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CBF e MP assinam termo para realização das eleições e revisão do estatuto da entidade
Foto: Glauber Guerra / Bahia Notícias

Tendo em vista resolver a problemática da reforma do estatuto da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), a entidade e o Ministério Público do Rio de Janeiro assinaram, nesta segunda-feira (28), um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC). A medida parte da premissa de realizar a Assembleia Geral da CBF no dia 7 de março, para rediscutir os termos do estatuto relacionados às eleições. 

 

De acordo com a Folha de S. Paulo, os clubes da Série A foram convocados para a próxima reunião, o que não aconteceu em 2017, quando apenas as federações participaram. Na ocasião, ficaram decididos os termos para a eleição de Rogério Caboclo à presidência. 

 

O imbróglio originou uma decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ), a partir de ação civil pública do MP, que determinou que o diretor mais velho da CBF, Dino Gentile, assumisse o poder para coordenar o processo de novas eleições (confira aqui). A Fifa, inclusive, entrou com um processo contra o Brasil por causa dessa medida (saiba mais aqui). 

 

A CBF se comprometeu a resolver, na Assembleia, a definição de pesos diversos entre federações e clubes, as exigências para candidaturas e a inclusão dos times da Série B no colégio eleitoral. 

 

Dessa forma, o MP se comprometeu a suspender a ação civil pública até que o estabelecido no TAC seja concluído. Assim que for, a ação será extinta. Caso não cumpra as obrigações, o MP terá de pagar uma multa de R$ 1 milhão para a CBF.

 

Enquanto isso, o baiano Ednaldo Rodrigues segue como presidente interino da entidade. 

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