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O Atracadouro de Morro de São Paulo será parcialmente interditado a partir desta sexta-feira (6). A interdição deve durar cerca de 30 dias, período em que serão realizados reparos estruturais para garantir condições seguras de uso do equipamento.
Durante o período das obras, o embarque e desembarque de passageiros e cargas será realizado por estruturas auxiliares e pelo atracadouro flutuante. O equipamento é de responsabilidade do Governo do Estado da Bahia e administrado pela Agência Estadual de Regulação de Serviços Públicos de Energia, Transportes e Comunicações da Bahia (Agerba).
Em nota, a Prefeitura de Cairu informou que a intervenção faz parte de um contrato estadual para recuperação estrutural dos atracadouros de Morro de São Paulo e Gamboa (Cairu), conduzido pela Secretaria de Infraestrutura da Bahia (Seinfra). Durante a execução dos serviços, equipes técnicas identificaram rachaduras e fissuras na área em balanço da estrutura do píer.
O município foi comunicado sobre a necessidade da interdição nesta quinta-feira (5). após avaliação técnica apresentada pela empresa responsável e pela equipe de engenharia do Estado.
A Secretaria de Turismo da Bahia lançou um aviso de licitação para a substituição do flutuante do atracadouro localizado na Feira de São Joaquim, em Salvador. O certame será realizado por meio de pregão eletrônico com acolhimento de propostas a partir do dia 26 de maio, às 8h, e sessão pública marcada para 29 de maio.
De acordo com o edital, o objetivo é requalificar o equipamento flutuante que atende embarcações no atracadouro da tradicional feira da capital baiana, ponto estratégico para o escoamento de produtos.
Publicado pela Diretoria Geral da Setur, o processo está cadastrado sob o número 032.2294.2024.0001966-59 e poderá ser acessado pelos interessados nos sites www.comprasnet.ba.gov.br ou www.licitacoes-e2.bb.com.br. O número BB da licitação é 1070580.
Autor de mais de 40 filmes, Pola Ribeiro assumiu, no último dia 15 de janeiro, um novo desafio em sua carreira: a gestão do Museu de Arte da Bahia (MAM-BA), após o espaço ficar por mais de um ano sem direção (veja aqui).
Com experiências de gestão cultural como a de diretor do Instituto de Radiodifusão Educativa da Bahia (Irdeb), entre 2007 e 2014, e de secretário de Audiovisual do extinto Ministério da Cultura (MinC), de 2015 a 2016, o cineasta diz querer propor para o MAM a ideia de diálogo com o entorno e com as várias linguagens possíveis para o local.
Dialógo proposto desde os primórdios do museu, quando a arquiteta ítalo-brasileira Lina Bo Bardi o idealizou e dispôs, na década de 1960, um acervo que privilegiasse a arte moderna - a princípio no foyer do Teatro Castro Alves (TCA).
Em conversa com o Bahia Notícias, feita por telefone, Pola não se furtou a falar sobre as polêmicas que envolvem o MAM-BA. Desde a realização dos shows para um grande público (leia aqui e aqui), passando pelas críticas à construção de um bem acabado atracadouro que descaracterizaria o projeto arquitetônico do restauro que deu vida ao velho Solar do Unhão (relembre aqui), ele comentou sobre todas.
No dia do bate-papo, uma visita técnica estava marcada para que pudesse ter o primeiro contato com o MAM, que encontra-se fechado por conta dos cuidados sanitários decorrentes da pandemia do novo coronavírus (Covid-19).
Para ele, a articulação junto às forças políticas, instituições públicas do estado e a proposição de um espaço que converse com Salvador são as potencialidades a serem exploradas nos próximos anos do equipamento cultural.
"O MAM precisa se articular para cumprir o seu papel, porque ele hoje está um pouco desidratado, digamos assim. Ele precisa de recursos e estar amparado, precisa dialogar com as pessoas que têm envolvimento com essa coisa, com os vizinhos, com os outros museus e com o IPAC e as pessoas que foram eleitas e podem conseguir recursos", discorreu Pola Ribeiro. Confira a entrevista completa
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Luiz Inácio Lula da Silva
"Eu fiquei triste, porque ele não foi derrotado por incompetência jurídica, porque ele é um dos melhores advogados desse país, ele foi derrotado por uma questão simplesmente política. E o que vai acontecer? Eu vou mandar o Messias outra vez. Por respeito à função presidencial, sou eu que indico".
Disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao confirmar que vai enviar ao Senado o nome do advogado-geral da União, Jorge Messias, para a vaga do Supremo Tribunal Federal (STF). O AGU teve sua primeira indicação rejeitada no Senado no último dia 29 de abril.