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soldado lins santana
Participante ativo de diversos podcasts, entrevistas e produtor de conteúdo digital nas redes sociais, o soldado da Polícia Militar da Bahia, Clézio Santana Lins, conhecido como Lins Santana e a também influenciadora Flora Machado, tiveram a prisão determinada pela PM durante os próximos 30 dias, a partir desta segunda-feira (15), em Salvador.
De acordo com informações do Alô Jucá, a prisão teria sido determinada pelo Comandante Geral da PM, Paulo Coutinho. Ainda de acordo com a reportagem, a prisão teria acontecido por “ condutas inadequadas nas redes sociais”.
Flora tornou-se uma das agentes militares mais conhecidas da Bahia, através das redes sociais. Com mais de 400 mil seguidores, a PM produzia conteúdos de atividades físicas, humor e estilo de vida. Evangélica, ela também ficou conhecida por produzir e compartilhar alguns conteúdos religiosos.
Ela foi investigada em um Processo Disciplinar Sumário por divulgar “publis” de produtos diversos, inclusive enquanto estava fardada, entre abril e junho de 2023. De acordo com a PM, via Aratu, essas publicações foram consideradas “uma associação inadequada da imagem institucional da PM com atividades comerciais e de entretenimento”, resultando a decisão.
Já o soldado Lins, se envolveu em uma polêmica ano passado, quando foi afastado das atividades operacionais da 59ª Companhia Independente de Abrantes, em Camaçari. A medida teria acontecido quando ele participou de um podcast e revelou sobre uam abordagem policial onde ele encontrou um casal tendo relações sexuais dentro de um carro. Na ocasião, ele ficou impossibilitado de utilizar armas e o fardamento da PM.
Nas redes sociais, ele ainda não se pronunciou sobre o assunto. Já Flora disse “está tudo bem” com a situação. A prisão mesmo sendo determinada ainda não foi executada, de acordo com a publicação.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Luiz Inácio Lula da Silva
social X, antigo Twitter], dizendo que ele vai desobstruir, mas cada navio que ele desobstruir, que ele tirar do estreito, o dono do petróleo tem que pagar 20% para ele. Isso, antigamente, se chamava pirataria".
Disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao fazer duras críticas nesta segunda-feira (13) à decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de cobrar uma taxa de 20% sobre a carga que passa pelo Estreito de Ormuz, qualificando a medida como "pirataria". O presidente republicano anunciou ainda que pretende restaurar o bloqueio naval contra navios iranianos.