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aroldo pereira de souza
Uma professora e um sobrinho dela foram condenados a 21 anos, 9 meses e 15 dias de reclusão pela morte do sindicalista Aroldo Pereira de Souza. A sentença foi deferida nesta quinta-feira (21) pelo Tribunal do Júri da Comarca de Irecê, no Centro Norte baiano, presidido pelo juiz Luiz Henrique de Almeida.
As penas foram aplicadas a Sandra Ferreira da Rocha, ré como mandante, e ao sobrinho dela, Leandro Ferreira Rocha, acusado de executor.

Aroldo Pereira de Souza foi morto em emboscada / Foto: Reprodução / Líder Notícias
Presidente do sindicato dos servidores da cidade de Central, na região de Irecê, Aroldo Pereira de Souza, à época com 47 anos, foi morto no início da manhã do dia 8 de novembro de 2018 após sofrer uma emboscada.
A vítima saída de motocicleta da propriedade no povoado de Larguinha, zona rural de Central, a caminho de casa quando foi surpreendido por um homem [que seria Leandro Rocha] a bordo de uma motocicleta.
Aroldo sofreu quatro tiros que atingiram a cabeça e um dos braços. Ele chegou a ser socorrido para o Hospital Municipal de Central e, em seguida, transferido para o Hospital Geral de Irecê, mas não resistiu aos ferimentos.
Conforme investigações, Sandra Rocha, que almejava a presidência do sindicato presidido por Aroldo Pereira, teria planejado o crime e mandado o sobrinho executar a vítima.
Em fevereiro de 2019, o então delegado titular de Central, Michael Alves, disse ao Bahia Notícias que a apuração apontava “ganância pelo poder” como motivo da articulação do crime pela acusada que queria tomar o lugar da vítima no sindicato.
Os dois condenados já estavam presos de forma preventiva. Sandra havia cumprido um ano de prisão e aguardava julgamento, enquanto Leandro estava detido há sete anos. Ambos deverão cumprir o restante da pena em regime fechado.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Luiz Inácio Lula da Silva
social X, antigo Twitter], dizendo que ele vai desobstruir, mas cada navio que ele desobstruir, que ele tirar do estreito, o dono do petróleo tem que pagar 20% para ele. Isso, antigamente, se chamava pirataria".
Disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao fazer duras críticas nesta segunda-feira (13) à decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de cobrar uma taxa de 20% sobre a carga que passa pelo Estreito de Ormuz, qualificando a medida como "pirataria". O presidente republicano anunciou ainda que pretende restaurar o bloqueio naval contra navios iranianos.