Artigos
Os “meninus” do trio
Multimídia
Apesar de críticas, novo Sedur defende agilidade para avanços em Salvador
Entrevistas
Afonso Florence garante candidatura de Lula em 2026 e crava retorno ao Congresso: “Sou parlamentar”
viuva de marcos marinho
A companheira do empresário Marcos Marinho, morto a tiros no domingo (12) em Feira de Santana, disse que pensou que a ação que resultou na morte dele fosse um assalto. Ao Acorda Cidade, parceiro do Bahia Notícias, Dilmara Peixinho, de 26 anos, contou que os atiradores estavam também encapuzados e o veículo usado no crime tinha vidros escuros, o que não permitiu identificar ninguém.
No momento, ela acabava de tirar uma foto do marido. “Tirei uma foto dele lá fora, porque eu sempre gostei de tirar foto do meu marido. Estávamos saindo do restaurante já. Tirei a última foto de Marcos, guardei meu celular na bolsa, e foi muito rápido. O carro parou, e eu só vi as portas abrirem e as pontas das armas. Veio na minha cabeça: é um assalto. Mas já foram atirando nele. Marcos caiu no chão e eles saíram”, detalhou a mulher ao site feirense.
Depois, ela disse que não soube o que fazer diante do que via. “Quando eu vi a situação que ele ficou eu entrei em pânico total, fiquei muito desesperada, muito. Eles estavam com brucutu, o carro todo fumê, não dava para ver nada dentro do carro”, completou.
Dilmara Peixinho disse ainda que não pretende continuar com os negócios do marido. Em relação ao contato com a ex-mulher de Marcos Marinho e os filhos, a jovem afirmou que a situação era difícil no começo do relacionamento, mas havia melhorado com o tempo. Mesmo sendo informado pela polícia que ela tinha prestado depoimento, Dilmara disse que não fez ainda o relato.
Marcos Marinho foi morto a tiros na frente de um restaurante na Avenida Fraga Maia. Câmaras de segurança registraram o momento em que uma caminhonete Toro se aproxima da vítima, a porta se abre e um homem passa a atirar contra o empresário (ver aqui e aqui). Depois, o veículo sai em velocidade.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Janja da Silva
"Hoje estabelecemos um marco para a sociedade brasileira, representada pelos três poderes, aqui presentes. Todos assumiram o compromisso e a responsabilidade de tornar a nossa sociedade um lugar em que as mulheres possam viver em paz. Queremos ser respeitadas, queremos ser amadas, queremos ser livres, queremos nos manter vivas".
Disse a primeira-dama Janja Silva em um discurso emocionado e com direito a lágrimas, ao abrir a solenidade de lançamento do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio. A iniciativa do governo Lula, chamada de “Todos por Todas”, busca unir os três poderes em ações coordenadas para prevenir a violência letal contra meninas e mulheres no país.