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O forró pode atingir um novo patamar de reconhecimento internacional. O estilo, nascido no Brasil e característico da região Nordeste/Norte, busca o título de Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade junto à Unesco, cinco anos após o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) declarar as matrizes tradicionais do forró como Patrimônio Cultural do Brasil.
A luta pode parecer recente para quem não acompanha os bastidores, mas, de acordo com o cantor e compositor baiano Del Feliz, que se tornou um embaixador da cultura nordestina e do forró no mundo, a busca pelo reconhecimento internacional é antiga e árdua.

Em entrevista ao Bahia Notícias, o forrozeiro, que se tornou padrinho da campanha, relembrou o caminho feito pela Associação Cultural Balaio Nordeste (ACBN), organização voltada para a valorização, preservação e difusão do forró tradicional (pé de serra) e da cultura nordestina, que existe desde 2008 e é presidida pela produtora cultural Joana Alves.
“Esse processo começou em 2011, através do Balaio Nordeste e de Dona Joana na luta para que o forró se tornasse o patrimônio cultural do Brasil. Eu fui convidado para representar, a princípio, a Bahia, e culminou que, nessa andança por 14 estados, Dona Joana acabou me convidando para ser o padrinho nacional da campanha durante o percurso, pelo meu empenho, pela minha presença; e em 2021 nós recebemos o título de Patrimônio Cultural do Brasil. E a partir dali eu comecei essa caminhada já no processo para o forró se transformar em patrimônio da humanidade, uma outra contribuição. Já estive na Unesco, fomos recebidos pela Fumiko Ohinata [secretária da Convenção de 2003 para a Salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial na UNESCO], estivemos agora em Lille [França] recentemente no Le Grand Sud [Festival Internacional do Forró de Raiz], fazendo um super show junto com Elba, Santana, Mestrinho, em que nós formalizamos ali um início dessa caminhada. Então, tem toda uma história.”
Na última semana, Del representou a Bahia na entrega do dossiê de candidatura do Forró de Raiz a Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade à Unesco, em evento realizado em João Pessoa, na Paraíba.

O encontro reuniu representantes dos nove estados do Nordeste, além de integrantes do movimento cultural, e marcou uma etapa do processo que agora segue para análise internacional. A mobilização envolve os nove estados nordestinos, além de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Goiás e Distrito Federal, governos, fóruns culturais e artistas.
“Na última semana, aconteceu a entrega formal ao Iphan dos últimos documentos, seguindo todas as recomendações da Unesco, para que o forró se torne patrimônio da humanidade, o que provavelmente acontecerá em 2030.”
A demora para o reconhecimento do título pode causar estranheza, mas, de acordo com Del, é uma regra da Unesco.
“Já divulgaram que acontece em dois anos e tal. Normalmente acontece a votação de dois em dois anos, mas eles não repetem quando se tem algo avaliado daquele país. E agora em 2026 o Brasil já está tendo um outro bem imaterial sendo avaliado e isso faz com que o Brasil não participe em 2028. O forró entra na fila para ser avaliado em 2030, provavelmente com a consagração.”
O QUE MUDA PARA O FORRÓ COM O RECONHECIMENTO?
Mas, afinal, o que muda para o gênero o reconhecimento com o título de Patrimônio Imaterial? Declarado patrimônio cultural e imaterial do Brasil pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), o alcance internacional tem como propósito, além do reconhecimento mundial da arte feita no país e propagada em todo o globo terrestre, o reforço das políticas públicas para a salvaguarda do forró.
“Existe toda uma salvaguarda prevista a partir do momento que você se torna patrimônio. Então, passa a ser uma responsabilidade política. E eu acho que é fundamental, porque a gente está falando de um bem que nos identifica, de um bem que nos traz, inclusive, benefícios econômicos. Então, a cultura devolve. Não precisa nem falar da festa junina, que é a maior festa da Bahia e do Nordeste, e isso com dados comprovados. Tem a sua expressão emotiva, cultural, sentimental, mas também do ponto de vista econômico e turístico, porque é uma festa da nossa alma que atrai gente do mundo inteiro para conhecer.”
Para Del, é fundamental para a preservação do forró e de tudo que envolve o gênero, que ele esteja no patamar de patrimônio. O artista ainda citou um ponto delicado: a descaracterização de um dos maiores movimentos de propagação do forró, o São João.
“A gente precisa ter uma perspectiva de proteção desse bem, que inclusive se encontra ameaçado do ponto de vista dos grandes espetáculos que se transformaram as festas juninas e com a sua descaracterização; e o patrimônio registrado, reconhecido, se torna uma responsabilidade maior também do ponto de vista institucional e administrativo político.“

Defensor da Lei da Zabumba, aprovada em 2015 pela Assembleia Legislativa da Bahia, que prevê que a contratação de artistas e conjuntos musicais, para eventos culturais, shows e festejos realizados pelos entes públicos, com verbas oriundas do Estado da Bahia, Del reforçou ao Bahia Notícias a importância do cumprimento da lei, que determina um percentual mínimo de 60% para a contrataççao de profissionais que expressam e valorizam a cultura baiana.
No entanto, artistas reclamam de sucessivos descumprimentos da legisção.
“Nós todos estamos trabalhando por isso. Eu sou um defensor de que as festas culturais se mantenham na sua essência para que elas continuem sendo viáveis economicamente e continuem belas, porque não faz sentido as festas se transformarem em uma festa de qualquer coisa pelo mero apelo. Não pode substituir a nossa cultura, sob pena de a gente perder, das nossas gerações não terem acesso a algo que é tão valioso para nós e também já existe um reconhecimento.”
Foto: Prefeitura de Cruz das Almas
A versão municipal também existe e foi inspirada no projeto apresentado em 2015 por músicos e defensores da arte do forró na AL-BA. Aprovada pela Câmara de Vereadores de Salvador em 2017, e lei sofreu uma alteração em 2020, último ano de governo de ACM Neto (DEM). A lei municipal prevê a obrigatoriedade de se ter 10% da verba destinada para a festa voltada para a contratação de artistas que expressam a cultura baiana e regional nos eventos culturais, shows e festejos realizados pelos entes públicos, com verbas oriundas do governo.
Em 2026, um teto de gastos estipulado pela União dos Municípios da Bahia (UPB), em parceria com o Ministério Público da Bahia (MP-BA), por meio da campanha 'São João sem Milhão', estabelece que as contratações para a festa não ultrapassem o valor de R$ 700 mil.
“Eu já venho lutando há muitos anos, pedindo exatamente que as festas culturais tivessem uma reserva do recurso público destinado à manutenção dessas características, que trazem tanto essa beleza sentimental, essa coisa cultural, como também a viabilidade econômica, porque a cultura de fato dá lucro, e existem pesquisas para isso. E aí as descaracterizações vieram com os artistas que estão na grande mídia, milhões investidos numa situação que tem empobrecido essas festas e tornado elas uma festa qualquer.”

Para se ter uma ideia, em 2025, de acordo com dados do Painel da Transparência dos Festejos Juninos do Ministério Público do Estado (MP-BA), entre os 10 artistas mais contratados para tocar no São João, 7 eram cantores de arrocha, ritmo que não está dentro do guarda-chuva das matrizes do forró, que inclui o xote, xaxado, baião, chamego, a quadrilha, o arrasta-pé e o pé de serra.
“Nossa expectativa é que a gente tenha uma sensibilidade do poder público no sentido de que haja uma reserva daquele recurso que é investido numa festa cultural seja destinado para a valorização daqueles fazedores dessa cultura. Aqueles artistas que estão aqui, que são da cultura e que pretendem adentrar esse grande palco em que se transformaram as festas juninas. É muito justo, porque a festa nasceu, cresceu e se tornou o que é por conta dessa beleza autêntica. Não faz o menor sentido você agora transformar numa outra coisa, sob pena de a gente ter um prejuízo muito grande.”
NOVA GERAÇÃO
Mas, e para além das políticas públicas, como salvaguardar o forró? A missão está nas mãos da população. Preservar a história, fazer com que ela circule e lutar pelo cumprimento desses direitos. O cantor fez um alerta sobre a descaracterização do ritmo e a forma como tudo pode ser forró em época de São João, tudo pelo interesse financeiro.
“Nós temos uma chuva de artistas nordestinos e brasileiros chegando com uma nova proposta, com aquilo que se chama de piseiro, mas a gente já tem uma história que vem de Mastruz com Leite, de Aviões do Forró, de Magníficos… Então, é muito sedutor para muita gente colocar o nome de forró nos seus trabalhos. Existe muita coisa que é chamada de forró que na verdade é uma descaracterização, né? Tem algumas batidas que não têm nada a ver com forró.”

Para Del, é importante que a tradição seja preservada e é possível ver uma vontade da nova geração em entender onde tudo começou. O artista ainda exaltou o projeto feito por Mestrinho, João Gomes e Jota.pê, o 'Dominguinho', que está em turnê internacional e conseguiu voltar com as raízes do forró.
“A reflexão que a gente tem que ter, e eu acho que ela é fundamental, é que quem construiu isso tudo foi, de fato, a música tradicional. Isso virou uma marca identitária muito potente para todos nós. Se você encontrar uma sanfona, uma zabumba e um triângulo em qualquer lugar do mundo, você vai identificar que a gente está falando do forró, e a gente tem a responsabilidade de preservar isso. [...] Nós temos algo que posso dizer talvez antagônico: uma predileção do pessoal do forró de fora do Brasil por fazerem todos os seus trabalhos em cima de uma música tradicional, daquela música dos anos 70, 80, 60, da música de raiz. Nós temos muitos jovens antenados, preocupados com a música de qualidade e a prova de que há um público muito grande atraído por isso é o grande sucesso do projeto Dominguinho, do meu amigo Mestrinho, que é hoje um dos maiores acordeonistas do mundo, junto com Jota.pê e João Gomes, um projeto simples com a música tradicional que ganhou o Brasil inteiro e ganhou o mundo.”
FORRÓ FOR ALL - FORRÓ PARA TODOS
A história de que o termo forró surgiu do inglês 'for all' é uma lenda linguística, mas o ritmo é realmente para todos e de todo o mundo. Ao site, Del Feliz, que já se apresentou em todos os continentes, afirma que o reconhecimento internacional do gênero já acontece por parte do público.
“A gente tem um monte de pessoas de outros países já envolvidos pelo forró, apaixonados pela nossa cultura, aprendendo a nossa língua, tudo sobre a nossa cultura e a nossa arte por causa do forró. O forró é um elo fenomenal, ele é um símbolo para nós. É muito mais que um aglomerado de ritmos, ele é um elo de fortalecimento do nosso estado, do nosso Nordeste e do nosso país, sem dúvida nenhuma.”
No papo com o BN, o forrozeiro relembrou um momento emocionante da carreira quando se apresentou no Brazilian Day no Japão e conheceu um grupo de forró que nasceu no país asiático.
“É uma coisa tão incrível como é muito natural. Por exemplo, eu me emocionei muito a primeira vez que eu fui ao Japão e subiu para cantar comigo no palco uma cantora chamada Lico, de um grupo chamado Flor de Juazeiro, um grupo só de japoneses. Lico cantou comigo ‘Espumas ao Vento’, tão emocionada, e eu me emocionei também. Quando descemos do palco, eu tentei conversar com ela achando que ela falava português; ela não sabia dizer uma palavra, mas cantou divinamente a música e depois ela falou: ‘Olha, eu pretendo aprender português por causa do forró, mas eu não sei falar nada’. Essa aproximação é incrível. Na França nós temos Marion Lima, que eu conheci em 2009 como um exemplo, mas são dezenas, eu diria centenas de representantes do forró no mundo. ”
A busca pelo reconhecimento internacional do forró segue, ainda que o título só venha a ser dado em 2030. O novo material será encaminhado pelo governo brasileiro e poderá levar até dois anos em análise, mas, para Del, a essência do forró vai prevalecer em qualquer circunstância.
“O forró é um símbolo da alma de um povo, então carrega tudo dentro ali da nossa arte, da nossa cultura e por isso merece um respeito muito grande.”
O acervo documental “Passaportes de Pessoas Escravizadas, Libertas, Pessoas Livres e Africanos Repatriados (1821-1889)”, preservado pelo Arquivo Público do Estado da Bahia (Apeb) em Salvador, passou a integrar o Registro Regional da América Latina e Caribe do Programa Memória do Mundo da Unesco ainda ainda na sexta-feira (20).
A certificação constitui o primeiro título internacional da instituição baiana, que é unidade da Fundação Pedro Calmon (FPC) e vinculada à Secretaria de Cultura do Estado (Secult-Ba).
Além do reconhecimento regional, o conjunto documental foi selecionado para representar o Brasil na candidatura ao Registro Internacional do programa. Nesta etapa, o acervo baiano concorre ao lado da documentação de Luiz Gama, pertencente ao Arquivo Público de São Paulo.
A coleção integra a Série Polícia do acervo Colonial/Provincial do Apeb, o conjunto é formado por 1.024 maços com documentos produzidos entre 1821 e 1899. A documentação foi gerada por órgãos oficiais, como Ministros e Secretários de Estado, Presidentes de Províncias e Chefes de Polícia, responsáveis pela emissão de passaportes conforme a Lei do Império de 1842.
Os registros documentam o deslocamento de indivíduos em diferentes condições jurídicas durante o século XIX, apresentando dados sobre a população negra e africana no período.
Registro documental histórico | Foto: Reprodução / Arquivo Público do Estado da Bahia
A indicação para o Registro Internacional ocorre de forma independente de títulos prévios. Segundo a diretoria do Apeb, a seleção valida a relevância documental da Bahia no cenário global. A gestão estadual associa o título ao esforço de preservação e dinamização do patrimônio sob custódia baiana, visando ampliar o acesso de pesquisadores e da sociedade civil aos dados históricos.
Instituído pela Unesco em 1992, o Programa Memória do Mundo pretende a salvaguarda de documentos e acervos de importância nacional ou internacional. A iniciativa estabelece protocolos de cooperação técnica entre instituições para garantir a conservação de registros essenciais à memória coletiva.
A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) declarou, nesta sexta-feira (26), o Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses como Patrimônio Natural da Humanidade.
Segundo a Agência Brasil, a decisão foi anunciada após a 46ª sessão do Comitê do Patrimônio Mundial da Unesco, realizado até o fim do mês em Nova Délhi, na Índia. O parque, localizado a cerca de 250 quilômetros de São Luís, capital do Maranhão, foi criado há mais de 40 anos e é o maior campo de dunas da América do Sul, com 155 mil hectares.
Famoso pelas lagoas cristalinas que se formam entre as dunas brancas no período de chuvas, o Parque é gerido pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).
A Diretora-Geral da UNESCO, Audrey Azoulay, parabenizou o Brasil pelo novo status do Parque Nacional, exaltando o compromisso do país com a proteção de seu patrimônio.
"Graças a esta inscrição, essa impressionante paisagem de dunas e lagoas, modelada por condições climáticas e geológicas excepcionais, se beneficiará do mais alto nível de proteção internacional. Este é o 24º sítio brasileiro a ser inscrito na Lista do Patrimônio Mundial da UNESCO. Gostaria de parabenizar o compromisso do Brasil com a proteção de seu patrimônio cultural e natural".
Vinicius Junior, atacante brasileiro do Real Madrid foi nomeado pela Unesco (Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura) como embaixador da Boa Vontade. O jogador recebeu o certificado nesta sexta-feira (02) durante as atividades no CT do Real Madrid.
Vinícius é o segundo Brasileiro a receber a honraria junto a Edson Arantes do Nascimento, o Rei Pelé, que foi o primeiro. O ponta esquerda do Real falou sobre a premiação e ressaltou a sua importância.
"Receber esse convite para ser embaixador da Unesco aos 23 anos é mais do que uma honra, é uma vitória e um dever que carregarei para a vida. Claro que quero ser lembrado como um grande jogador, mas também como um cidadão que se esforçou para fazer algo diferente”, escreveu Vini em publicação no Instagram. Confira abaixo:
“A minha luta é pela educação. Meu Instituto cresce mês a mês no Brasil e, com a potência que é a Unesco, vamos impactar o mundo”, concluiu.
A diretora-geral da Unesco, Audrey Azoulay, salientou a importância do brasileiro fora do campo de futebol e destacou o jogador como um atleta “excepcional".
"Ele tem sido um defensor comprometido da igualdade de oportunidades através da educação no Brasil", exaltou a diretora.
"Ele é um modelo para toda uma geração", finalizou.
Vini Jr. soma premiações importantes na luta contra a discriminação dentro e fora do gramado, o atleta ganhou o Prêmio Sócrates na última cerimônia da Bola de Ouro, levando a premiação por causa de seu Instituto, que ajuda crianças e jovens no processo de eduação.
O Jardim Botânico de Salvador recebeu da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) o título de Posto Avançado da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica (RBMA).
Localizado em São Rafael, o Jardim Botânico de Salvador tem opções de trilhas, doação de mudas, estrutura para pesquisa de mais de 61 mil espécies vegetais de Mata Atlântica, Caatinga e Cerrado, dentre outras características. O acesso ao espaço é gratuito e acontece de segunda-feira a sexta-feira, das 8h às 17h, e nos sábados, das 8h às 14h.
Já os Postos Avançados da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica são locais que desenvolvem projetos de conservação, desenvolvimento sustentável ou conhecimento tradicional e científico sobre espécies da mata atlântica. Atualmente, são cerca de 70 postos avançados reconhecidos em 14 estados brasileiros.
“O Jardim Botânico de Salvador tem 160 mil metros quadrados de área de estudo, manutenção e conservação da mata atlântica. É um local muito especial e que estava abandonado. Graças a reforma que fizemos em 2020, hoje o Jardim Botânico cresceu e ganhou esse reconhecimento internacional que nos deixa tão contentes e orgulhosos do trabalho realizado”, disse o vereador André Fraga (PV), ex-secretário de Sustentabilidade, Inovação e Resiliência, responsável pela reforma no espaço.
Na Bahia, além do Jardim Botânico, os projetos Aruá Observação Aves/Natureza e Fazenda Bicho Preguiça, ambos localizados em Praia do Forte, também foram reconhecidos pela Unesco como Postos Avançados da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica.
O empresário e influenciador, Felipe Neto, será o responsável por abrir a conferência global da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) “Internet for Trust” ao lado da vencedora do prêmio Nobel da Paz, a jornalista filipina Maria Ressa. O foco do fórum será a regulamentação das redes sociais, em combate às fake news. As informações foram divulgadas pela Folha de São Paulo.
O evento será realizado de 21 a 23 de fevereiro, em Paris, e reunirá mais de 1.500 representantes de governos, empresas de mídia social, academia, reguladores e sociedade civil. Entre as personalidades brasileiras convidadas também estão o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso.
A Unesco informou que o Lula não estará presente no fórum por questões de agenda, mas enviará mensagem em vídeo. O ministro Barroso confirmou que irá ao evento e abordará "como as redes sociais são usadas para disseminar discursos que defendem golpes de estado".
Segundo a assessoria de Felipe Neto, ele recebeu o convite da entidade por sua atuação na produção de conteúdos na internet para combater fake news. A Unesco também destacou o poder de diálogo de Felipe Neto com os jovens e sua influência no ambiente online.
Salvador assinou a “Carta de Santos” junto à Rede de Cidades Criativas da Unesco (UCCN), durante a 14ª Conferência Anual da UCCN, realizada em Santos, em São Paulo, na última semana. A secretária de Desenvolvimento Econômico, Emprego e Renda (Semdec), Mila Paes, e o diretor da Salvador Tech, Leandro Lima, representaram a capital baiana no evento.
Os representantes das cidades de Belém (PA), Belo Horizonte (MG), Campina Grande (PB), Curitiba (PR), Florianópolis (SC), Fortaleza (CE), João Pessoa (PB) e Paraty (RJ), além da anfitriã, Santos (SP), também participaram do evento. Com o objetivo de fortalecer o potencial criativo, definindo ações para os segmentos de arte midiática, gastronomia, arte popular, literatura, música e cinema, as cidades-membro deverão seguir 12 recomendações previstas na Carta.
Dentre as recomendações, está o estímulo da implantação de um comitê de governança com representantes do poder público, setor produtivo, sociedade civil e acadêmico; o mapeamento de setores de economia criativa; o desenvolvimento de projetos inovadores; a criação de políticas públicas de estímulo aos empreendimentos relacionados à Economia Criativa, pesquisa da cultura material e imaterial, promoção do intercâmbio entre os membros da UCCN; incentivo de planos estratégicos e outros.
A conferência serviu também para Salvador mostrar as ações desenvolvidas neste tema, como o Polo de Economia Criativa de Salvador - Doca 1 e os equipamentos culturais Casa do Carnaval e Cidade da Música da Bahia, e outros.
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A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), passou a disponibilizar informações sobre o Cidade da Música da Bahia, em seu site oficial. O espaço de celebração e conhecimento da diversidade musical do estado foi entregue há quase um mês pela Prefeitura de Salvador, no Comércio.
Para o secretário de Cultura e Turismo (Secult), Fábio Mota, é muito importante ter um equipamento cultural recém-inaugurado como indicação no site da Unesco. “Isso dá mais credibilidade ao museu, que registrou cerca de 12 mil agendamentos em menos de um mês de entregue à população. A Cidade da Música da Bahia retrata toda essa efervescência cultural que temos em Salvador e que nos tornou a Cidade da Música do Brasil e do mundo, título dado pela própria Unesco”, destacou.
O equipamento, que apresenta a história da música desde os tempos da colonização da primeira capital do Brasil até a explosão de diversidades sonoras dos tempos contemporâneos, funciona no Casarão dos Azulejos Azuis, em frente ao Mercado Modelo e próximo ao Elevador Lacerda, que foi completamente recuperado.
Localizado no centro da primeira capital do Brasil, o equipamento utiliza a tecnologia da geração digital para enaltecer as tradições da música baiana e promete ser uma alternativa às festas de rua e eventos de grande porte que deram as credenciais da cidade nos últimos anos.
O consumo e o preparo do cuscuz, bem como todos os conhecimentos, práticas e tradições relacionadas foram declarados como Patrimônio Imaterial da Humanidade em videoconferência realizada nesta quarta-feira (16).
A notícia é para ser celebrada, mas não se trata do prato típico nordestino, feito de milho, mas sim com sêmola de trigo, muito consumido em países como Argélia, Mauritânia, Marrocos e Tunísia, que apresentaram o caso ao Comitê de Patrimônio da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), sob a Presidência da Jamaica.
Conforme noticiou o portal F5, esses países argumentaram que os saberes e práticas relacionados à iguaria são parte integrante do seu patrimônio cultural, sendo praticados por todas as populações de Argélia, Marrocos, Mauritânia e Tunísia, de todos os gêneros, de todas as idades, sedentários ou nômades, rurais ou urbano, incluindo os imigrantes, e em todas as circunstâncias: dos pratos do dia a dia às refeições festivas.
O comitê regional para a América Latina e Caribe no Programa Memória do Mundo, da Unesco, publicou uma nota em defesa da Cinemateca Brasileira, que enfrenta uma crise financeira e administrativa (veja aqui).
Segundo a coluna de Monica Bergamo na Folha, o órgão, que estimula e apoia a salvaguarda de documentos, expressa no texto uma preocupação com os danos que podem ser causados ao "extraordinário acervo de caráter único e histórico" preservado pela instituição.
"Esperamos que essa situação possa ser revertida rapidamente, e que a Cinemateca volte a estar nas condições que a instituição, seu magnífico patrimônio e as culturas brasileira, latino-americana e caribenha merecem", diz o teor da nota.
Salvador teve a confirmação de que o título de “Cidade da Música na Rede de Cidades Criativas da Unesco” foi renovado. A medida é produto de um relatório relatório plurianual das atividades desenvolvidas enviada pela prefeitura e contou com a avaliação de especialistas mundiais na área de economia criativa.
De acordo com a gestão municipal, a capital baiana foi monitorada por outras Cidades Criativas da Unesco. O prefeito ACM Neto (DEM) comemorou a informação e disse que ela chega em um momento muito especial.
"Estamos colhendo os frutos de um trabalho árduo de transformação da nossa capital. Esse reconhecimento projeta ainda mais aquilo que é produzido em nossa cidade. A capital baiana é marcada pela diversidade cultural e multiplicidade de gêneros que se projeta para o Brasil e para o mundo e tem na música uma das mais fortes indústrias de produção econômica, inclusão social e geração de emprego e renda", ressaltou.
Alguns pontos considerados pelos especialistas que analisaram as ações de Salvador merecem destaque, a exemplo da restauração do Centro Histórico, o fortalecimento da economia local através da criatividade, música e cultura e a preocupação da gestão com o desenvolvimento local por meio do turismo de patrimônio, a exemplo de programas como o Vem pro Centro.
Para o presidente da Empresa Salvador Turismo (Saltur), Isaac Edington, dentre as considerações dos especialistas os esforços para fomentar o crescimento da economia local merece destaque. "O documento da Unesco ressalta, entre outras coisas, os esforços da cidade em promover a estabilização e revitalização do Centro por meio da música e do patrimônio, além do trabalho com iniciativas locais e nacionais de apoio por meio de festivais de música e espaços públicos. São fatores que consideraram importantes para o desenvolvimento local sustentável".
A cantora e compositora baiana Margareth Menezes toma posse, nesta sexta-feira (21), como embaixadora da Organização Internacional de Folclore e Artes Populares (IOV) - Secção Brasil, entidade credenciada pela Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura), que tem como missão preservar e promover a arte popular e a cultura folclórica, através de ações de salvaguarda do Patrimônio Cultural.
Margareth será empossada em sessão solene virtual realizada a partir das 19h, com transmissão para convidados na plataforma Google Meet. Com o título, a artista baiana será a anfitriã da IOV Unesco/Brasil e porta voz da organização, com autoridade para representá-la em qualquer país do mundo.
Regina Duarte, que no início de março tomou posse do cargo de secretária Especial da Cultura, participou de uma reunião virtual com representantes da Unesco na semana passada. Apesar do governo federal abraçar ideologia contra o globalismo, a titular da cultura discutiu temas como uma agenda comum entre a secretaria e a organização, além de acordos de cooperação e as convenções que o Brasil é signatário.
Em meio às cobranças de artistas e produtores e as denúncias de inércia diante da pandemia do novo coronavírus, em sua fala, Regina destacou as ações do governo federal em apoio ao Setor Cultural, como a publicação da Instrução Normativa n° 5, publicada no Diário Oficial nesta quarta-feira (22), que levou mais de um mês para sair do papel.
A medida estabelece procedimentos extraordinários para captação, execução, prestação de contas e avaliação de resultados de projetos financiados, via Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), além do pagamento do benefício no valor de R$ 600 em três parcelas para os informais e autônomos.
“Quero agradecer o Presidente [Jair] Bolsonaro que, dentre outras medidas de apoio, disponibilizou também a todos os trabalhadores informais do país através de seu Banco estatal, por três meses, um auxílio financeiro importante para as necessidades básicas da população que não tem renda formal”, afirmou. “Temos aí então, protegidos nesta crise, artistas de todas as categorias técnicas das produções de Cultura, segmento social que é a alma de nosso país e na verdade, a alma de todos os países”, acrescentou.
O ex-diretor da Funarte, nomeado há dez dias como Secretário Especial de Cultura pelo presidente Jair Bolsonaro (clique aqui), Roberto Alvim chocou delegações estrangeiras ao proferir um discurso ultraconservador com ataques à classe artística nacional, em na reunião anual da Unesco, realizada em Paris, França, nesta terça-feira (19).
De acordo com informações do Uol, o brasileiro, que ganhou o novo cargo após insultar Fernanda Montenegro (clique aqui e saiba mais) e propor a criação de um banco de dados de artistas conservadores para criar uma “máquina de guerra cultural” (clique aqui), afirmou durante o evento que "nas últimas duas décadas, a arte e a cultura brasileira foram reduzidas a meros veículos de propaganda ideológica, de palanque político, de propagação de uma agenda progressista avessa às bases de nossa civilização e às aspirações da maioria do nosso povo".
Para espanto da plateia, composta por ministros de diversos países, o secretário defendeu ainda que "passamos não mais a produzir e experimentar arte como uma ferramenta para o florescimento do gênio humano" e afirmou que "a arte brasileira transformou-se em um meio para escravizar a mentalidade do povo em nome de um violento projeto de poder esquerdista, um projeto mesquinho que perseguiu e marginalizou a autêntica pluralidade artística de nossa nação".
Subindo ainda mais o tom, Alvim afirmou que "a arte e a cultura no Brasil estavam a serviço da bestialização e da redução do indivíduo a categorias ideológicas, fomentando antagonismos sectários carregados de ódio - palcos, telas, livros, não traziam elaborações simbólicas e experiências sensíveis, mas discursos diretos repletos de jargões do marxismo cultural, cujo único objetivo era manipular as pessoas, usando-as como massa de manobra de um projeto absolutista". Segundo ele, a "ideologia de esquerda perpetrou uma terrível guerra cultural contra todos os que se opuseram ao seu projeto de poder, no qual a arte e a cultura eram instrumentos centrais de doutrinação".
Alvim acusou ainda o movimento progressista de acabar “quase totalidade do teatro, da musica, das artes plásticas, da literatura e do Cinema” e afirmou que isso “não ocorreu de modo espontâneo", mas foi "meticulosamente pensado, orquestrado e executado por lideranças tirânicas para nossa submissão".
Em contraponto, o titular da Cultura afirmou que hoje isso acabou, apesar de ele mesmo ter convocado artistas conservadores para uma cruzada ideológica. Segundo ele, com o governo Bolsonaro "os valores ancestrais de elegância, beleza, transcendência e complexidade encontraram uma nova atmosfera". Ele defendeu também que a nova gestão permitiu “retomar o sonho de libertar a cultura e colocá-la na direção de princípios poéticos sagrados" e que o governo está "envolvido na árdua tarefa de promover um renascimento da arte e da cultura brasileira", além de prometer " promover uma cultura alinhada às grandes realizações de nossa civilização judaica-cristã".
Segundo o Uol, o discurso, cujo encerramento incluiu "para a glória de Deus" e "que Deus os abençoe", foi recebido tão mal pela plateia, que uma das missões estrangeiras encaminhou o texto lido pelo brasileiro, citando o espanto pela guinada ideológica oficial sobre as artes no Brasil. Ainda de acordo com a publicação, após a fala de Alvim, ainda durante o evento, , um governo europeu tomou a palavra para fazer elogios à classe artística brasileira. Outros diplomatas de países vizinhos revelaram ainda que o discurso levou alguns participantes ao riso.
Já reconhecido como Patrimônio Cultural do Brasil, o bumba meu boi, manifestação artística típica do estado do Maranhão, pleiteia o título de Patrimônio Cultural da Humanidade, concedido pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).
De acordo com informações da coluna assinada por Mônica Bergamo, na Folha de S. Paulo, a candidatura elaborada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) será avaliada na Colômbia, entre os dias 10 e 12 de dezembro.
Atualmente, cinco bens culturais nacionais já receberam o título da Unesco: o samba de roda do Recôncavo baiano, a roda de capoeira, o frevo, a arte gráfica Wajãpi e o Círio de Nossa Senhora de Nazaré.
Paraty e Ilha Grande, no estado do Rio de Janeiro, foram reconhecidos como Patrimônio Mundial, nesta sexta-feira (5), pelo Comitê da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco), durante reunião em Baku, no Azerbaijão. Com esta inclusão, agora 22 bens brasileiros passam a integrar a lista de sítios de excepcional valor universal.
“Nós, orgulhosamente, voltamos para casa com esse título na bagagem. Em Paraty e Ilha Grande, uma área com diversas reservas ecológicas, vemos de maneira excepcional e única uma conjunção de beleza natural, biodiversidade ímpar, manifestações culturais, um conjunto histórico preservado, e testemunhos arqueológicos importantes para a compreensão da evolução da humanidade no planeta Terra”, comemora a presidente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), Kátia Bogéa.
Primeiro bem brasileiro inscrito na categoria de sítio misto, ou seja, cultural e natural, a área de Paraty e Ilha Grande abrange um território de cerca de 149 mil hectares, onde estão dispostos quatro áreas de conservação ambiental. Ali estão o Parque Nacional da Serra da Bocaina, Parque Estadual da Ilha Grande,a Reserva Biológica Estadual da Praia do Sul e a Área de Proteção Ambiental de Cairuçu. Sua área de entorno, com mais de 407 mil hectares, possui 187 ilhas.
O reggae, ritmo que teve origem na Jamaica, entrou nesta quinta-feira (29), para a lista de Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade da Unesco.
De acordo com o site G1, o site da organização informa que o gênero musical surgiu em um espaço cultural de grupos marginalizados, principalmente no oeste de Kingston, capital Jamaicana. Em comunicado, a Unesco afirma que o reconhecimento do reggae como patrimônio cultural se destaca por contribuir para a discussão internacional sobre questões como a injustiça, a resistência, amor e humanidade.
Bob Marley é considerado o principal interprete do estilo. Suas músicas simbolizam protesto e busca pela liberdade. Aos 36 anos, ele morreu em Miami, em 11 de maio de 1981.
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— UNESCO (@UNESCO) 29 de novembro de 2018
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O conjunto de roteiros da primeira radionovela produzida no Brasil, “Em busca da felicidade”, teve a inscrição aprovada como bem arquivístico no Registro Nacional do Brasil do Programa Memória do Mundo da Unesco (MoW). A reunião para avaliação das candidaturas ocorreu nesta semana, no Arquivo Nacional, no Rio de Janeiro, e o resultado foi anunciado na sexta-feira (19).
A inscrição da radionovela transmitida pela Rádio Nacional do Rio de Janeiro entre os anos de 1941 e 1943 foi realizada pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC). Outras nove instituições também tiveram projetos aprovados no Edital 2018 do MoW, que elege arquivos que devem ser preservados pela importância para a construção de uma memória cultural e social. “É a nossa primeira certificação. A gente está superfeliz. É um marco, e nos inspira para que possamos trabalhar e conquistar novas certificações, explorando mais e mais o nosso acervo”, avalia a gerente de Acervo da EBC, Maria Carnavale. “Agora, o acervo está com um certificado que garante sua preservação, porque é um bem para o mundo. Saiu das paredes da EBC e foi para o mundo. A certificação revela isso”, acrescenta.
A rede Hammer Fitness Club preparou uma programação especial para comemorar O Dia Internacional da Dança que é celebrado neste domingo (29). O Comitê Internacional da Dança (CID) da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco) instituiu essa data há 36 anos. A Hammer organizou seu calendário com aulas especiais que conta com os diferentes estilo de dança que estão presentes na academia - FitDance, Forró, Let’s Dance, Zumba e Forró. A programação terá início no dia 25 e vai até o dia 28. Serão ao todo seis aulas, sendo quatro delas na unidade da Rua das Rosas, na Pituba, uma em Patamares e outra na unidade Stella Maris 2 (confira no calendário abaixo). Para o público que tem interesse em participar das aulas e não está matriculado na rede, deve solicitar um Free pass no portal da Hammer (acesse aqui). As vagas para participar gratuitamente são limitadas.
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Um dos mais conhecidos e influentes diretores da história do cinema, Alfred Hitchcock (1899-1980), conhecido até hoje como o "mestre do suspense", realizou diversas obras-primas e clássicos em mais de 50 anos de carreira. No Brasil, durante todo o mês de junho, os Centros Culturais Banco do Brasil do Rio de Janeiro e de São Paulo tiveram mostra dedicada ao diretor, que incluiu sessões de filmes mudos com música e narração ao vivo.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jaques Wagner
"Eu acho que nós temos muito a trocar. Essa é uma civilização milenar, que tem muito a ensinar com o salto que eles deram aqui em 40 anos. Você pega uma cidade como essa, que há 50 anos era uma aldeia de pescadores com 20 mil habitantes. Hoje tem 17 milhões de habitantes. Você anda por aqui e não vê um papel no chão, não vê uma sujeira, um teatro espetacular, um prédio todo novo. Parabéns pra eles por terem conseguido. E muita gente do Brasil, que tem preconceito, devia dar um pulo aqui. Porque eu vejo as pessoas falando: 'ah, mas eles são comunistas'. Eu não sei o que quer dizer isso. Mas se comunismo é isso aqui, é um sucesso".
Disse o senador Jaques Wagner ironizou, nesta terça-feira (5), ao comentar as críticas que são feitas à China e o preconceito pelo país se declarar comunista. O senador está em Shenzhen, no Sul chinês, e acompanhou a última apresentação da turnê do Neojiba - Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia, projeto que ajudou a fundar.