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Em Washington, Flávio e Eduardo Bolsonaro criticam governo e classificam PT como 'partido das taxas'
O senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), e seu irmão, o ex-deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro, intensificaram as críticas à gestão federal nesta terça-feira (7) em Washington. O senador classificou o PT como o "partido das taxas" e questionou a ausência de autoridades brasileiras.
Confira a postagem:
A ofensiva ocorre em meio a discussões sobre a imposição de barreiras alfandegárias pelos Estados Unidos ao Brasil, misturando discursos de oposição técnica com declarações de apoio às sanções econômicas contra o próprio país.
Flávio participou de uma audiência pública realizada pelo Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês), que debate a aplicação de uma tarifa comercial de 25% sobre produtos brasileiros.
"Acabei de fazer a defesa do Brasil contra as tarifas e contra o Lula também. Fizemos uma defesa técnica, mas também política, explicando que o único que quer essa tarifa no Brasil é o Lula, achando que isso pode ter algum benefício eleitoral para ele", diz o senador em vídeo gravado em Washington.
Durante o pronunciamento, Flávio Bolsonaro questionou a falta de representação do governo brasileiro no debate tarifário e justificou sua viagem aos Estados Unidos como uma iniciativa de oposição para suprir a lacuna do Palácio do Planalto.
"Não tinha ninguém, nem umzinho do governo Lula escalado para fazer a defesa nessa espécie de tribunal", critica o senador. Ele reforçou sua atuação no exterior ao afirmar que está cobrindo a ausência da atual gestão.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Geraldo Alckmin
"Nós temos que fazer a economia crescer, o PIB crescer, o emprego crescer, e segurar a despesa. Aí você melhora a relação dívida/PIB".
Disse o vice-presidente da República, Geraldo Alckmin (PSB) ao defender a realização de um ajuste fiscal, porém com foco em cortes de privilégios e "super salários", criticando a possibilidade de penalizar aposentados e a classe média.