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Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
carlos henrique
O governador, Jerônimo Rodrigues (PT), assinou a exoneração de Carlos Henrique de Azevedo Martins, do cargo de Diretor Executivo, da Agência Estadual de Regulação de Serviços Públicos de Energia, Transportes e Comunicações da Bahia (AGERBA). A decisão foi publicada pelo Governo do Estado, nesta quarta-feira (25).
Para substituir Carlos, o gestor nomeou Tahis Flores Nunes Soares para o cargo, esposa do deputado federal Gabriel Nunes (PSD). Henrique e outras figuras, eram algumas das indicações do senador Coronel (Republicanos), quando ele fazia parte da base do Governo do Estado, quando foi integrante do PSD. No entanto, o senador anunciou a saída da sigla e deste grupo político em janeiro deste ano, depois de dizer que foi “limado” da chapa governista que vai disputar as eleições deste ano.
Ele anunciou que deixaria o PSD do também senador Otto Alencar após ter sido rifado da chapa majoritária governista para o pleito deste ano, que deve ter três petistas na composição: Jerônimo Rodrigues busca a reeleição ao Palácio de Ondina, Jaques Wagner tenta a reeleição na Casa Alta, e o ministro e ex-governador Rui Costa figura como o outro nome para o Senado.
No mês passado, Coronel falou abertamente que apesar de não ter escolhido o novo partido ainda, caminharia ao lado de ACM Neto.
Depois de sua saída do partido, o senador migrou para o Republicanos em março, com a expectativa de ser apresentado como o candidato ao Senado na chapa do pré-candidato a governador, ACM Neto após as definições partidárias.
Além do ex-prefeito de Salvador e do senador, o grupo tem o ex-ministro da Cidadania e ex-deputado federal João Roma (PL), atual presidente estadual do partido, que deve disputar uma das duas vagas ao Senado.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ciro Nogueira
"Tentam parar de todas as formas quem lidera as pesquisas de intenção de votos. Isso aconteceu comigo em 2018, faltando 15 dias para a eleição".
Disse o presidente nacional do partido Progressistas e senador piauiense Ciro Nogueira se pronunciou após ser alvo de uma operação da Polícia Federal (PF) que apura suposto envolvimento do parlamentar com o Banco Master, instituição ligada a um esquema de fraudes.