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Bianca Andrade

Artigos

Josinaldo Leal
O golpe do pix
Foto: Divulgação

O golpe do pix

A Agência Brasil informa que os brasileiros realizaram, em 2023, quase 42 bilhões de transações por Pix, o que representa um crescimento de 75% em relação ao ano anterior. Os dados sobre meios de pagamento são da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), baseados em levantamentos divulgados pelo Banco Central (BC) e pela Associação Brasileira das Empresas de Cartão de Crédito e Serviços (Abecs).

Multimídia

Ivana Bastos diz que já passou da hora de uma mulher presidir a AL-BA e coloca nome à disposição

Ivana Bastos diz que já passou da hora de uma mulher presidir a AL-BA e coloca nome à disposição
A deputada estadual Ivana Bastos (PSD) não desistiu do sonho de se tornar a primeira mulher presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA). A primeira tentativa não deu certo, quando em 2023 viu seu colega de partido Adolfo Menezes ser reconduzido ao comando da Casa, mesmo ela sendo a parlamentar mais votada nas urnas nas eleições de 2022.  

Entrevistas

Kleber Rosa chama gestão Bruno Reis de “fracasso” e alfineta Geraldo Jr: “Sem identidade com a esquerda”

Kleber Rosa chama gestão Bruno Reis de “fracasso” e alfineta Geraldo Jr: “Sem identidade com a esquerda”
Foto: Divulgação / PSOL
“Eu acho que a gestão do prefeito é fracassada à medida em que ela não atinge o elemento central da vida das pessoas”. Essas foram as palavras que o candidato à prefeitura de Salvador, Kleber Rosa (PSOL), usou para definir a gestão do prefeito Bruno Reis (União). Na visão de Kleber, existem inúmeros problemas na capital baiana que passam pela gestão.

Equipe

Bianca Andrade

Foto de Bianca Andrade

Jornalista formada pelo Centro Universitário do Instituto Social da Bahia (2018), com experiência em assessoria de imprensa pela Secretaria do Planejamento (Seplan) como estagiária, e passagens pelo iBahia e Bahia.ba na editoria de Cultura e Entretenimento.

Últimas Notícias de Bianca Andrade

Baiano celebra estreia no audiovisual com série 'Justiça 2' após 10 anos de carreira: "Conquista coletiva"
Foto: Divulgação

Dos palcos do Teatro Vila Velha para a tela da Globoplay, o baiano Ariel Ribeiro, de 28 anos, fez um longo caminho em busca do lugar ao sol e coloque na conta 10 anos de carreira até a primeira oportunidade na TV aparecer. 

 

Cria da Boca do Rio, o rapaz é um dos novos nomes que integram o elenco da 2ª temporada de 'Justiça', série da autora baiana Manuela Dias, e não esconde a felicidade em poder alcançar um novo público com a aparição no seriado.

 

"É um momento muito importante para mim. Tem uma responsabilidade grande, mas se eu estou ali é porque eu tinha que estar. É uma conquista que não é só minha, é coletiva. É de Salvador, é dos grupos de teatro que eu vim, porque o teatro é isso, é coletivo. Não desvalida todos os meus outros projetos de teatro e musical, dentro e fora do Brasil, mas é muito significativo para mim estar nesse projeto nesse momento da minha carreira. Estou trabalhando com uma autora baiana, com um elenco muito talentoso e, para mim, é um novo segmento no ramo da atuação. Estou abrindo uma porta que promete ser muito próspera. É importante para o ator estar em todas as áreas", conta Ariel em entrevista ao Bahia Notícias.

 

 

O baiano, que viajou por diversos países na época que integrou companhias internacionais como Espanha, Costa Rica (Los INNatos) e França (Cotorsionesis), desembarcou em Brasília para gravar a participação em 'Justiça 2' e confessa que a experiência o mostrou algo completamente diferente do que já foi vivido por ele.

 

"O set tem uma coisa que as vezes assusta. O meu primeiro set verdadeiramente foi uma coisa assustadora. Foram muitas pessoas, cada uma com suas funções e você faz parte daquela engrenagem. O que teve de assustador foi o meu primeiro set, foi delicado porque foi lá em Brasília, em Ceilândia, foi uma noturna e tudo precisava estar no momento certo porque se não viesse o trem a gente teria que esperar mais para gravar", conta.

 

Na trama, a história do personagem de Ariel tem ligação com os personagens de Juan Paiva e Jéssica Marques, que também é baiana. Também motoboy, o personagem verá o grande amigo, Balthazar, ser preso após ser acusado de assalto pelos ex-patrões, interpretados por Marco Ricca e Maria Padilha.

 

Ariel Ribeiro ao lado das baianas Raíssa Xavier e Jessica Marques / Foto: Instagram

 

Ao site, Ariel conta que a realidade mostrada na série de Manuela Dias não é algo muito diferente do que viveu em Salvador e disse que quase viveu um trabalho de campo antes mesmo de saber que um dia daria vida ao personagem.

 

"Para mim, não é uma realidade distante. Eu fui criado aqui na comunidade da Boca do Rio e a vida da galera que é cobradora de ônibus, manicure, motoboy, do povo que faz a engrenagem acontecer, eu sempre convivi com isso. Na pandemia eu quase precisei trabalhar nesse ramo de entrega, eu quase fiz o trabalho de campo sem saber que iria interpretar um motoboy. Mas para mim, é super importante. Eu venho do teatro Villa Velha, que é o teatro que me formou como artista de guerrilha, e não se afasta do teatro como ato político e 'Justiça' é isso. É muito significativo estar nesse projeto, porque ao mesmo tempo que ele fala sobre questões é um projeto que vai se eternizar. Ele dá voz a minha comunidade, ao povo."

 

 

Levar a Bahia para o Brasil com a oportunidade no audiovisual é mais uma conquista a ser celebrada por Ariel, que faz questão de reforçar sobre a força do coletivo no teatro. Mas, para o jovem, ainda há chão para percorrer em busca da representatividade local na mídia nacional.

 

"Essa representatividade ainda não está no plano ideal para a gente, de soltar fogos e comemorar, mas tá havendo uma retomada. É tardia, porém é importante para a gente. É uma retomada não só baiana, mas nordestina também, tem muitos atores nordestinos ganhando espaço e é um momento importante para a gente, mas é complexo porque tem muita gente em busca dessa oportunidade para dar voz a nossa realidade. Eu levei anos vendo produtos serem feitos, vendo a nossa história sendo contada e não me sentindo representado. Hoje eu vejo uma nova geração, me incluo nessa, ganhando espaço e é lindo de ver esse movimento. Que mais gerações consigam esse espaço sem tanta dificuldade."

 

Para alcançar o nacional, o trabalho vem de dentro. Formado pela Universidade de Teatro Vila Velha, Ariel retornou ao local como professor para passar os ensinamentos como ator e bailarino, através de workshops. O jovem conta sentir a vontade da nova geração em aprender e conquistar novos espaços.

 

 

"Isso faz parte da minha formação, trocar essa experiência, levar a nossa bagagem artística para outras pessoas e produzir arte, independente de qual formato seja. Isso é o que nos alimenta, passar o conhecimento na cena local é muito importante, ainda mais quando você é um artista em trânsito, nesse movimento de ir e voltar. Eu continuo lecionando porque acredito no surgimento de muitos talentos. E faço questão de empoderar essas pessoas para que eles não se sintam solitários nessa busca pelo espaço, no processo de construção e migração para o eixo Rio-São Paulo", conta.

 

Além da formação de novos profissionais, outro ponto importante da representatividade na arte é o consumo e a visibilidade para o que é produzido por aqui. Quanto do teatro cabe em Salvador, para além dos espaços físicos que recebem espetáculos? Há algum tipo de incentivo ao consumo da cultura? Questionado sobre a produção de arte e o espaço na mídia para as produções 'made in Salvador', Ariel foi direto:

 

"É um tema complexo, mas importante. Eu acredito que os olhos estão sendo voltados para Salvador há alguns anos, no turismo no consumo do verão, a beleza, a poesia. Mas a gente falando de cultura real, no plano anual, cinco, dez anos, e da classe se sentir estruturada, que não seja só uma prostituição no verão, é bem difícil. Ainda tem um turismo muito inconsciente e inconsequente em Salvador. Fico feliz que estão olhando para os espaços de cultura, tá tendo a reforma do teatro Vila Velha, mas ainda não é nem metade do que a gente pode fazer para colocar a cultura local nos holofotes."

Dezenove anos de diferença: Como era a Bahia e o Brasil na primeira vez que um baiano ganhou o BBB?
Foto: TV Globo

O ano era 2005 e a data era 30 de março quando o Brasil conheceu o primeiro baiano a se tornar campeão do Big Brother Brasil.  O professor universitário Jean Wyllys, na época com 31 anos, bateu a paranaense Grazi Massafera e o paulista Sammy Ueda, e faturou o prêmio de R$ 1 milhão com 55% dos votos do público. Na época, a Globo conseguiu alcançar a média de 57 pontos de audiência na Grande São Paulo ao transmitir a grande final.

 

 

Na época, Davi Brito tinha apenas 2 anos e não fazia ideia de que um dia iria se tornar campeão do programa dezenove anos depois. A vitória do motorista por aplicativo ainda traz um outro marco, especial por ser o primeiro homem negro a vencer o BBB e faturar o maior prêmio já pago pela emissora: R$ 2,92 milhões. Em Salvador, o programa teve 36 pontos de audiência.

 

 

Em uma viagem rápida ao passado, o cenário da Bahia nas duas vitórias mostra a diferença entre alguns pontos. A começar pelo financeiro. O salário mínimo no ano em que Jean Wyllys conquistou o prêmio era de R$ 300, desta forma, o milhão enchia os olhos facilmente.

 

Com Davi, o salário mínimo é de R$ 1.412. E o prêmio ainda é de encher os olhos, no entanto, já foi alvo de queixas do público por não ter sofrido um bom reajuste já que as publicidades fechadas para o programa são milionárias. O prêmio inicial do BBB 24 foi de R$ 1,5 milhão e ao longo da temporada, com a dinâmica do Modo Stone, os participantes conseguiram aumentar o valor.

 

Na política, o cenário nacional é igual. Tanto no ano de Jean quanto no ano de Davi, o Brasil tem como presidente o petista Luiz Inácio Lula da Silva. Em 2005, Lula estava no terceiro ano de mandato após 8 anos de FHC no poder. Já em 2024, Lula está no segundo ano de mandato, após vencer Jair Bolsonaro na eleição disputada em 2022.

 

No cenário local, em 2005 a Bahia estava sendo governada por Paulo Souto, na época do PFL. Esta era a segunda vez do político no cargo. Já em 2024, o ex-secretário da educação no governo de Rui Costa, é o mandachuva da vez. Jerônimo Rodrigues (PT) caminha para o segundo ano como governador do estado.

 

Em Salvador, João Henrique assumia a prefeitura da capital pelo PDT em 2005. Aquele seria o começo de um mandato de oito anos a frente da cidade com uma mudança de partido na reeleição, a troca do PDT pelo PMDB. Neste ano, a capital é gerida por Bruno Reis (União), sucessor de ACM Neto. O prefeito busca a reeleição.

 

Quando o assunto é festa, os dois participantes perderam o Carnaval em Salvador, mas a folia não deixou de acontecer por causa do BBB. Na capital, a disputa pelo título de 'Música do Carnaval' em 2005 foi vencida pelo Rapazolla com o hit 'Coração'. Na época, Tomate se apresentava ao público baiano como uma das revelações do Axé Music.

 

 

Em 2024, o ano foi do pagodão de Ivete Sangalo. Campeã na disputa com 5 títulos, a artista conquistou o deste ano com 'Macetando' em parceria com Ludmilla. A música chegou a ser cantada na casa do BBB.

 

 

Além do cenário político nacional, uma outra semelhança foi encontrada entre os anos de 2005 e 2024, quando baianos subiram no pódio como campeões do BBB. O futebol repetiu o feito com o título do Esporte Clube Vitória no Campeonato Baiano. Em 2005, o Vitória chegava ao troféu de número 22 e neste ano celebrou o 30º título, ambos em cima do Bahia.

VÍDEO: Mãe de Davi desmaia em trio elétrico após filho ser anunciado como campeão do BBB
Foto: Instagram

A emoção foi forte para dona Elisângela Brito, mãe do campeão do BBB 24, Davi Brito, após o anúncio do grande vencedor do Big Brother Brasil. A autônoma desmaiou em cima do trio elétrico que estava estacionado na Arena Pronaica, em Cajazeiras, na madrugada desta quarta (17), para a festa de campeão do motorista de aplicativo.

 

 

Elisângela, que desmaiou ao ouvir o nome de Davi sendo anunciado por Tadeu, foi amparada por populares. Apesar do susto, ela seguiu no local e se recuperou bem e chegou a dar entrevistas após o desmaio.

 

A ausência da mãe de Davi no Rio de Janeiro chamou a atenção do público. Em entrevista ao Bahia Notícias, Elisângela destacou que fez questão de permanecer no bairro onde Davi foi criado para vibrar junto à população. 

 

“Eu venho lutando pelo Davi e eu não faço isso forçadamente. Inclusive, hoje fiz questão de estar aqui, de organizar tudo, de acompanharmos de perto. Quando ele entrou na casa, eu disse a ele que ele podia estar lá e que eu estaria lutando por ele aqui. E ele vai entender perfeitamente porque fiquei aqui. Tenho vindo pedir voto e hoje preciso acompanhar de perto essa votação com o povo”, declarou.  

PaGOD? Versões em gospel de hits do pagode baiano viralizam nas redes sociais
Foto: Instagram

O advento da inteligência artificial proporcionou aos amantes da música sensações especiais e inesperadas, como, por exemplo, a de ouvir a voz daquele artista que já se foi em uma nova gravação.

 

Mas nem os mais desacreditados da criatividade da mente humana poderiam imaginar que alguém transformaria os maiores sucessos do pagode baiano em música gospel, quase levando o trocadilho "PaGOD" ao pé da letra. Quem diria que um "vai seu derrubado, caguete discarado" daria um bom louvor?

 

Na última semana versões de alguns dos hits do pagodão caíram nas graças do público ao serem transformados em "louvores". Entre os escolhidos para passarem pelas mãos da Inteligência Artificial estão 'Derrubado' de No Styllo, 'Vaza Canhão' da época que Robyssão era do Black Style, 'Ovo de Avestruz' do Pagodart e 'Lá Vem a Zorra' de Igor Kannário.

 

 

Responsável pela peripécia na web, o baiano Arthur Lima, de 23 anos, administrador da página 'O Paí Cêro' no Instagram que já conta com mais de 23 mil seguidores, contou ao Bahia Notícias como surgiu a ideia da brincadeira com as músicas.

 

"Eu vi nas redes sociais algumas pessoas usando o IA para fazer isso de transformar a música em gospel e pensei 'Rapaz, se colocasse o pagode baiano com as letras que elas têm, ia ficar muito massa'. Quando eu comecei a jogar na IA eu comecei a dar risada e pensei 'Não véi', vou ter que fazer um conteúdo para colocar na página", disse.

 

O jovem, que não trabalha na área da comunicação nem do humor, disse ter compartilhado a brincadeira sem pretensão de viralizar e se surpreendeu com o resultado. O post foi feito em parceria com outra página de comédia voltada para o cotidiano baiano. 

 

Foto: Instagram

 

"Eu joguei sem pretensão nenhuma porque pode ser que viralize ou não, mas a galera começou a comentar. Alguns colegas começaram a compartilhar nas redes sociais sem saber que eu tinha feito. Eu sempre foi o ‘palhacinho’ da escola, de ficar fazendo graça. E meus amigos ficavam falando que eu devia criar uma página para ficar postando essas coisas, os memes, as coisas do dia a dia mesmo do soteropolitano, e acabei criando gosto. Criei a página na pandemia, tinha dado uma pausa e voltei agora.”

 

Para conseguir criar as versões, Arthur recorreu ao aplicativo Suno AI, conhecido como o ChatGPT musical, que transforma textos em músicas a partir dos comandos de quem está administrando. "A IA que eu usei é bem fácil de usar, você pega a letra da música e coloca o estilo que você quer, se quer gospel, se quer pop, rock", conta.

 

A plataforma foi desenvolvida por músicos e especialistas em IA, que já passaram por grandes empresas como o Meta e TikTok, em uma tentativa de democratizar o processo musical. 

 

Foto: Suno.ai

 

“Suno está construindo um futuro onde qualquer pessoa poderá fazer boa música. Quer você seja um cantor de chuveiro ou um artista de sucesso, quebramos barreiras entre você e a música que você sonha fazer. Não é necessário nenhum instrumento, apenas imaginação. Da sua mente à música”, diz a descrição do site.

 

Cada usuário pode "fazer" de forma gratuita até 10 canções por dia. Com o acervo disponibilizado pela plataforma é possível se arriscar nos estilos. Entre as ofertas de gêneros musicais estão Blues, Funk, Rap, Pop, Opera Coreana.

 

Ao BN, o administrador da página contou que teve o cuidado ao escolher as músicas para não ofender ninguém. Apesar do gospel ser um estilo musical, o gênero está diretamente ligado à crença cristã, e por isso, optou pelas músicas com menos xingamentos para transformar.

 

“Eu pensei nisso antes de fazer, se eu iria ofender alguma religião com a brincadeira, só que eu fui pesquisar que o gospel não chega a ser tão ligado a religião e tem a ver mais com o estilo. Então eu pesquisei algumas músicas que não tivessem nada muito pejorativo, eu não quis nem criar algo relacionado a igreja ou algo do tipo.”

 

O PAGODE NO GOSPEL

E a busca de Arthur foi certeira. O estilo da música gospel, que tem a origem ligada a igreja afro-americana e teve as primeiras canções compostas no ritmo do jazz ainda no século XX, foi adotado por artistas de outros ritmos e é possível ver essa interferência no rock e até mesmo no pop.

 

No Brasil, o gospel chegou a ter um aumento de 46% no número de ouvintes ao longo do último ano no Spotify.

 

Mas sem Inteligência Artificial, o ‘PaGod’ existe? No pagodão baiano, apesar de diversos artistas seguirem a religião cristã, como O Poeta, por exemplo, e Zé Paredão, não há registros de artistas de destaque que cantem músicas com o ritmo baiano e letras voltadas para a igreja.

 

Já do outro lado, com o pagode do Sul e Sudeste, o que muita gente entende por samba, é possível encontrar grupos com bons números de ouvintes no Spotify como o Pagode Restaura, a banda Marcados Pagode Gospel, o grupo 100 Preconceito e até o ex-Os Morenos, o cantor Waguinho.

 

 

No estilo do “pagode/samba”, alguns dos grandes hits do pagode da banda ‘Só Pra Contrariar’ foram compostos por Regis Danese, dono do sucesso gospel ‘Faz Um Milagre em Mim’. O artista fez parte da banda em 1994, a convite de Alexandre Pires e compôs ‘Te Amar Sem Medo’ e ‘Nosso Sonho Não É Ilusão’. O cantor também compôs a música ‘Eternamente’ para Belo.

 

 

IA NA MÚSICA

O uso de Inteligência Artificial na música não é algo, mas já gerou polêmica. Não no caso de Arthur, que pegou canções já existentes e transformou em novas versões com vozes de pessoas desconhecidas.

 

Mas em 2023, por exemplo, o pai do cantor Gabriel Diniz, Cincinato Diniz, anunciou o lançamento de um álbum inédito do cantor que seria elaborado através da inteligência artificial. 

 

“O Gabriel foi um gigante pioneiro ousado quanto à concretização de várias ideias e muitos projetos inovadores! Agora, com o avanço da Inteligência Artificial, não poderia ser diferente!”, disse Cincinato na época.

 

 

A decisão rendeu críticas pela prática, que foi considerada por alguns internautas como um desrespeito a história do cantor, além de ter levantado um debate na web sobre o uso da inteligência artificial em músicas.

 

Nos Estados Unidos, mais de 200 cantores e compositores assinaram uma carta aberta em alerta aos perigos do uso da IA e reforçando a proibição do uso de seu trabalho para o treinamento de modelos de IA. 

 

“Se não for controlada, a IA desencadeará uma corrida para o fundo do poço que degradará o valor do nosso trabalho e nos impedirá de sermos compensados de forma justa por isso”, diz a carta.

 

Entre os artistas que assinaram a carta estão Billie Eilish, Katy Perry, Stevie Wonder, Nicki Minaj, Imagine Dragons, Tina Sinatra e Jon Bon Jovi, entre outros.

"Investimento a longo prazo", diz Léo Santana sobre novo projeto na música
Foto: Instagram

De projeto novo na rua, Léo Santana é total dedicação ao 'Paggodin', nova label do artista que leva para os palcos um pouco do que o cantor gosta de fazer nos momentos de lazer, roda de samba.

 

 

O cantor, que segue uma agenda de compromissos para divulgar o novo projeto, afirmou que a label é um "investimento a longo prazo" e que o show se tornou um grande xodó dele e prioridade em divulgação.

 

"A gente está em São Paulo fazendo aquela divulgação marota do Paggodin. Meu xodozin.  Como vocês estão acompanhando nas minhas redes sociais, eu não estou falando de outro tipo de trampo do Léo Santana a não ser o meu Paggodin, porque eu acredito muito nesse projeto e está sendo feito um investimento a longo prazo, obviamente. No tempo de Deus como tem que ser", contou.

 

Desde o início da semana em São Paulo, o artista gravou a primeira aparição do show na TV, em uma participação em programas do SBT. A A agenda segue até o final de semana com gravações em outras emissoras.

 

Foto: Washignton Possato/ Divulgação

 

A ideia de Léo Santana é rodar o país com o show, que se assemelha a projetos já conhecidos como o Tardezinha e o Numanice. Em entrevista coletiva, Léo Santana revelou que a ideia é que o Paggodin passe pelas principais capitais do Brasil ainda em 2024.
 

O cantor aproveitou a passagem por São Paulo para realizar uma edição especial e surpresa do 'Paggodin' em um bar da capital. No final de março, o pagodeiro surpreendeu o público da Barraca do Lôro com uma edição do show

 

O Paggodin traz regravações de sucessos do samba e tem canções inéditas em parceria com Xande de Pilares, Thiaguinho, Ludmilla, Ferrugem e Renanzinho CBX.

Will Smith publica foto ao som de Silvanno Salles
Foto: Reprodução/Instagram

O ator norte americano Will Smith publicou uma foto em seu Instagram ao lado de sua família. Poderia ser uma publicação comum, se a trilha sonora não fosse uma canção do cantor apaixonado, Silvanno Salles. A música em questão é “Romance”, uma regravação feita pelo artista baiano do sucesso da dupla Humberto e Ronaldo, que voltou a viralizar nas redes sociais.

 

 

O registro do eterno 'Maluco no Pedaço', levou os fãs baianos do ator a loucura nos comentários da publicação. “Oxe, e você Silvanno Salles? Explodiu”, comentou o cantor Léo Santana. “Silvanno Salles, the lover singer”, brincou o humorista João Seu Pimenta fazendo uma referência ao slogan do artista.

 

O também humorista Jhordan Matheus celebrou o alcance o simõesfilhense: “Silvanno Salles é do mundo”. “ Igual quando a gente coloca uma música em inglês pra uma foto bem meiga só por conta da melodia e a letra só fala de putaria e drogas”, brincou uma seguidora do artista.

 

Em recente entrevista ao Bahia Notícias, Silvanno comemorou o alcance nacional que o remix feito por Dennis DJ deu a ele. O artista conseguiu uma marca inédita no Spotify e cresceu também no YouTube. "Essa semana eu bati 3,5 milhões de ouvintes no Spotify. Depois dessa versão do remix do Dennis DJ".

 

Para o artista, o arrocha ser o ritmo que representa a Bahia no Brasil e no mundo é motivo de orgulho. "Foi algo que aconteceu na cidade, nas cidades metropolitanas de Salvador, eu que sou simões-filhense, comecei minha carreira no bairro de Cotegipe, nas cidades metropolitanas, e aí foi expandindo, invadiu a Bahia toda, e eu tô falando por mim, invadiu o Maranhão, e depois o Brasil. Foi algo que começou na Bahia e hoje é mundo né".

 

Parceria inédita com Carlinhos Brown
Em meio a todo sucesso, o cantor apaixonado ainda irá conseguir realizar um grande sonho, o de colaborar com Carlinhos Brown. Ao BN, Silvanno contou como surgiu o convite para uma parceria inédita com o artista e revelou o nome da faixa.

 

"O convite veio independente da polêmica com Rodriguinho. Foi uma coincidência. Um amigo meu que fez o intermédio, ele disse 'A produção de Carlinhos Brown quer falar com você referente a um feat', esse amigo comentou comigo antes da polêmica de Rodriguinho. Eu soube do interesse dele quando viralizou o vídeo dele dançando a minha música", conta.

Silvanno Salles celebra crescimento do arrocha após turnê na Europa e revela possibilidade de feat com Rodriguinho
Foto: Leonardo Almeida/ Bahia Notícias

Seis mil quinhentos e quatro quilômetros separam Lisboa de Salvador, e coloque na conta 27,5km de distância da capital baiana para Simões Filho, município onde Silvanno Salles nasceu. 

 

É, o arrocha ganhou o mundo, e no último final de semana o cantor apaixonado fez a primeira turnê internacional com passagem pela terra do fado, gênero musical que mais conversa com o arrocha pela sofrência nas letras, porque se for pelo ritmo, acredite, o arrocha é o único.

 

Em entrevista exclusiva ao Bahia Notícias, diretamente de Lisboa, em Portugal, o cantor falou sobre a oportunidade de rodar o mundo levando um dos gêneros musicais mais executados na Bahia e em ascensão no Brasil. 

 

"Já tinha vindo convites no passado, mas não deu certo na época. Isso foi bem antes da pandemia, aí foi quando o nosso empresário manteve contato. 'Os fãs estão pedindo Silvano Salles', ele disse. Quando saiu a a primeira propaganda no Instagram foi uma loucura, o meu Instagram travou de tantos compartilhamento. Foi algo inexplicável, só tem que agradecer."

 

 

Entre as cidades que receberam a turnê internacional do cantor apaixonado está Milão, na Itália, que foi um dos maiores públicos das apresentações fora do Brasil. "A gente foi surpreendido com essa multidão de pessoas, tanto lá em Milão, como aqui em Lisboa".

 

Para rodar o mundo carregando o estilo único criado por aqui, Silvanno Salles conta que o caminho foi árduo e de conquista, primeiro local, para depois nacional. Ao site, o artista celebrou o crescimento do gênero.

 

"O arrocha, Graças a Deus, tem crescido muito. Eu mesmo sou dessa época da seresta, dos anos 90. E aí, hoje, com essa nova roupagem da seresta que é o arrocha atualmente, é só grandeza que tem acontecido. Foi algo que aconteceu na cidade, nas cidades metropolitanas de Salvador, eu que sou simões-filhense, comecei minha carreira no bairro de Cotegipe, nas cidades metropolitanas, e aí foi expandindo, invadiu a Bahia toda, e eu tô falando por mim, invadiu o Maranhão, e depois o Brasil. Foi algo que começou na Bahia e hoje é mundo né."

 

O crescimento do gênero musical também implica na união do arrocha com outros ritmos e o próprio Silvanno Salles foi uma das pessoas afetadas pelo fenômeno, porém, de forma boa. "Essa semana eu bati 3,5 milhões de ouvintes no Spotify. Depois dessa versão do remix do Dennis DJ", disse ele que chegou a conversar com Rodriguinho sobre a possibilidade de um feat.

 

 

No cenário atual, Silvanno se alimenta de diversas fontes para "hitar" no Brasil. Além do remix de Dennis DJ, o artista foi alavancado na web pela participação do baiano Davi no BBB 24 e pela polêmica criada com Rodriguinho, após o pagodeiro criticar a música do artista dentro do programa. Silvanno garante: a paz foi selada.

 

"Esses comentários que o Rodrigo fez lá surgiu como algo positivo na minha carreira. Encontrei com Rodriguinho recentemente e ele disse que não foi a intenção falar algo que viesse a me magoar ou magoar meus fãs. Eu falei para ele 'O que você falou lá no Big Brother com certeza não foi mal intencionado, o que você falou surgiu positivamente na minha vida profissional e pessoal'. Então, só gratidão."

 

E depois de voar pelo mundo, a volta para casa será ainda mais prazerosa. Silvanno Salles conta que promete shows ao redor do Brasil e confirmou que irá participar do Carnaval de Salvador em 2025.

'Calma Calabreso': Após hit do BBB 24, Bruno Magnata conversa para fazer feat com MC Bin Laden
Foto: Instagram/ TV Globo

Hit do Big Brother Brasil 24, a música 'Calma Calabreso', feita pela banda La Fúria pode render uma parceria inédita para Bruno Magnata. 

 

A faixa, que viralizou nas redes sociais após a briga de Davi e Lucas Henrique, o Buda, foi notada por MC Bin Laden após a eliminação do BBB 24, que contou ter conversado com o pagodeiro baiano e revelou a possibilidade de um feat entre os dois.

 

A informação também foi confirmada pela equipe do grupo de pagode ao Bahia Notícias, porém, sem detalhes sobre a parceria e quando ela será lançada. 

 

 

Em entrevista ao Mesa Cast, programa do Big Brother Brasil, Bin Laden disse que no papo com Magnata, o baiano chegou a pedir desculpa e dizer que a música era só uma brincadeira e os dos conversaram sobre lançar algo juntos.

 

"Pra você ter uma ideia, o cantor da música do Calabreso pediu desculpa, disse que era só uma brincadeira. Disse que estava suave. A gente está falando de fazer música juntos. Vamos fazer. E também falamos de botar a minha voz nessa música dele. Porque virou um meme, uma brincadeira", disse MC Bin Laden.

Rei dos memes no ao vivo, Jorge Araújo fala sobre sucesso na TV: “Não me acho engraçado, mas o pessoal se identificou”
Foto: Instagram

Bafafá, fofocagem e agonia. As três palavras juntas se tornaram sinônimo de uma pessoa na televisão: Jorge Araújo. O comunicador de 46 anos, que está de casa nova desde o final de março após ter sido demitido pela segunda vez da Record TV, voltou a ser assunto nas redes sociais pela irreverência no jornalismo da Band Bahia.

 

Em menos de duas semanas, três virais nas redes sociais: a inauguração do Hospital Veterinário de Salvador, a "bronca" na antiga emissora e Bolsonaro na cadeira de balanço. Afinal, qual a fórmula para conseguir passar informação e ainda divertir quem o assiste?

 

Em entrevista ao Bahia Notícias, o comunicador conta que nunca se achou engraçado, mas um toque de uma amiga foi o suficiente para perceber que era nessa área, de um jornalismo mais leve, que ele deveria investir na TV. 

 

"Há uns 10 anos, uma amiga minha disse que eu tinha um olhar engraçado e que era para eu começar a fazer matéria engraçada que com certeza ia dar certo, mas eu não me acho engraçado, sabe? Só que o povo se identificou, e pegou. Então, eu sigo fazendo matérias que o povo gosta, indo para esse lado mais leve. Até porque a gente também identificou que na época que eu comecei, a televisão tinha muito sangue. E aí eu fui por outro lado, que é o da paz, da política da boa vizinhança. E graças a Deus tô assim até hoje", conta.

 

Foto: Instagram

 

O jeito de Jorge era um contraste a um fenômeno que cresceu na TV baiana entre os anos 2000 e 2010, o sensacionalismo do "espreme que sai sangue". "Acho que aquela época do sangue, do corpo na rua, da família chorando, de fazer aquele paredão com um bandido que tá ali que a polícia pegou, isso acabou. Acho que a internet veio também para mudar esse tipo de jornalismo. O povo quer algo mais dinâmico. Na rádio Sociedade, eu ia todos os dias fazer reportagem na porta do Hospital Geral do Estado para saber quem foi que tomou facada, quem foi que tomou tiro, e depois de um tempo eles tiraram isso. Hoje é mais diferente, eu acho que hoje não cabe mais sangue na televisão, o sangue já jorrou demais."

 

Jorge, que veio do rádio, acredita que o modo "se vira nos trinta" de lá foi o que também colaborou para que ele conseguisse contornar as situações vividas na rua e conseguisse também pensar rápido. "Eu sou radialista. Não sou jornalista. Então assim quando eu saio para fazer pauta, eu tenho que faço minhas pautas e eu só penso na hora, entendeu? Eu não saio escrevendo o que eu vou fazer, como é que funciona. Para mim é ali na hora, é no improviso, sempre foi assim tanto no rádio quanto na televisão."

 

Uma das situações citadas por Jorge foi o episódio envolvendo a Record recentemente, no qual o comunicador deu uma bronca ao vivo na entrevistada que pediu para avisar algo à antiga emissora. "Essa semana a coroa mandou um recado para a Record e eu disse que não estava mais lá, que me demitiram várias vezes. Já não aguento mais. É também um desabafo, entendeu? Não deixa de ser um desabafo e também uma brincadeira".

 

Jorge deixou a emissora logo após o Carnaval, antes mesmo de completar um ano de casa. O comunicador, que tinha feito o retorno à antiga casa após um período na TV Aratu, de onde também foi demitido, brincou sobre a situação e desabafou sobre as diversas demissões em tão pouco tempo.

 

"Haja assinar carta de demissão, tá repreendido (risos). O pior não é nem a carta de demissão, é a carta de recomendação. A pessoa tá lá falando que você é uma pessoa boa, funcionário exemplar, mas se f*, caiu fora lá que não deu. Acho que não tem comunicador que foi mais demitido do que eu nos últimos tempos. Em um ano eu saí da Itapoan, saí da Salvador FM, saí da Record e da Aratu. E tudo dizendo que eu sou bom, sou uma pessoa boa e que não presto. É um negócio sério (risos)."

 

 

Ao Bahia Notícias, o comunicador relembrou a trajetória dele nos veículos baianos e disse não entender o motivo dele ser cortado tão rápido das empresas, mas garante estar feliz na nova casa.

 

"Eu voltei para a Itapoan, só que na primeira vez que eu trabalhei lá eu fui demitido na sexta-feira da eleição. Que eu saí para fazer minha campanha, quando eu cheguei lá o pau cantou. Eu disse 'rapaz, a eleição é domingo. Vai me demitir hoje'. Depois fui para a Salvador FM, passo seis meses lá, aí uma bela segunda que eu chego para trabalhar e eu sou demitido. Rapaz, eu não aguento mais não. Tô na Record, trabalhando, fazendo meu trabalho botando para quebrar, quando chega depois do Carnaval, outra demissão, é muita coisa."

 

Quanto à passagem pela Record, há mágoa? Questionado pelo BN sobre os bastidores da saída dele da emissora, Jorge afirmou que fica um pouco de ressentimento, mas nada que atrapalhe a vida dele. Na época, rumores davam conta de que a saída dele da emissora tinha motivação política, o que, para Jorge, era algo infundado, já que a Record tinha ciência das condições dele.

 

"Eu entrei na Record como candidato, porque eu tinha vindo de uma eleição como deputado federal. Eu sou o primeiro suplente, entendeu? Então quando eles me contrataram de volta eles sabiam da minha situação. Aí quando você analisa tudo, você pensa 'Ah, eu fui contratado quando estourou uma polêmica, será que eu fui contratado só para isso?'. E quando analisei friamente eu entendo que foi para isso, o tempo passou, esfriou o assunto e eu fui apagar o incêndio com meu jeito brincalhão. Mas assim, há um fundo de mágoa, mas eu estou cicatrizando essa ferida."

 

 

De bafafá em bafafá, Araújo criou uma marca na TV baiana. Para o comunicador, o segredo do sucesso pode estar atrelado a identificação do público. Jorge conta que chegou a ser podado na Record quando houve uma transição na programação, por uma "poluição" que chegou a dar problema com o Ministério Público.

 

"Eu sou de verdade, e não quero dizer que meus colegas são personagens, mas você cria uma identidade com a população que não é fácil. Lembro que quando meus bordões começaram a pegar foi quando houve a mudança do Se Liga Bocão para o Balanço Geral, e quando o Balanço Geral foi lançado na Record e que eu era repórter, falaram para mim que eu não podia fazer mais aquela matéria porque estava muito poluída e o Ministério Público poderia interferir, porque tinha muita criança, aquela confusão que tem em periferia. Mas qual rua que não tem menino fofoqueiro, cachorro, velha, bêbo e confusão? Me diga aí."

 

 

Mais uma vez, Jorge conseguiu contornar a situação e levar o jeito dele de se fazer a comunicação para a TV. "Eu acho que a abordagem que um repórter de rua faz é de extrema importância. Quando a gente vai buscar a notícia, a pessoa fala se quiser. Mas se tiver aquele jeitinho baiano descarado, a gente consegue uma coisa boa. Eu já chego brincando, mas não é para me mostrar não. É porque a galera se identifica, é também pela minha segurança. Brinquei com a torcida do Bahia um dia e depois eles me receberam bem, na resenha".

 

Rei dos memes na TV, o comunicador já foi responsável por um dos maiores quadros de reconciliação da TV baiana, o Quero Meu Amor de Volta. E foi ele que rendeu um dos maiores perrengues de Jorge na carreira. "A mulher quebrou o cara dentro do carro e eu não pude fazer nada. Eu também não podia gravar e no final de tudo o cara não era o pai da criança. É brincadeira? (Risos) Nessa época não tinha coisa de fazer stories, então a história ficou comigo, o cinegrafista e o motorista. A matéria que não foi para o ar".

 

 

Ao BN, Jorge ainda agradeceu ao carinho do público das ruas, do sofá e das redes sociais, que fazem com que as matérias dele viralizem. “É muito bom esse carinho. Graças a Deus as pessoas estão gostando desse formato que eu coloco nas redes sociais. Acho que já são 650 mil seguidores, um engajamento bacana. Eu só tenho a agradecer a esse povo. Acho que tudo que está acontecendo é porque é do momento”.

Show do aniversário de Salvador será transformado em especial da Globo; saiba mais
Foto: Divulgação/ Eduardo Freire

O encerramento do Festival da Cidade Viva Salvador, que celebra os 475 anos da capital baiana, reunirá grandes nomes da música baiana e brasileira em um grande show no dia 6 de abril na Praça Maria Felipa, no Comércio.

 

O cantor Carlinhos Brown se une a Larissa Luz, Seu Jorge, Banda Didá e Luedji Luna em um show único e inédito feito especialmente para comemorar o aniversário de Salvador, dirigido por Gil Alves.

 

O formato é similar ao que aconteceu em 2023 com a apresentação de Ivete Sangalo, Caetano Veloso, Gilberto Gil e Luedji Luna no Farol da Barra.

 

Além da transmissão pela TV Bahia, a apresentação, que tem direção geral de Raoni Carneiro, diretor na Rede Globo, irá se transformar em um especial da emissora. A informação foi confirmada pelo secretário de Cultura e Turismo de Salvador, Pedro Tourinho, ao Bahia Notícias. O show será transmitido pela emissora nacional após o Altas Horas.

 

Na última terça-feira (2), o cantor Carlinhos Brown mostrou um pouco dos ensaios para a apresentação com Larissa Luz e compartilhou trechos do repertório, que contará com sucessos dele, de Seu Jorge, Luedji e Larissa. 

 

Na data, o público ainda poderá assistir a uma apresentação da escola de samba Unidos do Viradouro, do Rio de Janeiro, campeã do Carnaval deste ano, que teve como tema 'Arroboboi, Dangbé', um culto à cobra sagrada e sabedoria africana.

Curtas do Poder

Ilustração de uma cobra verde vestindo um elegante terno azul, gravata escura e língua para fora
Quem diria que um intervenções no Buracão e no Corretor da Vitória causariam tanto barulho, hein? Faz lembrar a época que a antiga Odebrecht fez uma operação Tabajara em Pituaçu e ficou quase que por isso mesmo. A política da boa vizinhança está abalada na Mansão Wildberger, mas não tem nada a ver com negócios, viu? Afinal, é como diz o ditado: amigos, amigos, negócios à parte. Não é mesmo, Rolando Lero? Quem eu sempre acho que sofre com fogo amigo é o Ferragamo. Enquanto isso, o Cacique criou uma nova categoria profissional, inspirado pela BYD. Saiba mais!
Marca Metropoles

Pérolas do Dia

Bruno Reis

Bruno Reis
Foto: Thiago Teixeira / Bahia Notícias

"Temos muitas ideias que nos unem, que unem o nosso pensamento ao pensamento do Novo, desde a forma de fazer gestão, passando pela forma de fazer política. E foi isso que permitiu a gente estar aqui hoje desta tarde". 

 

Disse o prefeito de Salvador Bruno Reis (União) ao conseguir mais um aliado para as eleições de 2024: Partido Novo. 
 

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O deputado federal Paulo Azi (União) é o entrevistado do Projeto Prisma na próxima segunda-feira (22). O programa é exibido ao vivo no YouTube do Bahia Notícias a partir das 16h.

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