de 15%, a pouco mais de duas semanas das eleições. O valor mínimo do programa sai de R$ 600 para R$ 691. Já o benefício médio subirá dos atuais R$ 675 para R$ 777.
Na entrevista à Gazeta do Povo, Ronaldo Caiado classificou Lula como “ladrão do futuro brasileiro”. A crítica sobre medidas eleitoreiras do governo Lula já sido exposta por Caiado ao Jornal da Record, na última quarta (16).
“Essas medidas agora, de reta final, aí. Estou vendo o Lula prometer canetinha de emagrecimento, aumentar o Bolsa Família. Tudo certo, mas não com essa aparência de populismo”, declarou o candidato.
Ronaldo Caiado também voltou a dizer na entrevista à Gazeta do Povo que, se eleito, fará um ajuste fiscal para controlar os gastos públicos por meio de uma emenda constitucional com um limitador de gastos do governo federal, de até 50% do crescimento do Produto Interno Bruno (PIB). O candidato também defendeu a revisão de isenções fiscais e de recursos para programas sociais.
“Vou cortar 100% das emendas impositivas e vou cortar 25% do repasse do duodécimo aos Poderes e órgãos independentes da República”, completou o ex-governador de Goiás.
Alex Pereira, o Poatan, não descarta voltar a competir na divisão dos meio-pesados do UFC. Atualmente focado nos pesos pesados, o brasileiro afirmou que seu contrato com a organização permite que ele atue nas duas categorias.
A possibilidade de retorno ganhou força com a ascensão de Paulo Borrachinha na divisão até 93 kg. O mineiro venceu Azamat Murzakanov em seu compromisso mais recente e ainda possui uma luta prevista no contrato com o UFC. O cinturão da categoria pertence atualmente a Carlos Ulberg.
Em entrevista ao canal Laerte Viana na Área MMA, Poatan explicou que tem liberdade para escolher entre os meio-pesados e os pesos pesados. Apesar disso, reforçou que seu principal objetivo é conquistar o título da categoria até 120,2 kg.
"Eu posso lutar na categoria de baixo ou nos pesos pesados. é um acordo que eu tenho com o UFC entendeu? Mas de verdade eu quero muito lutar nos pesos pesados. Estou com 39 anos, ta acabando e eu tenho chance ainda de conquistar essa parada", afirmou Poatan.
O brasileiro, ex-campeão dos meio-pesados, destacou que pretende aproveitar os últimos anos de carreira para buscar o cinturão dos pesos pesados. Por isso, um retorno à categoria anterior não está entre suas prioridades no momento.
A situação pode mudar caso Poatan não tenha uma oportunidade pelo título dos pesados. Nesse cenário, o lutador afirmou que poderia conversar com o UFC para solicitar um confronto com Borrachinha.
O diretor Bruno Barreto revelou detalhes da produção de “963 Dias — A história de um presidente que recolocou o Brasil nos trilhos”, documentário sobre os 963 dias de Michel Temer à frente da Presidência da República. O cineasta esteve em Salvador nesta sexta-feira (14) para a sessão especial do filme, realizada no Shopping da Bahia, e conversou com a imprensa sobre o projeto.
Uma das escolhas de Barreto foi deixar a obra sem narrador. O diretor explicou que a decisão buscou permitir que os próprios entrevistados conduzissem a narrativa, sem que uma voz externa apresentasse um único ponto de vista sobre os acontecimentos retratados. “Não tem narrador, ao contrário da maioria. Esse não tem, porque o narrador sempre dá um partido, dá um ponto de vista. Eu queria que as entrevistas falassem por si só”, explicou.
A construção do filme levou cerca de dois anos de entrevistas. Barreto trabalhou ao lado de Elsinho Mouco e Maurício Magalhães para reunir depoimentos de diferentes pessoas que acompanharam ou analisaram o governo Temer, entre 2016 e 2019.
A proposta, segundo o diretor, surgiu do desejo de estimular uma análise sobre o período e sobre as transformações políticas ocorridas no país a partir daquele momento. Barreto considera o governo Temer um período marcado pela busca do consenso e questiona as razões pelas quais a gestão recebeu oposição de diferentes setores políticos.
“Eu queria fazer um convite à reflexão sobre o último governo que buscou o consenso. A Nova República se encerra com o governo Temer (…) Eu fiquei intrigado. Por que esse governo que estava arrumando a casa foi implodido tanto pela direita quanto pela esquerda?”, questionou.
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Foto: André Carvalho/BN Hall
Para o cineasta, os depoimentos reunidos no documentário permitem que diferentes perspectivas sejam apresentadas sem que a produção determine uma interpretação única. A proposta também se relaciona, segundo ele, ao atual momento político brasileiro.
“Eles refletem sobre o que está acontecendo. Eu acho que o que mais precisamos, sobretudo agora, nessa época de eleição, é refletir. Precisamos votar com a cabeça e não com o fígado”, defendeu.
A sessão especial em Salvador foi promovida pela Associação Comercial da Bahia (ACB) em parceria com o BN Hall, coluna social do Bahia Notícias, e integrou a agenda comemorativa pelos 215 anos da instituição.
Com 50 anos de carreira, Bruno Barreto acumula 20 filmes dirigidos, entre eles “Dona Flor e Seus Dois Maridos” (1978) e “O Que É Isso, Companheiro?”, indicado ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro em 1998.
“963 Dias” tem estreia oficial prevista para setembro, em dez capitais brasileiras, ainda não divulgadas. O documentário também deve chegar às plataformas de streaming no segundo semestre deste ano.
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Nesta segunda-feira (10), a ministra da Igualdade Racial, Rachel Barros, esteve em Salvador para participar do Colóquio Internacional Cultura, Relações Exteriores, Desenvolvimento e Reparação. O evento, que acontece nas cidades de Salvador e Cachoeira, integra as celebrações pelos 25 anos de fundação do FENEBA e desdobra as discussões iniciadas no 9º Congresso Panafricano, sediado em Lomé, no Togo.
"Na Bahia, assim como nos demais estados brasileiros, vale destacar a consolidação da Política Nacional para Povos e Comunidades Tradicionais de Terreiros e de Matriz Africana, que traz medidas intersetoriais para garantir os direitos, além de promover cultura, memória e enfrentar o racismo sistêmico e religioso no país", conta.
Em entrevista exclusiva ao Bahia Notícias, a ministra abordou temas centrais de sua agenda no estado, a importância das políticas públicas descentralizadas, o combate à escala 6x1 e os avanços na titulação de terras quilombolas.
O governador da Bahia Jerônimo Rodrigues (PT) cobrou agilidade e resolução a respeito da concessão da rodovia Engenheiro Vasco Filho (BR-324). Em entrevista à rádio Antena 1 Salvador, nesta quinta-feira (30), o petista pediu rapidez do Tribunal de Contas da União (TCU) no trâmite de processos legais e judiciais para que as rodovias possam ser retiradas de concessão e devolvidas ao Ministério dos Transportes.
“A minha expectativa é que retome esse cuidado até que aconteça o leilão. Que o processo depois de judicialização, de prazo de recurso, que a gente possa ver um plano de estabilidade da nossa BR-324", disse durante entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar.
O gestor pediu ainda que sejam reeditadas em um novo leilão a concessão da obra, para garantir que ocorra obras essenciais como a duplicação dos trechos restantes
“Então a expectativa nossa é que a gente possa, pedindo ao Ministério, e ao TCU, ao Tribunal de Contas, que dê agilidade dentro do prazo legal — nada de impor, nada contra o TCU, mas que possam devolver ao Ministério e o órgão assim conduzir o processo de leilão”, afirmou aos apresentadores Maurício Leiro e Rebeca Menezes.
Jerônimo criticou ainda a concessionária Via Bahia, antiga responsável pela rodovia por descumprir obrigações contratuais na BR-324 e BR-116, cobrando pedágio sem oferecer serviços adequados de socorro, manutenção e ampliação das vias.
O governador pediu também sensibilidade na Operações de "Pare e Siga nos horários dessas intervenções para que não ocorram em períodos de alto tráfego (pós-feriados, festas regionais ou segundas-feiras).
A paixão de Elisa pelo ciclismo começou antes mesmo de ela conhecer o BMX. Ainda pequena, já gostava de pedalar, fazer trilhas e passar boa parte do tempo sobre uma bicicleta. Foi assistindo a uma reportagem sobre um projeto social que surgiu a oportunidade de conhecer a modalidade que, poucos anos depois, transformaria sua vida e a colocaria entre os principais nomes da categoria sub-11 no estado.
Hoje, aos 10 anos, Elisa é campeã baiana, vice-líder do ranking nacional da categoria e já acumula experiências em competições por diversos estados brasileiros. Entre treinos, viagens e escola, mantém uma rotina intensa, mas sem abrir mão da infância. Quando não está na pista, prefere brincar na rua, jogar futebol, vôlei ou sair para pedalar com sua bicicleta de mountain bike.
Como começou sua história no BMX?
Desde pequena eu sempre gostei muito de andar de bicicleta. Fazia trilhas e vivia pedalando. Um dia minha mãe assistiu a uma reportagem sobre um projeto social de BMX e me mostrou. Na mesma hora eu quis conhecer. Fui fazer um treino e gostei muito. Desde então continuo treinando no projeto e participando das competições.
Em entrevista ao Bahia Notícias, a garota falou sobre o início no esporte, as dificuldades das competições nacionais, a inspiração em grandes atletas do BMX, os sonhos de disputar o Pan-Americano e, futuramente, as Olimpíadas, além de deixar um recado para outras crianças sobre a importância do esporte e de aproveitar a infância. Confira a entrevista completa na íntegra.
Em alusão ao dia 3 de julho, data que marca o Dia Nacional de Combate à Discriminação Racial e o aniversário da Lei Afonso Arinos (primeira legislação contra o racismo no país), o Bahia Notícias realiza uma entrevista exclusiva com Bárbara Souza, Secretária-Executiva do Ministério da Igualdade Racial. Na conversa a secretária detalha as ações do governo federal para combater o racismo estrutural, a expansão das políticas públicas para os territórios, incluindo o Pelourinho, em Salvador, e o desafio de tornar a igualdade racial um compromisso transversal em toda a máquina pública.
Confira a entrevista na íntegra:
Secretária, o dia 3 de julho marca a aprovação da Lei Afonso Arinos, a primeira lei brasileira contra o racismo, promulgada há mais de 70 anos. De lá para cá, a nossa compreensão evoluiu para entender que o racismo no Brasil não é apenas uma atitude individual, mas um problema estrutural e institucional. Como a Secretaria-Executiva trabalha hoje para que o Ministério não atue apenas no combate ao preconceito e à injúria, mas consiga de fato desmantelar o racismo impregnado nas estruturas do Estado brasileiro?
Uma honra estar falando com o Bahia Notícias, em nome aqui do Ministério da Igualdade Racial. Especialmente em alusão ao 3 de julho, que marca a aprovação da lei Afonso Arinos, a primeira lei brasileira contra o racismo, promulgada há mais de 70 anos. De lá para cá, a gente teve uma caminhada muito importante de ampliação da voz, da denúncia, do espaço de construção também da narrativa do povo negro. Isso, obviamente, entrou na Constituição de 88 e, desde 2003, com o presidente Lula, ganhou um fôlego mais amplo com a criação da primeira Secretaria com status de Ministério, a SEPPIR, e com a criação da Política Nacional de Promoção da Igualdade Racial. Desde 2023, isso vem ganhando um fôlego ainda maior.
O Ministério da Igualdade Racial vem atuando arduamente para fortalecer a política de igualdade racial no Brasil e construir estratégias de enfrentamento ao racismo institucional e estrutural da nossa sociedade. Acho que algumas conquistas dessa caminhada são importantes. A primeira: em 2014, foi aprovada a primeira lei de cotas para concursos públicos e agora, em 2025, uma segunda edição dela é aprovada, ampliando o número de vagas para pessoas negras de 20% para 25% e incorporando também 3% para pessoas indígenas e 2% para pessoas quilombolas.
Logo na sequência, o modelo implementado pelo governo do Brasil — que o Ministério da Gestão e Inovação (MGI) e o MIR vêm sendo muito parceiros — que é o Concurso Nacional Unificado. Eu costumo falar que ele foi a maior ação afirmativa em concursos públicos da história. A segunda edição do CNU teve, de todos os ingressantes, 40,5% de ações afirmativas, sendo 29,5% de pessoas negras. Ter o Estado brasileiro cada vez mais representativo do que nós somos em nossa diversidade é fundamental.
Outra ação que a gente vem implementando com muito fôlego é o Programa Federal de Ações Afirmativas, que vem estimulando junto aos ministérios planos de ações afirmativas, tanto para a gestão interna e processos formativos, como para as políticas finalísticas. Ministérios como o da Saúde, Relações Exteriores, Gestão e Inovação, Planejamento, Turismo e Direitos Humanos já construíram planos específicos. Além disso, estamos incrementando a formação de gestores para iniciativas antirracistas com o programa FIAR (Formação e Iniciativas Antirracistas), uma parceria com a ENAP, que já formou mais de 25 mil pessoas em nível federal, estadual e municipal.
Falando sobre ações concretas: nós sabemos que a população preta e parda representa mais de 55% dos brasileiros, segundo o IBGE, mas continua liderando os índices de pobreza, desemprego e letalidade violenta, o último Atlas da Violência, por exemplo, aponta que mais de 76% das vítimas de homicídio no país são negras. O Ministério tem apostado em iniciativas como o Plano Juventude Negra Viva, o Aquilomba Brasil e a recente expansão das Casas da Igualdade Racial. Diante do nosso cenário de restrições fiscais, quais são os maiores desafios orçamentários e de articulação com estados e municípios para garantir que essas políticas não fiquem restritas a Brasília e cheguem de fato à ponta, alterando a realidade nos territórios?
Bom, a dimensão de buscar assegurar cada vez mais orçamento para a política social e para as políticas de igualdade racial é algo central, um compromisso que o governo do Brasil tem tido. Obviamente, no cenário de restrição fiscal, é fundamental que a gente busque saídas e priorização para as ações. O Ministério tem trabalhado ativamente para manter as políticas públicas já em curso fortalecidas.
Você trouxe aqui programas-chave, como o Plano Juventude Negra Viva, que é o maior plano da história voltado para a juventude negra. Sabemos dos desafios com os dados de segurança pública para jovens negros, com a taxa de homicídio muito elevada. Ter uma resposta integrada que pegue ações de educação, de cultura e de inclusão produtiva é fundamental. O Plano traz um investimento amplo de cerca de R$ 850 milhões, de forma muito articulada com 18 ministérios.
Além disso, nosso Sistema Nacional de Promoção da Igualdade Racial (SINAPIR), que é o "SUS da Igualdade Racial", tem se expandido muito. Hoje estamos nos 27 estados da federação. Um dos equipamentos mais importantes é a Casa da Igualdade Racial, que abre as portas para atender vítimas de crimes raciais (com acolhimento jurídico, social e psicológico) e também incorpora ações de inclusão produtiva e cultural. Na Bahia, temos uma Casa da Igualdade Racial recentemente lançada, que fica no Pelourinho. Convido a todos que nos acompanham a visitar e conhecer esse espaço.
Por fim, o programa Aquilomba Brasil é voltado para as comunidades quilombolas de todo o país. O último censo indica uma população de quase 1,5 milhão de pessoas nessas comunidades, e o programa atua em quatro eixos: acesso à terra, inclusão produtiva, acesso a direitos e infraestrutura. Tivemos os maiores avanços da história no campo da regularização fundiária. O presidente Lula, desde 2023, foi o presidente que mais decretou territórios quilombolas declarados para interesse social, foram 79 decretos só nessa gestão e 74 títulos fundiários expedidos. Ainda temos muito a fazer, mas os números demonstram nosso grande compromisso.
A senhora tem uma trajetória forte na gestão de políticas sociais e na pesquisa sobre comunidades tradicionais. Nós sabemos que a igualdade racial não se resolve apenas dentro de um único ministério. Como tem sido o desafio de articular a transversalidade dessa pauta com ministérios que detêm os maiores orçamentos, como Educação, Saúde, Justiça e Segurança Pública? Já podemos dizer que a perspectiva racial deixou de ser vista como um 'nicho' para se tornar um critério obrigatório no desenho de qualquer grande política pública do atual governo?
De fato, tenho mais de 20 anos de atuação com políticas sociais no governo, boa parte com políticas de igualdade racial e pesquisa voltada para movimentos negros e comunidades tradicionais. Essa pergunta que você faz é central quando falamos de transversalidade. Necessariamente, precisamos de um órgão central de coordenação, papel que o MIR vem desempenhando, mas que envolve articulação com diversos ministérios.
Vou trazer dois exemplos importantes dessa articulação interministerial. O primeiro é o Plano Plurianual (PPA). O nosso PPA, construído em 2023, traz uma metodologia extremamente relevante que é a Agenda Transversal. Nela, temos hoje 25 ministérios com ações, programas e iniciativas voltadas para a igualdade racial, com um investimento no último ano de R$ 643 milhões. Precisamos avançar com certeza, mas é um número sólido que só é possível porque une as várias áreas da esplanada em torno dessa importante agenda.
O segundo exemplo é o Segundo Plano Nacional de Promoção da Igualdade Racial. Ele é uma resposta à ADPF das Vidas Negras, julgada pelo Supremo Tribunal Federal em dezembro do ano passado, que reconhece judicialmente que o racismo estrutural é um problema gravíssimo e que demanda uma resposta direta do Estado brasileiro. O Ministério já vinha no processo de atualizar esse plano, e com a decisão do STF a gente ganha um marco inovador, que é a "obrigação de fazer".
Fizemos também uma consulta ao STF sobre a importância de que governos estaduais e municipais também tenham esse compromisso e obrigação, porque as políticas, para chegarem na ponta, necessariamente passam pela federalização. A construção desse plano envolve um diálogo direto com esses 25 ministérios. Quero finalizar destacando o quão central é essa dimensão da transversalidade e da articulação entre os vários setores do governo para que tenhamos resultados mais robustos na promoção da igualdade racial no nosso país.
Em entrevista na Antena 1 Salvador nesta sexta-feira (22), ao programa Bahia Notícias no Ar, a diretora de museus do IPAC, Adriana Cravo, falou sobre a programação da 24ª edição da Semana Nacional dos Museus, programação especial que se estende até este domingo (24).
Na Bahia, a programação reúne oficinas, rodas de conversa, exibições audiovisuais, visitas mediadas e atividades educativas voltadas para públicos de diferentes idades. Como destaque, Adriana sugeriu a exposição em homenagem ao autor Ziraldo.
“Todos os museus que fazem parte do IPAC prepararam uma semana especial, no MAC existem oficinas, e vamos ter especialmente a abertura do mundo zira no MAB. É uma exposição completamente diferente, tem uma parte de interação tecnológica muito interessante que agrada a todos. Ziraldo é uma figura que nos atravessa afetivamente”, disse a diretora.
O objetivo, segundo ela, é fomentar a visitação desses espaços e popularizar os museus no estado. “[O objetivo é] fazer com que a população não entenda mais aquele lugar como um espaço de elite. Eu acredito que exposições como a de Ziraldo e outras aproximem as pessoas”, completou Adriana.
A diretora também comentou a questão do investimento em equipamentos culturais na Bahia, feitos pela Secretaria de Cultura do Estado (Secult).
“Nós temos um investimento da Secult diretamente, mas contamos com editais públicos e propostas de produtores e artistas para fazerem parte das pautas. E hoje também contamos com instituições como o Banco do Brasil que tem sido um parceiro incrível dessa dinamização dos nossos espaços”, afirmou Adriana.
A gestora ainda destacou o apoio a equipamentos privados que atuam no interior do estado, que geralmente são da iniciativa privada ou vinculados aos municípios. “No IPAC, através de sistema de museus, oferecemos apoio técnico para que eles desenvolvam projetos”, explicou a diretora.
Confira a programação:
MUSEU DE ARTE DA BAHIA (MAB)
SÁBADO (23) E DOMINGO (24)
Sessões às 10h, 11h, 12h, 15h, 16h e 17h - MIRÁ no MAB: mostra infantil
MUSEU DE ARTE CONTEMPORÂNEA DA BAHIA (MAC_BAHIA)
SEXTA (22)
10h às 20h - Abertura do Festival Mãos da Moda com a Feira de Moda Artesanal da Bahia em parceria com SecultBA/ Artesanato da Bahia / Nordestesse .
SÁBADO (23)
10h às 20h - Festival Mãos da Moda com a Feira de Moda Artesal da Bahia em parceria com SecultBA/ Artesanato da Bahia / Nordestesse
11h e 14h - Mural coletivo de arte urbana. Oficina infantil de criação coletiva em mural de papel inspirado na Galeria Muro. 10 vagas. Ponto de Encontro: Galeria Muro. Inscrições com 30min de antecedência.
15h30 - DESFILE do Festival Mãos da Moda com a Feira de Moda Artesanal da Bahia
17h – Visita mediada ao CIRCUITO MAC_BAHIA. Ponto de encontro: mini rampa de skate.
DOMINGO (24)
10h às 20h - Festival Mãos da Moda com a Feira de Moda Artesal da Bahia em parceria com SecultBA/ Artesanato da Bahia / Nordestesse
15h30 - DESFILE do Festival Mãos da Moda com a Feira de Moda Artesal da Bahia
17h – Visita mediada ao Circuito MAC_BAHIA. Ponto de encontro: mini rampa de skate
MUSEU DE ARTE MODERNA (MAM)
SEXTA (22)
9h às 13h - Rolezinhos Literários: leitura, cidade e inclusão Coletivo Oxe Criações / TJ BAHIA (Local: Arcadas)
17h – Apresentação musical (Projeto Mbiras do Brasil)
SÁBADO (23)
10h às 20h - Festival Mãos da Moda com a Feira de Moda Artesal da Bahia em parceria com SecultBA/ Artesanato da Bahia / Nordestesse
11h e 14h - Mural coletivo de arte urbana. Oficina infantil de criação coletiva em mural de papel inspirado na Galeria Muro. 10 vagas. Ponto de Encontro: Galeria Muro. Inscrições com 30min de antecedência.
15h30 - DESFILE do Festival Mãos da Moda com a Feira de Moda Artesanal da Bahia
17h – Visita mediada ao CIRCUITO MAC_BAHIA. Ponto de encontro: mini rampa de skate.
DOMINGO (24)
10h às 20h - Festival Mãos da Moda com a Feira de Moda Artesal da Bahia em parceria com SecultBA/ Artesanato da Bahia / Nordestesse
15h30 - DESFILE do Festival Mãos da Moda com a Feira de Moda Artesal da Bahia
17h – Visita mediada ao Circuito MAC_BAHIA. Ponto de encontro: mini rampa de skate
MUSEU DE ARTE MODERNA (MAM)
17h – Apresentação musical (Projeto Mbiras do Brasil)
Uma cláusula de confidencialidade em um contrato com financiadores do filme “Dark Horse”, que fala sobre a trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro, teria sido o motivo para que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) escondesse sua relação com o banqueiro Daniel Vorcaro. O pré-candidato a presidente, em entrevista à Globonews nesta quinta-feira (14), admitiu que mentiu sobre suas conversas com Vorcaro para não quebrar o contrato.
“Eu não falei que era mentira. Tenho contrato de confidencialidade. Estou falando disso agora porque veio à tona, não tem mais como negar”, disse Flávio aos jornalistas da GloboNews. “Eu menti. Eu podia descumprir uma cláusula contratual? Isso gera multa, isso gera exposição dos investidores”, completou o pré-candidato.
Segundo o senador, o contato com o banqueiro Daniel Vorcaro era “exclusivamente” para tratar do projeto audiovisual e negou irregularidade na relação.
“Se eu falo assim, ‘eu conheço o Vorcaro’, a pergunta seguinte qual ia ser? ‘Qual a sua relação com ele?’ Eu ia ter que falar do filme. Foi só por isso que eu me eximi”, alegou o filho do ex-presidente Bolsonaro.
Na entrevista, o pré-candidato não explicou os termos do contrato de confidencialidade e nem com quem foi firmado o acordo. Flávio afirmou que a decisão de mostrar o documento depende dos investidores e do gestor do fundo envolvido.
“Tem que falar com o investidor, com o gestor do fundo, para saber se é possível que isso aconteça, até porque é uma relação jurídica nos Estados Unidos”, declarou Flávio Bolsonaro, que disse ainda que os contratos envolviam outros investidores, que também exigiram sigilo.
O episódio #97 do BN na Bola recebe nesta terça-feira (28), às 19h, o atacante Tiago Recife, do Fluminense de Feira.
Durante a entrevista com os apresentadores Thiago Tolentino e Hugo Araújo, o jogador vai abordar a disputa da Série B do Campeonato Baiano, que terá início neste fim de semana.
Aos 34 anos, Tiago Recife também falará sobre a carreira no futebol. Na atual temporada, o atacante foi artilheiro do Baianão 2026, com sete gols em nove partidas pelo Jequié, superando jogadores de Esporte Clube Bahia e Esporte Clube Vitória.
A transmissão ocorrerá ao vivo, a partir das 19h, no canal do YouTube do Bahia Notícias. Para não perder nenhum detalhe, basta se inscrever no canal, deixar o seu like e ativar o sininho para receber o alerta de início da live.
Em reportagem divulgada na edição desta sexta-feira (17) da revista semanal alemã Der Spiegel, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva fala sobre seus planos para a eleição deste ano, das pesquisas atuais e do principal adversário, Flávio Bolsonaro, e a respeito das suas estratégias para lidar com Donald Trump.
Na resposta que deu a um questionamento da revista sobre a atual liderança de Flávio Bolsonaro nas simulações de segundo turno feitas por pesquisas recentes, Lula disse que irá respeitar a decisão do povo nas urnas.
“Quando o povo toma uma decisão, seja de direita, de esquerda ou do centro, temos que aceitar esse resultado. Eu nunca teria imaginado que um metalúrgico, que já foi líder sindical como eu, fosse eleito três vezes para a presidência. Mas aqui estou eu!”, destacou o presidente.
Em declaração na última semana a um veículo de imprensa, Lula colocou em dúvida sua sétima candidatura a presidente da República. A revista Der Spiegel fez questionamento a respeito da confirmação da candidatura do líder petista, e Lula disse que “depende”.
“Haverá uma convenção partidária na qual meu partido discutirá os principais nomes. Estou me preparando para isso. Minha cabeça e meu corpo estão 100% em forma. Quero chegar aos 120 anos!”, afirmou.
Ainda sobre a disputa com Flávio Bolsonaro, Lula disse na entrevista não temer que o Brasil seja dominado pelo autoritarismo.
“O Brasil continuará sendo um país democrático no futuro. Além disso: vamos vencer esta eleição e garantir que nossa democracia se torne ainda mais estável. Aqui não há espaço para fascistas; para pessoas que não acreditam na democracia” colocou o presidente brasileiro.
“Essa ideologia de direita que governa o mundo não tem futuro. Em vez de ideias, ela apenas espalha ódio e mentiras”, completou Lula.
O episódio #96 do BN na Bola, quer será exibido nesta terça-feira (14), às 19h, contará com a participação do boxeador Keno Marley, um dos principais nomes da modalidade no Brasil na atualidade.
Natural de Sapeaçu, na Bahia, o atleta construiu trajetória relevante no cenário internacional, com conquistas como o título olímpico da juventude em 2018, o vice-campeonato mundial em 2021 e medalhas em Jogos Pan-Americanos — prata em 2019 e 2023. Especialista na categoria até 92kg, Keno também representou o país nas Olimpíadas de Tóquio 2020 e na edição seguinte do evento.
Durante a entrevista, o pugilista conversa com os apresentadores Hugo Araújo e Thiago Tolentino sobre a trajetória no boxe, faz um balanço do último ciclo competitivo e projeta os próximos passos da carreira.
Outro ponto abordado será a transição para o boxe profissional. Keno Marley já iniciou essa nova fase com vitória e deve detalhar os bastidores da preparação para o início no novo cenário.
A transmissão será ao vivo, no canal do Bahia Notícias no YouTube. Para acompanhar, basta se inscrever na plataforma e ativar as notificações.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva revelou ter conversado com o técnico da Seleção Brasileira, Carlo Ancelotti, sobre a possível convocação de Neymar para a próxima Copa do Mundo, disputada entre junho e julho. A declaração foi dada em entrevista ao site Brasil 247.
Segundo Lula, o tema surgiu durante um encontro com o treinador. “Eu tive a chance de conversar com o Ancelotti. E aí o Ancelotti perguntou para mim, 'você acha que o Neymar deve ser convocado?' Eu falei: ‘olha, se ele estiver fisicamente preparado, ele tem futebol”, afirmou.
A reunião entre o presidente e o técnico ocorreu em 26 de janeiro, durante um evento ligado à Copa do Mundo Feminina de 2027, que será sediada no Brasil. Na ocasião, ambos posaram para fotos, e Lula chegou a brincar ao sugerir que Ancelotti comandasse o Corinthians.
Ao comentar a situação de Neymar, o presidente também citou referências do futebol mundial. Para ele, o atacante deve priorizar o desempenho físico. “É preciso saber se ele quer. Se ele quiser, ele tem que ser profissional. Ele é novo ainda. Mas ele não pode querer ir pelo nome. Ele tem que ir pelo futebol. Ele pode se espelhar no Cristiano Ronaldo, no Messi, e ele vai para a seleção”, declarou.
Neymar aguarda a definição sobre sua presença no Mundial, que pode marcar sua primeira convocação sob o comando de Ancelotti. A lista oficial de convocados vai ser divulgada no dia 18 de maio, na tarde de uma segunda-feira.
“Jamais chegarei perto dele (Jair Bolsonaro). Seria como comparar o filho de Pelé com o próprio Pelé”. Essa afirmação foi feita pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em uma entrevista ao jornal britânico Financial Times. A publicação inglesa publicou uma extensa reportagem nesta terça-feira (7) sobre o pré-candidato do PL à presidência da República.
A frase dita por Flávio ao Financial Times se deu quando a publicação questionou o senador sobre o motivo dele se recusar a ocupar a cadeira que era utilizada pelo ex-presidente Jair Bolsonaro no escritório que mantinha na sede do PL, em Brasília. Flávio Bolsonaro recebe visitantes e mantém encontros políticos no mesmo gabinete, mas não senta na cadeira do pai.
Na reportagem sobre Flávio Bolsonaro, intitulada “A Volta dos Bolsonaros”, o Financial Times diz que a candidatura do senador surgiu quando a “família Bolsonaro parecia estar politicamente acabada”. O jornal inglês, no perfil traçado sobre o principal adversário do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, considera que Flávio teria se colocado como um candidato “altamente competitivo” para as eleições deste ano.
“Jair Bolsonaro, o ex-presidente de extrema-direita do Brasil, estava preso, condenado a 27 anos por conspiração para um golpe de Estado e libertado da prisão domiciliar após tentar romper uma tornozeleira eletrônica. Seu filho combativo, Eduardo, frequentemente visto como seu herdeiro mais provável, foi expulso do Congresso e vive em autoexílio nos EUA. Mas a família está orquestrando um rápido retorno. A seis meses das eleições presidenciais brasileiras, Flávio Bolsonaro, o filho mais velho, de temperamento mais moderado, surge como um candidato altamente competitivo”, escreve a reportagem.
O Financial Times destaca que a plataforma de campanha de Flávio Bolsonaro deve ser semelhante às posições de Jair Bolsonaro, principalmente em questões sociais e de combate à criminalidade, embora com uma postura de maior moderação. Entre as ideias destacadas pelo jornal estão a redução da maioridade penal de 18 para 16 anos ou até 14 para casos de assassinato e estupro, além de impostos menores e mais privatizações.
“Para atrair o eleitorado de centro, Flávio Bolsonaro está enfatizando sua reputação como o membro mais moderado da família. Advogado que já foi dono de uma loja de chocolates, seu tom é menos agressivo e confrontador do que o de seu pai. Como presidente, Jair Bolsonaro era notoriamente cético em relação às vacinas contra a covid-19; Flávio Bolsonaro, por sua vez, tomou a vacina publicamente”, diz a matéria.
Sobre a disputa com Lula, a reportagem do jornal inglês destaca que ambos os candidatos possuem altos índices de rejeição. O Financial Times avalia que a equipe de campanha de Lula deverá atacar Flávio por casos como o da “rachadinha” na Assembleia do Rio e supostas ligações com milícias.
Outro ponto enfocado pela reportagem do Financial Times foi um questionamento se o senador estaria preparado para suportar as pressões de uma campanha presidencial. O jornal lembra do momento em que Flávio Bolsonaro desmaiou durante um debate na televisão.
“Embora Flávio Bolsonaro esteja na política há mais de 20 anos, também existem dúvidas sobre se ele consegue suportar a pressão de uma eleição presidencial. Sua campanha para prefeito do Rio de Janeiro em 2016 foi um desastre: em um debate, ele quase desmaiou e teve que desistir. Acabou ficando em quarto lugar”, afirma o texto.
Na entrevista que deu ao Financial Times, Flávio afirmou que o presidente Lula é “hostil demais” aos Estados Unidos enquanto favorece seu parceiro chinês, Xi Jinping. “O presidente Lula está errado ao fechar as portas para os Estados Unidos e simplesmente abrir o Brasil como se fosse uma colônia chinesa”, afirmou ao veículo.
Flávio Bolsonaro também procurou em suas respostas mostrar um contraste com aquele que deve ser seu principal oponente em outubro.
“O Brasil precisa urgentemente de mudanças, de um governo mais jovem, moderno e com mais energia. O problema não é a idade de Lula, é que suas ideias estão ultrapassadas”, disse o pré-candidato do PL à presidência.
O atacante Gabriel Jesus mantém forte ligação com o Palmeiras e admite que considera, de forma recorrente, um possível retorno ao clube que o revelou. Atualmente no Arsenal, o jogador afirmou que o desejo de voltar ao futebol brasileiro segue presente em seus planos.
Mesmo após quase uma década atuando no futebol inglês, o vínculo com o time paulista permanece. Durante a última Data Fifa, o atleta esteve no Brasil, visitou familiares e utilizou a estrutura da Academia de Futebol do Palmeiras para manter a forma física.
“Consigo acompanhar bastante. Esse vínculo meu e do Palmeiras nunca foi quebrado. Sempre que estou no Brasil, infelizmente também tive minhas lesões, tratei lá. Sempre acompanho com muito carinho e óbvio que tenho o sonho de voltar um dia para jogar, não para terminar minha carreira. Penso em voltar todos os dias, minha esposa que o diga”, afirmou em entrevista à RomárioTV.
Revelado pelo Palmeiras, Gabriel Jesus foi negociado em 2016 com o Manchester City, onde permaneceu por seis temporadas antes de se transferir para o Arsenal. O atacante destacou o orgulho em ter participado de um período de reconstrução do clube paulista.
“Ver o Palmeiras estar onde está... Porque eu subi em 2014 com o Palmeiras brigando para não cair. Em 2015, eu subi com nove atacantes. Aí eu jogo, a gente ganha a Copa do Brasil e depois o Brasileirão depois de 22 anos. Dali em diante, é história o que o Palmeiras vem construindo”, disse.
Pelo Palmeiras, o jogador conquistou a Copa do Brasil de 2015 e o Campeonato Brasileiro de 2016. Embora o retorno não esteja nos planos imediatos, o clube mantém o interesse futuro na volta de um de seus principais revelados.
Na atual temporada, Gabriel Jesus registra 21 partidas disputadas, com cinco gols marcados e uma assistência.
A Seleção Brasileira perdeu para a França por 2 a 1 na tarde desta quinta-feira (26). No amistoso internacional disputado no Gillette Stadium, em Boston, o zagueiro Léo Pereira foi um dos atletas a falar após a partida e ressaltou a felicidade em representar a camisa do Brasil.
“É um jogo de grande responsabilidade, mas também encaramos como um privilégio muito grande. É uma honra estar defendendo o nosso povo num jogo tão especial, contra uma forte equipe e grandes jogadores. Creio que fizemos um jogo para empatar ou até sair com a vitória talvez, disputamos cada bola. Fico feliz de ter a oportunidade de vestir essa camisa, mas agora é seguir evoluindo e cabeça erguida, porque temos mais uma missão pela frente”, afirmou o defensor.
Léo Pereira, que foi companheiro de zaga de Bremer, comentou sobre ser a primeira vez que jogou com a maioria dos jogadores de defesa da Seleção Brasileira nesta data Fifa e afirmou que a falta de entrosamento pode ter interferido no desempenho coletivo e no resultado da partida.
“A falta de entrosamento interfere um pouco. Foi a primeira vez que joguei com o Bremer e com o Douglas Santos, eu já tinha jogado com o Wesley, mas a falta de entrosamento vai existir, até porque nunca tínhamos jogado juntos. Mas isso não pode servir de desculpa, a Seleção Brasileira só tem jogadores multicampeões e experientes, então não serve como desculpa, mas sim como aprendizado”, finalizou.
Agora o Brasil volta suas atenções para o próximo jogo amistoso. Na próxima terça-feira (31), a Seleção Brasileira vai enfrentar a Croácia, no Camping World Stadium, em Orlando, às 21h (horário de Brasília).
A Seleção Brasileira foi superada pela França nesta quinta-feira (26). As equipes disputaram o primeiro amistoso da data Fifa de março no Gillette Stadium, em Boston. Após a derrota por 2 a 1, o zagueiro Bremer, autor do gol do Brasil, lamentou o resultado negativo.
“É um jogo muito difícil, a gente sabe que a França é uma das melhores seleções do mundo. Mas nós nos comportamos bem, fizemos o que o Ancelotti pediu. Infelizmente tomamos um gol onde erramos na saída de bola, mas o time reagiu bem. Infelizmente não conseguimos ganhar, mas foi uma boa partida para o treinador ver o nosso trabalho”, declarou.
Depois de passar um ano parado por conta da recuperação da lesão de Ligamento Cruzado Anterior (LCA), Bremer precisou passar por uma reviravolta em sua carreira para voltar a vestir a camisa amarelinha novamente. O defensor valorizou a oportunidade e o desempenho demonstrado no amistoso.
“Eu venho de um ano parado por conta de uma lesão de LCA. O meu nome foi muito pouco cotado no período logo após a volta, mas eu sempre tive na minha cabeça de que quando a oportunidade chegasse, eu estaria pronto. Não foi diferente, hoje eu pude fazer um bom jogo, voltar ao meu nível, e espero que eu tenha deixado uma boa atuação para o treinador”, concluiu.
Agora a Seleção Canarinho só volta a campo na próxima terça-feira (31). O time comandado por Carlo Ancelotti vai enfrentar a Croácia, no Camping World Stadium, em Orlando, às 21h (horário de Brasília).
O técnico do Corinthians, Dorival Júnior, manifestou-se a favor de uma restrição no número de jogadores estrangeiros atuando no futebol nacional. A avaliação foi feita após a vitória por 1 a 0 sobre o Athletico-PR, pela segunda rodada do Campeonato Brasileiro, e teve como referência o cenário vivido pela Itália nos últimos anos.
Atualmente, o regulamento da competição permite que cada equipe relacione até nove atletas estrangeiros por partida. Na edição de 2026, 131 jogadores de fora do país estão inscritos. O elenco corintiano conta com seis estrangeiros, incluindo o marroquino Zakaria Labyad, que ainda aguarda regularização.
“Eu também acho que está na hora de intervirmos em relação ao número de estrangeiros em cada equipe brasileira. Nós estamos penalizando uma geração e, futuramente, pagaremos um preço muito alto. Nós não estamos percebendo isso acontecer. A Itália pegou um preço altíssimo em duas Copas do Mundo, tendo dificuldade muito grande de classificação nesta terceira”, afirmou Dorival em entrevista coletiva.
A seleção italiana ficou fora das Copas do Mundo de 2018, na Rússia, e de 2022, no Catar, e ainda disputa a repescagem para tentar vaga no Mundial de 2026, que será realizado nos Estados Unidos, Canadá e México.
Após o resultado positivo no Brasileiro, o Corinthians volta suas atenções para o Campeonato Paulista. A equipe enfrenta a Portuguesa nas quartas de final, em jogo único marcado para domingo, às 20h30, no Canindé.
O icônico Bell Marques, um dos maiores nomes da história do carnaval, é uma das principais atrações do segundo dia da maior festa popular do mundo. Antes de arrastar uma multidão na Barra-Ondina (Circuito Dodô) nesta sexta-feira (13), o cantor fez uma entrevista exclusiva com o Bahia Notícias e comentou o início das vendas de seus blocos para 2027.
“Eu acho que já abriu o bloco da Quinta. É, e já vendeu muito, o bloco da quinta hoje é um dos blocos mais procurados. Foi o primeiro a ser esgotado, o segundo foi a sexta do Vumbora, depois o sábado do Vumbora, depois o domingo do Camaleão e a segunda do Camaleão. A terça deve esgotar amanhã. Então, eu tô entrando no carnaval com os blocos todos vendidos, todos esgotados e passo pelos camarotes também com todos esgotados”, afirmou Bell.
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Bell Marques no "Vumbora" em seu segundo dia de carnaval | Foto: Jackson Martins/agfpontes
Em seu segundo dia de desfile do Carnaval de 2026, Bell Marques vai puxar o trio no primeiro dia do bloco “Vumbora”, depois de já ter feito a festa dos foliões na última noite de quinta-feira (12) com o “Bloco da Quinta”.
Bell Marques, um dos maiores ícones da história do carnaval, é presença confirmada no segundo dia da maior festa popular do mundo. Antes de subir no trio e levar uma multidão no Circuito Dodô (Barra-Ondina) nesta sexta-feira (13), o cantor conversou exclusivamente com o Bahia Notícias e celebrou o sucesso de uma das forças para concorrer a música do Carnaval 2026: “Que calor é esse”.
“Estou muito feliz com a música. Quando a gente grava uma música, não sabemos o que vai acontecer com ela, e quando eu recebi essa música de Wostinho (Nascimento) e Sandro Balla, ela veio de uma forma muito diferente, eu fiz um arranjo completamente diferente e trouxe para minha realidade. Mudei algumas coisas na música, mas a música veio com uma essência muito boa e eu enxerga nela uma música com uma pegada bem forte”, iniciou.

Bell Marques no "Vumbora" em seu segundo dia de carnaval | Foto: Jackson Martins/agfpontes
Bell destacou que a música tem muito a sua cara e fez sucesso entre os fãs, que no primeiro dia do carnaval, pediram para que ele cantasse a canção mais vezes.
“É uma música que é a nossa cara, uma música divertidíssima, tem um ritmo muito a minha cara. Mas fiquei muito feliz com o resultado. Até porque me fortaleceu mais ainda para o Carnaval e você sabe que o Carnaval é vitrine para qualquer artista. E quando dá certo o Carnaval, o ano tá garantido. Ontem eu toquei, sei lá, quatro vezes, porque todo lugar que eu passava as pessoas gritavam: "Que calor é esse? Que calor é esse?". Aí eu acabei tendo que tocar, porque tem que agradar as pessoas que estão ali”, declarou.
Outro ponto alto da entrevista foi a felicidade de Bell ao falar da chegada de Maria Luiza, neta do cantor. Recentemente, seu filho, Rafa, e sua nora, Paty, se tornaram pais e o cantor comentou a recepção da familía Marques para o novo xodó da casa.
"Nós estamos muitíssimos felizes com a chegada de Maria Luiza. Rafa e Paty, um casal maravilhoso, eles merecem ter uma filhinha bacana e a família tá super emocionada com tudo isso. A cada instante um detalhezinho novo. E Paty tá delirando, né? Como toda mãe, e mãe de primeira viagem agora então, mas está super bem. Eu acredito que mude a rotina, porque uma criança dentro de casa muda pra caramba, mas nós estamos numa felicidade danada. Não muda minha agenda não, mas a de Rafa, com certeza (em tom humorado)", finalizou.
Em seu segundo dia de desfile do Carnaval de 2026, Bell Marques vai puxar o trio no primeiro dia do bloco “Vumbora”, depois de já ter feito a festa dos foliões na última noite de quinta-feira (12) com o “Bloco da Quinta”.
Confira o vídeo da entrevista do Bahia Notícias com Bell Marques nas redes sociais do BN:
Se Fábio Luís da Silva, o Lulinha, tiver algum envolvimento com o escândalo e as fraudes no INSS, “vai pagar o preço”. A afirmação foi feita pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em entrevista exclusiva ao site Uol, nesta quinta-feira (5).
Lula foi perguntado sobre eventual relação do filho dela, o Lulinha com o Careca do INSS. Parlamentares da CPMI tentam convocar o filho do presidente para dar explicações e esclarecer denúncias de que ele recebia uma mesada de R$ 300 mil do Careca.
Na entrevista, Lula revelou ter tido uma conversa com o filho, após o nome dele ser mencionado nas investigações. Lula afirmou que teria dito ao filho que ele “vai pagar o preço” se tiver envolvimento.
“Quando saiu o nome do meu filho, eu chamei meu filho aqui. Olhei no olho do meu filho e disse: 'Só você sabe a verdade. Se você tiver alguma coisa, você vai pagar o preço de ter alguma coisa. Se você não tiver, se defenda'”, afirmou.
Em outro questionamento da entrevista, o presidente Lula foi questionado sobre as irregularidades cometidas pelo Banco Master, que levaram à sua liquidação. Lula recordou que quando soube dous problemas do banco, teria convocado o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, e o Procurador-Geral da República, Paulo Gonet, para saber o que achavam do banqueiro Daniel Vorcaro.
Ao Uol, Lula disse que os envolvidos nas fraudes precisam “pagar” pelas irregularidades que podem resultar no maior escândalo financeiro da história do país. “Nós vamos investigar até as últimas consequências”, garantiu o presidente, lembrando que parlamentares podem estar por trás do esquema que levou à liquidação do Master.
"Vamos a fundo nesse negócio [o escândalo do Banco Master]. Queremos saber por que o governo do Rio de Janeiro, do estado do Amapá, colocaram dinheiro do fundo dos trabalhadores nesse banco. Qual é a falcatrua que existe entre o Master e o BRB? Quem está envolvido?", disse o petista.
Ainda sobre o banco, o presidente Lula defendeu a atuação do seu ex-ministro Ricardo Lewandowski, e disse não ter visto problema na revelação de que o escritório de advocacia da família foi contratado pelo Master.
“O Lewandowski é um dos maiores juristas que esse país já produziu. Todo e qualquer bom jurista é contratado por qualquer grande empresa que esteja em dificuldade. Quando eu convidei pra vir (para o ministério), ele saiu do banco. Não tem problema nenhum”, colocou Lula.
O senador Otto Alencar (PSD) afirmou, em entrevista à Antena 1, que não apoiará a candidatura de Ronaldo Caiado caso o presidenciável migre para o PSD. A declaração acontece em meio à saída do governador de Goiás do União Brasil e chegada no PSD, confirmada nesta terça-feira (27).
Questionado por Maurício Leiro e Rebeca Menezes, no programa Bahia Notícias no Ar, o senador garantiu que seguirá com o apoio ao presidente Lula mesmo com a escolha de um nome de sua sigla para disputar à Presidência da República.
“No palanque do PSD Bahia não. Aqui na Bahia vamos apoiar com todas as letras Luiz Inácio Lula da Silva em sua reeleição e a reeleição do governador Jerônimo Rodrigues. Isso já conversei com deputados federais, a maioria deles consentiram. O Kassab já sabe disso”, destacou Otto.
O senador ainda afirmou que, apesar de não ter problemas com o candidato, a decisão não foi planejada. “Não tenho nenhuma crítica a ele, mas aqui na Bahia não não vamos aceitar uma mudança de caminho de última hora”, disparou.
O senador Otto Alencar (PSD) comentou as articulações para as eleições para o Governo da Bahia e garantiu que o PSD ainda está na etapa das negociações sobre o espaço do partido na chapa majoritária. A declaração foi dada em entrevista ao Bahia Notícias no Ar, na Antena 1 (100.1 FM).
Após uma série de especulações acerca da participação de seu partido na chapa governista, o parlamentar negou qualquer definição para a disputa de outubro.
“Ainda está em discussão, não tem ainda uma decisão formalizada. A convenção é em julho, e nós vamos ter que aguardar. Até lá tem muito tempo”, alegou Otto.
Questionado sobre a foto do presidente Lula tirada com a ausência dele e de seus correligionários, o senador desmentiu os rumores de rompimento com o presidente. “Quanto à fotografia que se tira num evento com o presidente Lula, são elucubrações simplistas.”, afirmou.
O psdbista ainda criticou as declarações sobre uma possível chapa “puro-sangue” e atribuiu a responsabilidade ao senador petista e atual líder do governo no Senado, Jaques Wagner.
“Lamentavelmente, e aí não fui eu, quem levantou essa possibilidade em janeiro foi Wagner, fazendo a chapa com o governador Jerônimo, o ministro da Casa Civil Rui e ele [Wagner], se passou 2025 todo discutindo isso e até agora não resolveu. Na minha óptica, eleição se discute no ano da eleição. Até porque a discussão precoce termina prejudicando as ações do governo. Não foi eu que levantei essa questão”, completou.
“Ou superamos o passado ou não teremos futuro”. A afirmação foi feita pelo ex-presidente Michel Temer, em entrevista à edição da revista Veja que chegou nesta sexta-feira (23) às bancas. A frase de Temer se refere à polarização que domina a política brasileira.
“No meu tempo havia oposição, mas não havia essa radicalização de posições”, colocou o ex-presidente. Superar o passado, segundo ele, é a única receita para o Brasil sair do “atoleiro político” em que se encontra hoje.
À revista, o ex-presidente defendeu a construção de um pacto político contra a polarização. Michel Temer afirma que o eleitor brasileiro está cansado da disputa entre Lula e Bolsonaro, e diz acreditar que a alternativa aos dois passa pela moderação.
“É um momento em que os candidatos podem lançar projetos para o país. Se isso acontecesse, ao invés da disputa Lula e Bolsonaro, teríamos uma disputa de projetos para chegar ao poder. Essa pregação parece de certa ingenuidade, eu sei, mas não é. O ideal seria o centro e a centro-direita terem um programa para o país para se opor a outro programa, e daí nós melhoramos as relações políticoeleitorais-administrativas no país”, explica o ex-presidente.
Michel Temer diz à Veja que já foi procurado pelos governadores que pretendem disputar a Presidência, e teria dado a eles essa sugestão. Há pelo menos quatro atuais governadores que demonstram intenção de se candidatar em outubro: Tarcísio de Freitas (Republicanos), Ronaldo Caiado (União), Romeu Zema (Novo) e Ratinho Jr. (Paraná).
“Qualquer um deles que vier a ser candidato representa muito adequadamente o meu pensamento. O eleitorado está cansado dessa disputa de nome contra nome”, concluiu Temer.
O ex-presidente também foi questionado se a candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) poderia ser um fato de união da centro-direita. Para Temer, se Fávio chegar a um segundo turno, o nome dele acabará sendo uma opção natural do centro, da centro-direita e da “direita radical”.
A revista Veja perguntou ainda ao ex-presidente Michel Temer se ele se incomoda com declarações do presidente Lula o chamando de “golpista”. Temer disse que Lula faz isso para agradar a militância, mas mostrou não gostar do tratamento que lhe é dispensado.
“Conheço bem o presidente Lula. Sempre me dei muito bem com ele e ele comigo. Mas ele faz isso para agradar a uma ala do PT. Não deveria fazê-lo. Muita gente diz que, como fizemos grandes reformas, como recuperamos as estatais, como reduzimos juros, como recuperamos o PIB, como reduzimos inflação — se foi golpe, foi golpe de sorte. Não me incomodo minimamente mais com isso. Compreendo essas coisas e, com toda a franqueza, fico acima dessas palavras inteiramente inadequadas”, disse Michel Temer.
Porto e Vitória se enfrentaram na tarde deste domingo (18), pela terceira rodada do Baianão. No empate por 1 a 1, o Leão abriu o placar com Pablo, enquanto Ítalo marcou um golaço de bicicleta para deixar tudo igual. Na entrevista pós-jogo, o atacante do Cacique ressaltou o cansaço do time no jogo.
“Primeiramente agradeço a Deus pelo gol. Referente a partida, acredito que nossa equipe sentiu o jogo por cansaço, porque tivemos uma viagem longa no último jogo. Mas pudemos suportar depois do primeiro tempo, conversamos com o Sandro (Duarte) e empatamos com um a mais”, avaliou.
No primeiro tempo, o Vitória abriu o placar com Pablo, que comemorou o gol subindo no alambrado, mas já tinha recebido um amarelo antes, e com isso, foi advertido com um novo cartão amarelo e consequentemente expulso.
Na segunda etapa, aos 14 minutos, Saulo cobrou um lateral na área, Adriano Napão desviou de cabeça e Ítalo pedalou uma bicicleta certeira para empatar o jogo para o Porto, deixando o placar igualado até o fim.
“Mas agora é trabalhar, né? Descansar, porque quinta-feira a gente já tem mais um outro jogo no Baiano e é focar no nosso objetivo”, finalizou o atacante.
O Porto se mantém na terceira posição do Campeonato Baiano, com cinco pontos somados, dois a mais que o Vitória, quarto colocado. Na próxima quinta-feira (22), às 19h15, o Cacique volta a campo contra o Bahia de Feira, na Arena Cajueiro, em Feira de Santana.
Bruninho Samúdio, de 15 anos, segue buscando a garantia de seus direitos. O jovem arqueiro cobrou, durante entrevista ao vivo para a Record, na tarde desta quinta-feira (15), que o seu pai, ex-goleiro Bruno, pague quatro anos de pensão alimentícia que estão atrasados.
“Tentei dar o direito da fala para ele (Bruno) e ele não quis, agora eu quero os meus direitos, que são os quatro anos de pensão alimentícia que ele está me devendo. Eu queria escutar a versão dele para acabar logo com tudo isso de tanto que ele fala: ‘Ah, mas não escuta o meu lado’. Eu tentei dar essa oportunidade, mas ele não abraçou”, declarou.
A oportunidade que Bruninho citou se refere ao encontro entre ele e o pai, algo que foi ideia de Bruno e que teve o agendamento feio pela família de Eliza Samúdio, mãe do jovem.
Bruninho demonstrou frustração ao afirmar que o encontro foi marcado e que Bruno, além de não comparecer, não deu satisfação pela ausência na reunião.
“Acredito que ele (Bruno) vem anos e anos me procurando para pedir uma oportunidade de falar o que realmente aconteceu. Decidi, junto com a minha família, fazer uma reunião e escutar o lado dele. Ele nos procurou aqui no hotel, mas ele não compareceu e não deu nenhuma satisfação no dia”, disse.
O jovem goleiro de 15 anos ainda revelou que Bruno procurava ele há mais de três anos mandando mensagens nas redes sociais. O adolescente também relatou que o ex-atleta vazou áudios dizendo que Bruninho e sua família que foram atrás dele.
“Depois ele quis dizer que foi a gente (Bruninho e família) que procurou ele, sendo que não é verdade. Ele que me procura há mais de três anos, mandando mensagem nas redes sociais, e quando eu decido escutar ele, ele não vem, não dá notícia. Simplesmente ‘deu para trás’ e ainda vaza áudio falando que a gente estava procurando ele. Eu acho isso uma sacanagem”, enfatizou.
A Federação Cearense de Futebol (FCF) informou nesta segunda-feira (5) que os árbitros do Campeonato Cearense passarão a conceder entrevistas coletivas ao fim das partidas. A iniciativa tem como objetivo ampliar a transparência, estimular o diálogo e esclarecer decisões tomadas durante os jogos.
De acordo com a entidade, as entrevistas ocorrerão após as coletivas dos treinadores e somente depois da divulgação online da súmula oficial da partida pelo árbitro responsável. Durante os encontros com a imprensa, os árbitros poderão comentar lances considerados relevantes, interpretações das regras e decisões adotadas em campo, contribuindo para o entendimento do público, dos clubes e dos profissionais de comunicação.
O Campeonato Cearense teve nício nesta segunda-feira (5). A partida de abertura foi entre Maracanã e Ferroviário, às 19h, no Estádio Almir Dutra. Ao todo, dez equipes disputam o estadual, conhecido como Manjadinho: Fortaleza, Ferroviário, Maracanã, Horizonte, Quixadá, Ceará, Floresta, Iguatu, Tirol e Maranguape.
O ex-presidente do Bahia, Guilherme Bellintani, foi o entrevistado do novo episódio do Sport Insider, videocast da N Sports apresentado pelo jornalista Rodrigo Capelo. Atualmente CEO da Squadra Sports, grupo que atua no modelo multiclubes, Bellintani aborda sua atuação no mercado nacional e os critérios adotados para a compra de equipes de menor porte.
Durante a entrevista, Bellintani comenta as negociações envolvendo clubes como o Londrina e explica a lógica financeira aplicada pelo grupo nas aquisições no futebol brasileiro. Ao tratar dos valores praticados no mercado, afirmou: “Não sou louco de pagar o que muita gente está pagando por clubes aqui no Brasil”.
Além do cenário nacional, o executivo também fala sobre os planos da Squadra Sports de expandir suas operações para o futebol europeu, detalhando o momento e as condições analisadas para uma possível entrada no continente.
A entrevista completa com Guilherme Bellintani foi exibida nesta terça-feira (23), às 18h, no canal da N Sports no YouTube.
Depois de conquistar o acesso à elite do futebol brasileiro para o Remo após anos distante da Série A, Guto Ferreira participou do quadro de entrevista “Abre Aspas”, do portal Ge, e revelou como a gordofobia o deixou distante dos holofotes do futebol.
“O que posso dizer é que no ‘cara a cara’ ninguém vai falar isso para você. Mas, em determinados momentos, eu vivia fases espetaculares em clubes da Série A e os empresários, um dos sócios que vivia no mundo árabe, vinha e falava assim: ‘pô, os caras não querem porque você é gordo’. Mas se tem lá, será que não tem aqui também? Embora aqui tenham tido ótimos treinadores com resultados expressivos, o Geninho é um deles. Isso, eu volto a falar: sou cabeça feita, não me preocupo com isso”, relatou.
Depois de conduzir o clube paraense ao acesso à Série A do Campeonato Brasileiro, Guto Ferreira mira mais do que um novo emprego. O treinador busca um projeto estruturado e a chance de voltar a trabalhar na elite, em um movimento que também confronta o rótulo que ele rejeita: o de técnico especializado em uma única divisão.
O acesso obtido com o Remo foi o quinto da carreira de Guto à Série A, cada um por clubes diferentes. Ao longo do percurso, ele também soma quatro títulos estaduais e duas conquistas regionais. Apesar da longevidade dos resultados, o trabalho mais extenso do treinador entre os cerca de 20 clubes que comandou durou 17 meses.
A saída do Remo, segundo o próprio técnico, não esteve relacionada a questões financeiras, mas à falta de garantias para a sequência do trabalho após a mudança de patamar esportivo. Para ele, disputar a Série A exige tempo, estabilidade e respaldo institucional.
"Não é nem valores, mas é a busca por respaldo. E o futebol vai ensinando que, quando você reinicia um projeto - e é reinício para a Série A -, muita coisa muda e, no início do ano, você está sujeito a mudanças bastante importantes. E esse processo demanda tempo. Pode ser que acerte como a gente acertou de cara, mas isso necessariamente não é a verdade. Vai demandar todo um trabalho, um processo, para se chegar de novo a um patamar de sustentação que o torcedor almeja, que a gente almeja enquanto trabalha", afirmou.
Guto também rebate a imagem de treinador restrito à Série B e afirma que seu histórico na primeira divisão sustenta a ambição de voltar à elite em condições mais favoráveis.
"Não estou no oposto. Eu também quero esse perfil de trabalho, porque, caso contrário, começam a colocar plaquinha no meu pé e me intitular como 'rei do acesso', 'o Guto é treinador de Série B.' É só puxar meu currículo com clubes de Série A para ver meus resultados. E com um detalhe: muitas vezes, resultados com um elenco cujo nível de investimento era 20, 30 vezes menor do que o dos clubes de tabela média", completou.
Livre no mercado, o treinador aguarda uma oportunidade que una competitividade, planejamento e respaldo para um novo desafio na Série A.
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou, nesta quinta-feira (18), o ex-presidente Jair Messias Bolsonaro a conceder entrevista ao portal Metrópoles na manhã da próxima terça-feira (23).
Esta será a primeira manifestação pública de Bolsonaro desde que foi preso e após a oficialização do senador Flávio Bolsonaro como seu candidato à Presidência da República em 2026.
Além disso, Moraes autorizou o ex-presidente a receber cartas, realizar sessões de fisioterapia e manter visitas regulares da esposa, Michelle Bolsonaro, sem a necessidade de autorização prévia da Corte.
De acordo com a decisão, Bolsonaro poderá realizar fisioterapia diária em dias úteis, durante o horário de banho de sol, atendendo a pedido da defesa, que alegou necessidade médica. Já as visitas de Michelle Bolsonaro foram liberadas às terças e quintas-feiras, das 9h às 11h, sem a exigência de solicitação semanal ao STF. A flexibilização vale exclusivamente para a ex-primeira-dama.
Em uma entrevista concedida na tarde desta terça-feira (4) na Base Naval de Val de Cães, em Belém, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse que caso não avancem as negociações entre Brasil e Estados Unidos sobre o tarifaço, ele irá ligar e conversar pessoalmente com Donald Trump. Lula afirmou que falará com o presidente norte-americano ao final da COP30 caso as tratativas não tenham progredido.
Na entrevista, Lula falou sobre o encontro que teve na Malásia com o presidente dos Estados Unidos, e lembrou que Trump determinou aos seus secretários que dessem prosseguimento às conversas e negociações sobre o tarifaço aplicado os produtos brasileiros exportados aos EUA.
“Saí da reunião com o presidente Trump certo de que chegaremos a um acordo. Disse a ele que era muito importante que nossos negociadores começassem a conversar em breve”, explicou.
Lula disse também que o vice-presidente Geraldo Alckmin e o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, estão prontos para uma nova rodada de conversas com os negociadores escalados por Donald Trump para tratar do tema com o Brasil.
Alguns correspondentes estrangeiros questionaram ainda o presidente Lula sobre a tensão entre países da América do Sul e os Estados Unidos da América, como Venezuela e Colômbia. Lula respondeu que a reunião da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos e da União Europeia (Celac-UE) em Santa Marta, na Colômbia, pode servir de ambiente apropriado para receber discussões sobre a situação.
“Só tem sentido a reunião da Celac, neste momento, se a gente for discutir essa questão dos navios de guerra americanos aqui nos mares da América Latina. Tive oportunidade de conversar com o presidente Trump sobre esse assunto, dizendo para ele que a América Latina é uma zona de paz. Aqui não proliferam armas nucleares. Somos uma zona de paz, não precisamos de guerra aqui. O problema que existe na Venezuela é um problema político que deve ser resolvido na política”, ressaltou Lula.
Lula reforçou aos jornalistas estrangeiros que a solução para o embaraço diplomático é o diálogo.
‘Eu pedi ao presidente Trump que ele converse com o ex-presidente Bush para que ele conte o que fizemos em 2003, quando propus a criação de um Grupo de Amigos da Venezuela”, finalizou o presidente.
O episódio #80 do BN na Bola recebe nesta terça-feira (4), às 19h, Filmemon Neto, presidente da SAF do Fluminense de Feira e atualmente diretor de futebol do Jequié.
No bate-papo com Hugo Araújo e Carlos Matos, o dirigente vai fazer um balanço dos primeiros anos da SAF do Touro do Sertão e detalhar a parceria com o Jequié, que em 2026 unirão forças para montar um único time nas disputas da Série A e da Série B do Baianão.
O programa será transmitido no canal do Bahia Notícias no YouTube. Inscreva-se, compartilhe e ative as notificações para não perder nenhum detalhe da resenha.
Em entrevista ao programa Altas Horas, da TV Globo, no último sábado (26), o meia atacante Neymar afirmou que trabalha firme na recuperação física para estar à disposição de Carlo Ancelotti para a Copa do Mundo de 2026.
“Espero que sim (estar na Copa). Estou me recuperando bem, tentando ficar 100% para poder ajudar o Brasil a voltar a vencer uma Copa do Mundo”, disse o jogador.
Neymar não veste a camisa da Seleção desde outubro de 2023, quando sofreu grave lesão na derrota para o Uruguai, ainda sob o comando de Fernando Diniz. Depois de um período de reabilitação, o craque retornou ao Santos no início deste ano, após passagem pelo Al-Hilal, da Arábia Saudita.
Presente nas Copas de 2014, 2018 e 2022, o meia-atacante também destacou a sensação de representar o Brasil em um torneio "diferente de qualquer campeonato".
"É uma sensação completamente diferente de qualquer outro campeonato. Copa do Mundo é algo que você sempre se dedicou para aquilo. Estar representando sua nação, seu país, e saber que disso é uma responsabilidade muito grande", opinou.
Atualmente, Neymar se recupera de uma lesão no músculo reto femoral da coxa direita. Seu último jogo com a camisa do Peixe foi no dia 14 de setembro, contra o Atlético, pela 23ª rodada do Brasileirão, na Arena MRV.
A próxima convocação da Seleção Brasileira, sob o comando de Carlo Ancelotti, está marcada para o dia 3 de novembro, às 15h, na sede da CBF. O Brasil enfrentará Senegal e Tunísia nos amistosos dos dias 15 e 18 de novembro, que servirão como preparação para o ciclo rumo ao Mundial.
A segunda edição do Spaten Fight Night, marcada para o dia 27 de setembro, terá como destaque um duelo de gerações do boxe brasileiro. No ringue, estarão frente a frente dois medalhistas olímpicos: o baiano Hebert Conceição e o capixaba Yamaguchi Falcão, que disputarão o cinturão nacional da categoria médio (74 kg).
Em entrevista exclusiva ao Bahia Notícias, Hebert Conceição falou sobre sua preparação para o confronto, as diferenças de estilo em relação ao adversário e o papel da experiência no duelo.
Primeiramente, quero saber como está a sua preparação para essa luta no próximo dia 27 de setembro, contra o Yamaguchi Falcão.
Minha preparação está sendo feita há muito tempo, né? Eu estou Eu estou em ritmo de luta, então eu estou sempre treinando pensando em um próximo em uma próxima data, em um próximo combate. Eu lutei no dia 12 de agosto e tive que descansar um pouquinho e recomeçar. Então eu não estou numa fase de muita intensidade não, porque, digamos, que eu esteja em início de preparação, ainda que eu já esteja em preparação há muito tempo, mas é um recomeço para essa para essa nova data. Então, preciso recuperar o corpo e fazer a retomada.
Então, tô na fase de período de base, muita correção, muita repetição e preparando o corpo, como se eu tivesse preparando o corpo para intensidade que está vindo aí nas próximas semanas. Mas, como eu falei, a preparação é feita de um acúmulo de cargas, então eu já tô treinando há muito tempo, já tô lutando também. E a minha preparação é a tá sendo a melhor possível.
Durante a conversa, o campeão olímpico projetou suas expectativas para o confronto, destacou pontos fortes dele e de Yamaguchi, além de contar a preparação para o combate. Confira a entrevista completa com Hebert Conceição na íntegra.
O desempenho positivo dos clubes sul-americanos na Copa do Mundo de Clubes tem chamado a atenção da imprensa. Durante entrevista no último sábado (21), véspera do confronto do Manchester City contra o Al Ain, pelo Grupo G, o técnico Pep Guardiola foi questionado sobre a possibilidade de comandar uma equipe da América do Sul.
"Por que não? Estou amando o que estou vendo. Botafogo, Fluminense, todos os times brasileiros e argentinos... Como eles comemoram os gols, como estão juntos. É uma cultura, os torcedores deles estão em maior número aqui que os europeus. É sobre isso, você tem que viver a competição", afirmou o espanhol.
Aos 54 anos, Guardiola destacou a paixão que envolve o futebol sul-americano, tanto dentro quanto fora de campo, e demonstrou admiração pela contribuição histórica do continente para o esporte.
"Muita, muita coisa boa na história do futebol veio da América do Sul. Especialmente Brasil, Colômbia, Argentina, Uruguai, eu diria de todos os países. Muita coisa boa. Os melhores jogadores são de lá, e depois muitos vão para a Europa pela oportunidade econômica e o prestígio", declarou.
O técnico também comentou sobre a diferença de postura entre clubes europeus e sul-americanos em relação à competição. Segundo ele, a importância dada ao torneio no Velho Continente segue limitada, mesmo após suas conquistas com o Barcelona, em 2009 e 2011, e com o Manchester City, em 2023. Já os sul-americanos, segundo o treinador, encaram o título com grande entusiasmo.
“Eles fazem um carnaval”, disse, ao destacar o valor simbólico da conquista para os times do continente. Ainda assim, afirmou que pretende "ir o mais longe possível" na competição, mesmo que não chegue ao título.
A respeito das derrotas recentes de clubes europeus no torneio, Guardiola respondeu a surpresa com ironia.
"Bem-vindo ao mundo real, meu amigo! Parece que você ficou olhando para sua barriga e não viu o que estava acontecendo. Porque eles (sul-americanos) são bons", finalizou.
O presidente do Cuiabá, Cristiano Dresch, gerou repercussão ao classificar o Vitória como um dos "clubes menores" da Série A durante entrevista à ESPN. A declaração ocorreu em meio a críticas ao que chamou de disparidade de tratamento entre equipes que mantêm as contas em dia e outras que acumulam dívidas, mas continuam investindo em reforços.
"Esse ano tem vários clubes da Série A que são menores e têm as contas em dia, citar o Mirassol, o Juventude, o Vitória... Esses clubes vão sofrer até o fim para se manterem na Série A. Talvez o Santos se salve dando calote, o Corinthians se salvou dando calote. Os clubes estão se utilizando de ferramentas indevidas para ficar em uma divisão que garante muito mais dinheiro", afirmou Dresch.
O dirigente também mencionou especificamente o Corinthians e o Santos como exemplos de clubes que, segundo ele, não honram compromissos financeiros. O Corinthians ainda deve R$ 18,5 milhões ao Cuiabá pela contratação do volante Raniele. A primeira parcela desse valor, acordada por meio da Câmara Nacional de Resolução de Disputas (CNRD), vence em 17 de julho. Já o Santos tem uma dívida de R$ 16,3 milhões relativa à compra do zagueiro Joaquim.
As declarações de Dresch colocaram em evidência o debate sobre responsabilidade fiscal no futebol brasileiro, especialmente entre os clubes da elite que enfrentam a luta contra o rebaixamento.
Nascido e criado nas ruas de Salvador, o artista e percussionista Tainã Troccoli concedeu uma entrevista ao BN Hall, onde deu detalhes sobre a criação de “Coisas Naturais”, o mais recente álbum da cantora e compositora Marina Sena. Duas vezes indicado ao Grammy Latino por trabalhos em conjunto com as baianas Rachel Reis e Melly, ele compartilhou em primeira mão o processo criativo, abordando as influências soteropolitanas por trás do projeto com a mineira.
Tainã foi influenciado artisticamente pela família ainda na infância e, ao longo de sua trajetória, se formou em diversos projetos voltados à música na capital baiana. Durante a conversa, ele revelou como os elementos da cultura musical do estado foram utilizados na construção dos ritmos presentes em músicas do disco, como a faixa-título “Coisas Naturais”.
“Todas essas influências que tive com o maestro [Letieres Leite], com a Escola Olodum e com os Filhos de Gandhy foram me trazendo essas influências rítmicas para aplicar ao pop”, explicou. Ele também comentou que o gênero é ancestral, afirmando que os sons estudados na Bahia também podem ser encontrados em produções de artistas internacionais, como o próprio Michael Jackson.
Sobre o processo de criação da percussão da faixa que leva o nome do álbum, ele destacou que a composição ajudou a dar o tom prévio para a confecção do instrumental e que os ritmos marroquinos foram essenciais para a construção da música. “Ela [a música] começou através da rítmica e da harmonia. Já tinha um corpo e a Marina tinha diversas ideias (...). Isso facilitou esse processo de entender o que ela precisava (...). Essa troca foi muito verdadeira, muito positiva. ‘Coisas Naturais’ foi o ponto de partida, para mim, pessoalmente, em todo esse universo do disco”, pontuou.
O percussionista, que integra a banda da turnê Marinada — projeto de verão de Marina Sena — e também participa dos demais shows da cantora, explicou que ela esteve ativamente envolvida na construção dos instrumentais ao seu lado. “Participou demais. Marina é uma artista genial (...). Da mesma forma que as composições dela reverberam pra gente [a banda], tentávamos ao máximo passar ritmicamente as sensações para ela. E isso tudo gera uma harmonia. Foi muito leve, muito dinâmico. Marina é uma artista natural!”, salientou.
Ainda em conversa com a coluna social, Troccoli contou mais detalhes sobre os trabalhos realizados ao lado de artistas como Rachel Reis e Melly, que contribuíram para as indicações ao Grammy Latino. Ele citou ainda colaborações com Gilberto Gil, Caetano Veloso e outros nomes conhecidos da cena musical brasileira. Na entrevista disponível no YouTube do Bahia Notícias, o baiano compartilhou informações sobre seus novos trabalhos e o que o público pode esperar para sua carreira.
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A soteropolitana Fernanda Lanza foi uma das 592 brasileiras que concluíram a Maratona de Boston, nos Estados Unidos, no último dia 21 de abril. Com o tempo de 3 horas e 21 minutos, a atleta alcançou a 10.348ª colocação geral em meio a temperaturas baixas e um percurso reconhecido por sua dificuldade técnica.
A prova considerada uma das mais tradicionais do calendário mundial, reuniu 31.941 participantes na 129ª edição.
Em entrevista ao Bahia Notícias, Fernanda relembrou o início da trajetória nas corridas e destacou a importância da prova. “Foi a maior e mais difícil maratona que já enfrentei. Um sonho realizado depois de muita dedicação e treinos”, afirmou.
Você começou a correr com o objetivo de se tornar atleta profissional?
Comecei a correr na pandemia, como muita gente. Com tudo fechado, correr era a única atividade física possível. Inicialmente foi por estética, para perder peso, mas fui vendo minha evolução e me empolgando. Um professor de CrossFit me viu correndo e ofereceu ajuda com planilhas de corrida. A partir daí comecei a fazer distâncias maiores, até que corri meus primeiros 42 km por conta própria, antes mesmo da volta das provas oficiais. Com meu treinador atual, Choquito, já fiz cerca de seis maratonas. Rio, Salvador, outras locais e agora Boston.
Durante a conversa, a atleta contou os desafios ao enfrentar as condições climáticas de Boston, projetou seus objetivos no esporte e ressaltou a importância da prática da corrida em sua vida. Confira a entrevista completa com Fernanda Lanza na Íntegra.
A população que vota na direita não quer outro candidato que não seja Jair Bolsonaro, e “ponto final”. A afirmação foi feita pelo próprio ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), em entrevista na noite desta segunda-feira (21) ao SBT Brasil.
O ex-presidente deu a entrevista do hospital em Brasília onde está internado há uma semana, em recuperação de uma cirurgia no abdômen que teve duração de mais de 12 horas. Bolsonaro falou ainda na cama de seu quarto onde se encontra, na UTI do hospital DF Star, e sobre sua saúde, afirmou que sua internação deve durar pelo menos mais uma semana.
“Quer queira, quer não, eu sou o maior líder da direita na América do Sul. A população não quer outro nome da direita que não seja Jair Messias Bolsonaro e ponto final”, disse o ex-presidente.
Na entrevista, Bolsonaro disse que “não tem cabimento” uma eleição presidencial sem o nome dele na urna, e que um pleito sem a “maior liderança da direita” seria uma “negação à democracia”. O ex-presidente também falou sobre sua estratégia de registrar candidatura, mesmo estando inelegível, de acordo com decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
“O quadro que está no momento é eu registro a minha candidatura no último momento. O TSE tem poucas semanas para decidir. Eu acredito que até lá, eu esteja movimentando multidões pelo Brasil. A esquerda não vai ter um nome para se apresentar como razoável candidato. Se for o Lula, pior ainda. Não tem liderança formada pela esquerda no Brasil”, disse Jair Bolsonaro.
Sobre outros nomes de candidatos de direita que poderiam ter chances de ganhar a eleição em 2026, Jair Bolsonaro disse haver “bons nomes”, mas que cada uma deveria “cavar” espaço em seus respectivos partidos.
“Esses candidatos têm que começar a rodar pelo Brasil. Fazer realmente o seu trabalho para ganhar simpatia, confiança da população”, disse o ex-presidente, sem citar nomes específicos de candidatos.
Em entrevista ao podcast Phrasenmäher, do jornal alemão Bild, o goleiro Marc-André ter Stegen, do Barcelona, comentou sobre sua convivência com Lionel Messi durante os anos em que atuaram juntos no clube catalão, entre 2014 e 2021. O alemão fez críticas ao comportamento do craque argentino, ao mesmo tempo em que reconheceu sua importância como líder e atleta.
“Ele é provavelmente o único jogador que consegue jogar uma bola na sua cara se quiser. Ele tem essa habilidade. Outros chutariam em outro lugar; ele conseguia acertar o alvo. Ele já fez isso várias vezes. De onde vinha essa raiva? Você vai ter que perguntar a ele. Se ele quiser te deixar mal, ele consegue”, afirmou o goleiro.
Apesar das divergências, Ter Stegen, atualmente afastado por lesão no tendão patelar do joelho direito, também ressaltou aspectos positivos da relação com Messi.
“Messi se motiva com muitas coisas com as quais não nos motivamos. Tivemos momentos em que as coisas não funcionaram entre nós porque ele estava chateado comigo e eu estava chateado com ele. Nunca discutimos, para não dizer que tínhamos uma relação ruim, mas tivemos os nossos momentos, e está tudo bem. Estivemos juntos no vestiário por muito tempo e sem dúvida foi interessante tê-lo na equipe e ver como lidera”, disse.
O goleiro ainda destacou o estilo reservado de liderança do argentino, hoje no Inter Miami, mas apontou que sua influência era evidente.
“Seja ou não o meu estilo, foi interessante vê-lo. Leo não é um falastrão, trabalha muito com a sua presença e precisa dizer relativamente pouco. E quando diz algo, todos escutam. E é isso que realmente quer conseguir como capitão: que te escutem e que te sigam”, concluiu.
Discutir a anistia para um fato extremamente grave como os acontecimentos do 8 de janeiro seria a consagração da impunidade. Essa foi a opinião dada pelo ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, em entrevista à repórter Andrea Sadi, na Globonews, nesta terça-feira (8).
Na entrevista, o ministro afirmou que não faz “sentido algum” falar-se em anistia quando os personagens de uma suposta tentativa de golpe ainda estão sendo julgados, e muitas das condenações pelo vandalismo nas sedes dos três poderes não tiveram o trânsito em julgado.
“Ainda estamos em meio a um julgamento, os casos sequer transitaram em julgado, relativos ao 8 de janeiro, e agora que os mentores foram descobertos e estão sendo investigados, a quando a denúncia foi recebida, surge essa ideia da anistia, falando sempre sobre essas pessoas que estavam nos acampamentos, pessoas supostamente ingênuas que foram utilizadas. Não faz sentido algum discutir anistia neste ambiente, e os próprios presidentes das duas casas têm consciência disso”, declarou o ministro.
Gilmar Mendes lembrou o plano que seria colocado em prática pelos chamados “kids pretos”, para assassinar o então presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o vice Geraldo Alckmin (PSB) e o ministro Alexandre de Moraes. “Crimes graves para seguir um golpe de Estado, isso não tem o menor cabimento”, pontuou.
O ministro ressaltou na Globonews que os crimes praticados e que estão julgados pelo STF não foram “um passeio no parque”, como costuma afirmar o ministro Alexandre de Moraes. Gilmar, entretanto, deixou claro que situações eventuais como pessoas doentes e mães com filhos, como no caso da cabeleireira Débora Rodrigues, podem ter suas penas revistas ao final do julgamento.
“É possível que isso seja discutido e, certamente, pode haver abertura para isso. Mas, não é possível minimizar a gravidade dos fatos. [...] No caso da Débora, ela estava nos acampamentos e, nesse momento, ela não estava com os filhos. Portanto, agora projeta essa situação de mãe de família e tudo mais. As pessoas assumiram um risco enorme”, afirmou.
Em relação à fala do seu colega, ministro Luiz Fux, de que a Corte tenha votado os casos do 8 de janeiro “com emoção”, Gilmar negou e defendeu as questões técnicas envolvidas na análise dos casos.
“Nós, conscientemente, e sem violenta emoção, decidimos que havia o que a gente chama tecnicamente de uma acumulação material, de que não haveria a absorção. Então, eu não concordo com esse tipo de análise. Mas é preciso perceber que houve uma utilização política deste caso, de que nós seríamos os monstros, insensíveis diante de uma situação que é grave”, disse o ministro.
Depois da goleada sofrida contra a Argentina, Marquinhos, zagueiro da Seleção Brasileira, foi o único jogador do Brasil que aceitou falar com a imprensa na beira do campo. O defensor lamentou o placar elástico de 4 a 1 e afirmou que o técnico Dorival Júnior não é o único culpado pela derrota. O atleta atribuiu boa parte do fardo do desempenho abaixo para o elenco.
"No pós-jogo é até difícil falar, de lamentar, mas com certeza é uma derrota que dói muito, principalmente num clássico aqui na casa deles. Agora é analisar bem. A gente começou o jogo muito mal, muito abaixo daquilo que a gente pode fazer, e eles estão vindo de uma rotação de confiança, de um trabalho grande, onde souberam jogar de uma maneira inteligente. A culpa não é somente do Dorival, mas dos jogadores também, é uma divisão de culpa. Isso que nós fizemos aqui não pode acontecer mais uma vez", disse o zagueiro.
O jogador de 30 anos voltou a falar que há uma divisão de culpas e que não adianta direcionar o foco do mau momento apenas para Dorival Júnior. O defensor assume que o elenco não vive um bom momento e que é preciso ter humildade para entender que é um momento ruim e chamar a responsabilidade para sair dessa situação incômoda.
"No futebol não existe uma fórmula secreta onde você vai fazer uma escolha e vai dar certo. São momentos, momentos dos jogadores, momentos do treinador também. Eu acho que é muito difícil agora ficar falando só do Dorival, a gente viu dentro de campo que todos nós podemos fazer muito melhor. Então é dividir essa culpa, analisar as decisões a serem tomadas e daqui pra frente temos que fazer muito melhor para sair dessa situação. Como grupo, como confiança, a gente tem que melhorar muito, e eu acho que é a gente entender o momento, é entender que tem que ter humildade para saber que a gente não está em alto nível, não estamos no nosso melhor momento, mas com tranquilidade, vamos chamar a responsabilidade para si e fazer o que é melhor para sair dessa situação juntos", declarou Marquinhos.
Com a derrota sofrida para os argentinos, o Brasil caiu uma posição na tabela e agora assume a quarta colocação da classificação das Eliminatórias da Copa do Mundo de 2026 com 21 pontos somados. Agora a Seleção Brasileira só volta a atuar na próxima data Fifa, marcada para ocorrer no mês de junho.
Os próximos dois confrontos da seleção comandada por Dorival Júnior são contra o Equador, fora de casa, no dia 5 de junho (quinta-feira), e na data 10 de junho (terça-feira), a Seleção Brasileira enfrenta o Paraguai, em território nacional, mas ainda sem a definição exata de qual estado e arena receberão o jogo do Brasil.
Bahia e Jacuipense fazem o primeiro jogo do confronto da semifinal do Baianão no sábado (1), na Casa de Apostas Arena Fonte Nova, às 16h. Antes disso, Ricardo Ribeiro, técnico do Leão do Sisal, concedeu uma entrevista pré-jogo, e nela, o treinador disse que sua comissão trabalhou em estratégias específicas para enfrentar o Tricolor. Para Ricardo, eles devem jogar observando o padrão do adversário, mas não abdicar do jogo propositivo.
“Fizemos uma semana excelente. Conseguimos fazer um bom trabalho nessa semana, recuperamos bem nossos jogadores. Essa fase zera todos os cartões, então conseguimos pensar em uma estratégia para esse jogo.Também tentamos entender melhor como o Bahia vai vir para esse jogo. Sabemos que eles usam duas equipes e as duas são muito fortes. Vamos criar uma estratégia observando os padrões deles, mas o nosso também, porque não podemos abdicar de jogar”, explicou.
Ricardo Ribeiro também chamou a atenção para o campo psicológico da partida. Ele acredita que a maior motivação no confronto é do Jacupa, mas alertou que a equipe deve deixar os rótulos de invencibilidade ou de uma das melhores defesas do Campeonato Baiano um pouco de lado e focar em manter a estratégia até o final.
“Acredito que a maior motivação no confronto é nossa. Claro, eles também estão motivados, mas pode ter certeza que a nossa motivação está lá em cima. Na verdade, temos que conter um pouco a euforia, porque, querendo ou não, chegamos na reta final com o ‘ar’ de invictos, uma das defesas menos vazadas, e temos que conter um pouco isso, para chegarmos no bem no jogo, não deixarmos nossa estratégia escapar e jogarmos a partida de forma mais tranquila”, finalizou o treinador.
O Jacuipense, ao lado do Vitória, é uma das equipes que ainda não perderam no Baiano. Além disso, o time de Riachão do Jacuípe somou 19 pontos na primeira fase do torneio depois de cinco triunfos e quatro empates. Esses números garantiram a segunda colocação da tabela de classificação ao clube, dando também a vantagem de definir o confronto da semifinal jogando em casa.
Partida essa que tem previsão para acontecer no dia 8 de março (sábado), às 18h30, no Estádio Jóia da Princesa, em Feira de Santana.
O cantor Igor Kannário, em entrevista na última sexta-feira (21), alfinetou o radialista Alex de Souza, conhecido em Itabuna, ao criticar o foco do profissional em política em vez de arte. "De política não temos mais o que falar, a gente sabe que essa p*rra não vai mudar", declarou Kannário.
Veja o momento:
? VÍDEO: Igor Kannário alfineta radialista de Itabuna em entrevista: "Não gostei muito da entrevista desse cara"
— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) February 25, 2025
Saiba mais ?https://t.co/I1F2DRda9o
Confira ? pic.twitter.com/fR90KwUqAp
Em vídeo gravado pelo parceiro do Bahia Notícias, o Blog dos políticos do Sul da Bahia, é possível ver momento em que ao ser questionado sobre sua candidatura anterior, o cantor respondeu de forma rápida: "Não gostei muito da entrevista desse cara. A gente está falando de arte, e ele veio falar de política", alfinetou.
Vale lembrar que o radialista mencionou a trajetória política de Kannário, ex-deputado federal e, mais recentemente, candidato derrotado à Câmara de Vereadores de Salvador.
Se a Justiça reverter a inelegibilidade do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), ele deve sim ser candidato, mas se disputar a presidência da República nas próximas eleições, “vai perder de novo”. A afirmação foi feita nesta manhã pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em entrevista para três rádios de Minas Gerais.
“Se a Justiça entender que ele (Bolsonaro) deve concorrer, ele concorre. E se for contra mim, vai perder de novo”, disse Lula.
Na entrevista para as rádios mineiras, que durou cerca de 45 minutos, o presidente Lula também criticou a apresentação de projetos para anistiar pessoas condenadas pelo vandalismo ocorrido em Brasília no dia 8 de janeiro. Lula deu uma estocada indireta no ex-presidente Jair Bolsonaro, ao dizer que “pessoas” que ainda nem foram condenadas já querem ser anistiadas, o que, para ele, representa uma confissão de culpa.
"Nem terminou o processo e as pessoas já querem anistia, ou seja, eles não acreditam que sejam inocentes? Eles deveriam acreditar na inocência e não ficar pedindo anistia antes de o juiz determinar qual é a punição ou se vai ter. Quando pessoas nem foram condenadas e estão pedindo anistia é porque estão se condenando.", afirmou.
O presidente Lula também respondeu na entrevista a perguntas sobre as pesquisas que foram divulgadas nos últimos dias e que mostram a queda na aprovação e o aumento da desaprovação do governo federal. As pesquisas mostram ainda um maior pessimismo em relação à economia neste ano. Entretanto, mesmo com os números negativos, Lula ainda é favorito para vencer as eleições em 2026.
Ao comentar as pesquisas, Lula disse que não como elas estarem certas com dois anos de antecedência. Para o presidente, somente pesquisas realizadas a partir de abril do ano que vem começarão a traçar cenários mais compatíveis com a realidade da disputa presidencial. Lula disse ainda que os resultados vão melhorar quando o governo começar a fazer a “colheita” das entregas que fará à população.
"2025 será o ano de entrega do nosso governo. Passamos dois anos arrumando esse país, pegamos uma casa semidestruída. Agora é o ano da colheita que vamos fazer nesse país na questão do emprego, do salário, de rodovias, educação", disse Lula.
Sobre a questão da alta dos alimentos, um dos fatores que têm contribuído para a queda na popularidade do presidente e do governo, Lula disse na entrevista que o governo leva à sério o combate à inflação e que trabalha para que o aumento nos preços não prejudique ainda mais os brasileiros. O presidente disse ainda que está se reunindo com diversos setores para entender a alta de preços em alguns produtos.
“Nós levamos ela [a inflação] muito a sério e eu acho que ela está razoavelmente controlada. A nossa preocupação é evitar que o preço dos alimentos continue prejudicando o povo brasileiro. E é por isso que temos feito reuniões sistemáticas com os setores. Por exemplo, a carne está muito alta. Nós temos outros produtos que estão altos. E nós precisamos com os setores discutir por que esses preços cresceram tanto de 12 meses pra cá”, afirmou.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Valdemar Costa Neto
"Não gostei".
Disse o presidente nacional do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto ao comentar a carta divulgada por Flávio Bolsonaro (PL), candidato derrotado à Presidência nesta quarta-feira (28). No pronunciamento, Flávio afirma que pretende liderar a oposição brasileira do exterior.