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Autor do gol que garantiu o empate da Seleção Brasileira diante de Marrocos, Vinícius Júnior avaliou que o peso da estreia influenciou o desempenho da equipe no empate por 1 a 1, neste sábado (13), no MetLife Stadium, pela primeira rodada da Copa do Mundo de 2026.
Em entrevista na zona mista após a partida, o atacante afirmou que o Brasil encontrou dificuldades para se adaptar ao adversário e às condições do jogo, mas valorizou a reação da equipe após sair atrás no placar.
"O peso da estreia, sem dúvidas, é o que fez a gente jogar dessa maneira. Acredito que temos pontos positivos. Depois de tomar o gol conseguimos reagir muito rápido, onde fizemos o gol e depois controlamos mais o jogo. Isso é Copa do Mundo, não vai ter jogo fácil. O Marrocos era um adversário que tínhamos que nos adaptar muito bem durante a partida", afirmou.
Vini também destacou que espera uma competição marcada por confrontos equilibrados e por equipes tentando diminuir o ritmo das partidas.
"No final é isso, os adversários vão ser difíceis, onde eles vão querer tranquilizar muito o jogo e ficar parando. O campo não ajuda muito, mas temos que nos adaptar porque isso é Copa do Mundo", completou.
Questionado sobre sua atuação, o atacante reconheceu que ainda está longe do nível que costuma apresentar no Real Madrid. Apesar de ter marcado o gol brasileiro, ele acredita que pode contribuir mais ofensivamente ao longo do torneio.
"Acredito que eu posso melhorar muito ainda. Consegui fazer o gol, mas não tive 100% da minha melhor parte técnica. Acredito que posso melhorar mais nisso e ajudar mais o Brasil na parte do ataque", avaliou.
"Na defesa consegui ajudar muito também, onde todo mundo fez um trabalho impecável. Como falei, a gente tem que melhorar porque vamos precisar melhorar para ganhar a competição" , completou.
Outro assunto abordado por Vinícius foi o estado do gramado do MetLife Stadium. Segundo o jogador, o calor e as condições do campo dificultaram a circulação rápida da bola.
"Por conta do tempo, com o calor, a grama acaba secando muito rápido. O jogo fica muito travado. A gente não consegue ter ritmo de jogo. Isso dificulta porque a gente quer jogar e mover a bola de um lado a outro."
Mesmo com a reclamação, o atacante admitiu que a Seleção precisará se adaptar às condições encontradas durante o Mundial.
"Vamos ter que nos adaptar porque acredito que vai ser assim em toda a competição. Vamos melhorar, evoluir e conseguir grandes vitórias."
Vini Jr também falou sobre Carlo Ancelotti e destacou a relação construída com o treinador ao longo dos anos. Para ele, seu ex-professor no Real Madrid foi o único entre os treinadores em que foi treinado no Brasil que lhe deu o status de craque do time.
"Sem dúvidas. É sempre muito fácil falar dele. É um cara que me conhece como ninguém. Sempre me faz adaptar o mais rápido possível à minha equipe. Me dá a importância que eu preciso e mereço. Se Deus quiser, posso fazer muito mais por ele", completou.
O próximo compromisso da Seleção Brasileira será diante do Haiti, na próxima sexta-feira (19), às 21h30 (horário de Brasília), no Lincoln Financial Field, na Filadélfia.
A poucas horas da estreia da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2026, Dunga voltou ao palco de uma Copa para falar sobre pressão, responsabilidade e a obrigação de vestir a camisa amarela e verde. No MetLife Stadium, em Nova Jersey, onde o Brasil enfrenta Marrocos neste sábado (13), o capitão do tetracampeonato mundial de 1994 afirmou que a equipe comandada por Carlo Ancelotti precisa entrar em campo consciente do peso da própria história.
Para o ex-volante, a pressão de uma Copa do Mundo não deve ser encarada como problema, mas sim como privilégio.
"É uma pressão boa. Jogar em estádio cheio e com o mundo todo te olhando. Existe uma responsabilidade muito grande de representar a Seleção Brasileira. Nós temos a mentalidade de que temos que ser campeões", afirmou.
Dunga também saiu em defesa do trabalho de Carlo Ancelotti. Segundo ele, o treinador italiano teve tempo suficiente para conhecer os jogadores e agora será avaliado pelos resultados apresentados dentro de campo.
"Já teve um trabalho para conhecer os jogadores e agora é colocar em campo. Quem sabe quem está dando resposta ou quem pode suprir as necessidades da seleção é o Ancelotti. Muitas vezes a gente fala baseado no que acha, mas temos que cobrar em cima daquilo que ele propôs para a equipe", destacou.
Um dos temas da entrevista foi Neymar. O camisa 10 ainda se recupera de uma lesão muscular na panturrilha e deve desfalcar o Brasil na estreia diante dos marroquinos. Mesmo assim, Dunga considerou natural a aposta da comissão técnica no principal jogador brasileiro da geração, comparando às convocações de Ronaldo e Rivaldo, em 2002.
"O Neymar tecnicamente é indiscutível. A decisão de convocar ou não passa pela comissão técnica, pelos médicos e preparadores físicos. Em 2002 também existiam dúvidas sobre Ronaldo e Rivaldo, e a comissão técnica apostou neles. A cobrança depois acontece em cima dessa escolha", analisou.
Acostumado aos bastidores de Copas do Mundo, Dunga também explicou como lidava com a ansiedade nos dias que antecediam uma estreia. Segundo ele, o diferencial dos grandes jogadores não está apenas na técnica.
"Os jogadores querem jogar logo, não querem ficar esperando. Eu ficava pensando no adversário, nas informações que recebíamos e naquilo que o treinador pedia. Mentalizava tudo para colocar em prática quando chegasse ao campo. Mas existe algo que vai além do futebol: coragem e personalidade. Não adianta o cara ser bom. Tem que ter coragem para executar aquilo que sabe fazer", afirmou, ao Bahia Notícias.
O Brasil estreia na Copa do Mundo às 19h (de Brasília), pelo Grupo C da competição. Depois, a equipe de Carlo Ancelotti encara Haiti e Escócia na sequência da fase de grupos.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) demonstrou confiança na campanha da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2026. Em transmissão ao vivo realizada nesta sexta-feira (12), pelas redes sociais, o chefe do Executivo afirmou que a equipe comandada por Carlo Ancelotti reúne condições para fazer um grande torneio, desde que os jogadores tenham consciência da responsabilidade que carregam ao vestir a camisa do Brasil.
"O Brasil tem todas as condições. Os jogadores precisam estar compenetrados da responsabilidade que têm", declarou Lula.
Segundo o presidente, os atletas representam não apenas a si próprios, mas também milhões de brasileiros que enxergam no futebol uma fonte de inspiração.
"Eles não jogam apenas por eles. Jogam por milhões de jovens brasileiros que nasceram pobres e não tiveram as oportunidades que eles tiveram", acrescentou.
Lula ainda afirmou que acredita em uma campanha positiva da Seleção caso os jogadores demonstrem comprometimento dentro de campo.
"Se eles jogarem com o coração na ponta da chuteira e pelo povo brasileiro, tenho certeza de que faremos uma grande Copa", disse.
A declaração foi feita na véspera da estreia brasileira no Mundial. O Brasil enfrenta Marrocos neste sábado (13), às 19h (horário de Brasília), no MetLife Stadium, em Nova Jersey, nos Estados Unidos.
Na última quarta-feira (10), durante agenda oficial em Brasília, o presidente já havia comentado sobre a expectativa para o primeiro compromisso da Seleção na competição. Ao ser questionado sobre um possível resultado, Lula afirmou que qualquer vitória seria suficiente.
"Eu quero que o Brasil ganhe. Se ganhar de meio a zero, já está bom. Mas eu acho que o Brasil vai ganhar, tá?", afirmou na ocasião.
A Seleção Brasileira integra o Grupo C da Copa do Mundo de 2026, ao lado de Marrocos, Haiti e Escócia. Esta é a primeira edição do torneio realizada simultaneamente em três países: Estados Unidos, México e Canadá.
A Seleção Brasileira deve iniciar a Copa do Mundo de 2026 com boa parte da base que começou o Mundial anterior. Para a estreia contra Marrocos, neste sábado (13), Carlo Ancelotti deve escalar oito jogadores que foram titulares no primeiro jogo do Brasil na Copa de 2022, contra a Sérvia, no Estádio de Lusail, no Catar.
A provável escalação brasileira para o duelo deste sábado tem Alisson; Danilo, Gabriel Magalhães, Marquinhos e Alex Sandro; Casemiro e Bruno Guimarães; Lucas Paquetá, Raphinha, Vinícius Júnior e Matheus Cunha.
Desse grupo, Alisson, Danilo, Marquinhos, Alex Sandro, Casemiro, Lucas Paquetá, Raphinha e Vinícius Júnior também começaram como titulares na vitória por 2 a 0 sobre a Sérvia, na estreia da Copa do Mundo de 2022.
Na ocasião, a Seleção Brasileira iniciou a partida com Alisson; Danilo, Marquinhos, Thiago Silva e Alex Sandro; Casemiro, Lucas Paquetá e Neymar; Raphinha, Vinícius Júnior e Richarlison. O "Pombo" marcou os dois gols da vitória brasileira no Catar.

Foto: Lucas Figueiredo / CBF
Além dos oito prováveis titulares, outros jogadores que fizeram parte do grupo de 2022 também seguem no elenco convocado para a Copa de 2026. Bremer, Fabinho, Bruno Guimarães, Gabriel Martinelli, Ederson e Weverton estiveram no Catar e voltaram a ser chamados para o Mundial.
Neymar também faz parte da lista de remanescentes de 2022, mas não deve ficar à disposição para a estreia. O camisa 10 ainda se recupera de uma lesão na panturrilha e não participou normalmente das atividades com o grupo nos Estados Unidos.
Brasil e Marrocos se enfrentam neste sábado, às 19h, pelo horário de Brasília, no MetLife Stadium, em Nova Jersey. A partida será válida pela primeira rodada do Grupo C da Copa do Mundo de 2026.
Além das confirmadas 48 Seleções, a Copa do Mundo de 2026 começa com novidades em relação às regras de arbitragem, que devem ser adotadas posteriormente em outras competições de futebol.
Entre as principais mudanças está a ampliação do uso do árbitro de vídeo. O VAR, que antes se limitava a lances de gol, pênalti, cartão vermelho direto e erro de identificação de jogador, passará a atuar em novas situações.
A partir da Copa, o árbitro de vídeo também poderá corrigir a aplicação incorreta de um segundo cartão amarelo. Além disso, poderá intervir em marcações equivocadas de escanteio quando o lance deveria ter sido tiro de meta.
As mudanças também buscam reduzir a cera e aumentar o tempo de bola rolando durante as partidas. Para isso, algumas reposições passarão a ter contagem visível feita pelo árbitro.
No arremesso lateral, o jogador terá cinco segundos para realizar a cobrança. Caso ultrapasse o limite, a posse será revertida para a equipe adversária. O mesmo prazo valerá para o tiro de meta. Se a equipe demorar mais de cinco segundos, será marcado escanteio para o adversário.
As substituições também terão limite de tempo. O jogador substituído terá dez segundos para deixar o campo, exceto em caso de lesão que impeça claramente a saída rápida. Se a regra não for cumprida, o atleta sairá normalmente, mas o substituto só poderá entrar após 60 segundos, deixando a equipe temporariamente com um jogador a menos.
Outra mudança envolve atendimentos médicos. Jogadores que precisarem de assistência dentro de campo terão que sair e aguardar um minuto para retornar, também deixando o time com um a menos durante esse período.
A Copa ainda terá uma regra específica para evitar pausas estratégicas durante atendimentos a goleiros. Enquanto o arqueiro estiver recebendo atendimento médico, os demais jogadores não poderão se aproximar do banco de reservas.
O Mundial também estreia novas punições disciplinares. Jogadores que cobrirem a boca com a mão, o braço ou a camisa durante discussões com adversários poderão receber cartão vermelho.
A mesma punição poderá ser aplicada a jogadores ou membros da comissão técnica que abandonarem o campo em sinal de protesto contra decisões da arbitragem.
As novas regras serão observadas já na fase de grupos da Copa do Mundo de 2026, que começa nesta quinta-feira (11) com México e África do Sul fazendo o jogo de abertura, no Estádio Azteca. A estreia da Seleção Brasileira será no sábado (13), contra Marrocos, às 19h, pelo horário de Brasília, no MetLife Stadium, em Nova Jersey.
A três dias da estreia da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2026, o atacante Raphinha destacou a importância de minimizar erros em uma competição de tiro curto. O Brasil enfrenta o Marrocos no próximo sábado (13), às 19h (horário de Brasília), pelo Grupo C, que também conta com Haiti e Escócia.
Segundo o jogador, o período reduzido de preparação exige rápida adaptação da equipe.
"Não só no primeiro jogo e não só um ponto de atenção, mas vários durante a competição. É um campeonato curto e muito traiçoeiro, é pouco tempo de trabalho para poder organizar melhor. Com esse tempo de preparação, a gente está tentando nos adaptar e chegar o mais próximo possível de não cometer isso. O ponto de atenção é a gente estar em uma competição curta, por um período curto, e ter que errar o menos possível", afirmou.
Raphinha também avaliou sua trajetória pela Seleção e reconheceu que ainda pode render mais com a camisa verde e amarela.
"Eu acho que já consegui entregar muita coisa pela seleção. Não posso ser hipócrita e falar que é igual ao que aconteceu no clube, mas acredito que, dentro do possível e daquilo que a gente estava passando neste último ciclo de Copa, consegui entregar um bom futebol. Mas dentro do vestiário a gente é muito consciente de que a Seleção Brasileira é feita de resultados. Se não tiver isso, a gente vai ser cobrado. Então, a partir do momento que isso acontece por algo que a gente está fazendo no clube, é porque temos total capacidade de fazer pela seleção também. A gente pode melhorar, não só eu tenho essa consciência, outros jogadores também."
O atacante ainda comentou sobre sua versatilidade em campo e disse estar preparado para atuar em diferentes funções.
"Eu tento me adaptar a qualquer posição onde eu consiga exercer. Se eu tiver que jogar pela esquerda, vou tentar me adaptar da melhor forma; do lado direito, da mesma forma. Apesar de me sair melhor pelo lado direito, por estar jogando nessa posição há mais tempo. Faz duas temporadas que estou me adaptando a jogar pelo lado esquerdo. Se tiver que jogar no meio também, vou fazer isso do melhor jeito possível para entregar um bom futebol. Aquilo que o professor me pedir, eu vou estar pronto para fazer."
Experiente em sua segunda Copa do Mundo, Raphinha afirmou que chega ao torneio mais preparado para lidar com a pressão do que em 2022.
"Eu senti mais pressão na de 2022 do que agora. Na época eu cheguei muito imaturo para a Copa, não só na Seleção, mas no Barcelona também. Eu sentia que não estava totalmente adaptado ao que é vestir essa camisa. E na Copa de agora eu me sinto mais preparado, eu entendo o meu lugar. Mas a pressão vai existir sempre. A partir do momento que a gente veste a camisa da Seleção Brasileira é preciso entender que a pressão vem junto. É a única seleção que tem cinco Copas do Mundo. Se não estivermos preparados para a pressão que vem junto com vestir essa camisa, você não pode disputar um torneio desse nível", concluiu.
A estreia da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2026, contra Marrocos, no próximo sábado, terá um árbitro experiente, mas com histórico de polêmica fora de campo. A Fifa escalou o esloveno Slavko Vin?i?, de 46 anos, para comandar o primeiro jogo do Brasil no Mundial neste sábado (13).
Vin?i? tem currículo em competições importantes do futebol europeu, como Liga dos Campeões e Eurocopa. No entanto, o nome do árbitro também ganhou repercussão em 2020, quando ele foi detido durante uma operação policial na Bósnia e Herzegovina.
Na ocasião, o esloveno estava em uma propriedade rural onde outras 26 pessoas também foram detidas, entre homens e mulheres. A operação investigava suspeitas de prostituição, tráfico de armas e drogas.
Segundo autoridades locais, foram apreendidos no local cocaína, dez pistolas, medicamentos e cerca de 10 mil euros em dinheiro, aproximadamente R$ 60 mil na cotação atual.
Apesar da detenção, Vin?i? foi levado à delegacia apenas para prestar depoimento como testemunha. O árbitro foi liberado posteriormente, não foi acusado formalmente e acabou inocentado após as investigações. As informações são do jornal português A Bola.
Além do episódio fora de campo, Slavko Vin?i? também se envolveu em uma polêmica recente. O árbitro comandou o jogo de volta das quartas de final da Liga dos Campeões entre Bayern de Munique e Real Madrid e foi criticado pela expulsão de Eduardo Camavinga nos minutos finais.
Para Brasil x Marrocos, Vin?i? terá dois compatriotas como assistentes: Tomaz Klancnik e Andraz Kovacic. O quarto árbitro será o suíço Sandro Schaerer, enquanto a árbitra reserva será Stéphane de Almeida, também da Suíça.
A partida entre Brasil e Marrocos marcará a estreia da Seleção Brasileira no Grupo C da Copa do Mundo de 2026.
A Fifa divulgou, na manhã desta quarta-feira (10), a equipe de arbitragem para a estreia da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2026. O esloveno Slavko Vincic será o árbitro principal da partida contra Marrocos, marcada para este sábado (13).
O árbitro já comandou partidas da Liga dos Campeões e tem experiência em jogos de alto nível internacional. Apesar de bem avaliado, também já teve seu nome envolvido em polêmicas nos últimos anos.
A equipe de arbitragem será formada majoritariamente por eslovenos. Tomaz Klancnik e Andraz Kovacic atuarão como assistentes. O quarto árbitro será o suíço Sandro Schaerer, enquanto a árbitra reserva será Stéphane de Almeida, também da Suíça.
O Brasil estreia na Copa do Mundo contra a seleção marroquina pelo Grupo C. A partida será disputada no MetLife Stadium, em Nova Jersey.
Confira abaixo a equipe de arbitragem para o confronto:
- Árbitro principal: Slavko Vincic, da Eslovênia
- Assistente 1: Tomaz Klancnik, da Eslovênia
- Assistente 2: Andraz Kovacic, da Eslovênia
- Quarto árbitro: Sandro Schaerer, da Suíça
- Árbitra reserva: Stéphane de Almeida, da Suíça
O Marrocos, primeiro adversário do Brasil na Copa do Mundo de 2026, sofreu um duro golpe nesta terça-feira (9), às vésperas do início do Mundial. O atacante Abde Ezzalzouli está fora da partida de estreia após ter confirmada uma entorse no ligamento colateral medial do joelho direito, segundo informações do jornal espanhol Marca.
O ponta-esquerdo do Real Betis se lesionou no último domingo, durante o amistoso contra a Noruega. Com o diagnóstico em mãos, a comissão técnica dos Leões do Atlas estuda se manterá o jogador com o elenco nos Estados Unidos, na esperança de utilizá-lo em um eventual mata-mata, ou se fará o corte definitivo para convocar um substituto da pré-lista, a FIFA permite alterações na convocação até 24 horas antes da estreia de cada seleção.
Com 37 partidas pela seleção marroquina, Abde, que teve uma passagem rápida pelo Barcelona, é uma das principais armas ofensivas da equipe.
O lance da lesão ocorreu de forma inusitada em um escanteio na área defensiva do Marrocos. O zagueiro Chadi Riad caiu acidentalmente sobre a perna de Abde, prendendo e torcendo o joelho do companheiro de equipe. O ponta ainda tentou permanecer no gramado, mas, ciente da gravidade do problema, acabou substituído no intervalo.
O confronto diante do Brasil marca a estreia das duas seleções no Mundial. A partida acontece neste sábado (13), às 19h (horário de Brasília), pelo Grupo C, chave que conta também com Escócia e Haiti.
A Seleção Brasileira dificilmente contará com Neymar na estreia da Copa do Mundo de 2026. De acordo com informações divulgadas pelo jornalista André Rizek, da Globo, na última segunda-feira (8), novas avaliações realizadas pelo departamento médico da CBF apontam que, apesar de positivas, o camisa 10 deverá ser liberado apenas para a segunda partida do Brasil no torneio, contra o Haiti, marcada para o dia 19 de junho.
Embora a recuperação da lesão na panturrilha direita esteja dentro do cronograma esperado, a comissão técnica liderada por Carlo Ancelotti já trabalha com a perspectiva de preservar o atacante no confronto de estreia diante de Marrocos, no próximo dia 13.
Neymar segue realizando atividades específicas de transição física e ainda não foi integrado aos treinamentos com o restante do elenco. A expectativa é que o jogador avance de etapa nos próximos dias, passando a participar gradualmente dos trabalhos em campo.
A lesão do atacante foi diagnosticada pouco antes do início da preparação da Seleção para a Copa do Mundo. Desde então, Neymar tem sido acompanhado diariamente pelos profissionais da CBF, que optaram por mantê-lo entre os 26 convocados confiando em sua recuperação ao longo da competição.
Recentemente, Carlo Ancelotti já havia demonstrado confiança na presença do camisa 10 durante o Mundial. O treinador afirmou que o jogador permaneceria no grupo mesmo sem condições de atuar na estreia, destacando a importância de Neymar para a equipe.
Caso a previsão médica seja confirmada, Neymar ficará fora apenas do duelo contra Marrocos e passará a ser opção para a partida diante do Haiti. O Brasil ainda encerra sua participação na fase de grupos contra a Escócia.
O presidente do Vitória, Fábio Mota, confirmou ao Bahia Notícias que viajará aos Estados Unidos nesta semana para participar de uma agenda organizada pela CBF durante a Copa do Mundo de 2026. A entidade convidou representantes dos 40 clubes das Séries A e B do Campeonato Brasileiro para acompanhar a estreia da Seleção Brasileira contra Marrocos e participar de reuniões institucionais sobre o futebol nacional.
O jogo entre Brasil e Marrocos será disputado neste sábado (13), às 19h, pelo horário de Brasília, no MetLife Stadium, em East Rutherford, Nova Jersey. A programação terá os custos bancados pela CBF, incluindo passagens, hospedagem, alimentação e ingressos.
A informação foi divulgada inicialmente pelos jornalistas Ricardo Magatti e Marcel Rizzo, do Estadão, e confirmada pela reportagem do Bahia Notícias. Procurado pela reportagem, Fábio Mota confirmou o convite e a presença na viagem.
A previsão é que os dirigentes fiquem hospedados em Nova York, a cerca de 40 minutos de Morristown, em Nova Jersey, onde a Seleção Brasileira está concentrada durante o Mundial. Até o momento, não há previsão de encontro dos cartolas com os jogadores.
Além da presença na estreia da Seleção, a agenda terá discussões sobre o fair play financeiro e a formação de uma liga única no Brasil. A CBF tem liderado conversas com representantes dos dois blocos que hoje reúnem os clubes, a Libra e a Futebol Forte União (FFU), antiga Liga Forte União.
O debate interessa diretamente aos clubes brasileiros, incluindo o Vitória, que acompanha as mudanças de governança e organização econômica do futebol nacional. O fair play financeiro já foi implementado, mas ainda há dúvidas entre dirigentes sobre a aplicação prática das novas regras.
A programação também deve contar com representantes da Major League Soccer (MLS), liga profissional dos Estados Unidos. A proposta é conhecer experiências de governança, organização de campeonato e gestão esportiva que possam servir de referência para a construção de uma liga no futebol brasileiro.
Segundo Fábio Mota, a viagem tem formato semelhante à imersão realizada pela CBF em janeiro deste ano, quando representantes de 37 clubes das Séries A e B e de 13 federações estaduais participaram de encontros na Europa.
Na ocasião, a comitiva passou por Inglaterra, Alemanha e Espanha para conhecer modelos de ligas, federações e estruturas ligadas a temas como fair play financeiro, tecnologia, profissionalização da arbitragem e governança.
Após vencer o Egito por 2 a 1 em amistoso internacional realizado em Cleveland (EUA), na noite deste sábado (6), Carlo Ancelotti revelou já ter uma escalação definida para a estreia do Brasil na Copa do Mundo. Nos últimos compromissos da Seleção, o treinador italiano vinha informando que o desempenho em campo lhe trazia dúvidas, e que isso era bom. Mas, dessa vez, ele foi enfático: "Tenho a escalação inicial para jogar contra Marrocos", afirmou durante a entrevista coletiva.
Apesar das certezas, Ancelotti lida com duas interrogações: Neymar e Wesley. O primeiro, com lesão confirmada desde a semana de apresentação, segue em tratamento. O segundo precisou sair no meio do jogo após sentir a região próxima à virilha esquerda. Em imagens compartilhadas na internet, o lateral apareceu saindo do estádio mancando, apesar de não estar usando muletas e conseguir se mover sozinho. Ambos os jogadores passarão por exames de imagem nesta segunda-feira (8).
Marquinhos e Gabriel Magalhães estão confirmados para o jogo de estreia, mesmo com alguns erros cometidos na partida de hoje. O zagueiro do PSG falhou no único gol marcado pelo Egito neste sábado, mas o técnico não abalou sua confiança. Ancelotti os defendeu afirmando que ambos disputaram a final da Champions League recentemente e estarão melhor integrados para os próximos jogos.
O comandante elogiou ainda as características de Endrick, mas sem confirmar sua titularidade. "É muito potente, muito bem posicionado na área. Todos os jogadores são importantes, com diferentes características. Matheus não finaliza como Endrick, mas é muito importante para a construção do jogo", explicou.
O Brasil estreia no Mundial no próximo sábado (13) contra o Marrocos, às 19h (horário de Brasília). Dando sequência à fase de grupos, a Seleção enfrenta o Haiti, no dia 19, na Filadélfia, e a Escócia, no dia 24, em Miami Gardens, pelo Grupo C.
A Seleção Brasileira já está nos Estados Unidos para a reta final de preparação para a Copa do Mundo de 2026. A delegação desembarcou no Aeroporto Internacional de Newark Liberty por volta das 9h, pelo horário de Brasília, nesta terça-feira, de acordo com informações divulgadas pela CBF.
Após a chegada ao país, jogadores e comissão técnica seguiram para o hotel The Ridge, em Basking Ridge, Nova Jersey, onde a Seleção ficará concentrada durante este período de preparação.
Ainda nesta terça, o elenco comandado por Carlo Ancelotti realizará o primeiro treino em solo norte-americano. A atividade será fechada à imprensa e está marcada para as 17h, pelo horário de Brasília, no CT do Red Bull.
A programação completa dos próximos dias será divulgada pela CBF ao longo da semana. O período nos Estados Unidos servirá para os últimos ajustes antes da estreia brasileira no Mundial.
Antes de iniciar a caminhada na Copa do Mundo, o Brasil ainda fará um último amistoso preparatório. A Seleção enfrenta o Egito neste sábado (6), às 19h, pelo horário de Brasília, no Huntington Bank Field, em Cleveland.
A estreia brasileira no Mundial está marcada para o dia 13 de junho, contra Marrocos, pelo Grupo C. A partida será disputada às 19h, também no horário de Brasília, no MetLife Stadium, em East Rutherford, Nova Jersey.
A Seleção Brasileira já sabe quais uniformes utilizará nos três primeiros jogos da fase de grupos da Copa do Mundo de 2026. A Fifa divulgou, nesta terça-feira (2), o esquema de cores definido para as partidas contra Marrocos, Haiti e Escócia.
Na estreia, marcada para o dia 13 de junho, contra Marrocos, o Brasil entrará em campo com a camisa amarela, calção azul e meiões brancos. Os goleiros usarão uniforme totalmente preto, com camisa, calção e meias da mesma cor.
No segundo compromisso, diante do Haiti, no dia 19, a Seleção vestirá o uniforme azul. A combinação terá camisa azul, calção azul e meias pretas. Para os goleiros, a Fifa definiu uniforme magenta, também em conjunto completo.
Já na última rodada da fase de grupos, contra a Escócia, no dia 24, o Brasil voltará a usar a camisa amarela. Desta vez, porém, a combinação será com calções brancos e meias brancas. Os goleiros atuarão com uniforme vermelho completo.
A definição das cores é feita pela Fifa, que prioriza, sempre que possível, o uso dos uniformes principais das seleções. A entidade, no entanto, considera a necessidade de contraste claro entre as equipes para evitar confusão visual em campo, tanto para jogadores quanto para arbitragem, transmissão e torcedores.
Por isso, em alguns casos, as seleções podem ser obrigadas a misturar peças dos uniformes principal e alternativo. É o caso do Brasil contra a Escócia, quando a camisa amarela será mantida, mas com calções brancos.
A Fifa também divulgou o esquema de cores de todas as partidas da fase de grupos. A Copa do Mundo começa no dia 11 de junho, com México e África do Sul. No jogo de abertura, os donos da casa atuarão de verde, enquanto os sul-africanos jogarão totalmente de amarelo.
Confira abaixo as fotos dos uniformes divulgados pela Fifa:



Prestes a enfrentar o Marrocos em seu primeiro trabalho com a Seleção Brasileira principal, o técnico Ramon Menezes disse que, durante a semana, buscou trazer um equilíbrio defensivo à sua equipe. Isso, contudo, não significa abdicar do ataque.
"Eu sempre falo em equilíbrio no setor defensivo, com algumas variações quando a gente tiver a bola. Vamos enfrentar uma equipe muito qualificada, uma transição e bola parada ofensiva muito fortes. Não foi à toa que fez um grande Mundial. Penso muito no equilíbrio, mas, quando temos a bola, toda a liberdade para os jogadores mostrarem o futebol brasileiro, de improviso", explicou, em entrevista coletiva nesta sexta-feira (24).
Brasil e Marrocos se enfrentam em amistoso neste sábado (25), às 19h, em Tânger. Com uma convocação diferente daquela que foi utilizada na Copa do Mundo do Catar, o técnico não deu muitas pistas sobre qual será o time escalado.
"Todos os atletas convocados têm condições de jogar. Desde a minha chegada, me senti muito à vontade em relação a isso. São atletas de alto nível, que entendem muito rápido tudo que se passa. O importante é fazer um time muito forte. Está todo mundo preparado para entrar e nos ajudar", pontuou.
A formação, de acordo com o ge.globo, deve ser essa: Ederson (Weverton), Emerson Royal, Éder Militão, Ibañez e Alex Telles; Casemiro, Andrey Santos e Lucas Paquetá; Rodrygo, Vitor Roque (Antony ou Roni) e Vini Junior.
Marrocos vem de uma campanha história no Mundial, no qual ficou com a quarta colocação. Para Ramon, a atmosfera do confronto será uma pressão a mais, mas os jogadores já estão acostumados.
"Hoje, no hotel, falei a respeito da atmosfera que envolve esse jogo. Os atletas estão acostumados com a pressão, casa cheia, grandes jogos. Encaro como uma grande oportunidade, e estou tentando desfrutar o máximo disso, fazendo meu trabalho. Sabemos da nossa responsabilidade. Sinto nossos atletas muito motivados para fazer esse jogo. Eles transmitem o prazer de vestir a camisa da Seleção Brasileiro. A torcida marroquina fez uma festa fantástica na Copa do Mundo, e aqui não vai ser diferente", destacou.
Por fim, comentou sobre sua primeira experiência no comando técnico da Seleção.
"Eu não tenho nem palavras para descrever como estou me sentindo. Eu fui muito bem recebido por todos. Esses atletas são referências para o futebol, e para mim tem sido uma experiência fantástica. Apenas estou dando continuidade ao que eu fazia no sub-20. Um trabalho olho no olho, de muita conversa, poucas sessões de treinos que você tem que aproveitar ao máximo", afirmou.
A Seleção Brasileira começa a tomar forma para o amistoso contra o Marrocos, marcado para o próximo sábado (25), às 19h, no estádio Ibn Batouta. Nesta terça-feira (21), o técnico interino Ramon Menezes teve os 23 convocados à disposição e já começou a esboçar a escalação.
De acordo com o ge.globo, Lucas Paquetá e Raphael Veiga disputam vaga no meio de campo, enquanto Antony e Rodrygo brigam por um lugar no ataque. No gol, fica a dúvida entre Ederson e Weverton.
A possível formação é a seguinte: Ederson (Weverton); Emerson Royal, Éder Militão, Ibañez e Alex Telles; Casemiro, Andrey e Lucas Paquetá (Raphael Veiga); Rodrygo (Antony), Vini Júnior e Vitor Roque.
Antes do amistoso de sábado, no entanto, o Brasil fará outros três trabalhos. O grupo ficou completo nesta terça após a apresentação do lateral-direito Arthur, do América-MG.
Os jogadores convocados começaram a se apresentar nesta domingo (19) à Seleção Brasileira. Ao todo, 14 atletas chegaram a Tânger, no Marrocos, local da partida contra o anfitrião no próximo sábado (25), às 19h (de Brasília).
O primeiro a se apresentar foi o goleiro Mycael, do Athletico-PR. Nesta manhã, chegaram o goleiro Ederson, s laterais Emerson Royal, Alex Telles e Renan Lodi, os zagueiros Éder Militão, Bremer e Ibañez, os volantes João Gomes e Casemiro, o meia Lucas Paquetá e os atacantes Antony, Rodrygo e Vini Júnior.
Outros oito atletas são aguardados nesta segunda, de acordo com o ge.globo, mas a Seleção só ficará completa nesta terça (21), com a chegada do lateral-direito Arthur, do América-MG.
O técnico Ramon Menezes, interino no cargo, comandará cinco treinos antes do amistoso. O Marrocos vem de uma quarta colocação na Copa do Mundo do Catar, enquanto o Brasil caiu nas quartas de final, para a Croácia.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.