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Conheça 4 pilares que guiam as contratações do Bahia em 2026 e saiba como o Tricolor analisa jogadores no mercado da bola

Por Bia Jesus

Conheça 4 pilares que guiam as contratações do Bahia em 2026 e saiba como o Tricolor analisa jogadores no mercado da bola
Foto: Rapha Marques/@raphamarquesfoto

Atento ao mercado da bola para a temporada de 2026, o Bahia tem um perfil estabelecido na busca por jogadores que incorporem o elenco Tricolor nos desafios que o clube irá enfrentar ao longo do ano.

 

Segundo informações obtidas pela reportagem do Bahia Notícias, o Esquadrão considera preferencial as seguintes características na hora de buscar e abrir negociações por atletas: jovens, com certa experiência como profissionais, com 'casca' em jogos grandes e decisivos e com possibilidade de valor de revenda. Seguindo essa linha de planejamento, Kike Oliveira e Román Gómez, primeiro nomes anunciados pelo clube, estão alinhados completamente com a filosofia.

 

Embora integre o Grupo City, o departamento de futebol do Tricolor opera sob um orçamento pré-definido, exigindo critério no investimento de grandes cifras.

 

OS QUATRO PILARES DO BAHIA NO MERCADO DA BOLA:

  • Juventude: garantir fôlego físico e tempo de contrato produtivo.
  • Experiência Profissional: evitar riscos de adaptação básica ao futebol de elite.
  • Maturidade em momentos decisivos: ter “casca” para suportar a pressão de competições como a Libertadores.
  • Potencial de Revenda: gerar lucro futuro para reinvestimento (Modelo Autossustentável).

 

Entretanto, essa análise do clube não significa que o Esquadrão não vá aproveitar oportunidades de mercado com jogadores mais experientes e maduros tecnicamente. Principalmente se esses alvos estiverem livres no mercado, ou seja, sem custos desembolsados com clubes na hora de fechar a contratação, gastando apenas com as luvas (uma espécie de bônus por assinatura de contrato), como foram os casos de Everton Ribeiro e Willian José.

 

NÃO SIGNIFICA QUE SERÁ ASSIM PARA SEMPRE
A atual política de contratações é vista como uma etapa de transição. O objetivo de longo prazo é consolidar o Bahia como uma instituição autossustentável e financeiramente robusta. 

 

Para isso, o Time das Três Cores foca no crescimento financeiro. Dessa forma, o planejamento foca no aumento das receitas via quadro de sócios, venda de atletas, cotas de televisão e comercialização de produtos e ingressos. 

 

O sucesso esportivo, especialmente a presença constante na Copa Libertadores, é considerado essencial para elevar o patamar de premiações e permitir, no futuro, a contratação de nomes já em auge técnico, estratégia que hoje é adotada por diversos times do Brasil.