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Triatleta da Bahia vibra com vaga para Kona 2020: 'A ficha ainda não caiu'

Por Leandro Aragão

Triatleta da Bahia vibra com vaga para Kona 2020: 'A ficha ainda não caiu'
Foto: Arquivo Pessoal

A triatleta Ana Augusta, mais conhecida como "Mãe Malvada" (relembre aqui), terminou na segunda colocação no Ironman da Argentina, realizado em Mar del Plata, no último domingo (1º). Ela completou a prova Full em 10h05min17s, para mulheres entre 30 e 34 anos. A vencedora foi a britânica Elizabeth Duncombe com o tempo de 9h48min14s. O pódio foi completado pela chilena Pierangela Dezerega com 10h12min36s. O resultado classificou a pernambucana, mas que disputa pela Federação Baiana de Triathlon (Febatri), para Kona 2020, a principal do circuito Ironman, que acontece em Kailua-Kona, no Havaí, marcada para o mês de outubro.

 

"Eu só fui ver que tinha chance mesmo de vaga para Kona durante a prova, porque a menina que estava atrás de mim estava há quatro minutos. Aí foram os 42 km lutando por essa vaga e deu certo! Estou muito feliz! A ficha ainda não caiu não", afirmou em entrevista ao Bahia Notícias.

Foto: Arquivo Pessoal

 

A classificação para Kona não veio de forma tranquila. Ana Augusta contou que teve algumas dificuldades ao longo da etapa da Argentina. Uma prova de Ironman é composta por 3,8 km de natação, 180,2 km de ciclismo e 42,2 km de corrida.

 

"Eu sabia que a prova era muito dura, porque é considerada dos Ironman uma das mais difíceis, por conta das condições climáticas. O mar é bastante agitado e água muito gelada chega entre 11 e 14ºC. O pedal é um absurdo de muito vento e a corrida também é com bastante vento. Então, é uma prova bem difícil e o risco da pessoa 'quebrar' é grande. Mas aí tive sorte de conseguir fazer uma prova firme. Tive muitas adversidades na prova, meu medidor de potência quebrou na primeira volta. Na corrida, o meu relógio que controla meu pace (ritmo por km) parou. Quando estava no km 35 senti muita dor de cólica, mas eu sabia que se eu parasse perderia a vaga", contou. "Eu não sei como, mas tirei forças. Estou sem acreditar até agora. Dói tudo de tanta força que coloquei na prova. Difícil até descer uma escada (risos)", completou.

 

Ana Augusta se tornou a 1ª triatleta pernambucana a conquistar uma vaga em Kona. Já entre os atletas da Bahia, estado pela qual ela é federada, a Mãe Malvada é a segunda mulher a conseguir o feito. Além dela, Claudia Lira já disputou a prova do Havaí.