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tecnicos estrangeiros da selecao brasileira
A Confederação Brasileira de Futebol anunciou o técnico italiano Carlos Ancelotti ainda nesta segunda-feira (12). Após 60 anos, a Seleção Brasileira voltou a ser comandada por um treinador estrangeiro.
Em 1925, o uruguaio Ramón Platero abriu a lista dos três técnicos de fora do Brasil que treinaram a equipe. Após sua passagem pelo Vasco da Gama, recebeu a oportunidade de treinar os brasileiros durante o Campeonato Sul-Americano, na Argentina, antiga versão da Copa América. Na ocasião, o time canarinho ficou com o segundo lugar.
Já dezenove anos depois, em 1944, Jorge Gomes de Lima, apesar de ser formado em educação física, Jorge trabalhava com jornalismo esportivo. Após ter se destacado com os comentários bem fundamentados, foi chamado para comandar o São Paulo.
Como clube, chegou a conquistar três títulos regionais, até chegar à Seleção Brasileira para trabalhar com o brasileiro Flávio Costa. A passagem do treinador durou apenas duas partidas, ambas vitoriosas sobre o Uruguai.
Já o segundo técnico estrangeiro foi o argentino Filpo Núñez, naturalizado brasileiro, visto que fez sua carreira futebolística no país. O treinador assumiu a camisa Canarinha em 1965, também com vitória sobre o Uruguai por 3 a 0. No entanto, só ficou sob o comando por uma partida, que o elenco do Palmeiras representava a Seleção, clube que treinava na época.
Com os contextos conturbados, Ancelotti será o primeiro a ter pouco mais de um ano para avaliar o funcionamento da equipe, montá-la e buscar o hexacampeonato na Copa do Mundo de 2026.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ronaldo Caiado
"Vocês que têm essa capacidade toda e sensibilidade de serem mães, criar os filhos, os nossos lares, estruturar as nossas famílias. Esta é a verdade, o verdadeiro poder da mulher. A nossa formação no dia a dia é a cultura brasileira. Nós somos muito mais uma criação matriarcal, como a grande protetora é o nosso lar".
Disse o ex-governador de Goiás e pré-candidato à Presidência da República, Ronaldo Caiado (União), ao afirmar que as mulheres exercem um papel central na proteção das famílias e possuem mais influência do que os homens nas decisões tomadas dentro do lar. As declarações foram feitas durante sua participação no Congresso da Confederação de Irmãs Beneficentes Evangélicas Mundial (Cibem), realizado no Riocentro, na Zona Oeste do Rio de Janeiro.