Rocha rebate Viana e diz não temer possível judicialização da assembleia geral do Vitória
Foto: Glauber Guerra / Bahia Notícias
Os bastidores políticos do Vitória estão em ebulição. Após Raimundo Viana, presidente do clube, classificar a assembleia geral para a reforma do estatuto como “extraoficial” e sinalizar entrar na Justiça para o impedimento do evento, o chefe do conselho deliberativo e deputado federal José Rocha (PR), rebateu as declarações do dirigente (clique aqui) e garantiu que o encontro irá acontecer no próximo dia 20 de novembro, na Arena Fonte Nova. “A proposta está embasada no estatuto, pois foi criada uma comissão de conselheiros para elaborar uma proposta. A comissão trabalhou por quase um ano e 33 conselheiros apresentaram emendas. Algumas foram acatadas e outras rejeitadas. Não temo uma possível judicialização. A convocação foi feita por edital em um jornal de grande circulação e nós enviamos cópias para o presidente do conselho diretor e cumprir o que determina o estatuto, que é publicar no site do clube e afixar nas dependências do clube. Se ele não cumpriu, ele incorreu em desobediência”, afirmou José Rocha, em entrevista ao Bahia Notícias. Ainda segundo o parlamentar-cartola, caso Raimundo Viana entre com uma ação judicial para impedir a realização da assembleia, isso seria um declaração contrária contra a implantação de eleições diretas no Leão. “A ameaça do presidente em judicializar a realização da assembleia, é um atestado que ele não deseja as eleições diretas na sua sucessão”, atacou.
