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vital do rego
O presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), ministro Vital do Rêgo Filho, viveu momentos de pânico nesta segunda-feira (10), ao ser surpreendido com o terremoto de magnitude 7,4 que atingiu a cidade colombiana de Cali. Vital está na cidade junto com o ministro Augusto Nardes, também do TCU, e iria participar de um evento da Olacefs (Organização Latino-Americana e do Caribe de Entidades Fiscalizadoras Superiores), que, diante dos acontecimentos, foi cancelado.
Em entrevista à CNN, Vital do Rêgo relatou o momento em que o hotel no qual estava hospedado começou a balançar fortemente, provocando uma correria de hóspedes em direção às escadas.
“Estava me preparando para ir para o café no hotel e começou a cama a balançar, o lustre a balançar, e esse abalo ia aumentando. Na hora em que eu senti que era uma coisa perigosa, eu saí para o corredor e procurei uma escada. O hotel não indicava com muita clareza onde ficavam as escadas. Ma eu estava no oitava andar e as pessoas acorriam para as escadas e as pessoas descendo e o hotel seguindo balançando”, relatou o presidente do TCU.
Vital do Rêgo disse ter visto muitas vidraças quebradas, mas, segundo ele, o hotel em que estava hospedado “ficou de pé”.
Os dois ministros do TCU ainda estão na cidade de Cali, tentando retornar ao Brasil. O Aeroporto Internacional Alfonso Bonilla Aragón segue fechado temporariamente por conta do terremoto.
A última informação divulgada pelo governo colombiano afirma que equipes técnicas estão realizando inspeções de segurança para avaliar possíveis danos estruturais à infraestrutura do local.
Em entrevista nesta quarta-feira (7) para a CNN, o ministro Vital do Rego, presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), afirmou que cabe somento ao Supremo Tribunal Federal (STF) uma eventual decisão sobre reversão da liquidação extrajudicial do Banco Master. O ministro salientou que o TCU não tem poder de modificar a decisão do Banco Central.
“Esse processo de ‘desliquidação’ do Master não cabe ao TCU, cabe ao Supremo Tribunal Federal, porque há um processo em andamento naquela Corte”, disse o ministro.
Vital do Rego reforçou que o papel institucional do TCU é técnico e se restringe a fornecer subsídios ao STF.
“O que o TCU pode oferecer, como já vem oferecendo ao Supremo, são elementos para a apuração da legalidade da operação”, afirmou.
Desde o final do ano passado, o setor financeiro e outros segmentos da economia brasileira vêm criticando a atuação do TCU na avaliação da decisão do BC sobre o caso Master. As críticas se intensificaram após o relator do caso no TCU, ministro Jhonatan de Jesus, determinar a realização de uma inspeção no BC com o objetivo de apurar os procedimentos adotados na liquidação.
Além de negar publicamente a intenção do Tribunal de reverter a liquidação, Vital do Rêgo enviou mensagens aos demais ministros da Corte afirmando que o TCU está sendo alvo de ataques. O ministro argumentou que o TCU vem atuando dentro de suas prerrogativas e pedindo união em defesa da Corte, além do apoio ao relator do caso do Banco Master, ministro Jhonatan de Jesus.
Segundo o presidente do TCU, o aprofundamento da investigação foi autorizado pelo ministro relator com base em fundamentos legais. Vital lembra que os resultados da investigação ainda serão submetidos ao julgamento do plenário.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ricardo Alban
"A entrada de importações de até 50 dólares sem tributação é o mesmo que financiar a indústria de países como a China, principal exportador de produtos de baixo valor para o Brasil, especialmente no setor têxtil. O prejuízo é direto a quem fabrica e comercializa em território brasileiro".
Disse o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban ao comentar a aprovação da medida provisória 1357/2026, que revogou a chamada “taxa das blusinhas”. Segundo Alban, a medida representa um retrocesso econômico, cria uma condição de desigualdade para o setor produtivo brasileiro e pode colocar em risco mais de 100 mil empregos.