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Artigos

Bruna Santana
Eleições 2026 e Violência Política de Gênero

Eleições 2026 e Violência Política de Gênero

Este texto nasce de uma inquietação — e também de um dever moral e cívico de falar sobre um tema urgente: a violência política de gênero, antes mesmo do início oficial da campanha eleitoral de 2026.

Multimídia

Duda Sanches critica segurança do estado e dispara sobre violência: "a Bahia já virou o Rio de Janeiro"

Duda Sanches critica segurança do estado e dispara sobre violência: "a Bahia já virou o Rio de Janeiro"
O parlamentar Duda Sanches apontou o desgaste decorrente das duas décadas de administração do Partido dos Trabalhadores (PT) no estado e lamentou a queda nos indicadores de qualidade de vida da população. Em entrevista concedida ao Projeto Prisma, podcast do Bahia Notícias, nesta segunda-feira (18), ele direcionou críticas à gestão do governo estadual nas áreas de segurança pública e saúde.

Entrevistas

Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto

Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
Foto: Divulgação / Agência AL-BA
De volta à Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) desde janeiro, após assumir a vaga aberta com a morte do deputado Alan Sanches, Luciano Ribeiro (União) concedeu entrevista ao Bahia Notícias na última semana e falou sobre a produtividade do Legislativo para 2026, ano que será marcado pela disputa eleitoral, e o cenário político para a corrida ao governo da Bahia. O deputado também tratou da formação da chapa de oposição e afirmou que, neste momento, descarta disputar a reeleição. Desde o seu retorno, Luciano passou a ocupar a vice-liderança da oposição e a vice-presidência da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa.

abara

Guia culinário norte-americano coloca Abará e Caruru entre os piores pratos do Brasil; veja lista
Foto: Augusto Santos / Freepik

“Especialistas” com um gosto um tanto peculiar colocaram o Abará e o Caruru entre os piores pratos da gastronomia brasileira. O guia culinário TasteAtlas, dos Estados Unidos, ranqueou os pratos típicos da culinária do Brasil e montou uma lista dos 37 que menos agradaram o público do roteiro gastronômico. Segundo o site do Taste Atlas, o ranking foi baseado na avaliação de 7.456 usuários do guia.

 

“O ranqueamento da TasteAtlas é baseado na avaliação dos usuários com uma série de mecanismos para reconhecer usuários reais, ignorar robôs e notas nacionalistas ou de patriotas locais. Para as 37 piores comidas brasileiras, 7.456 avaliações foram reconhecidas e legitimadas. O ranking não é uma conclusão global final sobre a comida. A proposta é promover as excelentes comidas locais”, disse o site.

 

Com notas variando entre 0 e 5, o Abará ocupou o posto de 22º pior prato da culinária brasileiro, com uma avaliação de 3,7. O Caruru aparece um pouco melhor posicionado, em 28º lugar após receber uma classificação de 3,8. Para a surpresa de zero pessoas, o Cuscuz Paulista foi eleito o pior prato do Brasil, com nota de 2,8.

 

Sobre as recomendações de espaços para comer o Abará, os usuários do site aconselharam degustar o prato no Acarajé da Regina e no Acarajé da Dinha, ambos no Rio Vermelho, em Salvador. No caso do Carurivis, a recomendação foi o restaurante Dona Mariquita, também no Rio Vermelho.

 

Veja a lista:

  1. Cuscuz Paulista: 2,8
  2. Arroz com Pequi: 3,1
  3. Acém: 3,1
  4. Paleta: 3,2
  5. Maria-mole: 3,3
  6. Lagarto: 3,3
  7. Sequilhos: 3,5
  8. Sagu: 3,5
  9. Tareco: 3,5
  10. Coxão Mole: 3,5
  11. Ostra ao bafo: 3,5
  12. Pé-de-moleque: 3,6
  13. Quibebe: 3,6
  14. Músculo: 3,6
  15. Patinho: 3,6
  16. Maniçoba: 3,6
  17. Peito: 3.6
  18. Sanduíche de mortadela: 3,7
  19. Salada de maionese: 3,7
  20. Cajuzinho: 3,7
  21. Salpicão de frango: 3,7
  22. Abará: 3,7
  23. Caldo de piranha: 3,7
  24. Biscoito de polvilho: 3,8
  25. Canjica: 3,8
  26. Mocotó: 3,8
  27. Bolo formigueiro: 3,8
  28. Caruru: 3,8
  29. Pato no tucupi: 3,8
  30. Pamonha: 3,9
  31. X-Tudo: 3,9
  32. Galinhada: 3,9
  33. Casadinhos: 3,9
  34. Barreado: 3,9
  35. Creme de papaya: 3,9
  36. Baba-de-moça: 3,9
  37. Carne de onça: 3,9

 

Apesar de serem cancelados por 99% dos baianos após colocarem o Abará e o Caruru entre os piores, a avaliação dos usuários da TasteAtlas escolheu o Vatapá entre os melhores pratos do mundo, ocupando a 16ª posição. O prato baiano ficou com nota de 4,61. Segundo usuários do guia, o melhor lugar para se comer Vatapá é a Casa da Gamboa, no Pelourinho.

 

A iguaria com o melhor sabor, de acordo com o guia, é a Picanha Brasileira. Típico nos churrascos brasileiros, quando ainda se tem dinheiro na conta, o corte bovino ficou com avaliação de 4,75.

Baiana, Luciana transforma picolé Capelinha e abará em alta gastronomia e vence Top Chef
Foto: TV Record

Depois de garantir a primeira vaga na final, ao lado de César e Lara, a chef baiana Luciana Berry venceu o reality gastronômico, na noite desta sexta-feira (3). Classificada pelos jurados Felipe Bronze, Ailin Aleixo e Emmanuel Bassoleil como uma cozinheira cheia de técnica, amplo repertório e foco, ela, que vive há mais de 15 anos em Londres (clique aqui e aqui e saiba mais sobre ela), se destacou dos outros concorrentes com um “Menu da Vida” repleto de referências à Bahia e memórias afetivas. 

 

“É tão bonito te ver trabalhar, te ver cozinhar. Mulher de temperamento e presença muito forte, que fala o que pensa. Você fala na raça aqui na cozinha, mas também na casa. E a coisa gostosa é a mistura do seu sotaque baiano com inglês. Você traduziu em todos os pratos que você apresentou em toda essa temporada em coisas maravilhosas. Você tem um repertório internacional muito vasto, mas você nunca esqueceu de colocar o seu tom brasileiro nas receitas. Sua ousadia trouxe pratos impecáveis e emocionantes que fizeram até Ailin chorar, e não é fácil, é jogo duro pra ela chorar comendo o prato de alguém assim. E isso faz perceber o quanto você é exigente consigo mesma, mas com cobrança na medida certo. Essas cobranças te impulsionaram e te fizeram atingir o padrão de excelência pra chegar até aqui. Eu vou te dizer só: parabéns, Lu, merci!”, discursou o chef francês Emmanuel Bassoleil, sobre a concorrente baiana, antes de anunciar sua vitória. 

 

Além do profissionalismo e de explorar suas raízes, ela lançou de mão de muita ousadia para surpreender os avaliadores e garantir o troféu e o prêmio de R$ 300 mil, com o menu que chamou de “O Brasil Pelos Meus Olhos”. De entrada, Luciana apresentou um “simples” pãozinho de queijo, prato que costuma agradar ao filho de 9 anos, Rafael. O quitute, assim como o carpaccio de chuchu com azeite trufado e trufas negras, surpreendeu os jurados e agradou em cheio. “O segundo prato foi o chuchu, porque eu gosto de pegar essas coisas bem simples, como falei. Como eu falei, eu peguei o chuchu, coloquei uma maquiagem cara e levei pra balada! Eu acho importante a gente, chefs, mostrar o valor dos nossos ingredientes e tentar fazer isso em alta gastronomia. Porque é fácil fazer comida gostosa com ingredientes caros, mas nem todo mundo tem ingrediente caro em casa, então é muito mais democrático, muito mais bonito mostrar esse Brasil”, avalia a baiana, que teve na mãe, a quem chama de “melhor cozinheira do universo” como grande exemplo. 

 

Completando o menu, Luciana Berry  imprimiu sua assinatura em um ballotine de abará com vatapá caranguejo e vinagrete, lamentando a ausência da folha de bananeira para respeitar as tradições. “Eu sou louca por abará e sempre falo que a dúvida maior do baiano é comer abará ou acarajé. Eu falei: 'gente, mas ninguém conhece muito o abará e é uma delícia', então decidi botar o abará pra ficar famoso!”, lembra. “Eu fiz um ballotine de abará, eu falei falei pra eles que geralmente a gente cozinha com a folha de bananeira, só que lá não tinha, então eu falei: 'quer saber de uma? Eu vou fazer um ballotine, porque eu preferi ousar e fazer, do que  não mostrar a Bahia”, acrescenta a chef, que ainda brincou sobre como a “gourmetizada” seria recebida em sua terra natal. “Não sei se mostrou nessa hora, mas eu falei: 'gente, eu vou fazer um ballotine de abará e não sei nem se eu volto mais pra Bahia ou se o povo vai me querer' (risos)”, provocou.

 


Ballotine de abará surpreendeu os jurados | Foto: TV Record

 


Ainda lembrando de suas origens, Luciana fez também uma moqueca de carne seca com camarão e arroz, inspirada no avô. “Ele levava a boiada de Conquista a Salvador, ficava semanas na estrada e só comia carne seca. E quando ele chegava em Salvador ele queria logo uma moqueca, então eu fiz 'Quando o Sertão Encontra o Mar'. Eu fiz em homenagem ao meu avô, porque ele amava esse prato”, conta a soteropolitana que cresceu em Vitória da Conquista e vive há mais de 15 anos em Londres, no Reino Unido.

 

Para finalizar, do jeito que baiano gosta, ela buscou referência em uma memória de infância: o picolé Capelinha, que virou bolo de amendoim com sorvete de coco e maracujá. “Eu falei na hora picolé no isopor, porque não podia falar marca, mas era o picolé Capelinha, que eu amo!”, conta Luciana, sobre a explicação que deu no programa, omitindo a marca tão conhecida em Salvador. Para a sobremesa, ela lembrou o dia em que acabou tendo sua grande epifania, na Praia da Terceira Ponte, quando driblou a supervisão da mãe, que orientava as filhas a tomar picolé apenas de fruta. “Eu amo picolé de amendoim, mas ela não deixava a gente comer muito porque na praia é muito quente, então ela falava 'coma só fruta'. Mas teve um dia que eu peguei um de amendoim escondido e minha irmã pegou o de côco. Eu fui comer o meu e achei salgado, ai o vendedor disse que a mãe dele que fez e deve ter comprado o amendoim salgado pra fazer o picolé. Mas eu adorei o picolé salgado, comi todo, mas lembro que falei 'oh, Lena [sua irmã], me dê um pedaço do seu aí de côco'. E na hora que eu provei aquilo fez sentido pra mim”, lembra. 

 


A sobremesa foi inspirada no velho picolé Capelinha e de uma epifania da infância | Foto: TV Record

 

Veja o anúncio da vitória de Luciana:

Daniela Mercury e Dadá viram juradas do Masterchef Brasil na próxima terça
Foto: Carlos Reinis/Divulgação

A próxima edição do Masterchef Brasil, exibida na terça-feira (6), na Band, contará com duas celebridades baianas. De acordo com informações da coluna Outro Canal, assinada por Lígia Mesquita na Folha de S. Paulo, Daniela Mercury e a cozinheira Dadá serão juradas em uma prova na qual os competidores devem reproduzir receitas típicas baianas, como caldo de sururu e acarajé.

Curtas do Poder

Ilustração de uma cobra verde vestindo um elegante terno azul, gravata escura e língua para fora
O bicho tá solto na política baiana. E tem até tigre pronto pra virar papagaio. Por via das dúvidas, Cunha vestiu logo suas asas. Mas quem tá de ovo virado é o Potro. Ainda mais depois que tentaram passar por cima do rebento do Cavalo. Enquanto isso, tem gente apelando pros santos pra ver se as coisas na campanha vão pra frente. Saiba mais!

Pérolas do Dia

Léo Kret

Léo Kret
Foto: Instagram

"Estou aqui ó, com meu pai, com minha mãe, na minha casa. Dizendo que eu estou presa. Meu nome apenas foi mencionado numa investigação com um contrato que eu nem assino". 

 

Disse a ex-vereadora de Salvador e cantora Léo Kret ao se pronunciar após ter se tornado alvo de busca e apreensão durante uma operação do Ministério Público, por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco). 
 

Podcast

Deputado Robinson Almeida é o entrevistado do Projeto Prisma desta semana

Deputado Robinson Almeida é o entrevistado do Projeto Prisma desta semana
Foto: Projeto Prisma
O deputado estadual Robinson Almeida (PT) é o entrevistado do Projeto Prisma desta segunda-feira (25). O podcast é transmitido ao vivo a partir das 16h no YouTube do Bahia Notícias.

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