Isba garante que já assegura direitos de aluna com dislexia
Por Claudia Cardozo / Clara Pinheiro
Em resposta à informação do pai da estudante do Instituto Social da Bahia (Isba), portadora de dislexia, disgrafia e discalculia com Transtorno do déficit de atenção com hiperatividade (TDAH), o colégio negou que em qualquer momento tenha “convidado” a menina a se retirar da escola e garantiu que todas as demandas da ação judicial já são cumpridas pela instituição.
“Criamos um currículo adaptado para Vitória com avaliações individualizadas, dentro da perspectiva do currículo mínimo necessário. Não podemos omitir a ela o direito de ser cidadã”, assegurou a vice-diretora do Isba, Dulce Alves.
De acordo com ela, mesmo com a estudante não fazendo avaliações e comparecendo pouco às aulas, a instituição cumpriu o pedido judicial de repetir as notas dadas a garota em uma unidade anterior no 1º ano, o que fez com que ela passasse de ano. Atualmente ela cursa o 2º ano do Ensino Médio no colégio. “Essa informação [de que o colégio teria ‘convidado’ a aluna a sair] é improcedente. Eles vão ter que explicar isso. Fico lamentando a nossa aluna estar passando por uma situação dessa”, afirmou.
