Artigos
A crise nos preços do cacau e os caminhos possíveis
Multimídia
Apesar de críticas, novo Sedur defende agilidade para avanços em Salvador
Entrevistas
Afonso Florence garante candidatura de Lula em 2026 e crava retorno ao Congresso: “Sou parlamentar”
caso gabriel
A Polícia Civil solicitou ao Ministério Público da Bahia (MP-BA) a prorrogação da investigação que apura a morte do menino o menino Gabriel Silva da Conceição Júnior, de apenas 10 anos, durante uma operação policial no bairro de Portão em Lauro de Freitas, na Região Metropolitana de Salvador (RMS). A tragédia completou um mês nesta quarta-feira (23).
Para o G1, a corporação informou que fez o pedido ao MP-BA na terça (22) porque as investigações ainda não foram concluídas. A família do garoto afirma que o disparo que matou Gabriel foi feito por um policial militar. A 34ª Delegacia de Portão apura o caso. A Corregedoria-Geral da SSP também acompanha a apuração.
Dias após o episódio, o governador Jerônimo Rodrigues garantiu que o Estado daria prioridade ao caso. “Neste momento difícil, além de enviar meus sentimentos à família de Gabriel e a toda a comunidade de Portão, reforço meu comprometimento com a apuração dos fatos. As Polícias Civil e Técnica já estão atuando, e as investigações estão sendo encaminhadas com prioridade”, publicou o governador em seu perfil no Twitter.
O governador Jerônimo Rodrigues garantiu que o Estado vai dar prioridade na apuração da morte de Gabriel da Silva Conceição Junior, de 10 anos, vítima de bala perdida no bairro de Portão, em Lauro de Freitas, município da Região Metropolitana de Salvador. A família acusa policiais militares de terem efetuado o tiro que tirou a vida do garoto.
“Neste momento difícil, além de enviar meus sentimentos à família de Gabriel e a toda a comunidade de Portão, reforço meu comprometimento com a apuração dos fatos. As Polícias Civil e Técnica já estão atuando, e as investigações estão sendo encaminhadas com prioridade”, publicou o governador em seu perfil no Twitter na noite de segunda-feira (24).
Na segunda-feira (25), moradores da região onde aconteceu a fatalidade se uniram em protesto na Estrada do Coco pedindo justiça e mais segurança. A via ficou interditada durante tarde e foi liberada à noite.
Neste momento difícil, além de enviar meus sentimentos à família de Gabriel e a toda a comunidade de Portão, reforço meu comprometimento com a apuração dos fatos. As Polícias Civil e Técnica já estão atuando, e as investigações estão sendo encaminhadas com prioridade.
— Jerônimo Rodrigues (@Jeronimoba13) July 25, 2023
O CASO
O caso aconteceu no domingo (23). Familiares de Gabriel contaram que o garoto estava conversando na porta de casa quando uma viatura da Polícia Militar entrou na localidade atirando.
O pequeno foi atingido no pescoço e levado para o Hospital Menandro de Farias, mas por falta de suporta na unidade precisou ser transferido para o Hospital Geral do Estado (HGE). Gabriel não resistiu aos ferimentos e morreu na madrugada desta segunda-feira (24).
Em nota, a Polícia Militar informou que uma equipe da 52ª CIPM fazia patrulhamento na localidade quando encontrou um homem em atitude suspeita.
Segundo a PM, o homem e comparsas atiraram na direção dos policiais, que revidaram com o apoio de equipes da Companhia Independente de Policiamento Tático (CIPT) das Rondas Especiais (Rondesp) da Região Metropolitana de Salvador (RMS).
Ainda segundo a corporação, os policiais foram informados que Gabriel foi baleado e levado para o Hospital Menandro de Farias. A PM informou ainda que as causas da morte do garoto serão investigadas pela Polícia Civil.
Já a Polícia Civil informou que o caso é investigado pelo Departamento de Polícia Metropolitana (Depom). As primeiras apurações do caso foram realizadas pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), e a unidade territorial seguirá com a investigação.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Janja da Silva
"Hoje estabelecemos um marco para a sociedade brasileira, representada pelos três poderes, aqui presentes. Todos assumiram o compromisso e a responsabilidade de tornar a nossa sociedade um lugar em que as mulheres possam viver em paz. Queremos ser respeitadas, queremos ser amadas, queremos ser livres, queremos nos manter vivas".
Disse a primeira-dama Janja Silva em um discurso emocionado e com direito a lágrimas, ao abrir a solenidade de lançamento do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio. A iniciativa do governo Lula, chamada de “Todos por Todas”, busca unir os três poderes em ações coordenadas para prevenir a violência letal contra meninas e mulheres no país.