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torcedores do vitoria
Em noite de festa, após quebrar o jejum de 16 anos e conquistar a Copa do Nordeste de 2026, os torcedores do Vitória aproveitavam o tradicional pós-jogo no estacionamento do Barradão, na noite deste sábado (6), quando foram surpreendidos por agentes da Polícia Militar (PM) dispersando o público do local.
Em vídeos compartilhados nas redes sociais, é possível ver o momento em que os policiais usam spray de pimenta e até mesmo efetuam disparos no meio dos torcedores. Os rubro-negros afirmam que não houve qualquer gatilho que justificasse tamanha reação.
Em nota ao Bahia Notícias, a corporação informou ter tomado conhecimento da ocorrência. Segundo a PM, o policiamento do evento foi planejado e executado com o objetivo de garantir a segurança dos torcedores, atletas, profissionais envolvidos e demais cidadãos presentes, abrangendo as áreas de acesso, permanência e dispersão do público.
A instituição ressaltou que, em razão das imagens e manifestações que passaram a circular após o evento, o Comando-Geral determinou que a Corregedoria da Polícia Militar da Bahia iniciasse um procedimento para investigar as circunstâncias dos fatos, incluindo a análise das imagens disponíveis, dos registros operacionais e dos relatos apresentados.
“A Polícia Militar da Bahia reafirma seu compromisso com a legalidade, a transparência e o aperfeiçoamento contínuo de seus procedimentos, assegurando que os fatos serão rigorosamente apurados no âmbito dos órgãos competentes da Corporação”, escreveu em nota.
Procurado pelo BN, o Esporte Clube Vitória, até o momento da publicação desta matéria, não se pronunciou sobre o caso.
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Pérolas do Dia
Ricardo Alban
"A República enfrenta um teste de integridade inédito. As sucessivas crises que ocorrem em Brasília colocam as instituições em risco. Os recorrentes episódios podem lançar o Brasil num momento de especial gravidade, pois a confiança da população nos poderes públicos é alicerce da democracia".
Disse o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban ao alertar para o risco que as instituições brasileiras correm com a crise vivida pelo Supremo Tribunal Federal (STF).