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86 anos
O cineasta, jornalista e escritor baiano Orlando Senna morreu nesta terça-feira (9), aos 86 anos. A informação foi confirmada por sua sobrinha, Indra Senna, por meio das redes sociais. A causa do falecimento não foi divulgada até o fechamento desta reportagem.
Senna, nascido em abril de 1940 no distrito de Afrânio Peixoto, hoje em Lençóis, na Chapada Diamantina, deixa um legado para a história do cinema brasileiro, tendo como um de seus maiores marcos a codireção do longa-metragem “Iracema - Uma Transa Amazônica” (1975), realizado em parceria com o diretor Jorge Bodanzky.
Em publicação nas redes sociais, sua sobrinha Indra Senna prestou homenagem ao legado do tio: "É com imensa tristeza que comunico o falecimento do meu querido tio, Orlando Senna. Um homem que dedicou sua vida à arte, à cultura, à liberdade e à construção de um mundo mais humano e sensível", homenageia a familiar.
O saxofonista Dick Parry, amplamente conhecido por sua colaboração histórica com a banda britânica Pink Floyd - cujo som estonteante e imersivo fazia o público se perder nas canções - faleceu na última sexta-feira (22), aos 83 anos. A informação sobre o óbito foi divulgada publicamente pelo guitarrista David Gilmour.
Por meio de uma publicação em sua conta oficial no Instagram, Gilmour prestou uma homenagem ao músico, com quem dividia os palcos desde os 17 anos de idade. Confira abaixo:
"Seu feeling e timbre tornam seu jeito de tocar saxofone inconfundível, uma assinatura de enorme beleza conhecida por milhões e parte essencial de músicas como 'Shine On You Crazy Diamond', 'Wish You Were Here', 'Us and Them' e 'Money'", escreveu o guitarrista na homenagem.
Além das gravações de estúdio, o instrumentista acompanhou o grupo em diversas apresentações ao vivo e turnês mundiais. Paralelamente ao seu trabalho com o Pink Floyd, Parry também registrou colaborações com outros artistas, como sua participação no álbum Riddle of the Sphinx, da banda americana de R&B Bloodstone.
Morreu na manhã desta sexta-feira (9), em Los Angeles, o ator americano John Gavin, de 86 anos, que atuou nos filmes "Psicose" (1960) e "Spartacus" (1960). Além da carreira em Hollywood, Gavin destinou grande parte da sua vida à política durante a década de 80, quando foi embaixador do presidente Ronald Reagan, no México. Entre 1971 e 1973, Gavin foi presidente do sindicato de atores dos Estados Unidos, Screen Actors Guild (SAG). O ator fez o papel do imperador romano Júlio César, em "Spartacus", de Stanley Kubrick. Ele também trabalhou com Hitchcock no clássico "Psicose", no qual interpretou o personagem Marion Crane, personagem de Janet Leigh. De acordo com o site do jornal Folha de S. Paulo, ele também participou dos filmes "Amar e Morrer" (1958), "Imitação da Vida" (1959) e o musical "Positivamente Millie" (1967). William Friedkin, diretor de "O Exorcista" (1973), lamentou a morte do ator nas redes sociais. "Um dia triste. Meu grande amigo John Gavin morreu nesta manhã. Era como um irmão para mim. Descanse em paz", publicou Friedkin.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Manno Góes
"A festa baiana enfrenta hoje a forte concorrência de capitais como São Paulo. Consequentemente, os turistas de fora deixaram de vir com a mesma frequência, e o público atual tem sido sustentado pelo turismo interno, com moradores do interior da Bahia se deslocando para a capital".
Disse o músico e compositor Manno Góes analisou o atual cenário cultural da Bahia e fez reflexões sobre os desafios e a estagnação do Carnaval de Salvador, durante entrevista concedida ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador.