Fernando Miguel fala de suas expectativas de começar como titular a temporada pelo Vitória
Foto: Glauber Guerra / Bahia Notícias
O goleiro Fernando Miguel concedeu entrevista coletiva nesta terça-feira (13) e falou do trabalho nesse início de temporada. O arqueiro falou das expectativas de começar jogando. “Eu ou o Gustavo, assim como todos estamos trabalhando sério todos os dias para isso. Eu tenho um ano aqui, o Gustavo tem um pouco mais de profissional no Vitória, mas sempre buscando nosso espaço, e a gente vem ralando para quando a oportunidade aparecer estarmos preparados”.
Fernando que ainda não é muito conhecido da torcida rubro-negra, falou de seu começo de carreira e suas características. “A minha história é quase toda formada no sul do país, onde eu vivi momentos especiais, momentos marcantes, principalmente com a camisa do Juventude, sendo a equipe onde mais me destaquei. Falar de características minhas é um complicado, a gente tem que trabalhar no dia-dia e quando entrar em campo passar tranquilidade para a equipe e corresponder à altura”.
Fernando que ainda não é muito conhecido da torcida rubro-negra, falou de seu começo de carreira e suas características. “A minha história é quase toda formada no sul do país, onde eu vivi momentos especiais, momentos marcantes, principalmente com a camisa do Juventude, sendo a equipe onde mais me destaquei. Falar de características minhas é um complicado, a gente tem que trabalhar no dia-dia e quando entrar em campo passar tranquilidade para a equipe e corresponder à altura”.
Sobre a falta de oprtunidade no Leão, o goleiro se mostrou bastante tranquilo. “Bom, cada atleta tem seu perfil, mas desde que cheguei aqui na primeira coletiva quando fui apresentado por Raimundo Queiroz ainda na época, eu falei que estaria junto com o clube e com o grupo, independente da situação, que fosse só para tomar bolada no dia-dia, para ir para o jogo ou ficar no banco. O importante é você está fazendo seu trabalho, nosso papel, está se doando, independente de está jogando ou não. É fazer o dia-dia e torcer, porque no final da história a consequência acaba chegando para quem estar jogando e para quem está de fora também. Eu sou concentrado nos trabalhos, se eu vou jogar aqui no Vitória ou não, é com a comissão técnica, mas na hora que eu entrar eu vou corresponder e dar o meu melhor. Temos sempre que pensar no coletivo. Estamos cientes do que o clube precisa e o que é importante esse ano e estarmos trabalhando em busca disso”.
