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Defesa de dono da GDK afirma que Lava-Jato 'ressuscita antigo episódio da doação do Jeep'

Defesa de dono da GDK afirma que Lava-Jato 'ressuscita antigo episódio da doação do Jeep'
Foto: Reprodução/ Bahia Vitrine

A defesa do empresário Cesar Oliveira, sócio da GDK, por meio de nota, se manifestou sobre a condenação imposta pela 13ª Vara Federal de Curitiba, no âmbito da Operação Lava-Jato, proferida nesta segunda-feira (27) (saiba mais). Segundo a defesa do empresário, realizada pelos advogados João Daniel Jacobina e Daniel Sady, a ação penal "ressuscita antigo episódio da doação do Jeep a 'Silvinho', ocorrida em 2004". 

 

“Esse fato foi apurado não somente pela ‘CPMI do Mensalão’, mas também por inquérito pela Polícia Civil no RJ, em 2005, sem qualquer indiciamento de Cesar Oliveira, até porque o Sr. Silvio Pereira não era funcionário público e, por isso mesmo, não estava impedido de receber o referido veículo”, diz a nota. O comunicado também explica que, “passados mais de 10 anos, a operação Lava Jato reaviva esse episódio e, sem qualquer base probatória, estabelece uma ligação fantasiosa com licitação na Petrobras, da qual a GDK sequer foi contratada”. 

 

Outro ponto apontado pela defesa do empresário é que “a situação é tão absurda que os delatores Pedro Barusco e Renato Duque afirmam inexistir relação entre o episódio do Jeep e qualquer licitação na Petrobras e, ainda assim, a sentença ignorou as provas que inocentam César Oliveira”. Por fim, os advogados declaram que César Oliveira jamais poderia ser condenado por dar um veículo “a alguém que não ocupe cargo público”, além de dizer que não existe prova de favorecimento da GDK na Petrobras, e por isso, acreditam que o Tribunal Regional Federal da 4ª Região irão rever a condenação para absolvê-lo.