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Walter Viterbo da Silva Neto
Lula aos 81 anos: estresse, saúde mental e mais quatro anos na Presidência
Foto: Acervo pessoal

Lula aos 81 anos: estresse, saúde mental e mais quatro anos na Presidência

O desafio pode fazer bem. O risco está na pressão sem recuperação — e isso vale para qualquer pessoa que trabalhe sob grande exigência depois dos 80.

Multimídia

Cezar Leite afirma que título a Flávio Bolsonaro sofreu ataques por causa das eleições

Cezar Leite afirma que título a Flávio Bolsonaro sofreu ataques por causa das eleições
O vereador de Salvador Cezar Leite (PL) atribuiu a repercussão da entrega do Título de Cidadão Soteropolitano ao senador Flávio Bolsonaro (PL) ao cenário eleitoral. Em entrevista ao Projeto Prisma, do Bahia Notícias, nesta segunda-feira (26), ele comparou a homenagem a outras concedidas a figuras nacionais e criticou a tentativa de barrar a solenidade na Justiça.

Entrevistas

Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra

Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra
Nesta segunda-feira (10), a ministra da Igualdade Racial, Rachel Barros, esteve em Salvador para participar do Colóquio Internacional Cultura, Relações Exteriores, Desenvolvimento e Reparação. O evento, que acontece nas cidades de Salvador e Cachoeira, integra as celebrações pelos 25 anos de fundação do FENEBA e desdobra as discussões iniciadas no 9º Congresso Panafricano, sediado em Lomé, no Togo.

debate

Mãe de Ana Clara chama Flávio de "mentiroso" e "monstro" por defender policial que assassinou a menina
Foto: Montagem com reproduções de redes sociais

Um dos momentos mais comentados nas redes sociais sobre o debate presidencial promovido pela TV Globo na noite desta sexta-feira (23) foi a resposta dada pelo candidato Flávio Bolsonaro (PL) sobre a defesa que faz do policial militar que matou a tiros uma menina de cinco anos. Flávio respondeu a um questionamento do presidente Lula, e no início da resposta, chamou a mãe pelo nome da filha.

 

Presente na plateia do debate, a mãe da menina Ana Clara, Cristiane Gomes da Silva, rebateu o senador, gritando “ela está morta”. Flávio disse que se solidarizava com a mãe da menina, mas sem olhar diretamente para ela, que estava sentada na primeira fila da plateia, ao lado do vice-presidente Geraldo Alckmin e da primeira-dama Janja. 

 

“Ana Clara [sic], eu quero falar com a senhora e prestar de verdade a minha solidariedade. Foi uma tragédia o que aconteceu. Não consigo imaginar o que é perder uma filhinha de 5 anos de idade”, declarou Flávio, errando o nome da mãe. 

 

Na sequência, o candidato do PL disse acreditar que o policial militar era inocente, e que teria tido um tiroteio na favela onde a criança recebeu os tiros. Flávio Bolsonaro disse também que o policial “nem sequer foi julgado ainda”, e que quer ajudar a mãe a encontrar o culpado. 

 

O candidato do PL apontou ainda que o assassinato de Ana Clara ocorreu porque Lula “quer combater esses narcoterroristas, esses fuzis que estão aí nessa comunidade”.

 

No intervalo do debate, a mãe da menina Ana Clara chamou Flávio de “monstro”. “Eu estava lá, eu vi minha filha morrer e não tinha traficante lá”.

 

Reportagem do UOL mostrou que Flávio Bolsonaro atuou como advogado do policial Bruno Dias Delaroli de graça. Em notas fiscais do escritório do senador, não há nenhuma em nome de Delaroli ou de outras bancas de advogados. 

 

Ao final do debate, em conversa com a imprensa, Cristiane Gomes da Silva disse que o candidato Flávio Bolsonaro não respondeu por que escolheu defender o policial militar acusado de matar sua filha em 2021.

 

“Não teve resposta. Não tive a resposta que eu quero. Ele não respondeu por que defendeu o assassino da minha filha. Ele inventou um confronto, como o policial inventou”, disse Cristiane.

 

A mãe da menina Ana Clara afirmou que Flávio, como advogado de Bruno Dias Delaroli, conseguiu anular duas vezes o julgamento do caso. O PM foi acusado pelo Ministério Público do Rio de Janeiro como responsável por efetuar os disparos de fuzil contra a menina em fevereiro de 2021. 

 

O caso ocorreu em Niterói, no Rio de Janeiro, enquanto a criança brincava na porta de casa com o irmão. Flávio integrou a defesa do policial e assinou, em 2024, um recurso ao STJ (Superior Tribunal de Justiça) contra a decisão de levá-lo a júri popular.

 

Segundo a denúncia do Ministério Público, o policial disparou com um fuzil calibre 7,62 em direção a uma área de grande circulação de moradores, inclusive crianças. A acusação é de homicídio qualificado com dolo eventual, quando alguém assume o risco de matar. A juíza Nearis dos Santos afirmou que não havia sinais de disparos de traficantes antes dos tiros do policial. 

 

Na rede X, algumas hashtags chegaram ao topo dos assuntos mais comentados, entre a noite de sexta e a manhã deste sábado (24), como #FlavioDefensordeAssassino e #JustiçaporAnaClara. 
 

Equipes de Lula e Flávio Bolsonaro assinam acordo e prometem entregar sigilos no TSE até o final da noite
Foto: Reprodução Redes Sociais

As equipes das campanhas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do senador Flávio Bolsonaro (PL) firmaram um acordo nesta quinta-feira (22) para que haja a quebra conjunta de sigilos bancários, fiscais e telefônicos dos dois candidatos. O acordo foi celebrado na sede do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). 

 

O pedido de quebra do sigilo foi formulado pelo presidente Lula no debate do último domingo (18) na Band. Lula fez um desafio a Flávio de que os dois, juntos, apresentassem os seus sigilos para a população antes do debate desta sexta (23) na TV Globo. 

 

“Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Nantes Bolsonaro candidatos à Presidência da República, já qualificados nos autos, vêm, conjuntamente, informar que aceitaram integralmente os termos recíprocos do desafio objeto destes autos e autorizam a abertura total dos respectivos sigilos”, diz trecho do documento.

 

O acordo foi assinado pelo presidente Lula e, da parte de Flávio Bolsonaro, por sua advogada de campanha, Maria Claudia Bucchianeri. No acordo, eles indicam que as devidas liberações devem ser enviadas ao TSE até 23h59 desta quinta (22). 

 

“A abertura será imediata, total, nas condições integrais aceitas por ambos, e simultânea para os dois candidatos. Os dados relativos às autorizações já apresentadas, próprias, de familiares, e de empresas, serão abertos e divulgados hoje, 22.10.2026”, detalha o texto.

 

O documento assinado prevê o levantamento dos sigilos das pessoas listadas na petição inicial, da qual constam, do lado petista:

 

Luiz Inácio Lula da Silva – presidente da República e candidato à reeleição;
Janja Lula da Silva – primeira-dama;
Lurian Cordeiro Lula da Silva – filha de Lula;
Marcos Cláudio Lula da Silva – filho de Lula;
Fábio Luís Lula da Silva – filho de Lula conhecido nacionalmente como Lulinha;
Sandro Luís Lula da Silva – filho de Lula;
Luís Cláudio Lula da Silva – filho de Lula.
Além disso, está na lista a empresa L.I.L.S. Palestras, Eventos e Publicações, da qual Lula é sócio.

 

Do lado bolsonarista, as pessoas listadas na petição inicial são:

 

Flávio Bolsonaro – senador e candidato a presidente;
Jair Bolsonaro – ex-presidente e pai de Flávio;
Rogéria Bolsonaro – mãe de Flávio;
Carlos Bolsonaro – irmão de Flávio;
Eduardo Bolsonaro – irmão de Flávio;
Jair Renan Bolsonaro – irmão de Flávio;
Fernanda Antunes Figueira Bolsonaro – mulher de Flávio.

 

Também estão incluídas na petição quatro empresas que seriam ligadas a Flávio e a Alcazar Holdins, registrada fora do Brasil pelo advogado Willer Tomaz, com a qual o candidato do PL também teria ligação.

 

Nesta quarta (21), o candidato Flávio Bolsonaro havia apresentado uma lista de 19 exigências para aceitar o desafio proposto pelo presidente Lula. A campanha de Lula se comprometeu a apresentar as informações cobradas pelo senador do PL.

 

A campanha do senador Flávio Bolsonaro escalou o senador eleito Deltan Dallagnol (Novo) para analisar os documentos da quebra de sigilo do presidente Lula. Deltan esteve no TSE e acusou a campanha do PT de não querer esclarecer informações sobre o Instituto Lula. 
 

Confira quais foram as 19 exigências feitas por Flávio para aceitar desafio de Lula de quebra de sigilo
Foto: Montagem com foto Ricardo Stuckert e divulgação PL

Em resposta ao desafio colocado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para quebra de sigilo de informações bancárias e telefônicas antes do debate da TV Globo, nesta sexta-feira (23), o candidato Flávio Bolsonaro fez 19 exigências ao líder petista antes de dar transparência aos seus próprios dados. 

 

Além dos 19 pedidos, Flávio solicita ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que intime o presidente Lula a se manifestar sobre as condições e apresente os termos individuais de autorização para a quebra de sigilo. A campanha de Flávio Bolsonaro, na solicitação ao TSE, afirma que caso o presidente não concorde, que a recusa seja formalmente registrada nos autos.

 

Após participar de uma agenda de campanha em São Paulo, nesta quarta (21), o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) criticou as 19 exigências feitas por Flávio Bolsonaro para aceitar o desafio imposto por Lula. Na avaliação do vice, o senador do PL não quer de fato tornar públicas as suas informações, e defendeu que presidente e vice-presidente não deveriam ter sigilos fiscal, bancário nem telefônico.

 

“Eu acho até que quem é eleito presidente e vice-presidente não devia ter sigilo, nem fiscal nem bancário nem telefônico. Vida pública é pública, tem que ser transparente. Quem quer ter vida privada vai cuidar do setor privado. Agora não é possível ter vida pública e não prestar contas para a sociedade”, disse Alckmin. 

 

Representantes da campanha do presidente Lula irão ao TSE), nesta quinta (22), para protocolar documentos relacionados à proposta de abertura de sigilos bancários e telefônicos. A equipe do petista também cobrou que a campanha de Flávio Bolsonaro compareça ao tribunal para formalizar a autorização de acesso às informações solicitadas.

 

Confira abaixo quais foram as 19 exigências feitas pelo senador Flávio Bolsonaro para poder concordar com a quebra de sigilo de suas informações bancárias e telefônicas.

 

1 - Autorização para a quebra dos sigilos bancário, fiscal, telefônico e telemático (desde 2003) de Lulinha, de sua mulher Renata e das empresas do antigo grupo Gamecorp/Gol; 

2 - Liberação dos sigilos de empresas offshore de Lulinha no exterior, como a Synapta em Madri; 

3 - Quebra dos sigilos da empresa FlexBR Tecnologia, dos filhos Sandro Luís e Marcos Cláudio;

4 - Abertura dos sigilos das empresas de Fernando Bittar, indicado como titular formal do sítio de Atibaia; 

5 - Quebra dos sigilos das empresas dos demais filhos (Lurian, Marcos Cláudio, Sandro Luís e Luís Cláudio), incluindo a LFT Marketing Esportivo; 

6 - Liberação dos sigilos do Instituto Lula e do seu ex-presidente Paulo Okamotto;

7 - Divulgação da lista de visitantes de Daniel Vorcaro na prisão da PF em Brasília; 

8 - Apresentação dos registros de passageiros e planos de voo do jato particular atribuído a Daniel Vorcaro em novembro de 2025; 

9 - Liberação da lista de participantes, pauta e registros da reunião mantida entre Lula e Vorcaro em dezembro de 2024;

10 - Histórico completo de entradas de Vorcaro e de seus intermediários no Planalto e da Alvorada desde 2023;

11 - Registros de entrada no Palácio do Planalto do ex-ministro Guido Mantega e do diretor do Banco Master, Augusto Lima;

12 - Quebra dos sigilos dos últimos 8 anos de João Vaccari Neto, ex-tesoureiro do PT;

13 - Liberação dos sigilos dos últimos 8 anos de Roberta Luchsinger, de sua empresa RL Consultoria e de Edson Claro;

14 - Liberação dos sigilos dos últimos 8 anos de Roberta Luchsinger, de sua empresa RL Consultoria e de Edson Claro;

15 - Acesso aos registros de entrada e saída de Roberta Luchsinger nos Palácios do Planalto e da Alvorada entre 2023 e 2026; 

16 - Divulgação da lista de voos da FAB em que Roberta Luchsinger viajou como passageira;

17 - Relação completa das reuniões de Luchsinger em órgãos do governo; 

18 - Quebra dos sigilos bancários e fiscais dos últimos 8 anos de Marcola; Abertura dos sigilos dos últimos 8 anos de Frei Chico e do sindicato Sindnapi; 

19 - Divulgação completa dos gastos com o cartão corporativo da Presidência da República (desde janeiro de 2023) e da agenda de Janja anterior a fevereiro de 2025, incluindo visitas dos filhos, uso de helicópteros e gastos do Palácio da Alvorada. 

Campanha de Lula aceita condições de Flávio para quebra de sigilo e pede que Willer Tomaz seja incluído
Foto: Reprodução Band Youtube

Em entrevista coletiva nesta quarta-feira (21), o senador Camilo Santana (PT), coordenador da campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, anunciou que não há oposição às condições colocadas pelo senador Flávio Bolsonaro (PL) para que sejam abertos os sigilos de ambos os candidatos. Santana disse que a campanha de Lula não se opõe a “absolutamente nada” que foi imposto pelo senador do PL.

 

Camilo Santana disse à imprensa que irá nesta quinta (22) à sede do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para protocolar a resposta do presidente sobre a disputa de sigilos. O senador disse esperar que a campanha do candidato do PL faça o mesmo, e que também inclua a conta bancária do advogado Willer Tomaz na quebra de sigilo. 

 

Anteriormente nesta quarta, a campanha de Flávio Bolsonaro encaminhou uma réplica ao desafio que impõe a quebra de sigilos bancários e telefônicos. O senador disse que abriria seu sigilo se Lula também apresentasse as contas do ex-chefe de Gabinete, Marcola, além dos cartões corporativos e outras informações sobre empresas de familiares, entre outras demandas.

 

No entanto, segundo o coordenador da campanha do PT, a resposta de Flávio omite o levantamento dos dados da conta bancária da empresa Alcazar Holding, de Tomaz, na qual Flávio tem “acesso operacional relevante”, segundo a Polícia Federal. “Vemos com muita estranheza ele tirar essa empresa”, disse Santana na coletiva de imprensa.

 

Flávio e Willer Tomaz mantiveram uma relação de amizade, mas ambos negam ter feito negócios em conjunto. O advogado é investigado por suspeitas de lavagem de dinheiro, operações irregulares em casas de apostas e relação com as fraudes no INSS.

 

Nesta terça (20), a autorização para a abertura dos dados do líder petista foi protocolada junto ao TSE por seus advogados, conforme ele havia prometido no debate da Band, no último domingo (18). No documento, foram autorizadas as quebras de sigilos bancário, fiscal e telefônico dos últimos oito anos do presidente, da primeira-dama Rosângela da Silva (Janja) e dos filhos Lurian, Marcos Cláudio, Fábio Luís, como Lulinha e que é investigado pela Polícia Federal, Sandro Luís e Luís Claudio.

 

A guerra de quebras de sigilo antecede o debate da TV Globo, que acontecerá na noite da próxima sexta (23). O presidente Lula chegou a dizer que não iria ao debate se Flávio Bolsonaro não abrisse o seu sigilo.  
 

Sidônio diz que Lula adotará estratégia para evitar que Flávio fique atrás dele durante debate da Globo
Foto: Divulgação / Campanha de Lula

O ministro baiano da Secretaria de Comunicação Social (Secom), Sidônio Palmeira, afirma que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva vai adotar estratégias durante o debate da TV Globo para evitar que Flávio Bolsonaro (PL) fique atrás do petista enquanto ele estiver falando, olhando para as câmeras, como ocorreu no debate da Band no último domingo. O debate ocorre na sexta-feira e é o último confronto entre Lula e Flávio antes do segundo turno.

 

"Lula vai ficar no púlpito se necessário. Essa estratégia da extrema-direita (de ficar atrás do candidato) é usada no mundo inteiro e não vai acontecer neste debate (TV Globo)", afirmou Sidônio no Palácio do Planalto nesta quarta-feira.

 

O ministro, que tirou férias do cargo para se dedicar exclusivamente à campanha no segundo turno, afirmou que Flávio "não vai ficar atrás de Lula" e que o candidato do PL é "papagaio de pirata". Se precisar, Lula ficará mais no púlpito, mas não deve deixar de caminhar pelo estúdio. O ministro também afirmou que a campanha pediu à TV Globo que haja checagem das falas durante o programa.

 

Flávio treinou como estratégia circular atrás de Lula enquanto o presidente respondia a perguntas e se dirigia aos telespectadores. As informações foram confirmadas pelo jornal O Globo. O senador fazia gestos negativos com a cabeça, mantinha a expressão fechada e reagia com o rosto às declarações do petista.


Essa movimentação foi proposital e fazia parte da preparação para gerar imagens que pudessem ser recortadas e compartilhadas nas redes. Sidônio é o principal responsável pela preparação de Lula para o debate e se irritou com a postura de Flávio durante o programa. Durante os intervalos do debate da Band, o chefe da Secom ia até o púlpito conversar com Lula.

 

Na primeira pausa do programa, o ministro chegou a questionar Flávio por ficar atrás do presidente durante suas respostas. Ele também discutiu com integrantes da equipe do presidenciável do PL e apareceu visivelmente nervoso em vídeos de bastidores do debate. Lula se dedicará à preparação do debate na quinta e na sexta-feira. Aliados têm defendido que Lula chegue à Globo com uma postura mais enfática de cobrança às relações de Flávio com milicianos e com seu amigo Willer Tomaz, investigado no escândalo do INSS.

 

A expectativa é que Lula, se for atacado sobre investigações que envolvem seu filho, diga que Flávio foi protegido pelo pai, Jair Bolsonaro (PL), diferente de Lulinha no mandato do petista, que é investigado em três inquéritos do STF. O presidente já havia sido aconselhado a dizer que, se a PF de Bolsonaro fosse como a PF de Lula, Flávio já estaria preso. A ideia é que Lula busque desqualificar mais o adversário, inclusive dizendo que ele é pior que o pai.

Abaixo-assinado reúne mais de 300 mil assinaturas por checagem em debate na Globo
Foto: Eduarda Moitinho / Bahia Notícias

Um abaixo-assinado criado nesta segunda-feira (19), já conta com mais de 300 mil assinaturas que exigem um sistema de checagem de fatos em tempo real durante o último debate presidencial entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL), transmitido pela Rede Globo, nesta sexta-feira (23).

 

“Nós, eleitores, exigimos que a Rede Globo, uma das maiores e mais influentes emissoras do país, implemente um sistema de checagem de fatos em tempo real durante o último debate presidencial nesse segundo turno. Este procedimento garantiria que, ao assistir um debate, o público possa perceber imediatamente se um candidato está deturpando dados ou apresentando informações incorretas”, diz a petição. 

 

As queixas surgiram após o debate exibido pela Rede Bandeirantes, no último domingo (18). Insatisfeitos com a dinâmica do debate, espectadores passaram a compartilhar pelas redes sociais, reclamações acompanhadas do termo fact-checking (checagem de fatos). 

 

As cobranças culminaram no abaixo-assinado que tem sido divulgado pelas redes e reúne, até o momento de escrita desta matéria, 327.339 assinaturas. 

 

“No último debate do segundo turno, na Rede Bandeirantes, presenciamos momentos de desinformação e propagação de fake news, mesmo na presença de jornalistas experientes. Isso não apenas afeta o resultado das eleições, mas também enfraquece a confiança das pessoas em nosso sistema democrático”.

 

O texto ainda cita os Estados Unidos como exemplo de sucesso na prática. Segundo o autor da petição, Rafael Brito, o país utilizou o mecanismo durante o debate presidencial de 2016, entre o então candidato republicano Donald Trump e a candidata democrata Hillary Clinton.

Lula diz que vai mandar documento ao TSE autorizando quebra de sigilo e desafia Flávio a fazer o mesmo
Foto: Reprodução Redes Sociais

Em agenda de campanha no Rio Grande do Sul, na tarde desta segunda-feira (19), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou que enviará à Justiça Eleitoral uma autorização para a quebra de seu sigilo bancário e o de sua família, e disse esperar que seu adversário, Flávio Bolsonaro (PL), faça o mesmo. O desafio sobre a abertura do sigilo foi feito no debate da Band, neste domingo (18). 

 

Lula mostrou, no ato em Porto Alegre, um documento no qual afirma estar disposto a abrir todas as informações bancárias e telefônicas dele e de seus cinco filhos, incluindo do mais velho, Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha.

 

“Vou entregar isso aqui amanhã [o documento] no Tribunal Eleitoral, na expectativa de que o adversário apresente a proposta de abrir o sigilo da sua empresa e de seus negócios, porque é preciso acabar de uma vez por todas com essa história de chamar gente honesta de ladrão”, afirmou Lula.

 

Durante esta tarde, o coordenador da campanha de Lula, o senador Camilo Santana (PT), confirmou que o presidente irá oficializar junto aos órgãos do Judiciário o seu desafio contra Flávio Bolsonaro. Segundo o senador, Lula assinará um documento oficial com este teor e que entrará em vigor somente com a condição de que Flávio faça o mesmo.

 

De acordo com Lula, o desafio feito a Flávio Bolsonaro tem como objetivo revelar à sociedade brasileira “quem é ladrão e quem não é”.

 

“A única coisa que eu estou pedindo é que ele tenha coragem de provar que é honesto, que faça como estou fazendo. E eu quero que a Justiça investigue e divulgue para o povo brasileiro saber quem é ladrão e quem não é ladrão”, colocou.

 

Ainda no ato de campanha, o presidente Lula criticou a postura do senador Flávio Bolsonaro durante o debate da Band. Lula mostrou seu incômodo com a atitude do candidato de se postar atrás dele e fazer gestos e expressões junto às suas falas.

 

“Todo mundo sabe a vida pregressa dele, todo mundo conhecia minha biografia, sabe a história de cada um. Não posso permitir que um miliciano fique atrás de mim no debate, com um escrito na mão: ‘corrupto’, porque corrupta é a família dele, é ele”, colocou o presidente.

 

No palanque em Porto Alegre, Lula relembrou da primeira vez em que esteve em terras gaúchas, quando recém havia sido promovido a presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo e se encontrou com os ex-governadores Olívio Dutra e Tarso Genro. Na época, ambos eram presidente e advogado do Sindicato dos Bancários de Porto Alegre, respectivamente.

 

"Tenho muita relação com o povo gaúcho, que tem muita relação com o PT e com o movimento sindical", afirmou o presidente.

 

"Vir ao Rio Grande do Sul é visitar um pedaço da minha história", completou Lula.

 

O líder petista discursou ao lado do senador Paulo Paim (PT), do ex-governador Olívio Dutra (PT), da ex-deputada Manuela d'Ávila (PSOL), dos deputados federais Paulo Pimenta, Elvino Bohn Gass e Maria do Rosário e do ex-presidente da Conab e coordenador da campanha de Lula no RS, Edegar Pretto, do PT.

Carro de Flávio Bolsonaro passa por perícia após suspeita de bomba durante debate na Band
Foto: Renato Pizzutto/Band

 

O Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate) foi acionado, na noite deste domingo (18), para verificar uma suspeita de bomba no carro do senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL), nos estúdios da TV Bandeirantes, em São Paulo. O candidato participava do debate presidencial da emissora, o primeiro no 2º turno das eleições. Não foram encontrados artefatos explosivos no local, segundo o esquadrão anti-bombas.

 

Por medida de segurança, Flávio deixou a emissora no carro do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), acompanhado do mandatário. A Polícia Militar foi acionada pela Polícia do Senado, responsável pela segurança do senador.

 

Ao g1, o capitão Victor Capello Haddad, comandante do Gate e responsável pela operação, informou que cães foram utilizados para localizar possíveis materiais suspeitos e identificaram um componente químico. "Feita a primeira varredura, os cães passaram e ambos detectaram algum componente químico que os fez sinalizar positivo para um componente químico que pode ser utilizado para a confecção de algum artefato explosivo", disse Haddad.

 

Perguntado se foi encontrado algum pacote ou objeto suspeito dentro do carro, o capitão negou.

 

Em nota, a Secretaria de Segurança Pública afirmou que recebeu uma denúncia sobre uma possível ameaça de atentado contra o candidato e que imediatamente, equipes do Grupo de Ações Táticas Especiais, da Policia Militar, incluindo o esquadrão de bombas e cães farejadores, foram acionadas para realizar uma varredura no local.

Flávio Bolsonaro volta atrás e diz que vai ao debate da Band para "esfregar a verdade" na cara de Lula
Foto: Montagem com fotos Agência Brasil e Agência Senado

Em um vídeo divulgado nas suas redes sociais nesta quarta-feira (14), o candidato Flávio Bolsonaro (PL) voltou atrás em sua decisão de não comparecer ao debate que será promovido pela Band no próximo domingo (18). Flávio disse que havia negado presença apenas para saber qual seria a posição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em relação ao debate.

 

Segundo disse o candidato, como Lula confirmou que comparecerá ao debate da Band, ele também decidiu comparecer. O vídeo gravado pelo senador busca responder diretamente a Lula.

 

“Lula, como você é previsível. Bastou eu falar que eu não ia ao debate para você, no minuto seguinte, dizer que ia. Claro que eu vou no debate, eu só queria que você confirmasse”, disse  senador do PL. 

 

Flávio Bolsonaro lembrou que o presidente Lula não quis ir ao debate da TV Globo no primeiro turno, e disse que vai aproveitar o confronto para desmentir “mentiras” faladas pelo líder petista.

 

“Eu vou esfregar a verdade na sua cara. Te espero no debate da Band”, afirmou Flávio. 

 

A declaração de Flávio Bolsonaro de que não iria ao debate da Band foi dada em entrevista nesta terça (13). O candidato também não havia confirmado se compareceria ao debate da TV Globo, no próximo dia 23.
 

Flávio Bolsonaro declara que não comparecerá ao debate da Band, no próximo domingo
Foto: Ton Molina/Agência Senado

Em conversa com a imprensa após evento em que foi anunciado apoio de 17 diretórios do MDB à sua candidatura, nesta terça-feira (13), o candidato Flávio Bolsonaro (PL) informou que não está “prevista” a sua ida ao debate agendado pela Band para o próximo domingo (18). O debate está programado para ser realizado às 20h, em um pool da Band com a TV Cultura, a TV Gazeta, a Jovem Pan e o Estadão.

 

“Não está previsto [a ida a] esse debate domingo. O que estamos analisando, quem vai dar a palavra final vai ser a minha equipe técnica, é de ir no último debate [o da Globo]”, declarou Flávio.

 

Para esta semana estão previstas entrevistas de Flávio Bolsonaro e do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à TV Globo. Lula falará na quinta (15) com a emissora e o senador do PL será o entrevistado da emissora na sexta (16). 

 

O único debate que deve contar com a participação dos dois candidatos deve ser o da TV Globo, que acontece no dia 23 de outubro. No primeiro turno, Lula e Flávio não participaram de nenhum debate televisivo. 

 

Nestas eleições de 2026, o único debate entre presidenciáveis realizado foi o da Band, em 23 de agosto. O debate, entretanto, contou apenas com a presença dos candidatos Ronaldo Caiado (PSD), Renan Santos (Missão) e Augusto Cury (Avante).

Record cancela debate presidencial do segundo turno após ausência de Lula e Flávio Bolsonaro
Foto: Reprodução / Divulgação / Ricardo Stuckert

A Rede Record anunciou o cancelamento do debate entre os candidatos à Presidência da República no segundo turno, que estava marcado para este domingo (11), às 21h. A decisão foi tomada nesta sexta-feira (9), depois que as campanhas de Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) não confirmaram presença no encontro.

 

Em nota oficial enviada à imprensa, a emissora justificou o cancelamento alegando "incompatibilidade de agendas" dos candidatos. Nos bastidores, executivos do canal já avaliavam desde a última quarta-feira (7) a dificuldade de reunir ambos nos estúdios para o confronto.

 

Com as mudanças, o foco das campanhas fica concentrado em outros dois grandes encontros programados para a reta final: na Band, marcado para o dia 18, e na Globo, marcado para o dia 23.

 

Enquanto isso, o pool de veículos formado por SBT, RedeTV! e CNN Brasil, que estava previsto para o dia 15, também corre sério risco de cancelamento pelo mesmo motivo.

Primeiro confronto adiado: TV Record cancela debate com Lula e Flávio programado para o próximo domingo
Foto: Montagem fotos Marcelo Camargo/Agência Brasil - Ton Molina/Agência Senado

A TV Record comunicou nesta sexta-feira (9) que cancelou o debate presidencial que seria realizado na noite do próximo domingo (11). O debate iria ser o primeiro confronto entre os candidatos Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que passaram ao segundo turno das eleições 2026. 

 

Em comunicado, a Record alegou que tomou a decisão do cancelamento do debate por dificuldades de conciliar os compromissos dos dois candidatos à Presidência da República.

 

“A Record informa que, em razão da incompatibilidade de agendas dos candidatos à Presidência da República, Flávio Bolsonaro e Luiz Inácio Lula da Silva, o debate previsto para o próximo domingo, 11 de outubro, foi cancelado”, diz a nota da emissora.

 

Esta é a segunda vez que a emissora cancela um debate presidencial durante a campanha eleitoral de 2026. No primeiro turno, a Record havia marcado um encontro entre os candidatos para 27 de setembro, mas desistiu de realizá-lo quatro dias antes.

 

Flávio Bolsonaro e Lula ainda não estiveram frente a frente para debater propostas. Nenhum deles participou de debates no primeiro turno das eleições. 

 

O candidato do PL chegou a confirmar participação no evento promovido pela TV Globo, mas desistiu a menos de duas horas do evento após decisões judiciais alterarem as regras do debate. Logo depois, a emissora cancelou o debate. 

 

A próxima tentativa de debate entre os dois candidatos será realizada no dia 18 de outubro, pela Band. No primeiro turno a emissora realizou um debate no mês de agosto sem a presença de Flávio Bolsonaro e Lula, apenas com Ronaldo Caiado, Augusto Cury e Renan Santos.

 

Depois da Band será a vez da TV Globo realizar o último debate das eleições 2026. O evento está programado para acontecer em 23 de outubro, dois dias antes do segundo turno. 

Caiado diz que o STF e o TSE "destruíram o processo eleitoral" e Zema afirma que "o povo dará a resposta"
Foto: Reprodução Redes Sociais

Em entrevista e vídeos postados em redes sociais, os candidatos Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo) criticaram as decisões da Justiça que acabaram levando ao cancelamento do debate presidencial da TV Globo, que seria realizado na noite desta quinta-feira (1º). 

 

Para Ronaldo Caiado, o cancelamento do debate foi um “atentado à democracia brasileira”. O candidato também fez críticas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ao Supremo Tribunal Federal (STF) e ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). 

 

“Destruíram o processo eleitoral no país. Nós não tivemos a oportunidade de poder promover debates”, afirmou Caiado. 

 

O ex-governador de Goiás usou a expressão “ditadura da toga” ao criticar as decisões do ministro GIlmar Mendes e da ministra Estela Aranha, na noite desta quinta. 

 

“As pessoas precisam acreditar no voto, porque hoje estão quase 60 milhões de brasileiros desesperançosos, porque não enxergam no voto a capacidade de poder mudar o rumo do país”, disse Caiado.

 

Na mesma linha, o candidato Romeu Zema criticou o cancelamento do debate da TV Globo e afirmou que a falta de um confronto de ideias representa uma perda para o país e para a democracia. 

 

“Quem está perdendo é o Brasil, é a nossa democracia”, disse Zema ao comentar a decisão. 

 

Para Zema, o Brasil vive uma situação de “vergonha nacional”. O ex-governador de Minas Gerais citou reportagens da imprensa internacional sobre a atuação do STF. O candidato ainda criticou o ministro Flávio Dino e disse acreditar que sua atuação busca beneficiar o presidente Lula, que o indicou ao STF. 

 

“Com certeza, Dino está querendo beneficiar o Lula, mas no dia 4, o brasileiro dará a resposta”, completou Zema, que garantiu que não irá desistir de sua candidatura.

Renan Santos ingressa no TSE para obrigar TV Globo a chamá-lo para o debate desta quinta-feira
Foto: TV Globo divulgação

O candidato Renan Santos, do partido Missão, ingressou com representação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para que a TV Globo seja obrigada a incluí-lo entre os convidados a participar do debate presidencial que acontecerá nesta quinta-feira (1º). Até às 19h40 desta quarta (30), não houve resposta do presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, ao pedido do candidato.

 

A representação de Renan Santos cita decisão tomada pelo ministro Kassio Nunes que determinou à TV Globo que incluísse o candidato Romeu Zema (Novo) entre os convidados ao debate. O ministro atendeu a pedido do partido Novo que citou o cumprimento das regras da Justiça Eleitoral para ter direito à participação neste que será o último debate televisivo antes do primeiro turno das eleições, no próximo domingo (4). 

 

Renan Santos e seu partido afirmam que as próprias regras apresentadas pela TV Globo ao TSE estabelecem a possibilidade de convite ao próximo candidato mais bem posicionado nas pesquisas caso algum dos participantes obrigatórios desista do debate. O Missão lembra que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva já declarou que não comparecerá ao evento.

 

“Registra-se, ainda, que também se faz presente a hipótese de a emissora realizar convite a outro candidato em caso de desistência de um daqueles que possuem participação obrigatória”, afirma o partido. 

 

Além disso, a defesa do partido sustenta que a emissora gerou “legítima expectativa” de participação ao convidar Renan Santos, desde março, para o conjunto de atividades ligadas à cobertura eleitoral, incluindo debates, sabatinas e entrevistas. A representação cita a participação do candidato nas sabatinas promovidas pela GloboNews e pelo Jornal Nacional como exemplo. 

 

Até o momento, estão confirmadas no debate as presenças de Flávio Bolsonaro (PL), Ronaldo Caiado (PSD), Augusto Cury (Avante) e Romeu Zema (Novo). A TV Globo já afirmou que mesmo com a ausência de Lula, as perguntas que eram destinadas a ele serão feitas para uma cadeira vazia.
 

Após sofrer acidente, Ronaldo Mansur cancela participação em debate da Rede Bahia
Foto: Eduarda Pinto / Bahia Notícias

O candidato ao Governo da Bahia Ronaldo Mansur (PSOL) não participará do debate da Rede Bahia, marcado para a noite desta terça-feira (29), após sofrer um acidente de carro nas proximidades da Avenida 29 de Março. O encontro está previsto para ocorrer por volta das 22h15.

 

Mansur foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e levado ao Hospital Geral Ernesto Simões Filho, onde permanece em observação. Segundo a assessoria, ele deu entrada na unidade com politraumatismos, pressão oscilante e perda de consciência. O candidato aguarda o resultado dos exames de imagem, mas apresenta quadro estável e está lúcido.

 

A equipe médica informou que ele permanecerá internado na Sala Vermelha por, no mínimo, 12 horas. Com a necessidade de permanecer hospitalizado durante esse período, Mansur não poderá comparecer ao debate entre os candidatos ao governo estadual.

 

Durante a caminhada do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o coordenador da campanha do governador Jerônimo Rodrigues (PT), Adolpho Loyola, confirmou a ausência do petista no debate, restando somente o ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (União), para o encontro.

Eleições 2026: Lula comunica à coordenação que não participará do debate da TV Globo
Foto: Ricardo Stuckert

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) informou à coordenação de sua campanha que não vai participar do debate promovido pela TV Globo nesta quinta-feira (1). 

 

A informação é do jornalista Ricardo Amaral, do site Brasil 247. Segundo o jornalista, a decisão de Lula contrariou a opinião de praticamente todos os coordenadores da campanha, e a equipe ainda não comunicou oficialmente a recusa à TV Globo.

 

Apesar de a decisão já ter sido informada internamente, pessoas próximas ao petista ainda tentam convencê-lo a participar do debate, avaliando os riscos e benefícios de expor o presidente a um confronto direto com os demais candidatos na reta final da campanha.

 

Do outro lado, a campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL), principal opositor de Lula na disputa, afirma que o senador irá ao debate de qualquer forma, com ou sem a presença do petista. Segundo a equipe de Flávio, Lula não teria mais a mesma habilidade retórica de outrora, e sua ausência poderia favorecer o candidato do PL.

Semana tem reta final de campanhas, últimas pesquisas, debate na Globo e confusão no STF sobre Nossa Senhora
Foto: Fellipe Sampaio/STF

A última semana antes do primeiro turno das eleições, no próximo domingo (4), será voltada principalmente para os atos finais de campanha dos candidatos, e também para a divulgação das últimas pesquisas antes da votação. A semana também tem como destaque o debate que será realizado na próxima quinta-feira (1º) pela TV Globo.

 

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva ainda não confirmou sua participação no debate. Já Flávio Bolsonaro (PL), Ronaldo Caiado e Augusto Cury (Avante) disseram que estão presentes na emissora, na noite de quinta.

 

A semana também começa com nova polêmica no Judiciário, após o ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), cancelar uma decisão dada pelo vice-presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), André Mendonça. Dino desautorizou Mendonça e permitiu que fossem feitas publicações a respeito da polêmica sobre Nossa Senhora Aparecida, e o presidente do TSE, Kassio Nunes, prepara uma reação para impedir o que considera uma interferência no processo eleitoral. 

 

Confira abaixo a agenda da semana em Brasília.

 

PODER EXECUTIVO

 

O presidente Lula inicia a semana de compromissos de campanha em Belém, capital do Pará. A jornada do presidente na capital paraense começa no fim da tarde com uma visita ao complexo hospitalar da Benemérita Sociedade Portuguesa Beneficente do Pará, ao lado do ministro da Saúde, Alexandre Padilha. 

 

No início da noite, o presidente Lula comanda um ato político com apoiadores e lideranças locais na Praça da República, na capital paraense. 

 

Na terça (29), Lula seguirá para atos de campanha em Fortaleza, onde deve se unir ao governador cearense Elmano de Freitas (PT). À tarde, o presidente Lula seguirá para Salvador, onde participará de eventos de campanha ao lado do governador Jerônimo Rodrigues (PT). 

 

A agenda de Lula ainda prevê eventos de campanha em Belo Horizonte e no Rio de Janeiro, ambos na próxima sexta (2). Apesar de ainda não ter decidido se comparece ao debate que será promovido pela Rede Globo na próxima quinta (1º), o presidente Lula não programou eventos para esse dia, e a expectativa é que ele passe o dia se preparando para o evento que já confirmou as presenças de Flávio Bolsonaro (PL), Ronaldo Caiado (PSD) e Augusto Cury (Avante). 

 

Na agenda do governo, o destaque é a reunião que será realizada nesta terça (29), com representantes de clubes de futebol, para discutir os impactos da proibição das bets no país. O encontro foi confirmado pelo Ministério do Esporte e ocorre após a reação negativa dos clubes à medida provisória que determinou o fim das plataformas de apostas de quota fixa.

 

A reunião está sendo articulada pelo ministro do Esporte, Paulo Henrique Perna Cordeiro. Segundo a pasta, a intenção é ouvir as demandas dos clubes e avaliar de que forma o governo pode contribuir para evitar possíveis prejuízos provocados pelo fim dos contratos com empresas de apostas.

 

No calendário da economia, um dos destaques é a apresentação, nesta terça (29), da Pnad Contínua que mostra a situação do emprego no país. O IBGE vai apresentar os números da ocupação no Brasil no trimestre encerrado em agosto.

 

Para a próxima sexta (2), o anúncio do IBGE será sobre a situação da indústria brasileira. A Pesquisa Industrial Mensal vai apresentar os números do setor no mês de agosto deste ano. 

 

PODER LEGISLATIVO

 

A última semana antes do primeiro turno das eleições tem mais uma vez o Congresso Nacional completamente paralisado. Não há previsão de qualquer discussão em comissões ou plenário nos próximos dias, tanto na Câmara dos Deputados quanto no Senado Federal. 

 

Até mesmo para a semana que vem ainda não há previsão de sessões. Nos sistemas da Câmara e do Senado, não constam sessões agendadas em plenários e comissões, e eventuais votações serão decididas somente após a realização do primeiro turno das eleições, no próximo domingo (4).

 

PODER JUDICIÁRIO

 

A semana começa no Judiciário com a possibilidade de desdobramentos da decisão do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), que liberou publicações nas redes sociais sobre a polêmica de Nossa Senhora Aparecida. A decisão de Dino desautorizou ordem dada pelo vice-presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro André Mendonça, de proibir postagens que associassem o candidato Flávio Bolsonaro a uma eventual tentativa de tirar de Nossa Senhora Aparecida o título de Padroeira do Brasil.

 

Nesta segunda (28), o presidente do STF, Edson Fachin, deve se reunir com o presidente do TSE, Kassio Nunes, para discutir eventuais interferências nas decisões que impactam as eleições. Kassio Nunes também vai cobrar de Fachin medidas institucionais contra a manipulação do sistema de escolha de relatores na corte.

 

Em relação aos julgamentos, a semana começa no STF com o plenário virtual debatendo e julgando processo que envolve o pagamento de precatórios a usinas sucroalcooleiras. O Plenário vai discutir se o tema é aplicável a todos os casos em que a União foi condenada a indenizar usinas sucroalcooleiras com base em estudo genérico, e não individualizado. 

 

A jurisprudência do STF estabelece ser imprescindível a comprovação do dano por meio de perícia técnica. Apesar disso, o ministro Gilmar Mendes apontou que a Corte tem adotado decisões conflitantes em casos concretos: ora reconhece a jurisprudência, ora rejeita sua aplicação em razão da existência de coisa julgada.

 

Ao pedir a votação no plenário virtual, o ministro Gilmar Mendes ressaltou o impacto econômico do processo. De acordo com o Anexo de Riscos Fiscais da Lei de Diretrizes Orçamentárias, a União classifica os valores devidos ao setor sucroalcooleiro como risco provável de derrota, no valor de R$ 103,4 bilhões. 

 

O montante corresponde a um quinto de todas as demandas judiciais classificadas como de risco provável. Segundo o relator, a demora na resolução da questão poderá impactar ainda mais no valor da dívida, especialmente em razão de correção monetária e da incidência de juros dos débitos da Fazenda Pública.

 

Para a última semana de setembro no plenário físico do STF, o presidente Edson Fachin programou o julgamento de temas como a doação de sangue por testemunhas de Jeová. O STF terá sessões na quarta (30) e na quinta (1º). 

 

Para a sessão de quarta, o destaque é o julgamento da ADPF 618, com pedido de medida cautelar, no qual visa assegurar às Testemunhas de Jeová maiores de idade e capazes o direito de não se submeterem a transfusões de sangue por motivo de convicção pessoal.

 

Ao justificar o ajuizamento da APDF, a então procuradora-geral da República, Raquel Dodge, afirmou que diversos atos normativos geram insegurança jurídica ao estabelecerem como dever do médico a realização da transfusão mesmo que haja recusa do paciente ou de seus responsáveis. Essas normas, segundo a ex-procuradora-geral, partem das premissas de que a medicina deve cuidar da saúde do homem sem preocupação de ordem religiosa e de que a recusa pode ser encarada como suicídio.

 

A ação afirma que Testemunhas de Jeová são reconhecidas, entre outras características marcantes, pela recusa em aceitar transfusões de sangue. Aceitar esse tipo de tratamento, segundo a religião, torna o seguidor impuro e indigno do reino de Deus. 

 

A recusa, segundo Raquel Dodge, não significa desejo de morte ou desprezo pela saúde e pela vida, pois as pessoas que integram essa comunidade religiosa aceitam se submeter a métodos alternativos à transfusão de sangue. Mas, na sua impossibilidade, preferem se resignar à possibilidade de morte a violar suas convicções religiosas.

 

A ADPF pede que seja concedida medida cautelar para afastar qualquer entendimento que obrigue médicos a realizarem transfusão quando houver expressa recusa dos pacientes maiores de idade e capazes, mantendo-se a obrigatoriedade apenas quando o paciente for menor, nos casos em que o tratamento for indispensável para salvar a vida da criança, independentemente de oposição dos responsáveis. 
 

Flávio Bolsonaro diz que vai ao debate da Globo e espera enfrentar Lula
Foto: Charles Vieira / Campanha Flávio Bolsonaro

O candidato à presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) confirmou que participará do debate na Globo, que acontece na próxima quinta-feira (1°). A declaração foi dada após uma carreata neste domingo (27), em Goiânia.

 

Flávio afirmou que pretende ir ao debate para "desmascarar" o atual presidente e também candidato, Lula (PT).


"Eu não tenho adversário aqui em Goiás. Meu único adversário nessa campanha é o Lula. É com ele que eu quero debater na Globo. Eu vou pra esse debate só pra desmascarar esse mentiroso, esse assassino da esperança do Brasil", declarou.


Flávio citou pontos que pretende questionar o atual presidente, como a crise no Supremo Tribunal Federal (STF). Ele também mencionou o plano de dar anistia aos envolvidos nos atos golpistas do 8 de janeiro.

VÍDEO: Bruno Reis dispara contra ausência de Jerônimo em debate: 'Foge e usa o presidente como desculpa'
Fotos: Ana Beatriz Soares / Ainoã Teles / Bahia Notícias

O prefeito de Salvador, Bruno Reis (União), criticou a postura do governador Jerônimo Rodrigues (PT), diante da possível ausência no debate promovido pela TV Bahia, afirmando que o adversário "foge do debate e usa o presidente como desculpa". As declarações foram feitas nesta sexta-feira (25), durante a cerimônia de reinauguração do Teatro Vila Velha.

 

Confira o momento em vídeo:

 

As declarações ocorrem no contexto em que o candidato que busca a reeleição pode não comparecer devido à visita do presidente Lula da Silva (PT) em Feira de Santana. De fato, o dia do debate promovido pela TV Bahia, é o mesmo da visita. Também é esperado a participação dos candidatos Ronaldo Mansur (PSOL) e Antonio Carlos Magalhães (ACM) Neto.

 

Em sua fala, Bruno Reis avaliou que estratégias voltadas a criar polarizações: "O povo da Bahia vai escolher, independentemente das escolhas políticas locais. Mesma coisa, 'time de Lula', debate da mediocridade. As pessoas querem saber o que pode fazer de melhor da sua vida. Isso é querer fazer cortina de fumaça, isso é irrelevante para a decisão do eleitor. Não vai cair nesse golpe pela sétima vez consecutiva", dispara.

 

Segundo o aliado de ACM Neto (União), a decisão do eleitorado baiano será pautada pela avaliação de resultados e propostas concretas para o cotidiano das pessoas, em detrimento da utilização de apoios e apadrinhamentos políticos nacionais como pauta central das discussões no estado.

Globo fará debate apenas com Lula, Flávio, Caiado e Cury; Renan Santos anuncia protesto na porta da emissora
Foto: Montagem com fotos Agência Brasil, Agência Senado e reprodução de redes

A TV Globo confirmou que promoverá o seu debate dos candidatos a presidente da República no próximo dia 1º de outubro, e convidou apenas os quatro postulantes que, de acordo com a legislação eleitoral, têm direito a serem chamados: Lula (PT), Flávio Bolsonaro (PL), Ronaldo Caiado (PSD) e Augusto Cury (Avante). É obrigatório o convite somente a presidenciáveis de partidos e federações com cinco ou mais parlamentares eleitos em 2022.

 

A emissora comunicou às assessorias dos candidatos nesta quarta-feira (23) que, se algum dos convidados faltar, eles podem vir a chamar algum substituto. O presidente Lula ainda não confirmou sua presença no debate, assim como Flávio Bolsonaro, que aguarda a decisão do líder petista para saber se comparece ou não. 

 

As faltas de Lula e de Flávio levaram a Record a cancelar o debate marcado para o próximo domingo (27). Os dois melhores colocados nas pesquisas também não foram ao debate da Band, em 23 de agosto, mesmo com a rede de TV remarcando o evento numa tentativa de acomodar a agenda de Lula. 

 

Já Renan Santos, que foi ao debate da Band junto com Caiado e Cury, afirmou em suas redes sociais que fará uma manifestação em frente à sede da TV Globo, no Rio de Janeiro. Em vídeo, o candidato do partido Missão classificou o episódio como um “desconvite” e disse que transformará em protesto o ato que já planejava realizar na cidade.

 

“A minha resposta para a Rede Globo é: nosso ato que acontecer no Rio será uma manifestação em frente à Rede Globo. Vamos nos manifestar, vamos fazer barulho porque nossa voz precisa ser ouvida”, afirmou Renan Santos.
 

Candidata do PL tem crise de riso durante fala de adversário em debate, é criticada nas redes e cita Lula em reação
Foto: Reprodução / Youtube / Alô Juca

A candidata a deputada estadual Josi Flora (PL-BA) protagonizou um momento que viralizou nas redes sociais durante um debate com candidatos à Assembleia Legislativa da Bahia. Enquanto o candidato professor Marinho (PSB) falava sobre propostas voltadas às mães atípicas, Josi o interrompeu algumas vezes e, durante o bate-boca, começou a rir. O debate foi realizado pelo programa Alô Juca, apresentado por Marcelo Castro, da TV Aratu.

 

A discussão começou durante a fala de Marinho sobre a pauta das mães atípicas e propostas para fortalecer políticas voltadas a esse grupo. Josi interrompeu o candidato em diferentes momentos. Em meio à troca de acusações, ela começou a rir, o que provocou uma reação de Marinho.

 

“Não consigo rir com falta de educação”, disse o candidato. Na sequência, Marinho afirmou: “Ela tá rindo de quê? Só pode ser da falta de conhecimento dela”.

 

O trecho acabou circulando nas redes sociais, onde internautas criticaram a postura da candidata e classificaram as interrupções e as risadas como "falta de educação" e "respeito durante" o debate. Após a repercussão, Marinho também se manifestou nas redes sociais. O candidato criticou o comportamento de Josi e afirmou que se sentiu desrespeitado durante o programa.

 

“Olha o nível que chegou nossa política! Muito triste por me dedicar, estudar, para ser desrespeitado dessa forma por essa candidata do PL”, escreveu Marinho.

 

FOI INTENCIONAL

Depois da repercussão, Josi Flora também usou as redes sociais para explicar o episódio. A candidata afirmou que seu comportamento durante o debate foi intencional e relacionou o episódio a uma situação envolvendo o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) durante uma sabatina da TV Globo. Segundo Josi, Lula teria interrompido uma jornalista mais de 11 vezes durante a entrevista e, na avaliação dela, não houve a mesma reação da esquerda que houve contra sua postura no debate.

 

“Eu fui bem intencional, porque durante essa semana o presidente Lula interrompeu uma jornalista por mais de 11 vezes e você não viu a revolta da esquerda, chamando ele de mal-educado”, afirmou.

 

A candidata afirmou ainda que sabia que sua postura poderia ser interpretada negativamente, mas disse que o objetivo era provocar uma reflexão sobre o tratamento dado a comportamentos semelhantes na política.

 

“Ontem eu fiz o professor Marinho entender que isso é grosseiro, mal-educado e deselegante. Para algumas pessoas eu fui grosseira, mal-educada e deselegante, mas, na verdade, eu dei uma aula para vocês”, afirmou Josi Flora.

Kataguiri apresenta projeto para punir candidatos que faltarem a debates eleitorais no rádio e na televisão
Foto: Reprodução Youtube Band

Um dia depois da realização do debate da TV Bandeirantes, na noite do último domingo (23), que contou com a presença de apenas três dos seis presidenciáveis convidados, o deputado Kim Kataguiri (Missão-SP) apresentou um projeto de lei para tornar obrigatório o comparecimento de candidatos a cargos majoritários. O projeto obriga candidatos a cargos majoritários a participarem de debates eleitorais transmitidos por emissoras de rádio e televisão, sob pena de punições a quem faltar sem apresentar justificativa.

 

No debate realizado pela Band, participaram apenas os candidatos Ronaldo Caiado (PSD), Renan Santos (Missão) e Augusto Cury (Avante). Já o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o senador Flávio Bolsonaro (PL) e o ex-governador Romeu Zema (Novo) decidiram não comparecer.

 

O texto do projeto de lei 5.147/2026 afirma que a obrigação de comparecimento aos debates alcançaria candidatos de partidos com representação mínima de cinco parlamentares no Congresso Nacional. Pela legislação eleitoral, esses candidatos possuem participação assegurada em debates pela legislação eleitoral.

 

Kim Kataguiri também colocou em seu projeto que o candidato precisaria ser convidado pela emissora com pelo menos 72 horas de antecedência. A ausência seria permitida mediante justificativa fundamentada, e sem explicações convincentes, seriam aplicadas as punições previstas no projeto.

 

O projeto altera o artigo 46 da Lei das Eleições, que estabelece regras para a realização de debates no rádio e na televisão. A proposta acrescenta dispositivos para tornar obrigatório o comparecimento de candidatos, e uma das sanções previstas para a recusa em participar é a redução de 15% do tempo de propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão para cada debate ao qual o candidato deixar de comparecer sem justificativa.

 

Outro ponto da proposta é a redução de 15% nos valores correspondentes ao Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) e ao Fundo Partidário destinados à legenda a cada ausência injustificada pelo candidato a cargos majoritários.

Janja acusa Renan Santos de misoginia contra ela no debate; Candidato do Missão chama ela de "rainha louca"
Foto: Reprodução Redes Sociais e Agência Brasil

A primeira-dama Janja e o candidato a presidente Renan Santos, do partido Missão, trocaram acusações nesse começo de semana após o debate presidencial realizado no último domingo (23) pela TV Bandeirantes. Enquanto Janja repudiou falas de Renan Santos direcionadas a ela, classificando-as de  pessoais, depreciativas e misóginas, o candidato do Missão rebateu, contestou as acusações e disse que fez uma crítica política a uma figura pública.

 

Durante o debate na Band, Renan Santos criticou a ausência do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e citou a primeira-dama:

 

“O Lula, coitado, tem que ficar lá com aquela Janja. Era mais fácil ter vindo no debate, ele ia ter companhias melhores”, disse o candidato. Posteriormente, Renan declarou: “Ou está bêbado ou está com a Janja. Melhor ficar bêbado nessas horas, né, presidente?”

 

Em nota enviada à Band, a primeira-dama acusou o candidato do Missão de misoginia e defendeu que situações como essa não podem ser normalizadas. Ainda na nota, ela afirma que episódios como esse não seriam casos isolados, ao mencionar que o político já esteve envolvido em declarações de violência contra mulheres.

 

“Insinuar que a companhia da esposa de outro presidenciável seria motivo de 'pena' está longe de ser uma crítica política. É mais uma maneira de deslegitimar e ridicularizar a figura da mulher, como ferramenta de misoginia para atacar um adversário político”, diz um trecho da nota de Janja.

 

Já o candidato Renan Santos publicou um vídeo em suas redes sociais dizendo ser um pronunciamento oficial em resposta ao que chamou de “ataque” de Janja. Renan Santos afirmou que, em uma democracia, “não deve ser errado apontar que pessoas assim são ruins, sejam elas homens ou mulheres”. 

 

O candidato também acusou a primeira-dama de agir como uma “espécie de rainha louca” e “deslumbrada”. Renan disse que, se Janja “se sentiu tão ofendida”, deveria enviar Lula para o próximo debate presidencial. 

 

“Assim, ele vai poder defender a honra dele e vai poder explicar para mim porque você é uma boa companhia”, desafiou.
 

INCT.DD promove debate sobre eleições 2026 na Bahia e no Brasil
Fotos: Divulgação

O Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Democracia Digital (INCT.DD) realiza, no dia 26 de agosto, a mesa “Eleições 2026: Bahia e Brasil em perspectiva”, em Salvador. O evento começa às 16h, no Auditório do INCT.DD, na Faculdade de Comunicação da Universidade Federal da Bahia (UFBA), em Ondina.

 

Imagem: Divulgação

O encontro reunirá o professor e pesquisador Wilson Gomes, coordenador do INCT.DD, e o cientista político Paulo Fábio Dantas. A mediação será do jornalista Victor Pinto.

A programação pretende discutir o cenário político que antecede as eleições de 2026, abordando tendências, desafios e as relações entre política, instituições, comunicação e democracia. A proposta também é analisar as particularidades da disputa na Bahia dentro do contexto político nacional.
 

A atividade é gratuita e aberta ao público.

 

SOBRE OS ESPECIALISTAS

Wilson Gomes é professor titular de Teoria da Comunicação da UFBA e pesquisador do Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Cultura Contemporâneas. Coordenador do INCT.DD, é referência nos estudos sobre comunicação e política, democracia digital e comunicação política, com produção acadêmica dedicada às relações entre comunicação, política e democracia.

 

Paulo Fábio Dantas é professor associado do Departamento de Ciência Política da UFBA, docente do Programa de Pós-Graduação em Ciência Política e pesquisador do Centro de Estudos e Pesquisas em Humanidades (CRH). Sua produção concentra-se em temas como política brasileira, pensamento político, teoria política, elites e partidos políticos. Também atua como analista de conjuntura em veículos de comunicação e espaços de debate sobre a política baiana e brasileira.

 

SERVIÇO

O quê: Mesa “Eleições 2026: Bahia e Brasil em perspectiva”
Quando: 26 de agosto de 2026, às 16h
Onde: Auditório do INCT.DD, Faculdade de Comunicação da UFBA
Endereço: Rua Barão de Jeremoabo, s/n, Ondina, Salvador
Entrada: Gratuita e aberta ao público

Debate da TVE é cancelado após Jerônimo Rodrigues não confirmar presença; entenda
Foto: Divulgação

O debate entre os candidatos ao governo da Bahia, previsto para o dia 27 de agosto, na TVE, não será realizado. O Bahia Notícias confirmou a informação com interlocutores da rede estadual. O motivo foi a não confirmação de presença do governador Jerônimo Rodrigues (PT) dentro do prazo estabelecido pela emissora.

 

Mesmo com a confirmação dos candidatos ACM Neto (União Brasil) e Ronaldo Mansur (PSOL), a desistência ou ausência de confirmação de qualquer um dos postulantes implicaria no cancelamento automático do encontro, conforme regra estabelecida pela emissora. O prazo para que Jerônimo confirmasse presença terminou nesta quarta-feira (12), mas a equipe do atual governador só informou a não participação oficialmente nesta quinta (13).

 

A equipe de Jerônimo informou, em e-mail obtido pelo BN, a ausência do governador. “Infelizmente, devido a compromissos da campanha previamente agendados no interior da Bahia, o candidato à reeleição, Jerônimo Rodrigues, não vai participar do debate”, apontou.

 

O governador esteve presente no debate da Band Bahia, porém não confirmou a presença nos demais debates. O senador Jaques Wagner (PT), inclusive, sinalizou que não existia a garantia da presença do governador nos demais enfrentamentos. 

 

O debate estava marcado para 20h, do dia 27, uma quinta-feira. 

Após 1º debate, Neto diz ter feito balanço 'muito positivo' e rebate acusação de uso de IA no programa de governo
Foto: Fernando Duarte / Bahia Notícias

O candidato de oposição ao Governo da Bahia, ACM Neto (União Brasil), avaliou como "muito positivo" seu desempenho no primeiro debate da disputa, realizado neste domingo (9) na Band, ao lado do governador e candidato à reeleição, Jerônimo Rodrigues (PT), e de Ronaldo Mansur (PSOL). Segundo o ex-prefeito de Salvador, mesmo diante de dois adversários, o confronto deixou claras suas diferenças em relação ao atual governo.

 

"O balanço é muito positivo. Apesar de ter dois ali, num jogo combinado, houve confrontos. Eu acho que deu pra perceber muito bem as minhas diferenças para Jerônimo Rodrigues, sobretudo resgatar o que houve há quatro anos na campanha eleitoral, as promessas que ele fez, as coisas que ele não entregou, os principais problemas que os baianos vivem e as soluções, os caminhos para o futuro", afirmou. O candidato disse ainda considerar-se o único dos três a apresentar propostas concretas e afirmou esperar que ocorram outros debates até a votação.

 

Neto também rebateu a acusação, levantada durante o debate, de que teria usado inteligência artificial para elaborar seu plano de governo. Segundo ele, a ferramenta foi empregada apenas em tarefas pontuais. 

 

"Nós usamos inteligência artificial exclusivamente para corrigir questões ortográficas e para coletar dados públicos, como por exemplo dados do IBGE. Em relação às propostas e projetos, são todos nossos, construídos por mim e principalmente pela minha equipe de trabalho", declarou.

Jerônimo diz que ACM Neto se aproveita do nome de Lula e critica conduta de humilhação em debate
Foto: Reprodução / YouTube

O candidato Jerônimo Rodrigues (PT) criticou a conduta do adversário ACM Neto (União) após o político se recusar a responder à pergunta do também candidato Ronaldo Mansur (Psol) para criticar o evento da ponte com o presidente Lula (PT) e cobrar a resolução do problema da cratera na BR-324. Segundo o petista, Neto seria um oponente do atual presidente e só estaria se aproveitando do nome dele. Jerônimo também criticou a 'postura de humilhação' do candidato, que, segundo ele, teria ignorado a pergunta do concorrente. Mansur teria perguntado sobre a ssociação da chapa da oposição com a família Bolsonaro.

 

Jerônimo ainda justificou que Neto teria assumido tal comportamento em razão de suas origens negras e indígenas, comparando a interação entre os dois à de um patrão e a de um empregado. O petista ainda mencionou as notícias que relatam a utilização de inteligência artificial na produção do plano de governo do candidato do União Brasil e ressaltou divergências passadas de ACM com o prefeito Zé Ronaldo, de Feira de Santana.

 

Em resposta, Neto afirmou que não era preciso nascer em Aiquara para saber das dificuldades que o interior baiano sofre. O candidato também retomou tópicos como saúde, segurança pública e infraestrutura.

 

Confira o trecho na íntegra:
 

VÍDEO:Jerônimo diz que ACM Neto se aproveita do nome de Lula e critica conduta de humilhação em debate
Foto: Reprodução / YouTube

O candidato Jerônimo Rodrigues (PT) criticou a conduta do adversário ACM Neto (União) após o político se recusar a responder à pergunta do também candidato Ronaldo Mansur (Psol) para criticar o evento da ponte com o presidente Lula (PT) e cobrar a resolução do problema da cratera na BR-324. Segundo o petista, Neto seria um oponente do atual presidente e só estaria se aproveitando do nome dele. Jerônimo também criticou a 'postura de humilhação' do candidato, que, segundo ele, teria ignorado a pergunta do concorrente. Mansur teria perguntado sobre a ssociação da chapa da oposição com a família Bolsonaro.

 

Jerônimo ainda justificou que Neto teria assumido tal comportamento em razão de suas origens negras e indígenas, comparando a interação entre os dois à de um patrão e a de um empregado. O petista ainda mencionou as notícias que relatam a utilização de inteligência artificial na produção do plano de governo do candidato do União Brasil e ressaltou divergências passadas de ACM com o prefeito Zé Ronaldo, de Feira de Santana.

 

Em resposta, Neto afirmou que não era preciso nascer em Aiquara para saber das dificuldades que o interior baiano sofre. O candidato também retomou tópicos como saúde, segurança pública e infraestrutura.

 

Confira o vídeo na íntegra:
 

Segundo bloco do debate da Band tem embate acirrado entre Neto e Jerônimo sobre saúde, obras, segurança pública e Lula
Foto: Divulgação

O segundo bloco do debate da Band ao Governo da Bahia, neste domingo (9), foi o mais tenso da noite, com perguntas dos jornalistas e confrontos diretos que elevaram o tom entre ACM Neto (União Brasil), Jerônimo Rodrigues (PT) e Ronaldo Mansur (PSOL). Segurança pública, saúde, meio ambiente e a relação dos candidatos com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) dominaram as trocas.

 

Na etapa das perguntas dos jornalistas, Jerônimo e ACM Neto foram questionados sobre segurança pública. A Mansur, coube responder sobre a estrutura da Secretaria de Segurança e o histórico crítico do PSOL em relação à atuação policial; o candidato defendeu a valorização dos profissionais das forças de segurança. Jerônimo, ao responder, citou Neto e criticou o uso de inteligência artificial na elaboração do plano de governo do adversário. Neto, por sua vez, negou que tenha usado IA para escrever o programa.

 

Outro ponto quente foi o Planserv, o plano de saúde dos servidores estaduais. Questionado sobre uma possível privatização, ACM Neto disse que não pretende privatizar o serviço, mas afirmou que, se for preciso, pagaria consultas na rede privada para evitar que pessoas morram à espera de atendimento. Mansur rebateu, afirmando que Neto acabaria privatizando o Planserv, e fez críticas às gestões do grupo político do adversário, incluindo uma referência ao período do ex-senador Antônio Carlos Magalhães, avô de Neto.

 

No meio ambiente, Mansur perguntou a Jerônimo se ele assinaria um decreto de proteção à Serra da Chapadinha, que, segundo o candidato do PSOL, estaria sob risco. O governador respondeu que a proposta está na Procuradoria-Geral do Estado e garantiu que a unidade de conservação da área será criada. Mansur ainda aproveitou para criticar o prefeito de Salvador, Bruno Reis (União Brasil), na área ambiental.

 

A relação com Lula foi outro foco de embate. Mansur questionou ACM Neto sobre a associação de seu nome ao do presidente na campanha, e o ex-prefeito respondeu que quer o melhor para a Bahia. O candidato do PSOL fez então uma acusação dura, atribuindo ao grupo político de Neto responsabilidade por mortes durante a pandemia de covid-19. Neto classificou a colocação como um absurdo, relembrou casos de baianos mortos em filas de espera por atendimento e afirmou que a paciência da população com Jerônimo teria acabado.

 

O confronto mais acirrado veio na última rodada, entre Neto e Jerônimo. Neto cobrou o governador sobre um buraco na BR-324, afirmando que Jerônimo teria dito que a cratera estava tapada, e perguntou se aquilo teria sido mentira ou desinformação. Jerônimo respondeu criticando a forma como Neto trata os adversários, repetiu que o rival é "anti-Lula" e afirmou já ter sido alvo de tratamento desrespeitoso por ser indígena e negro. Neto retomou o tema da BR-324, disse que teria sido colocada apenas uma lona sobre o buraco e acusou o governador de se colocar como vítima, citando ainda a ponte Salvador-Itaparica, que, segundo ele, não teve obras iniciadas. Na tréplica, Jerônimo destacou a parceria com Lula e disse que Neto não fazia as mesmas críticas nos governos Temer e Bolsonaro, classificando o adversário de negacionista ao lembrar de obras como o metrô e o VLT.

VÍDEO: Apoiadores de chapas de Jerônimo e ACM Neto se reúnem para acompanhar 1º debate Band
Foto: Bahia Notícias

Os grupos de apoiadores das chapas de Jerônimo Rodrigues (PT) e ACM Neto (União) se reuniram na frente da sede da Band para recepcionar e acompanhar os candidatos no primeiro debate pela disputa pelo governo da Bahia.

 

No vídeo, duas grandes aglomerações se separaram para acompanhar a chegada dos candidatos. De um lado, a chapa da oposição, hasteando bandeiras com o rosto do ex-prefeito de Salvador, enquanto o jingle de pré-campanha do candidato do União toca. Já do lado governista, apoiadores da chapa de Jerônimo Rodrigues e Geraldo Júnior também fazem barulho com o jingle do petista, carro de som e estandartes.

 

A Band transmite ao vivo, neste domingo, o primeiro debate da disputa estadual, que reúne ACM Neto, Jerônimo Rodrigues e Ronaldo Mansur (PSOL), frente a frente pela primeira vez nesta campanha.

 

Acesse e assista na íntegra:

 

 

Jerônimo chega à Band para 1º debate ao Governo da Bahia e diz que estudou para "fazer um bom debate"
Foto: Reprodução

O governador Jerônimo Rodrigues (PT), candidato à reeleição, chegou à Band neste domingo (9) e foi o segundo a desembarcar para o primeiro debate entre os candidatos ao Palácio de Ondina. 

 

Questionado pelo Bahia Notícias se tinha alguma estratégia para o confronto, ele afirmou que estudou para "fazer um bom debate".

 

O primeiro a chegar havia sido o candidato de oposição e ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (União Brasil), cerca de 20 minutos antes do governador.

 

A Band transmite ao vivo, neste domingo, o primeiro debate da disputa estadual, que reúne ACM Neto, Jerônimo Rodrigues e Ronaldo Mansur (PSOL), frente a frente pela primeira vez nesta campanha.

Prefeitura de Salvador debate legado social da Copa do Mundo Feminina de 2027 e incentivo ao futebol feminino
Foto: Divulgação

A Prefeitura de Salvador promoveu, nesta terça-feira (4), um encontro para discutir o legado da Copa do Mundo Feminina da FIFA 2027 e estratégias para impulsionar o futebol feminino na capital baiana. A reunião contou com a participação da vice-prefeita e coordenadora do Grupo de Trabalho da Copa, Ana Paula Matos, além de representantes da Federação Bahiana de Futebol (FBF), da Casa de Apostas Arena Fonte Nova, de clubes e de profissionais ligados ao esporte.

 

Durante o debate, Ana Paula Matos afirmou que a intenção é fazer com que a realização do torneio deixe impactos permanentes para a cidade, especialmente nas áreas de inclusão e igualdade de gênero. "A gente não consegue mudar tudo de uma vez, mas consegue conquistar passo a passo. Esta Copa, para mim, é uma Copa Social, uma Copa de gênero, onde envolvemos a comunidade e as mulheres", declarou. A vice-prefeita também destacou: "Quero que o baiano e a baiana olhem para trás e pensem: 'A Copa deixou um legado'. O olhar do mundo estará voltado para Salvador, e queremos que isso faça reverberar a paixão do nosso povo pelo futebol feminino".

 

A diretora de Competições da FBF, Taíse Galvão, ressaltou que a proposta da capital baiana vai além da realização das partidas. "O pensamento é fazer uma Copa diferente, com inclusão, pensando não apenas no que vai acontecer dentro de campo, mas em tudo o que ficará para a cidade após a competição", afirmou. Segundo ela, o fortalecimento das categorias de base será essencial para consolidar esse legado. 

 

"É a partir da iniciação, das categorias de base, que conseguimos construir esse legado. Este momento da Copa nos permite olhar de forma diferente para o futebol feminino e pensar em tudo o que podemos deixar para o futuro”, completou.

 

Representando o Esporte Clube Bahia, a gerente de futebol feminino, Carol Melo, defendeu investimentos desde a formação de atletas. "Temos que dar os primeiros passos hoje para colher lá na frente. O menino sempre pode sonhar em ser o que quiser, enquanto a menina ainda encontra limites impostos pela sociedade. Precisamos incentivar desde pequenas, para que tenhamos mais atletas, torcedoras, gestoras e mulheres ocupando diversas funções dentro do futebol. Assim, isso passa a ser algo natural", afirmou.

 

Além do desenvolvimento das categorias de base, o encontro abordou ações voltadas à valorização da participação feminina no esporte e ao envolvimento de diferentes setores na construção de um legado social para Salvador durante e após a Copa do Mundo Feminina de 2027.

Caso Lula e Flávio não compareçam, debate da Band pode ter apenas quatro candidatos; Saiba quem pode participar
Foto: Divulgação/Grupo Bandeirantes de Comunicação

O PT e a equipe de campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva estão envolvidos nos últimos dias em discussões internas sobre a participação do líder petista nos debates com outros candidatos. O primeiro debate televisivo com candidatos a presidente já está marcado para o dia 16 agosto, pela Band, e no momento as maiores chances são de que Lula não compareça. 

 

Para este primeiro debate já programado pelo Band, a ausência do presidente Lula não aconteceria por estratégia política para evitar ataques dos adversários. Segundo o colunista Lauro Jardim, do jornal O Globo, dirigentes do PT alegam que no dia 16 de agosto acontecerá o primeiro ato oficial da campanha de reeleição de Lula, em um megaevento no estádio de Vila Euclides, em São Bernardo do Campo. 

 

“Não há a menor condição de adiarmos esse evento. E também não há condição de o Lula ir a um debate à noite após passar o dia ali no estádio”, disse um dirigente petista ao colunista do Globo.   

 

Assim como o presidente Lula pode faltar a debates para evitar ataques dos demais candidatos, a equipe do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) também analisa a conveniência de marcar presença nesses encontros sem a participação do seu principal adversário. 

 

De acordo com o site da revista Veja, membros da campanha de Flávio Bolsonaro afirmam que ele garante presença nas mesmas ocasiões em que Lula comparecer, e a eventual ausência do presidente da República deixa incerta a ida do senador do PL aos debates.

 

Pessoas da campanha de Flávio ouvidos pela Veja avaliam que a presença dele nos debates só se justifica pelo embate direto com Lula. Sem a presença do presidente, Flávio Bolsonaro automaticamente se tornaria o principal alvo dos demais presidenciáveis.

 

Apesar dos temores das equipes de Lula e de Flávio Bolsonaro, as regras e o formato dos debates que estão sendo programados eliminam a maior parte dos atuais candidatos a presidente. A Band e as demais emissoras restringem a participação nos debates aos candidatos cujos partidos possuam representação mínima no Congresso Nacional. 

 

Da lista atual de postulantes à cadeira presidencial, apenas seis atendem aos requisitos das emissoras para participar dos debates: Lula (PT), Flávio Bolsonaro (PL), Ronaldo Caiado (PSD), Romeu Zema (Novo), Renan Santos (Missão) e Augusto Cury (Avante). 

 

Os demais nomes pertencem a partidos que não possuem qualquer deputado federal em suas fileiras. São eles: Cabo Daciolo (Mobiliza), Edmilson Costa (PCB), Hertz Dias (PSTU), Rui Costa Pimenta (PCO), Samara Martins (UP), Leonardo Avalanche (PRTB) e Joaquim Barbosa (DC). 

 

Dessa lista atual de 13 postulantes à presidência, apenas Renan Santos (Missão) já teve seu nome oficializado por seu partido. Os demais ainda terão que ter sua candidatura submetida à convenção nacional e alguns deles ainda podem desistir da candidatura. 
 

Debate sobre IPVA de taxistas causa bate-boca na Câmara de Lauro de Freitas
Fotos: Reprodução / Câmara de Lauro de Freitas / Google Maps

Em uma sessão nesta quarta-feira (8) na Câmara Municipal de Lauro de Freitas, houve um intenso debate entre parlamentares. O estopim da discussão foi o questionamento sobre a cobrança do imposto sobre a propriedade de Veículos  Automotores (IPVA) para taxistas da cidade, especialmente em relação a veículos com mais de 10 anos.

 

O debate teve início quando a vereadora Luciana Tavares (PCdoB) solicitou esclarecimentos formais à Secretaria da Fazenda de Lauro de Freitas. Durante sua fala, a parlamentar levantou dúvidas sobre a responsabilidade pelo tributo e criticou a atual administração. "A gestão da Fazenda está atrapalhando tudo nessa cidade, Débora [Régis] tem que abrir os olhos", parla Luciana.

 

Confira em vídeo:

 

A declaração gerou uma reação imediata do presidente da Casa, o vereador Juca (PSDB), que rebateu as críticas e defendeu a competência tributária do Estado sobre o imposto em questão. O clima no plenário esquentou quando o presidente questionou a fundamentação da vereadora: "O IPVA não é estadual, vereadora? O taxista é isento; se o Estado está cobrando, qual a culpa da prefeitura?".

 

No auge do bate-boca, o vereador Juca rebatia as questões que, por ser um imposto de alçada estadual, a prefeitura não teria gerência sobre a cobrança e chegou a sugerir que a parlamentar deveria "ler a Constituição" para evitar equívocos técnicos durante as sessões.

 

Apesar do clima acalorado e da troca de acusações, a sessão seguiu a pauta prevista e continuou normalmente até o seu encerramento oficial. É possível consultar registro da sessão completa aqui abaixo:

Idealizado por Thais e Bruno Silvestre, Debate Lilás discutirá o combate à violência contra a mulher em Salvador
Foto: Divulgação

Salvador será palco do Debate Lilás, uma ação idealizada por Thais e Bruno Silvestre com o objetivo de discutir estratégias de combate à violência contra a mulher. O evento acontecerá no dia 3 de dezembro, no Hotel Fera Palace, a partir das 8h30, e contará com a organização da produtora Thaise Costa Pinto. Exclusivo para convidados, o debate será transmitido ao vivo pelo Instagram, ampliando o alcance das discussões.

 

O Debate Lilás busca reunir especialistas e ativistas para refletir sobre os diferentes tipos de violência que atingem as mulheres, além de analisar as políticas públicas e mudanças necessárias na legislação para garantir a proteção e os direitos das vítimas.

 

O evento contará com a participação de mulheres influentes da sociedade soteropolitana, como a tenente-coronel da Polícia Militar da Bahia (PMBA) e superintendente de Prevenção à Violência da Secretaria de Segurança Pública (SSP), Denice Santiago; e a promotora de Justiça e coordenadora do Núcleo de Enfrentamento às Violências de Gênero, Sara Gama. A psicanalista e fundadora da ONG Acolhe Mulher, Gabriela Bahia, também compõe a lista de palestrantes ao lado da ex-deputada federal da Bahia, Dayane Pimentel; da delegada de polícia Gabriela de Diego Garrido; das advogadas Fernanda Leão Barretto, Lize Borges e Camilla Batista; além da fisioterapeuta Isabela Conde.

 

O encontro promete ser uma plataforma importante para a discussão e a proposição de soluções efetivas para a luta contra a violência doméstica e de gênero. Durante o evento, serão realizados três paineis temáticos. Confira:

1. Violência doméstica: física, moral, patrimonial, psicológica e sexual. Como combater essa epidemia?
2. Violência pós-fim de relacionamento: chantagens, ameaças, conflitos pela guarda dos filhos e os alarmantes números de feminicídio.
3. Prevenção, combate e mudanças na legislação: como coibir a violência contra a mulher e avançar em punições severas?

 

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Nunes afirma que aproximação de Boulos foi “tática para intimidar”; deputado afirma que o prefeito é “assustado”
Foto: Reprodução

O primeiro debate de segundo turno em São Paulo, promovido pela TV Bandeirantes, entre os candidatos Ricardo Nunes (MDB) e Guilherme Boulos (PSOL), foi marcado por troca de acusações e provocações entre os candidatos e um tenso abraço entre os adversários. Após o fim do debate, Nunes afirmou que a aproximação de Boulos foi uma “tática de intimidação” enquanto o deputado federal afirmou que o prefeito é “assustado”.

 

Os dois candidatos passaram a maior parte do debate chamando-se pelo primeiro nome, principalmente em momentos de acusação ou provocação, quando os usavam em tom mais jocoso.


ABRAÇO ENTRE RIVAIS

No momento mais emblemático do debate, Nunes falava sobre Boulos ter sido preso por invasão e supostamente fugido de um oficial de Justiça, quando o deputado federal se levantou de seu púlpito e saiu em direção ao prefeito.

 

Aparentemente nervoso, Nunes olhou para o lado, ao que Boulos perguntou: “tudo bem?”. Nunes, que aparentava estar nervoso, o abraça, rebatendo a pergunta: “você está bem?”. Boulos então ri e responde: “tudo bem, e você? Tudo firme?”.

 

Nunes continuou sua fala, dizendo que Boulos não o intimidaria. “Você não vai me intimidar, sabe por quê? Eu vim da periferia, do Parque Santo Antônio. Eu não tenho medo de nada, só de Deus”, afirmou.

 

“TÁTICA DE INTIMIDAÇÃO” E “PREFEITO ASSUSTADO”

Fora das câmeras, a equipe de Nunes reclamou da aproximação de Boulos, dizendo que o candidato burlou as regras. O UOL registrou que os seguranças que estavam nos bastidores do debate foram para o estúdio no momento. No começo do bloco seguinte, Boulos ironizou o momento: “Vou manter distância para você não se assustar”

 

Apesar das trocas de provocações e dos momentos tensos, os candidatos encerraram o programa se cumprimentando com um aperto de mão. Boulos disse que o abraço foi resultado da tensão de Nunes. “Acho que foi um susto, ele é um prefeito assustado”. O prefeito, por outro lado, afirmou que a aproximação foi estratégica. “Ele usou uma tática para tentar me intimidar, mas eu vim do Parque Santo Antônio, né, gente, não vou me intimidar tão fácil assim”.

Geraldo Jr citou apoio de Lula a cada 3 minutos durante debate na TV Bahia
Foto: Reprodução / TV Bahia

Quem acompanhou o debate da TV Bahia com os candidatos a prefeito de Salvador, na noite desta quinta-feira (3), pôde notar a insistência do vice-governador Geraldo Júnior (MDB) em afirmar que na capital baiana o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) apoia sua candidatura.

 

Em 50 minutos de debate, o emedebista citou o nome do presidente Lula, atrelado ao seu número de urna, em 13 ocasiões. A contagem feita pelo Bahia Notícias indica que Geraldo mencionou o chefe do Executivo uma vez a cada 3 minutos e 48 segundos.

 

Além de Geraldo, o debate desta quinta contou a presença do candidato Kleber Rosa (PSOL). Atual prefeito e postulante à reeleição, Bruno Reis (União) não compareceu.

 

Durante toda a campanha, o vice-governador tentou ligar sua imagem a Lula com a intenção de aumentar a popularidade junto ao eleitorado soteropolitano e também incrementar o desempenho apresentado nas pesquisas eleitorais. Segundo o último levantamento publicado pelo BN, Bruno Reis (União) apresentou 10x mais intenções de votos que Geraldo Jr.

 

As reiteradas menções ao presidente Lula também renderam memes e o candidato do MDB viralizou nas redes sociais. Um dos internautas chegou a questionar: "Seria Geraldo Jr um disco arranhado ou ele está tentando se convencer que tem o apoio de Lula?".

 

Em dado momento, o candidato Kleber Rosa adotou postura mais direta e confrontou o vice-governador ao lembrar que se hoje ele reivindica o apoio de Lula, em 2018 chegou a declarar voto em Jair Bolsonaro (leia mais aqui).

Viraliza na internet Geraldo Júnior afirmando que presidente Lula e ministros acompanharam debate de Salvador
Foto: Reprodução / TV Bahia

O último debate com os candidatos a prefeito antes da eleição deste domingo (6), realizado na TV Bahia, em Salvador, nesta quinta (3), ganhou repercussão nas redes sociais após o vice-governador e postulante Geraldo Júnior (MDB) afirmar que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e ministros do governo estariam acompanhando o programa.

 

Em um dos cortes que viralizou em grupos de WhatsApp e nas redes, Geraldo é rebatido por Kleber Rosa (PSOL), que fez questão de lembrar ao vice-governador que se hoje ele reivindica o apoio de Lula, em 2018 chegou a declarar voto em Jair Bolsonaro. O candidato cita, ainda, que o MDB, partido de Geraldo, foi uma das legendas que articulou o impeachment de Dilma Roussef (PT).

 

Nas imagens, é utilizado um vídeo com uma montagem em que o presidente Lula aparece nos bastidores assistindo à televisão e reagindo às declarações.

 

O encontro na TV Bahia não contou com a presença do prefeito de Salvador e candidato à reeleição, Bruno Reis (União) (leia mais aqui e aqui).

Tomou falta: Bruno Reis não participará de último debate antes das eleições
Foto: Divulgação

O prefeito de Salvador e candidato à reeleição, Bruno Reis (União), não irá participar do último debate antes das eleições do próximo domingo (6). A discussão entre os prefeituráveis ocorre nesta quinta-feira (3) e confirmaram presença os candidatos Geraldo Jr. (MDB) e Kleber Rosa (Psol).

 

Assim, Bruno Reis vai para a disputa no domingo participando apenas ao primeiro debate televisivo entre os postulantes à prefeitura de Salvador. Na ocasião, o encontro foi promovido pela TV Band, no final de agosto. Nesta quinta-feira (3), Bruno esteve presente em uma carreata no Subúrbio da capital baiana. 

 

No início de setembro, também houve o debate organizado pela TVE, que também não contou com a presença de Bruno Reis. Os candidatos Geraldo Jr. e Kleber Rosa foram os únicos presentes na oportunidade.

 

Na quarta-feira (2), o prefeito não cumpriu o “rito” dos candidatos e não enviou sua agenda correspondente a esta quinta. Pela tarde, Bruno Reis realizou carreta no Alto do Cabrito, no subúrbio de Salvador.

Com segurança reforçada, debate da Record com candidatos à prefeitura de SP termina sem confusão
Foto: Divulgação / Record

Após as cenas de agressão física e tumultos registrados nos últimos debates entre os candidatos à prefeitura de São Paulo, o encontro realizado pela TV Record na noite deste sábado (28) terminou sem confusão, apesar de ter sido marcado por troca de farpas. Este foi o nono embate entre os postulantes. 

 

A Record decidiu adotar regras mais rígidas e reforçar a segurança, em meio à escalada de violência física entre as campanhas, o que inclui o soco do assessor de Pablo Marçal (PRTB), Naheul Medina, no assessor de Ricardo Nunes (MDB), Duda Lima, após o ex-coach ser expulso do debate promovido pelo Flow News. 

 

A emissora trocou os copos de vidro por copos de acrílico dentro do estúdio. Além disso, segundo informações do portal Metrópoles, as equipes das campanhas e os jornalistas envolvidos na cobertura tiveram de ser revistados e passar por detector de metais antes de entrar na Record, embora a medida não tenha sido aplicada aos candidatos.

 

O debate foi dividido em três blocos: os dois primeiros com perguntas entre os candidatos e o último com questões feitas por jornalistas da emissora.

 

Nunes e Marçal trocaram farpas de maneira moderada, diferente do último debate quando os dois trocaram ofensas nos bastidores antes do episódio do soco entre os assessores.  

 

Na única tentativa de utilizar um apelido jocoso, ao chamar Guilherme Boulos (PSol) de “Boules” – apelido em referência ao uso do gênero neutro no Hino Nacional em um evento de campanha – Marçal foi advertido e punido com a perda de 30 segundos de seu tempo de fala na consideração final.

 

A violência nas eleições de 2024 foi tema de uma das perguntas feitas por uma jornalista da Record a José Luiz Datena (PSDB), que questionou sobre o “destempero” nesta campanha. O apresentador deu uma cadeirada em Marçal no debate da TV Cultura, após o influenciador citar acusações de assédio sexual contra o apresentador.

 

“Vocês querem uma campanha democrática e ficam criando situações que não são democráticas”, respondeu o tucano. No entanto, deu uma cutucada em Marçal. “Melhor respeitar a democracia do que apanhar”, afirmou ao fim do segundo bloco. Ao final, ele disse que os candidatos se “aproximaram do que é o conceito de democracia” e elogiou a polidez com que todos se trataram.

“Não bato em covarde duas vezes”, afirma Datena em novo debate com Marçal
Foto: Reprodução

O candidato do PSDB à prefeitura de São Paulo, José Luiz Datena, comentou, no debate organizado pela RedeTV em parceria com a UOL desta terça-feira (17), o episódio da cadeirada contra o candidato Pablo Marçal (PRTB), no debate realizado pela TV Cultura no último domingo (15). Em sua fala, Datena afirmou que não se arrepende, mas não repetiria a agressão porque “não bate duas vezes em covarde”.

 

Durante um primeiro bloco tenso, Datena chamou Marçal de covarde e afirmou que aprendeu a defender a honra da sua família até a morte, mas foi contundente ao afirmar que não repetiria a agressão. “Você vai responder na Justiça pelas injúrias que você dirigiu a mim. Você pode me provocar da forma que você quiser que eu não vou partir para agressão com você, porque eu não bato em covarde duas vezes”, afirmou.

 

“COMPORTAMENTO DE ORANGOTANGO”

Em sua primeira fala no debate desta terça-feira, Marçal afirmou que ratifica a sua ofensa contra o candidato do PSDB, dizendo que ele “não é homem” e afirmando que o apresentador teve “um comportamento análogo a um orangotango”.

 

No segundo bloco do debate, ao ser provocado pela candidata do partido Novo, Marina Helena, Datena afirmou que foi atacado de forma vil e canalha por Marçal, que se utilizou de um suposto episódio de assédio do apresentador contra um repórter, e que, segundo Datena, foi arquivado e a denunciante se desculpou com o candidato.

 

Datena afirmou que agiu em “legítima defesa da honra” ao atacar o influencer no debate da Cultura. “Cadeirada quem levou fui eu, por ter sido acusado de um crime hediondo em um processo que já está arquivado e que nem falava em estupro. Isso é a pior cadeirada que um cidadão pode receber”, afirmou o candidato.

 

“EM QUALQUER OUTRO LUGAR DO MUNDO, UM CANDIDATO QUE TIVESSE ATACADO OUTRO CANDIDATO SAIRIA ALGEMADO”

Em confronto direto com Datena, Marina Helena criticou o candidato tucano e pediu a ele que abandonasse a corrida eleitoral. “Eu me preocupo muito com o que está acontecendo nesta eleição. Eu repudio as baixarias e repudio os ataques verbais violentos, mas não é possível que nós, como sociedade, aceitemos a equiparação de uma violência verbal, que faz parte da democracia, com uma violência física”, afirmou a candidata do Novo.

 

A candidata ainda completou afirmando: “Em qualquer outro lugar do mundo, um candidato que tivesse pegado uma cadeira e atacado outro candidato sairia algemado. Eu te peço, Datena, para deixar esse pleito porque você não tem controle emocional para usar a cadeira de prefeito da cidade de São Paulo”.

 

Pablo Marçal, além de provocar Datena, também continuou a atacar o candidato do Psol à prefeitura de São Paulo, Guilherme Boulos, a quem já havia acusado de ser usuário de cocaína. Em resposta, Boulos afirmou que marçal “Vive de mentiras, ataca, mente e depois toma uma cadeirada”.

 

O Psolista ainda afirmou que não cairia nas provocações de Marçal “porque elas têm prazo de validade, só duram mais três semanas”. Em resposta, Marçal mencionou o episódio em que provocou Boulos mostrando-lhe uma carteira de trabalho, ao que Boulos respondeu tentando tirar a carteira a força de sua mão.

 

Na última pesquisa Datafolha, o atual prefeito de São Paulo Ricardo Nunes angariou 27% das intenções de voto, em empate técnico com Guilherme Boulos, com 25%. Em seguida vinham Pablo Marçal (19%), Tabata Amaral (8%), Datena (6%) e Marina Helena (3%).

Candidato é retirado no meio de debate por ordem da Justiça em Fortaleza
Foto: Reprodução/TV Otimista

O senador e candidato à prefeitura de Fortaleza (Ceará) pelo partido Novo, Eduardo Girão, foi retirado de um debate com os demais concorrentes na noite desta segunda-feira (16) por conta de uma ordem judicial.

 

Em suas redes sociais, o senador afirmou que a retirada foi desrespeitosa e afirmou que a ação foi um ato de censura praticado contra ele. Girão chegou a participar do primeiro bloco do debate, mas foi retirado durante o intervalo.

 

De acordo com as leis da campanha eleitoral, as emissoras de rádio e televisão têm a obrigação de convidar para o debate todos os candidatos filiados a partidos com pelo menos cinco representantes no Congresso Nacional. Como o partido Novo não possui essa representatividade, as emissoras não são obrigadas a convidar os candidatos do partido.

 

Mesmo sem essa obrigatoriedade, Eduardo Girão foi convidado para o debate realizado pela TV Otimista. O candidato do PT, Evandro Leitão, entrou na Justiça pedindo a exclusão de Girão do debate, mas teve o seu pedido negado. O mesmo pedido foi feito pela equipe do candidato George Lima, do Solidariedade, que, por sua vez, foi aceito pela Justiça.

 

Durante o intervalo do debate, a decisão foi informada aos candidatos presentes e o mediador informou ao público que Girão teria que ser retirado, cumprindo a medida judicial.

 

O senador protestou, afirmando: “Quem é que tem medo do que a gente vai falar? Que amarras são essas que o PT, junto com o Solidariedade e o Psol, estão desde o início impondo para que não me queiram nesse debate. Eu fico surpreso com isso no meio do debate, é um desrespeito com as pessoas que estão assistindo. A gente se prepara, estuda, temos muito assunto para debater”.

Pablo Marçal teria pedido desculpas à Datena antes de ‘debate da cadeirada’
Foto: Reprodução/TV Cultura

O candidato a prefeito de São Paulo, José Luiz Datena (PSDB), afirmou ter recebido, na sexta-feira (13), uma série de mensagens do candidato Pablo Marçal (PRTB) pedindo desculpas por ataques anteriores. No debate da TV Cultura deste domingo (15), após ser provocado por Marçal, o candidato do PSDB atacou o concorrente com uma cadeira.

 

De acordo com Datena, em um primeiro momento desconfiou se era realmente Marçal quem estava enviando a mensagem, no entanto, depois, um assessor do candidato do PRTB entrou em contato com o apresentador para propor um café, mas Datena recusou.

 

De acordo com as mensagens repassadas pela equipe de Datena ao blog de Andréia Sadi no G1, Marçal teria dito: “Oi, Datena, me perdoe pelas palavras pesadas contra você. Tenho sentido que somos animais num zoológico e todos querem ver agressões gratuitas”

 

Por mensagem, o candidato do PSDB aceitou as desculpas naquele momento, mas como a conversa estava em modo temporário, Datena afirmou que não tinha o print.

 

No domingo, após ser expulso do Debate da TV Cultura, por ter atacado Marçal com uma cadeira, José Luiz Datena conversou com a imprensa e comentou o pedido de desculpas. “Ele pediu perdão várias vezes na mensagem. Diz que a gente parecia animais expostos ao zoológico. Acredito que nem tenha sido ele quem escreveu, algum assessor, porque estava muito bem escrito, e que, a partir dali, ele propunha que a coisa fosse civilizada dentro de um processo democrático”, afirmou o candidato.

 

Em seguida, Datena completou: “Eu disse que, se esses são os termos, para mim tudo bem, mas ele tem que provar, você tem que provar que realmente é essa a sua intenção”. Datena ainda afirmou que não pretende deixar a campanha, porque, para ele, o que ocorreu uma “defesa da honra”.

 

O INÍCIO DA CONFUSÃO

No debate, ao confrontarem um ao outro,  Datena se recusou a fazer uma pergunta a Marçal, que respondeu trazendo a tona uma acusação de assédio sexual contra o apresentador.

 

O candidato do PSDB, então, se defendeu dizendo que a polícia afirmou não haver provas para a acusação e chegou a afirmar que a pessoa que o havia denunciado lhe havia pedido perdão publicamente em cartório.

 

Momentos depois, Marçal chama Datena de estuprador, usando o termo "Jack", usado por criminosos para referirem-se àqueles que foram condenados por estupro. Datena então pega a cadeira na qual a candidata Marina Helena estava e acerta o candidato do PRTB.

 

Após isso, os dois candidatos são apartados por seguranças e pelo prefeito de São Paulo, candidato à reeleição, Ricardo Nunes, enquanto Datena tentava pegar uma outra cadeira para agredir o candidato do PRTB.

VÍDEO: Clima esquenta entre Datena e Marçal durante debate eleitoral em São Paulo
Foto: Reprodução/TV Gazeta

O debate entre os candidatos à Prefeitura de São Paulo, José Luiz Datena (PSDB) e Pablo Marçal (PRTB), realizado neste domingo (1º), na TV Gazeta e MyNews, foi marcado por uma troca acalorada de acusações entre os dois candidatos. O encontro, que tinha como objetivo discutir propostas para a cidade, foi dominado por confrontos pessoais, culminando em um momento de tensão no final do terceiro bloco, quando Datena deixou seu púlpito para confrontar Marçal.

 

 

 

A situação se intensificou a ponto de a mediadora, a jornalista Denise Campos de Toledo, precisar intervir e ameaçar chamar a segurança para conter os ânimos. “Não estamos num local informal, estamos em um debate. São todos candidatos aqui, então, respeito, por favor”, afirmou Denise, ao tentar retomar a ordem após uma discussão sobre pedidos de direito de resposta.

 

A confusão teve início quando Datena acusou Marçal de tentar orquestrar um ataque conjunto contra outros candidatos, em especial o atual prefeito Ricardo Nunes (MDB) e Guilherme Boulos (PSOL), durante o primeiro debate do pleito, realizado pela Band em 8 de agosto. “Esse sujeito me ligou, um dia antes do debate da Band, para tentar armar comigo eu atacando o [Ricardo] Nunes e ele atacando o [Guilherme] Boulos”, afirmou Datena.

 

A partir dessa acusação, Datena intensificou as ofensas contra Marçal, desafiando-o a negar as alegações. "Eu não sabia que você era um vagabundo sem vergonha, um ladrão condenado, senão eu nem tinha atendido a primeira ou segunda ligação sua", disse Datena. "E quero ver se você tem coragem de dizer se fez isso mesmo ou não, já que é um mentiroso contumaz, mente e engana as pessoas na internet, além de ser um risco para a democracia."

 

Em resposta, Marçal provocou Datena a se aproximar, levando o candidato do PSDB a deixar o púlpito. Nesse momento, Denise Campos de Toledo solicitou a intervenção da segurança para evitar que a situação se agravasse ainda mais. "Está desequilibrado; quer ser prefeito ou ditador", retrucou Marçal, enquanto Datena retornava ao seu lugar, respondendo: "Psicopata é você. Antiético. Vagabundo."

 

O clima tenso levou a mediadora a cancelar um pedido de resposta previamente concedido a Marçal, encerrando o bloco com a frase "Acabou!" e chamando o intervalo. O episódio destacou a polarização e as tensões presentes na corrida eleitoral pela Prefeitura de São Paulo.

Lídice faz avaliação do debate entre os candidatos e diz que Bruno Reis “ficou muito nervoso”
Foto: André Carvalho / Bahia Notícias

A deputada federal e presidente estadual do PSB na Bahia, Lídice da Mata, avaliou que os candidatos à prefeitura de Salvador tiveram um desempenho “médio” durante o primeiro debate televisionado realizado nesta quinta-feira (9), pela TV Band. Contudo, a parlamentar também comentou que percebeu o atual prefeito de Salvador, Bruno Reis (União) “muito nervoso” durante os embates entre os postulantes.

 

“Todos tiveram mais ou menos um desempenho médio. O prefeito ficou muito nervoso, na minha compreensão, muito tenso em diversos momentos. E, aliás, ele produziu o maior mistério da noite, quem é essa gente que governou Salvador? O PT? Porque pelo o que eu saiba foram eles mesmos”, afirmou Lídice.

 

“Antes dele [Bruno], ACM Neto. Antes de ACM Neto, João Henrique, que teve um pequeno pedaço conosco, dois anos, e nos quatro anos seguintes ligados a eles, apoiou ACM Neto, verdade que escondido, e hoje faz parte da chapa deles para vereador. E antes dele [João], foi Imbassahy. Então quem são essa gente que se refere o prefeito?”, completou a deputada.

Debate Band: Terceiro bloco marca estréia da sala virtual com eleitores escolhendo saúde e educação como temas
Foto: André Carvalho / Bahia Notícias

O tema do terceiro bloco do debate entre os pré-candidatos à prefeitura de Salvador desta quinta-feira (8) foi escolhido pelos assuntos mais pesquisados pelos eleitores pela plataforma Google, por meio da “Sala Virtual” da TV Band. Na ocasião, o prefeito Bruno Reis (União) discutiu sobre telemedicina, Geraldo Jr (MDB) ficou com transporte escolar, enquanto o candidato Kleber Rosa (Psol) discursou acerca da temática do material escolar na capital baiana.

 

Começando por Bruno Reis, o prefeito respondeu a temática da telemedicina fazendo uma crítica à gestão estadual sobre a fila da regulação. Além disso, o candidato à reeleição comentou sobre a ampliação do atendimento das unidades de saúde na capital baiana.

 

“O que seria desse momento dos 330 pacientes aguardando por atendimento em nossas UPAs. Sabem onde eles estavam antigamente? Nos corredores e nas portas dos hospitais deitados nas marcas. Se hoje essas cenas ficaram no passado é porque passamos de uma para duas unidades de pronto-atendimento. A pandemia quebrou diversos paradigmas, um deles foi a chegada da telemedicina. Não tenha dúvidas que para diminuir o custo para oferecer um serviço de melhor qualidade, para isso precisa investimento em tecnologia e inovação. Hoje todos os prédios públicos possuem internet rápida e gratuita e o passo agora é implantar a telemedicina”, afirmou Bruno Reis.

 

Em seguida, o vice-governador Geraldo Jr apresentou suas propostas acerca do transporte escolar em Salvador. Sobre o assunto, o candidato à prefeitura criticou a atual gestão do município em relação à política de creches na cidade. Durante o discurso, o emedebista também comentou sobre a sustentabilidade, novamente tecendo críticas ao prefeito Bruno Reis e ao ex-prefeito ACM Neto (União).

 

“O transporte escolar faz parte do contexto educacional. Nós temos em Salvador uma péssima qualidade das creches, não há uma cobertura superior a 30%. Não há uma atenção especial à pré-escola. Nós falamos aqui do tema de desenvolvimento econômico, mas acima de tudo da sustentabilidade. Salvador está indo na contramão da história. A prefeitura desafeta as últimas áreas verdes da cidade. Fica aí o questionamento, o que que o prefeito e o ex-prefeito, inclusive, por notícias dos veículos de imprensa, o ex-prefeito da cidade, em funções dessas desafetações, ser proprietário de um dos fundos beneficentes. Quando o meio ambiente é uma questão de sobrevivência, de cuidar da vida das pessoas e é isso que vamos continuar fazendo”, disse Geraldo Jr.

 

Por fim, Kleber Rosa, que inicialmente iria comentar sobre ciclovias, mas o tema acabou sendo alterado material escolar por conta de uma mudanças nas pesquisas na Google. Na oportunidade, o candidato do Psol pregou por uma atualização no currículo da rede pública de ensino e ressaltou a importância do acesso ao material escolar.

 

“Sei a importância do material escolar chegar como subsídio para garantir que o estudante da escola pública tenha acesso ao livro didático. No entanto, a gente precisa pensar que, para além do material em si, é preciso que a gente discuta currículo. Quero falar do nosso compromisso para a implementação da lei 10.639 na educação municipal. Levar de forma séria o debate e a educação das relações etnoraciais. Nós temos uma população linda que nos orgulha, mas que, infelizmente, está fora dos grandes espaços e também não é representada nos livros didáticos no ponto de vista do conteúdo. Então pensar o acesso ao material, mas pensar o currículo como algo fundamental para nossa educação”, finalizou.

Debate Band: Bruno Reis alfineta “mudança de lado” de Geraldo Jr: “Coitado de João Henrique”
Foto: Reprodução / Youtube

O candidato à reeleição na prefeitura de Salvador, Bruno Reis (União) e seu rival no pleito deste ano, o vice-governador, Geraldo Jr (MDB), promoveram um embate entre a gestão municipal e estadual durante o debate desta quinta-feira (8). O atual chefe do executivo da capital baiana cutucou o emedebista por conta da mudança de posicionamento político ao longo de sua carreira.

 

“Me impressiono com a capacidade que o candidato tem para mudar de lado. Ele dizia que era amigo pessoal dos filhos de Bolsonaro, dizia que se comunicava com ACM Neto pelo olhar. Coitado do ex-prefeito João Henrique que era um pai para ele e quando saiu da prefeitura Geraldo nunca mais atendeu uma ligação. E agora o líder dele é Jerônimo, espera aí candidato. Aí quando perguntado ele diz: ‘Até as pedras mudam de lugar’. Mas isso aí não é uma pedra, é uma avalanche que aconteceu com suas mudanças políticas”, afirmou Bruno Reis.

 

Confira o momento:

 

Debate Band: Candidatos focam em críticas ao transporte público durante primeiro bloco
Foto: André Carvalho / Bahia Notícias

O primeiro encontro em debate entre os pré-candidatos à prefeitura de Salvador começou às 22h30 nesta quinta-feira (8), na TV Band, sob mediação da jornalista Carolina Rosa. A primeira etapa do debate entre os postulantes ao Palácio Thomé de Souza foi marcada pelos temas de transporte público e emprego.

 

Vale lembrar que uma das mudanças neste ano é a possibilidade de os candidatos poderem se movimentar no estúdio. O formato já havia sido adotado durante o debate entre os presidenciáveis nas eleições de 2022.

 

No confronto direto, Kleber Rosa (Psol) iniciou a dinâmica questionando o candidato à reeleição, Bruno Reis (União) em relação à implementação da “Tarifa Zero” para o transporte público de Salvador. Além disso, o psolista citou a precarização da frota de ônibus na capital baiana.

 

Em resposta, o prefeito da capital baiana afirmou que o atual sistema de transporte público de Salvador é deficitário, e também acrescentou dizendo que pretende implementar 100% da frota de ônibus com ar-condicionado. Por fim, Bruno Reis culpou o metrô da capital baiana e a gestão estadual pela extinção de várias frotas de ônibus.

 

“Hoje o valor pago pela tarifa não remunera mais o sistema, porque caiu o número de passageiros transportados e os insumos da pandemia aumentaram significativamente. O metrô de Salvador fica com 61% da receita e o combustível, infelizmente, temos o óleo diesel mais caro do Brasil. É o único governo que não dá um centavo de isenção. Com a chegada do metrô, as linhas precisaram ser readequadas, inclusive sob pedido do governo do estado que não para de mandar ofício dizendo que as linhas de ônibus estão batendo com as linhas de metrô”, afirmou o prefeito.

 

Em seguida, Bruno Reis e Geraldo Jr (MDB) iniciaram o confronto direto com o atual prefeito exaltando obras de sua gestão, o que, segundo ele, fomentou o turismo e gerou empregos em Salvador. Em resposta, o vice-governador “cutucou” Bruno Reis e afirmou que o candidato à reeleição apresentou números “irreais”.

 

“Infelizmente eu acho que você [Bruno] não teve tempo para se preparar para o debate. Primeiro que os números dados neste debate são números que não representam a realidade. Salvador é a capital do desemprego. São 250 mil cidadãos da nossa cidade que estão desempregados. Salvador não é só festa e não é só verão, as pessoas querem oportunidade.”, afirmou Geraldo.

 

Por fim, o último confronto foi entre Geraldo Jr e Kleber Rosa. No início do embate, o emedebista aproveitou a oportunidade para criticar a gestão de transporte público de Salvador. Em resposta, o candidato do Psol voltou a defender a implementação da Tarifa Zero, e também cutucou o atual vice-governador do estado.

 

“Eu tenho defendido a Tarifa Zero, porque ela é viável, eu conheço o sistema. Você [Geraldo] participou de 10 dos 12 anos de governo deles. Você não foi só um membro de um grupo, você foi um operador da política. Esse modelo foi pensado por um grupo que você ajudou a arquitetar, garantiu que todos os projetos desse grupo fossem aprovados. Quantos projetos você, enquanto vereador, aprovou em favor do meio ambiente? Quantos projetos você aprovou em favor do nosso transporte? Faça uma autocrítica, diga onde você errou, não só por estar com ele, mas na construção da cidade excludente que eles construíram”, finalizou Kleber.  

Bruno Reis relembra eleições de 2022 e chama Jerônimo de “fujão” após ser criticado por faltar debate: “Que moral ele tem?”
Foto: André Carvalho / Bahia Notícias

O candidato à reeleição na prefeitura de Salvador, Bruno Reis (União Brasil) rebateu críticas após se ausentar no primeiro debate entre os postulantes ao Palácio de São Thomé, realizado na noite da última quarta-feira (7). Na oportunidade, o prefeito chamou o governador Jerônimo Rodrigues (PT) de “fujão”, e relembrou que o chefe do executivo estadual não compareceu aos debates durante o segundo turno das eleições de 2022.

 

“Debate todo dia não. Vai ter uns que vai dar para ir, outros que não. Ninguém tem moral para falar de debate não. O fujão do governador, que não foi para nenhum debate no segundo turno, quer falar de debate? Que moral ele tem?”, ironizou o prefeito.

 

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Questionado sobre ser um possível alvo durante o debate realizado nesta quinta-feira (8), na TV Band Bahia, Bruno Reis afirmou que irá destacar a própria gestão, mesmo com os entraves proporcionados pela pandemia da Covid-19.

 

“Nós temos que mostrar o que fizemos mesmo com a pandemia, tivemos praticamente metade do mandato. Uma verdadeira transformação na cidade, avanço em todas as áreas. Um governo referência em transparência, na boa aplicação dos recursos públicos, com melhor gestão fiscal. Então, tranquilo, em paz de espírito. As pessoas que me conhecem sabem que o prefeito não é ‘fake news’, não é de laboratório. O prefeito é de trabalho, compromisso”, afirmou Bruno Reis.

Geraldo Jr. critica ausência de Bruno Reis no debate da Bahia FM entre candidatos de Salvador
Foto: André Carvalho / Bahia Notícias

O vice-governador e candidato à prefeitura de Salvador, Geraldo Jr. (MDB), criticou a ausência do atual prefeito, Bruno Reis (União) no primeiro debate entre os postulantes ao Palácio de São Thomé, realizado na quarta-feira (7) pela Bahia FM. Os candidatos devem se encontrar na noite desta quinta (8), em debate promovido pela TV Band Bahia, às 22h30.

 

“Lamentei muito a ausência do candidato Bruno Reis. Debatemos a cidade eu e Kleber Rosa. O prefeito parece que entende que não tem nenhuma discussão, nenhum tema na cidade. Quero debater com ele a ausência de creches na cidade, as mães aguardam uma posição, elas querem trabalhar. O prefeito não se fez presente ontem, espero que ele chegue hoje para a gente debater as propostas para a cidade de Salvador”, afirmou Geraldo.

 

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O candidato do MDB também foi questionado sobre a importância da companhia do governador Jerônimo Rodrigues (PT) no debate. Na ocasião, o emedebista afirmou que está com a ocasião “redobrada”.

 

“Esse sorriso demonstra a nossa relação, uma relação de confiança, é uma motivação está ao lado hoje do governador Jerônimo como vice-governador, como candidato único do nosso grupo político, em alinhamento com o presidente Lula. Então é uma satisfação muito grande estar ao lado do governador, é uma motivação redobrada hoje”, disse Geraldo.

Curtas do Poder

Ilustração de uma cobra verde vestindo um elegante terno azul, gravata escura e língua para fora
Depois das eleições, o fogo amigo começou mais rápido do que eu imaginava. Enquanto isso, cada um se desobriga a ter coerência e vai tentar garantir o seu quinhão. Difícil tá a vida do Ferragamo, com o clima nos bastidores da prefeitura. Mas o lado do Cacique também não está tão tranquilo assim. E lógico que o primeiro alvo já foi definido. E nem o Correria escapa em Brasília. Já na Câmara, sobrou pra Mumu dizer amém pra Missa Filho. Só falta descobrir quanto tempo o clima de paz vai reinar. Saiba mais!

Pérolas do Dia

Valdemar Costa Neto

Valdemar Costa Neto
Foto: Reprodução / CNN Brasil

"Não gostei".


Disse o presidente nacional do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto ao comentar a carta divulgada por Flávio Bolsonaro (PL), candidato derrotado à Presidência nesta quarta-feira (28). No pronunciamento, Flávio afirma que pretende liderar a oposição brasileira do exterior. 
 

Podcast

Projeto Prisma entrevista o vereador de Salvador Cezar Leite nesta segunda

Projeto Prisma entrevista o vereador de Salvador Cezar Leite nesta segunda
Foto: Projeto Prisma
O vereador de Salvador, Cezar Leite (PL), é o entrevistado do Projeto Prisma nesta segunda-feira (26). O programa é transmitido ao vivo a partir das 16h no YouTube do Bahia Notícias.

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