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Durante os pronunciamentos na sessão deste sábado (1°), dois senadores retiraram suas candidaturas na disputa para a presidência do Senado. Com a renúncia de Soraya Thronicke (Podemos-MS) e Marcos do Val (Podemos-ES), seguem como candidatos o favorito, Davi Alcolumbre (União-AP), Marcos Pontes (PL-SP) e Eduardo Girão (Novo-CE).
Ao renunciar à sua candidatura, Soraya pediu a Davi Alcolumbre um compromisso com as pautas da bancada feminina.
A senadora defendeu que o Senado se aproxime mais da população brasileira, e cobrou maior representatividade feminina nas mesas legislativas do país, ao lembrar que nunca uma mulher presidiu o Senado ou a Câmara dos Deputados.
"A instituição Senado precisa estar acima de cada um de nós aqui", declarou Soraya.
Já o senador Marcos do Val disse que o que está em jogo não é apenas a liberdade de expressão, mas a independência do Congresso Nacional. Ele destacou que é alvo de censura por parte do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), com conivência da Mesa atual do Senado.
O candidato disse que defende a democracia, embora tenha sido submetido a medidas inconstitucionais que ferem direitos garantidos pela Constituição, com redes sociais bloqueadas, salários embargados, suspensão de passaporte diplomático e multas. Marcos do Val defendeu ainda a atuação de um Congresso independente e corajoso".

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Pérolas do Dia
Jaques Wagner
"Difícil".
Disse o senador Jaques Wagner (PT), um dos nomes que deve integrar a chapa majoritária ao avaliar o cenário atual em que existe a possibilidade do grupo ligado ao governo Jerônimo Rodrigues (PT) aceitar uma candidatura independente de um partido aliado à gestão estadual, no caso do senador Angelo Coronel (PSD).