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Emerson Ferretti explica restrições em opinar sobre futebol do Bahia SAF: "Falo internamente"

Por Thiago Tolentino

Emerson Ferretti explica restrições em opinar sobre futebol do Bahia SAF: "Falo internamente"
Foto: Igor Barreto/Bahia Notícias

Emerson Ferretti, presidente do Bahia e ex-jogador, explicou a relação entre a Associação e a SAF do clube no que se refere a declarações sobre futebol, em sua participação no episódio #42 do BN na Bola da última terça-feira (14). Durante a conversa com Hugo Araújo, Emídio Pinto e Thiago Tolentino, o gestor esclareceu que os assuntos relacionados ao futebol são de responsabilidade da SAF do Esquadrão e que seus comentários poderiam gerar confusão.

 

“Mesmo se eu for perguntado como ex-atleta, posso ser confundido com o presidente da SAF do Bahia. Isso aconteceu muito após minha eleição. Não tínhamos noção exata disso, e acabei fazendo alguns comentários sobre futebol em entrevistas, nada além de assuntos públicos. Mesmo assim, eram informações que eu não podia divulgar”, contou.

 

Ferretti esclareceu que, embora exista uma cláusula contratual sobre seus comentários públicos a respeito de futebol, ele tem liberdade para tratar do assunto internamente com a SAF.

 

“Não sou mais eu, como presidente do Bahia, que devo dar essas informações ou falar publicamente sobre esses assuntos. Posso tratar internamente com a SAF, mas publicamente a responsabilidade é de alguém do City. Há um contrato que regula isso, e se eu opinar sobre futebol publicamente, estarei infringindo uma cláusula”, explicou Emerson.

 

O presidente tricolor também revelou que, inicialmente, não compreendia a dimensão das limitações, mas buscou alinhamento com a SAF do Bahia para entender a relação entre as partes. No entanto, admitiu ser difícil não poder falar sobre futebol, após construir uma carreira na modalidade como atleta, gestor e comentarista.

 

“Não imaginava que seria tão rigoroso. Logo em seguida, tivemos que entender como seria nossa relação com o City e com a SAF do Bahia. É difícil, vivi mais de 40 anos dentro do futebol como atleta, gestor e comentarista, e não poder falar sobre algo que conheço tão bem, inclusive como ex-atleta do clube. Hoje existem essas limitações, e preciso respeitá-las”, finalizou.

 

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