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alfredo victor de oliveira matos
Um júri popular em Lapão, na região de Irecê, Centro Norte baiano, condenou nesta quinta-feira (27) os três réus acusados pela morte da estudante de radiologia Rafaela Gomes de Souza. O crime ocorreu em novembro de 2019. Foram condenados o fisioterapeuta Alfredo Victor de Oliveira Matos, mandante do feminicídio; Ériton Ramos, o Rato; e Ramo da Silva Santana, executores do crime.
O primeiro pegou 40 anos e 10 meses por homicídio, sequestro e ocultação de cadáver. Ériton Ramos foi condenado a 36 anos e 6 meses. Já Ramon teve a pena de 24 anos de prisão. Os dois últimos por homicídio. Após a sentença, a mãe da vítima comemorou a decisão.
Um vídeo mostrou a imagem da mulher, que desabafou ao agradeceu ao trabalho do Ministério Público do Estado (MP-BA). Logo após a decisão, os agora condenados foram levados para um presídio. Conforme a polícia, Rafaela Gomes de Souza foi sequestrada e mantida em cativeiro por quatro dias, próximo à fazenda do pai do fisioterapeuta.
Rafaela foi encontrada morta em um lixão desativado em Irecê, na mesma região. Ainda segundo a investigação, o mandante do crime e a vítima mantinham um relacionamento, mas o acusado não queria que o fato se tornasse público. Para cometer o crime, o fisioterapeuta teria oferecido R$ 4 mil aos outros dois envolvidos.
Júri condena fisioterapeuta a 40 anos de prisão por feminicídio em Lapão, na região de Irecê; mãe de vítima comemorou decisão
— BN Municípios (@BNMunicipios) July 28, 2023
Vídeo: Líder FM pic.twitter.com/l7XXFUZeP4
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Pérolas do Dia
Silvio Humberto
"Importa destacar que registros da própria Câmara Municipal de Salvador confirmam que a denunciante jamais integrou o quadro funcional do gabinete do vereador Silvio Humberto, nem de qualquer outro gabinete da Casa".
Disse o vereador de Salvador Silvio Humberto (PSB) após rebater as acusações da prática de “rachadinha” e negar todas as acusações. Em publicação nesta segunda-feira (27), a equipe do vereador apresentou um atestado da Câmara Municipal que comprova a ausência de vínculo com Ingrid da Silva de Jesus, a denunciante.