Modo debug ativado. Para desativar, remova o parâmetro nvgoDebug da URL.

Usamos cookies para personalizar e melhorar sua experiência em nosso site e aprimorar a oferta de anúncios para você. Visite nossa Política de Cookies para saber mais. Ao clicar em "aceitar" você concorda com o uso que fazemos dos cookies

Marca Bahia Notícias Holofote
Você está em:
/

Notícia

Empresário de Vina ataca Paulo Carneiro: 'Tem que ser banido do futebol'

Por Glauber Guerra

 Empresário de Vina ataca Paulo Carneiro: 'Tem que ser banido do futebol'
Foto: Felix Lima/Folhapress

Empresário do meia Vina, do Ceará, André Cury saiu em defesa do atleta e soltou o verbo contra Paulo Carneiro, presidente do Vitória. O agente sugeriu o banimento do cartola do futebol. O dirigente ameaçou o jogador durante a partida contra o Ceará, na última quarta-feira (26), além ter ofendido verbalmente a arbitragem (relembre aqui). Por conta desses episódios, o mandatário rubro-negro foi suspenso preventivamente por 30 dias. 

 

“O Vinícius não fez nada demais. Ele apenas dançou em uma comemoração lá atrás. A alegria e descontração fazem parte do futebol. Nesse jogo ele não fez nada. Então não entendi a atitude de Paulo Carneiro. Figuras como ele não podem mais fazer partes do futebol. Ele tem que ser banido. Espero que o STJD [Superior Tribunal de Justiça Desportiva] aplique o banimento para ele. Gente como ele, Ricardo Teixeira [ex-presidente da CBF], Wagner Pires de Sá [ex-presidente do Cruzeiro] fazem mal ao futebol”, disse o agente, em entrevista ao Bahia Notícias.

 

Para André Cury, que é natural de Salvador, Paulo Carneiro não deveria ter sido reconduzido ao posto de presidente no ano passado, eleito por voto direto. O empresário relembrou o tempo que Paulo trabalhou no arquirrival Bahia em 2009.

 

“Infelizmente parte da torcida do Vitória tem memória curta para ter elegido esse cidadão, que acumula mais de 100 tipos de abusos ditatoriais. Tem o caso do goleiro Felipe em 2005, que todos sabem. Ele também já bateu em um atleta no vestiário. Fez uma ação caluniosa contra o próprio Vitória e acabou perdendo, pois queria milhões. Ele jura paixão pelo Vitória, mas a vida dele é regida pelo amor monetário. A prova é que ele foi trabalhar como diretor de futebol do Bahia [em 2009]. Por isso que a Europa está dando um banho no Brasil, mesmo com menor talento técnico, pois lá é tudo feito de forma profissional. E quem não anda na linha, acaba sofrendo punição rígida”, destacou.

 

O BN tentou contato com Paulo Carneiro, mas não obteve êxito até o fechamento da matéria.