Artigos
O simples privilégio de saber ler e escrever
Multimídia
Angelo Coronel rejeita ideia de Senado como “puxadinho” do Planalto e diz que não será “chapa-branca” de presidentes
Entrevistas
Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra
terbio e disprosio
A Companhia Baiana de Pesquisa Mineral (CBPM) apresentou, nesta quinta-feira (10), durante a 28ª Conferência e Exposição de Mineração da China, em Tianjin, resultados de pesquisas minerais que apontam teores de térbio e disprósio até três vezes superiores à média mundial em áreas descobertas pelo órgão no estado. Os dois elementos, considerados estratégicos por serem usados em tecnologias de ponta e na transição energética, despertaram forte interesse entre representantes de grandes empresas do setor presentes no evento.
Não é tarefa simples chamar atenção para dados sobre mineração numa conferência realizada na China, ainda mais com representantes de algumas das maiores empresas do setor no mundo na plateia. Mas foi o que aconteceu com a Bahia durante o encontro, que reuniu delegações de mais de 70 países.
As áreas com os teores elevados foram descobertas pela CBPM em novembro de 2023 e revelaram, além do potencial para terras raras, grupo de elementos químicos usados em diversas tecnologias avançadas, concentrações expressivas de térbio e disprósio, elementos magnéticos estratégicos para cadeias industriais ligadas à transição energética.
Segundo o presidente da CBPM, Henrique Carballal, os números chamaram a atenção até dos próprios anfitriões chineses. "Até os chineses abriram os olhos quando trouxemos essa informação durante a apresentação", contou. "São áreas muito promissoras, não apenas pela presença de terras raras, mas pelos altos teores de térbio e disprósio. Estamos falando de elementos magnéticos fundamentais para as novas tecnologias e para a transição energética", completou.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ricardo Alban
"A República enfrenta um teste de integridade inédito. As sucessivas crises que ocorrem em Brasília colocam as instituições em risco. Os recorrentes episódios podem lançar o Brasil num momento de especial gravidade, pois a confiança da população nos poderes públicos é alicerce da democracia".
Disse o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban ao alertar para o risco que as instituições brasileiras correm com a crise vivida pelo Supremo Tribunal Federal (STF).