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Na manhã desta sexta-feira (11), foi dada a largada para a Taça Bahia de Boliche. O Shopping Paralela vai ser palco da competição durante esse final de semana (11, 12 e 13 de outubro). O torneio acontece em dois turnos, pela manhã, a partir das 8h às 13h, e pela tarde, das 14h às 19h.
O evento é válido para o ranking nacional. Os competidores irão disputar 20 linhas (rodadas), sendo sete no primeiro dia, sete no segundo e seis no último. O torneio tem três divisões, sendo duas masculinas e uma feminina. Com cortesia de pista, quando três atletas disputam em uma, a do lado fica vaga, alternando-se. O óleo passado na pista (condicionamento) antes de cada turno, segue um padrão diferente do comum para aqueles que praticam a atividade no dia a dia de forma lúdica.
Com apoio da Superintendência dos Desportos do Estado da Bahia (Sudesb), autarquia da Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (Setre), Ricardo Nakamura, presidente da Federação Baiana de Boliche (FBBol), fala orgulhosamente sobre o torneio nacional ser realizado pelo segundo ano consecutivo na variação de duplas.
“O boliche não é tão divulgado no Brasil. Mas, tem estudos que apontam que é o segundo esporte mais praticado no mundo, depois do futebol. Tem localidades, como os Estados Unidos, que são gigantescas as quantidades de pistas e competições. Chegou a ser olímpico. Mas assim, nosso objetivo é difundir mais para ficar mais competitivo”, afirmou Ricardo.
Contando com a presença de sete estados brasileiros (Bahia, Distrito Federal, Mato Grosso, Minas Gerais, Pernambuco, Rio de Janeiro e São Catarina), Ricardo Nakamura também destacou a importância do apoio da autarquia estadual.
“É muito importante esse apoio porque temos hoje uma federação pequena. Nós buscamos a cada dia conseguir aumentar, difundir mais o boliche e competir inclusive com times de fora. Nós temos atletas que estão indo para o Pan-americano. Com essa ajuda, vemos realmente o fomento a um esporte competitivo e inclusivo", concluiu.
Ricardo Nakamura ainda destacou a importância da inclusão e do estímulo a prática, para o presidente da federação, a modalidade exige técnica, mas o treino é chave para ganhar ritmo.
“É um esporte que qualquer pessoa pode jogar. O esporte requer muita técnica. Mas, a nível de competitividade, qualquer pessoa pode ir se se dedicar. Tudo é treino. Cada um pode jogar do seu jeito, seguindo as regras, como de não ultrapassar a linha. O regramento vai sendo aprendido à medida que vai praticando. É um esporte com pessoas desde juvenis até maiores de 70 anos. É para família, como temos no nosso caso aqui. Com esse esporte, podemos incluir todo mundo”, ressaltou Ricardo.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Janja da Silva
"Hoje estabelecemos um marco para a sociedade brasileira, representada pelos três poderes, aqui presentes. Todos assumiram o compromisso e a responsabilidade de tornar a nossa sociedade um lugar em que as mulheres possam viver em paz. Queremos ser respeitadas, queremos ser amadas, queremos ser livres, queremos nos manter vivas".
Disse a primeira-dama Janja Silva em um discurso emocionado e com direito a lágrimas, ao abrir a solenidade de lançamento do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio. A iniciativa do governo Lula, chamada de “Todos por Todas”, busca unir os três poderes em ações coordenadas para prevenir a violência letal contra meninas e mulheres no país.