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tornozeleira eletronica customizada
Uma mulher teve a prisão em regime fechado decretada após customizar uma tornozeleira eletrônica com pérolas, adesivos e outros enfeites. A acusada, que estava em prisão domiciliar, no interior de São Paulo, voltou a ser presa após a Justiça paulista aceitar o pedido do Ministério Público, na última terça-feira (1).
Camila Fogaça de Almeida, que foi presa por tráfico de drogas, viralizou no Tik Tok com um vídeo onde mostrava a customização feita no aparelho.
No processo de recondução a prisão em regime fechado, a promotoria disse que Camila não respeitou a lei que estabelece que o acusado precisa "abster-se de remover, de violar, de modificar, de danificar de qualquer forma o dispositivo de monitoração eletrônica ou de permitir que outrem o faça".
Em um dos vídeos que circulou nas redes sociais com 30 mil visualizações, a réu chegou a escrever que “vamos mudar um pouquinho, quem gostou comenta aí”.
Na última terça-feira (1), Camila passou por audiência onde foi determinada sua transferência para a Penitenciária de Pirajuí, onde já cumpria pena anteriormente.
Ao UOL, a advogada da acusada, Laila Estefania Mendes, considerou que não seria crime o uso de adesivos em tornozeleiras eletrônicas.
"A defesa entende que não configura crime de violação de tornozeleira eletrônica, uma vez que aqueles adesivos são totalmente removíveis e em momento algum eles foram capazes de alterar o funcionamento do aparelho. Inclusive, tem um vídeo que ela mostra ela colocando os adesivos. É um adesivo simples, não utiliza nenhum material que poderia danificar o aparelho, como não danificou.", pontuou a advogada.
@camilafogacadealm Enfeitando a tornozeleira
? Aesthetic - Tollan Kim
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André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.