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torcedor racista
Jogador da Série B do Brasileirão sofre racismo na Espanha e torcedor é condenado a um ano de prisão
O lateral-direito africano, Carlos Akapo sofreu racismo por parte de um dos torcedores do Granada, da Espanha. O jogador agora atua pelo Amazonas, e teve o processo julgado na última quinta-feira (26). Como resultado, o torcedor foi condenado a um ano de prisão.
O crime aconteceu no dia 28 de fevereiro, em partida válida pela 26ª rodada do Campeonato Espanhol, ainda quando atuava pelo Cádiz.
Durante a partida, Akapo foi substituído aos 14 minutos do segundo tempo. Assim que passou pela linha de fundo, na frente dos torcedores do Granada, o atleta foi surpreendido por um torcedor imitando um macaco na arquibancada.
“Mais um episódio de racismo no futebol. Felizmente, cada vez mais pessoas estão conscientes, mas ainda há muito trabalho a fazer, e isso passa por condenar as atitudes racistas e retirá-las dos estádios de futebol, dos desportos e da nossa sociedade. Muito obrigado a todos pelo apoio e carinho recebido”, declarou.
Além da condenação de um ano de prisão, o sujeito também foi punido por 4 meses de entrar nos estádios espanhóis. O fato foi comprovado pelo sistema de segurança que captou os gestos do torcedor.
O próximo duelo do Amazonas será no dia 9, para enfrentar o Manaus, na Arena da Amazônia, às 17h. O clube que vencer o duelo garante a vaga na final do Barezão, além da Copa Verde e do Brasil, em 2026.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.