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trabalhador de obra
Após dois meses internado, o operário Horley Sousa Silva, de 56 anos, não resistiu aos ferimentos e morreu neste domingo (2), no Hospital de Base de Itabuna, no Sul, informou o G1. Ele havia sido atropelado no dia 2 de setembro enquanto trabalhava como sinaleiro em uma obra do semianel rodoviário que liga Ilhéus e Itabuna.

Rodrigo Gama responde processo em liberdade / Foto: Reprodução / Redes Sociais
Imagens de câmeras de segurança mostraram o momento em que o carro em alta velocidade invadiu a sinalização de “pare e siga” e atingiu o trabalhador, que chegou a ser levado por alguns metros sobre o veículo antes de cair no asfalto. Após o atropelamento, o motorista, Rodrigo Gama de Almeida, de 31 anos, fugiu sem prestar socorro e passou a ser investigado pelo crime.
VÍDEO: Polícia procura acusado de atropelamento intencional em obra no Sul da Bahia
— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) September 21, 2025
CONFIRA??????? pic.twitter.com/tFFCMPDpFg
Horley Silva sofreu um traumatismo craniano e passou por cirurgia de emergência ainda em setembro. Desde então, estava internado no Centro de Terapia Intensiva (CTI). A causa exata da morte não foi divulgada. Ainda não há informações sobre o sepultamento.
Segundo a Polícia Civil, o atropelamento foi intencional. O coordenador da 6ª Coorpin, delegado Evy Paternostro, explicou que o motorista furou deliberadamente a sinalização da obra. Rodrigo Gama foi preso no dia 7 de outubro, após se apresentar no Complexo Policial de Itabuna acompanhado de um advogado.
Ele era considerado foragido e estava com um mandado de prisão temporária em aberto. Dias depois, em 12 de outubro, a Justiça concedeu habeas corpus, e o suspeito foi colocado em liberdade.
O caso gerou comoção entre colegas de trabalho e familiares, que cobravam justiça desde o acidente.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ricardo Alban
"Permitir a entrada de importações de até 50 dólares sem tributação é o mesmo que financiar a indústria de países como a China, principal exportador de produtos de baixo valor para o Brasil, especialmente no setor têxtil. O prejuízo é direto a quem fabrica e comercializa em território brasileiro".
Disse o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban ao comentar sobre a revogação, pelo governo Lula, do imposto de importação de 20% cobrado sobre compras internacionais de até US$ 50, a chamada “taxa das blusinhas”, resultará na perda de empregos e impactará principalmente as micro e pequenas empresas brasileiras.